Canal Sabedoria Infinita

04 novembro 2025

Nvidia: jornal revela bastidores do “não” de Trump à China

Autoridades do governo Donald Trump teriam sido as responsáveis pelo ato do presidente dos Estados Unidos de barrar uma iniciativa da Nvidia para exportar chips avançados de inteligência artificial (IA) à China, após avaliarem que a medida representaria um risco à segurança nacional.

A decisão teria sido tomada pouco antes de uma reunião entre o presidente dos EUA e o líder chinês, Xi Jinping, realizada em 30 de outubro em Busan (Coreia do Sul), segundo fontes do governo atual e anterior que conversaram com o The Wall Street Journal.

Por que e quem impediu o “ok” de Trump à Nvidia e China?

  • Donald Trump havia considerado discutir com Xi o pedido do CEO da Nvidia, Jensen Huang, para liberar as vendas dos chips Blackwell, nova geração de processadores de IA da empresa;
  • A autorização representaria uma mudança significativa na política dos EUA, ao permitir que a China, principal rival geopolítico do país, tivesse acesso à tecnologia de ponta;
  • Huang, que mantém contato frequente com Trump, vinha fazendo intensa pressão para manter o acesso ao mercado chinês;
  • Entretanto, autoridades de alto escalão, incluindo o secretário de Estado, Marco Rubio, argumentaram que as exportações fortaleceriam os centros de dados de IA chineses e poderiam prejudicar os interesses estratégicos estadunidenses;
  • Também se opuseram ao pedido o representante de Comércio dos EUA, Jamieson Greer, e o secretário de Comércio, Howard Lutnick, responsáveis por negociações comerciais com Pequim;
  • Diante da oposição quase unânime de seus conselheiros, Trump decidiu não abordar o tema dos chips durante o encontro com Xi;
  • A decisão foi considerada uma vitória para Rubio e outros assessores sobre Huang, líder da empresa mais valiosa do mundo;
  • As exportações dos chips Blackwell poderiam render dezenas de bilhões de dólares à Nvidia e consolidar sua influência sobre as empresas chinesas de IA.
Close do rosto de Donald Trump olhando com expressão séria para frente
Trump não deixou chip Blackwell serem adquiridos pela China junto a Nvidia (Imagem: Joey Sussman/Shutterstock)

Chip Blackwell não foi liberado, mas um menos potente pode ser

Atualmente, a Nvidia aguarda autorização do governo estadunidense para comercializar uma versão menos potente do chip Blackwell no mercado chinês.

O modelo, segundo a empresa, é o mais avançado já desenvolvido: servidores equipados com a GPU B200 seriam três vezes mais poderosos que os baseados no chip anterior H100 para o treinamento de modelos de IA e até 15 vezes mais eficientes em tarefas de inferência.

“O presidente Trump ouve uma variedade de opiniões em questões de política, incluindo de grandes líderes empresariais”, afirmou o porta-voz da Casa Branca, Kush Desai. “O histórico encontro do presidente Trump com o presidente Xi demonstra, no entanto, que o único fator que orienta suas decisões é o melhor interesse do povo estadunidense.”

Em um evento da Nvidia em Washington (EUA), antes da reunião, Huang ressaltou a importância da China para o setor de IA, estimando que o país abriga cerca de metade dos pesquisadores da área no mundo.

O executivo afirmou temer que os EUA percam definitivamente esse mercado. “Eu realmente espero que o presidente Trump nos ajude a encontrar uma solução”, disse. “Neste momento, estamos em uma posição desconfortável.”

A viagem de Trump à Ásia foi vista como decisiva para o futuro dos negócios da Nvidia na China. Durante meses, o ex-presidente indicou que poderia autorizar a exportação de uma versão menos potente do chip Blackwell, mas, após a cúpula com Xi, mudou de posição.

Presidente da China, Xi Jinping, discursando com microfones
Jinping se reuniu com Trump na semana passada; nenhum deles falou da Nvidia (Imagem: Kaliva/Shutterstock)

Em entrevista ao programa “60 Minutes”, da CBS, Trump afirmou que os EUA deixariam a China negociar com a Nvidia, mas não com os chips mais avançados. A jornalistas, declarou: “Nós não damos esse chip a outras pessoas”, sem esclarecer se se referia à versão de maior desempenho ou ao modelo adaptado para o mercado chinês.

O encontro entre Trump e Xi terminou sem grandes acordos, embora tenha resultado em uma redução de tarifas estadunidenses sobre produtos chineses e na retomada de compras de soja dos EUA por Pequim. As medidas reduziram tensões e abriram espaço para que ambos os países reforcem a autossuficiência em setores estratégicos, como semicondutores e minerais raros.

Leia mais:

País asiático sofreu derrota

Para a China, o desfecho foi um revés, pois Xi buscava obter uma flexibilização na proibição de exportação de chips. Embora o objetivo de longo prazo de Pequim seja atingir independência tecnológica, o acesso imediato a processadores avançados é considerado vital para acelerar esse processo.

A Nvidia precisa de permissão formal do governo estadunidense para vender seus chips mais poderosos à China, restrição vigente desde 2022. O governo Trump tem se mostrado disposto a negociar as condições de exportação, gerando incerteza no setor.

Huang deve continuar pressionando por autorização para comercializar o Blackwell na China, especialmente antes da próxima visita de Trump ao país, prevista para abril. Em Washington, o executivo afirmou que o presidente costuma telefonar-lhe tarde da noite e que se tornou um de seus empresários favoritos.

Como seria o chip mais “fraco” da Nvidia?

A versão do chip Blackwell voltada à China ainda não teve suas especificações divulgadas. Em agosto, Trump havia dito que poderia aprovar um modelo com capacidade reduzida entre 30% e 50%, o que levaria de dois a três meses para ser desenvolvido pela empresa.

Mesmo que o novo chip seja autorizado, há dúvidas sobre sua viabilidade. Em agosto, a Casa Branca reverteu uma proibição de exportação de um chip mais antigo da Nvidia, desde que a empresa repassasse 15% da receita obtida na China ao governo estadunidense — um acordo que juristas classificaram como um imposto de exportação inconstitucional.

Logo da Nvidia em um smartphone, com uma placa-mãe atrás, cuja CPU leva os dizeres "AI"
Chips Blackwell mais fracos poderiam ser liberados pelo governo dos EUA (Imagem: Mijansk786/Shutterstock)

Pouco depois, autoridades chinesas instruíram empresas locais a não comprarem o chip. A Nvidia não registrou vendas desse modelo H20 desde abril, perdendo bilhões de dólares em receitas.

O lobby da empresa também enfrentou resistência no Congresso e em grupos de análise política. Antes da reunião Trump-Xi, parlamentares divulgaram um vídeo em que Huang dizia, em entrevista à CNN, não achar relevante quem venceria a corrida da IA.

O Comitê da Câmara sobre a China chamou a declaração de “perigosamente ingênua” e comparou a disputa tecnológica à Guerra Fria: “É como argumentar que não faria diferença se os soviéticos tivessem superado os EUA na corrida pela bomba nuclear”, escreveu o comitê no X.

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03 novembro 2025

10 jogos inspirados em RPGs de mesa

Os role-playing games (RPGs) nasceram como jogos de mesa colaborativos, nos quais os participantes interpretam personagens e constroem histórias juntos, sob a orientação de um narrador, o mestre de jogo (game master). No formato tradicional, conhecido como tabletop RPG (TTRPG), o mestre descreve cenários, interpreta personagens secundários e conduz as regras da aventura.

Com o avanço da tecnologia, esses mundos deixaram de existir apenas entre livros de regras e dados de 20 faces. Muitos RPGs de mesa ganharam adaptações para o universo dos videogames, preservando o espírito da imaginação, da narrativa e da estratégia coletiva. 

A seguir, conheça dez títulos que se inspiraram em RPGS de mesa.

Dados de 20 lados comumente utilizados em jogos RPG de mesa (Imagem: HopsAndYeast/Shutterstock)

Vampire: The Masquerade: Bloodlines (1 e 2)

Inspirado no RPG gótico da White Wolf, a franquia Vampire: The Masquerade transporta o jogador para uma sociedade de vampiros dividida por clãs, política e segredos. O primeiro Bloodlines (2004) é cultuado por sua atmosfera sombria e diálogos complexos.

Bloodlines 2 expande o conceito, colocando o jogador como um vampiro ancião na Seattle moderna, onde deve equilibrar poder e sigilo para não quebrar a “Máscara”, lei que mantém os vampiros ocultos dos humanos.

 As mecânicas sociais e morais refletem o sistema do jogo de mesa, no qual decisões têm peso real nas relações e no destino do personagem.

Onde jogar

  • Jogo 1: PC
  • Jogo 2: PlayStation 5, Windows e Xbox Series X/S

Baldur’s Gate 3 – Dungeons & Dragons

imagem mostra a capa do game BALDUR'S GATE 3
Imagem mostra o game Baldur’s Gate 3 (Imagem: Larian Studios/Divulgação)

Baseado nas regras da 5ª edição de Dungeons & Dragons, Baldur’s Gate 3 é um dos maiores sucessos recentes do gênero. Desenvolvido pela Larian Studios, o jogo transporta toda a complexidade das decisões de mesa para o ambiente digital. 

As escolhas dos jogadores afetam diretamente o rumo da narrativa, e cada combate segue o sistema tático em turnos inspirado nas rolagens de dados do RPG original.

É uma tradução fiel do espírito de D&D, combinando liberdade narrativa, combates estratégicos e um mundo vivo e reativo.

Onde jogar:

  • Windows, PlayStation 5, macOS, Xbox Series X/S e Linux

Solasta: Crown of the Magister – Dungeons & Dragons

Criado por fãs de Dungeons & Dragons, o game Solasta: Crown of the Magister é uma homenagem à 5ª edição do RPG de mesa. O jogo traz batalhas táticas em grade, com forte ênfase na verticalidade dos cenários, aproveitando o terreno e a posição como fatores decisivos no combate. 

As rolagens de dados são reproduzidas de forma fiel, reforçando a sensação de estar jogando uma campanha digital. O jogador cria um grupo de quatro aventureiros para explorar ruínas antigas em busca de artefatos poderosos, enfrentando desafios que exigem estratégia e improviso.

Sua fidelidade às regras, liberdade nas decisões e clima de mesa de RPG fizeram de Solasta um dos títulos mais autênticos e respeitados do gênero dungeon crawler tático.

Onde jogar

  • Microsoft Windows, macOS, Xbox One, Xbox Series X/S e PlayStation 5

Shadowrun (1993)

Shadowrun (1993) / Crédito: Shadowrun (divulgação)

Game para Super Nintendo do clássico RPG de mesa que mistura fantasia, magia e tecnologia em um universo cyberpunk. 

O jogador controla Jake Armitage, um homem com amnésia que investiga sua própria identidade em meio a conspirações e megacorporações. Com narrativa investigativa, atmosfera noir e combates táticos, o jogo foi considerado inovador para a época. 

Décadas depois, títulos como Shadowrun Returns, Dragonfall e Hong Kong reviveram o sistema original com visual isométrico e foco estratégico, mantendo viva a essência do RPG de mesa.

Onde jogar

  • Super NES

Leia mais:

Pathfinder: Wrath of the Righteous

Derivado das regras de Dungeons & Dragons 3.5, Pathfinder: Wrath of the Righteous adapta com precisão o sistema complexo e tático do RPG de mesa. 

O jogador assume o papel de um comandante em meio a uma cruzada contra demônios que invadem o mundo mortal através de uma fenda mágica. 

Com dezenas de classes, raças e caminhos míticos, o jogo oferece liberdade de escolha e profundidade estratégica. A narrativa épica, as decisões morais e o combate baseado em turnos fazem dele um dos sucessores espirituais mais fiéis aos clássicos da BioWare e ao legado de D&D.

Onde jogar

  • macOS, Microsoft Windows, Nintendo Switch, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One

Cyberpunk 2077

Cyberpunk 2077 
Cena do jogo Cyberpunk 2077 (Imagem: CD Projekt / Divulgação)

O universo futurista e distópico de Cyberpunk 2077 nasceu no RPG de mesa Cyberpunk 2020, criado por Mike Pondsmith. 

A adaptação feita pela CD Projekt Red mantém o mesmo pano de fundo, com as megacorporações, implantes cibernéticos e hackers urbanos, mas com uma narrativa cinematográfica e jogabilidade em primeira pessoa. 

Personagens icônicos do material original, como Johnny Silverhand, migraram diretamente para o game, consolidando o elo entre mesa e tela.

Onde jogar:

  • PlayStation 4, Windows, Xbox One, PlayStation 5, Xbox Series X/S, Nintendo Switch 2 e macOS

Call of Cthulhu (2018)

Call of Cthulhu (2018) / Crédito: Call of Cthulhu (divulgação)

Baseado no RPG de mesa inspirado na obra de H. P. Lovecraft, Call of Cthulhu (2018) combina investigação e horror psicológico em uma jornada de perda de sanidade. 

O jogador assume o papel do detetive Edward Pierce, que viaja a uma ilha isolada para investigar a misteriosa morte da família Hawkins. 

À medida que descobre segredos sombrios e cultos ancestrais, a linha entre realidade e loucura se desfaz.  Fiel ao espírito do RPG original, o jogo enfatiza escolhas, interpretação e o colapso mental diante do terror cósmico.

Onde jogar

  • Microsoft Windows, PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch.

Warhammer 40,000: Space Marine 2

Originado dos jogos de mesa da Games Workshop, o universo sombrio de Warhammer 40,000 ganha vida em Space Marine 2, sequência do título de 2011. 

O jogador encarna o tenente Titus, um super-soldado Ultramarine que enfrenta hordas alienígenas Tirânidas em combates intensos, combinando armas de fogo e ataques corpo a corpo. 

Apesar do foco na ação, o jogo mantém a profundidade tática e o detalhado lore do RPG de mesa, com facções, deuses e tecnologias descritas com precisão. 

Onde jogar

  • PlayStation 5, Windows e Xbox Series X/S

Dungeons & Dragons: Tower of Doom

Dungeons & Dragons: Tower of Doom / Crédito: Capcom (divulgação)

Lançado nos anos 1990 pela Capcom, Dungeons & Dragons: Tower of Doom surpreendeu ao adaptar o famoso RPG de mesa para o estilo beat ‘em up dos fliperamas. 

Apesar do foco na ação, o jogo manteve elementos clássicos do gênero, como magias, coleta de itens, escolhas de rota e combate cooperativo. Ambientado no mundo de Mystara, acompanha heróis enfrentando o lich Deimos e suas forças malignas. 

O sucesso foi tanto que gerou a sequência Shadow over Mystara, consolidando a franquia nos games.

Onde jogar

  • Original: Arcade, Sega Saturn
  • Coletânea com os 2 jogos: PlayStation 3, Windows, Xbox 360 e Wii U

Dungeons & Dragons: Shadow over Mystara

Shadow over Mystara expandiu o sucesso de Tower of Doom ao unir ação em rolagem lateral com fortes elementos de RPG. 

Os jogadores podem equipar armas, armaduras e magias, encontrar itens secretos e seguir diferentes rotas e finais. A história continua após a derrota do lich Deimos, revelando uma ameaça maior: Synn, uma poderosa feiticeira que na verdade é um dragão vermelho ancestral. 

Misturando combates intensos, progressão de personagem e narrativa ramificada, o jogo tornou-se um marco entre os beat ‘em ups com alma de RPG.

Onde jogar

  • Original: Arcade, Sega Saturn
  • Coletânea com os 2 jogos: PlayStation 3, Windows, Xbox 360 e Wii U

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Gostou de Good Boy? Conheça outros 5 filmes narrados pela perspectiva do cachorro

Filmes com narrativas diferentes sempre chamam atenção do público, ainda mais quando a história é contada de um ponto de vista inesperado. Em “Good Boy”, o novo terror que vem despertando curiosidade, quem comanda a narrativa é um cachorro. A partir de sua visão, os espectadores vivenciam um enredo tenso, com muitos sinais que só ele enxerga e que passam despercebidos pelos humanos.

Entretanto, a ideia de usar animais como narradores não é nova, e nos últimos anos tem ganhado cada vez mais espaço no cinema. Filmes que são contados pela perspectiva de cães conseguem transmitir emoções humanas de uma forma pura e, muitas vezes, ainda mais impactante.

Ao dar voz ao cachorro, o enredo explora sentimentos como amor, lealdade, tristeza e esperança, enquanto reforça o laço especial entre humanos e seus companheiros de quatro patas.

Leia mais:

Se você gostou de “Good Boy” e quer ver outras obras que seguem essa mesma proposta, separamos cinco produções que também são narradas do ponto de vista canino e que exploram diferentes gêneros, como drama, comédia, aventura e até clássicos da animação. Confira a seguir!

Conheça 5 filmes narrados pela perspectiva do cachorro

Quatro Vidas de um Cachorro (A Dog’s Purpose, 2017)

(Imagem: Reprodução/Universal Pictures)

Neste filme, acompanhamos Bailey, um cão que reencarna diversas vezes ao longo do tempo, em diferentes raças e famílias. A cada vida, ele enfrenta novos desafios e aprende lições distintas, mas mantém sempre a mesma essência, com o desejo de estar ao lado do seu primeiro dono, Ethan.

A narrativa mostra de forma sensível como um cachorro interpreta o mundo, seus relacionamentos com os humanos e as mudanças que ocorrem à sua volta.

O elenco conta com Dennis Quaid, KJ Apa e a voz de Josh Gad como Bailey, que traz inocência e emoção ao personagem. O filme mistura momentos de humor e ternura com cenas mais reflexivas, despertando no público sentimentos de nostalgia e empatia.

É uma história que, através dos olhos de Bailey, mostra como os cães podem dar sentido e propósito à vida de seus tutores.

Onde assistir: disponível para aluguel na Prime Video.

Meu Amigo Enzo (The Art of Racing in the Rain, 2019)

(Imagem: Reprodução/Apple TV Plus)

Baseado no best-seller de Garth Stein, “Meu Amigo Enzo” mostra a vida do cachorro Enzo, que observa de perto a rotina de seu dono, Denny, um piloto de corridas. Narrado pela voz de Kevin Costner, o filme mergulha na forma como Enzo interpreta os altos e baixos da vida humana, com vitórias, fracassos, a construção de uma família e até mesmo as perdas inevitáveis.

A visão filosófica do cão traz profundidade à história, fazendo dela mais poética e emocionante, já que ele traduz em pensamentos aquilo que os humanos não conseguem expressar.

O elenco tem Milo Ventimiglia e Amanda Seyfried, que reforçam os aspectos dramáticos do filme. Pela ótica de Enzo, o espectador reflete sobre esperança, resiliência e sobre como os cães percebem os sentimentos humanos. É uma trama boa para quem gosta de histórias que unem drama e sensibilidade, ressaltando a lealdade como um dos maiores legados que um cachorro pode deixar.

Onde assistir: disponível na Disney+.

A Caminho de Casa (A Dog’s Way Home, 2019)

(Imagem: Divulgação/Sony Pictures)

O longa apresenta a jornada de Bella, uma cachorrinha separada de seu dono após uma mudança complicada. Determinada a reencontrá-lo, ela percorre centenas de quilômetros enfrentando obstáculos, encontrando outros animais e conhecendo pessoas diversas.

A narrativa é totalmente conduzida pelo olhar de Bella, que mostra como ela percebe as dificuldades e os momentos de esperança durante sua viagem.

A dublagem de Bella é feita por Bryce Dallas Howard, enquanto Jonah Hauer-King interpreta o dono da cadela. A história mistura aventura e emoção, destacando o instinto de sobrevivência e a confiança que os cães colocam nos humanos. Além de ser uma obra que envolve o espectador com cenas tocantes, também reforça a importância da compaixão e da amizade verdadeira.

Onde assistir: disponível na Telecine.

Pets: A Vida Secreta dos Bichos (The Secret Life of Pets, 2016)

(Imagem: Divulgação/Universal)

Mesmo sendo uma animação, este filme conquistou público de todas as idades ao imaginar o que os animais de estimação fazem quando seus donos não estão em casa. Max, Duke e seus amigos têm personalidades próprias, cheias de inseguranças, alegrias e aventuras.

A trama é apresentada sob a perspectiva dos bichos, principalmente dos cães, que dão voz a sentimentos e pensamentos muitas vezes não percebidos pelos humanos.

Além do humor, a animação também traz mensagens importantes sobre amizade, companheirismo e aceitação, e ao colocar o público na posição dos pets, o filme cria uma conexão imediata entre a vida real e a fantasia. Ele também reforça como até nas histórias mais simples, o ponto de vista de um cachorro pode trazer reflexões inesperadas.

Onde assistir: disponível no Prime Video.

A Dama e o Vagabundo (Lady and the Tramp, 1955)

(Imagem: Divulgação/Disney)

Um dos maiores clássicos da Disney, “A Dama e o Vagabundo” apresenta Lady, uma cocker spaniel de família rica, e Vagabundo, um cão de rua carismático. O filme é contado essencialmente pela visão desses personagens, mostrando como eles interpretam o mundo humano e como lidam com situações do dia a dia. Ao focar no olhar canino, a história mistura romance, aventura e humor, encantando gerações de espectadores.

A famosa cena do jantar com espaguete é um marco da cultura pop, mas o que realmente conquista é a forma como o filme humaniza os sentimentos dos cães. Lady e Vagabundo representam diferentes universos, mas mostram que laços de afeto podem superar barreiras sociais. A animação continua relevante até hoje, provando que o olhar de um cachorro pode ser tão envolvente quanto qualquer narrativa humana.

Onde assistir: disponível no Disney+.

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Megaoperação: imagens revelam policial ferido do Bope sendo resgatado no RJ

Ao todo quatro polícias morreram na megaoperação realizada, na última semana, no Rio de Janeiro. Ação mais letal da história do Rio de Janeiro deixou 121 mortos. Imagens revelam momento de tensão, com policias feridos durante confronto contra criminosos no Complexo do Alemão e Penha.

Em um dos vídeos divulgados pelo governo estadual do Rio de Janeiro, é possível ver o cabo Oliveira, do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) ferido na coxa esquerda após ser alvejado durante troca de tiros com membros do Comando Vermelho.

Colegas atuam para proteger a vida do policial ferido na área de mata do Alemão. Durante momento tenso, um dos oficiais afirma ““O blindado não sobe aqui, vamos ter que descer com ele”.

Veja imagens de policiais socorrendo colega ferido;

Megaoperação

A operação contou com a participação de 2.500 agentes da Polícia Civil e Militar. Ao todo, 121 pessoas morreram, sendo 117 suspeitos e quatro policiais. Foram presos 113 indivíduos e apreendidas 120 armas, sendo 93 fuzis. O prejuízo ao crime organizado é estimado em R$ 12,8 milhões.

Até o momento, nenhum dos mortos estava na lista de denunciados da Operação, segundo trecho da denúncia do Gaeco (Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado), com detalhes da preparação da investida contra o Comando Vermelho, segundo apuração da CNN Brasil, que teve acesso ao documento.



source https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/sudeste/rj/megaoperacao-imagens-revelam-policial-ferido-do-bope-sendo-resgatado-no-rj/

8 coisas que você provavelmente não sabe sobre o upscaling da TV

Quando compramos uma TV nova, nos maravilhamos com a resolução 4K nativa, aquele conteúdo ultra nítido e detalhado que as lojas exibem. O grande trunfo das TVs modernas que ninguém te conta não é a resolução 4K, e sim a tecnologia de upscaling, a verdadeira mágica por trás da imagem que você vê.

No entanto, a realidade do nosso dia a dia é bem diferente, veja se não se identifica? Passamos a maior parte do tempo assistindo a filmes em streaming de qualidade duvidosa, canais de TV aberta com resolução HD (ou pior) e vídeos antigos do YouTube.

Agora, será que você sabia que quem faz a mágica de transformar esse conteúdo de baixa resolução em algo aceitável na nossa tela gigante é esse componente muitas vezes subestimado, o processador de upscaling?

Todo mundo sabe que ele existe, mas a maioria não faz ideia de como ele funciona ou do que realmente o torna bom. Prepare-se para descobrir que o upscaling é muito mais do que simplesmente “esticar pixels”.

8 coisas que você provavelmente não sabe sobre o upscaling da TV

O upscaling de TV aumenta digitalmente a resolução de vídeos de baixa qualidade (ex: 1080p) para preencher telas de alta resolução (ex: 4K). É como um artista digital redesenhando uma foto pequena para um mural, preenchendo os espaços vazios para criar uma imagem maior e mais nítida, em vez de simplesmente ampliar e pixelar.

Portanto, o upscaling de TV é a ponte tecnológica que transforma conteúdos de baixa resolução em uma imagem limpa e definida na sua tela de alta resolução. No entanto, existem mitos e verdades sobre esse processo que poucos entendem. A seguir, desvendamos 8 fatos essenciais que explicam não apenas como o upscaling funciona, mas o que realmente diferencia uma TV de outra.

1. Não é apenas esticar a imagem

Imagem mostra exibição de televisão 4K com comparação de resoluções
Para exibir sinais de baixa resolução (como 480p ou 1080p) em uma tela 4K, a TV utiliza o upscaling para preencher a tela, a imagem mostra a grande diferença de detalhes entre 480p, 720p, 1080i/p e 4K (2160p) (Imagem: Patryk Kosmider / Shutterstock.com)

A primeira ideia que vem à mente quando pensamos em upscaling é a de que a TV pega cada pixel da imagem original e o replica em um bloco de 2 x 2 ou 4 x 4 pixels na tela 4K. Esse método rudimentar existe e se chama interpolação bilinear ou bicúbica. O resultado? Imagens borradas e com “artefatos de serrilhamento”.

Não é mágica, é matemática complexa. O upscaling não cria detalhes reais, apenas estima pixels ausentes com base nos que já existem.

Os processadores modernos, especialmente os que usam Inteligência Artificial (IA), vão muito além. Eles não apenas esticam a imagem, mas a analisam e reconstroem. A IA foi treinada com milhões de pares de imagens (em baixa e alta resolução).

Ela aprendeu que um conjunto específico de pixels borrados em uma imagem de baixa qualidade provavelmente representa, por exemplo, os fios de cabelo. Ao fazer o upscaling, o chip não só estica os pixels, mas adiciona detalhes texturizados que se assemelham a cabelos reais, criando uma ilusão de detalhe que simplesmente não estava no sinal original.

O veredito confirmado é que a IA já faz parte do processo, reconhecendo rostos, texturas e letras para melhorar a nitidez de forma inteligente.

2. O “gargalo” muitas vezes está na sua internet, não na TV

Imagem ilustrativa de uma mão segurando um controle remoto apontando para a tela da TV
Muitas vezes, a imagem pixelada ou borrada que vemos na tela (como o fundo bokeh desfocado) não é culpa da TV, mas sim do sinal de entrada (Imagem: Angkana Sae-Yang / Shutterstock.com)

Você pode ter a TV mais avançada do mercado, mas se a sua conexão de internet estiver instável ou congestionada, o serviço de streaming (como Netflix e YouTube) vai automaticamente reduzir a qualidade do vídeo para evitar buffering.

Muitas pessoas culpam a TV por uma imagem “pixelada” ou borrada (eu era uma dessas pessoas), quando, na verdade, o processador de upscaling está recebendo um sinal de baixíssima bitrate (quantidade de dados por segundo).

O conteúdo original ainda é o fator mais importante. Um vídeo em 480p nunca vai parecer 4K real, o upscaling só ameniza o problema.

O upscaling lida com a resolução, mas ele não pode criar informações que foram perdidas pela compressão excessiva. Um vídeo altamente comprimido tem “blocos” de cor, ruído e falta de detalhe. O trabalho do chip é tentar suavizar esses defeitos, mas é uma batalha difícil. A qualidade do sinal de entrada é fundamental.

3. Diferentes conteúdos exigem diferentes estratégias de upscaling

Imagem mostra cena de animação em uma tela de TV, Trailer ou filme da Elemental na tela da TV. TV com controle remoto, tigela de pipoca e vasinho de planta doméstica
A imagem, que exibe uma cena de animação com cores sólidas e linhas bem definidas, ilustra o tipo de conteúdo que é mais fácil para os processadores de upscaling converterem para a resolução 4K (Imagem: Hamara/Shutterstock.com)

O processador não trata todos os conteúdos da mesma forma. Ele usa algoritmos diferentes para, veja:

  • Desenhos animados e animações: por terem cores sólidas e linhas bem definidas, são os mais fáceis de serem convertidos. O upscaling pode ser mais agressivo, resultando em imagens incrivelmente nítidas e limpas.
  • Imagens reais (live-action): requerem mais nuance. O algoritmo precisa equilibrar a nitidez sem exagerar no ruído da imagem ou criar uma aparência “artificial”.
  • Imagens com muito texto (credenciais e legendas): aqui, a precisão é fundamentall. Um bom upscaling evita que as letras fiquem borradas ou com serrilhas, usando técnicas específicas para manter a clareza das bordas.

Algumas TVs high-end já fazem essa detecção de cena automaticamente, ajustando o processamento em tempo real.

4. A taxa de bits é tão importante quanto a resolução

A imagem ilustra a diferença entre uma fonte digital com perda severa de dados (esquerda) e a imagem rica em detalhes (direita). A parte esquerda simula o que acontece quando um vídeo tem uma taxa de bits (bitrate) excessivamente baixa, resultando em falta de detalhe e no aparecimento dos "blocos" de cor (artefatos de compressão)
Não é só a resolução, é a quantidade de dados por segundo (bitrate) que define se o upscaling entregará uma imagem 4K fantástica ou apenas uma imagem borrada em uma tela grande (Imagem: Andrii__Ivaniuk / Shutterstock.com)

Dois vídeos em 1080p podem ter qualidades visuais drasticamente diferentes. Por quê? A taxa de bits (Bitrate). Um arquivo 1080p com um bitrate alto (por exemplo, de um Blu-ray) é uma fonte riquíssima de informações para o upscaling. O processador tem dados detalhados para trabalhar, resultando em uma imagem 4K fantástica.

O conteúdo original ainda é o fator mais importante (a qualidade do arquivo fonte é primordial). Já um vídeo 1080p de streaming, com um bitrate baixo, está cheio de artefatos de compressão.

O upscaling tenta “adivinhar” o que há entre os pixels, mas como a informação original é pobre, o resultado final, mesmo em 4K, pode parecer pior do que o Blu-ray upscaled. A lição é: resolução não é tudo, a qualidade do arquivo fonte é primordial.

5. A fonte do sinal faz uma diferença enorme (players externos vs. apps da TV)

Imagem mostra televisores Samsung em loja de eletrônicos Hi-tech
A imagem de uma TV High-End da Samsung (QLED), exibindo uma cena vibrante e com alta qualidade, serve como um poderoso lembrete de que o resultado final é determinado pela capacidade de processamento (Imagem: NA.MAT / Shutterstock.com)

Muitos entusiastas de home theater preferem usar players externos dedicados, como o Apple TV 4K, Nvidia Shield ou consoles de última geração. Isso acontece porque o upscaling pode ser feito na fonte ou na TV.

  • Upscaling na fonte: o player externo faz o upscaling do conteúdo e envia um sinal já em 4K para a TV. A qualidade dependerá da capacidade do processador do player.
  • Upscaling na TV: você configura o player para enviar o sinal nativo (por exemplo, 1080p) e deixa a TV fazer todo o trabalho.

Nem todo upscaling é feito pela TV. Consoles, players de Blu-ray e serviços de streaming às vezes fazem o upscaling antes da TV.

Geralmente, o processador de uma TV high-end (como LG OLED, Samsung QD-OLED ou Sony Bravia) é superior ao de um player médio. Portanto, na maioria dos casos, é melhor deixar a TV, que foi projetada para sua tela específica, fazer o upscaling.

No entanto, players top de linha como o Nvidia Shield têm algoritmos excelentes, especialmente para conteúdo de baixa resolução, e podem ser uma opção viável. Cada marca tem seu próprio algoritmo, com Samsung, LG e Sony usando processadores e técnicas proprietárias diferentes.

6. A resolução nativa do painel é o “teto”, mas não é tudo

Imagem mostra exibição de televisão com comparação de resoluções. Ultra HD 8K completo em uma TV moderna
A imagem ilustra a impressionante diferença de detalhes da resolução Full HD (1080p) para a Ultra HD (4K) e, finalmente, para a Full Ultra HD (8K) (Imagem: REDPIXEL.PL / Shutterstock.com)

Uma TV 8K tem quatro vezes mais pixels que uma 4K. Isso significa que, em teoria, o upscaling de um conteúdo 4K para 8K é uma tarefa menos complexa do que upscaling de 1080p para 4K, pois a densidade de pixels a ser “preenchida” é menor em relação ao salto anterior.

No entanto, isso não é uma regra absoluta. Uma TV 8K com um processador medíocre pode produzir uma imagem pior do que uma TV 4K com um processador excelente fazendo o upscaling do mesmo conteúdo 1080p. A qualidade do algoritmo e do poder de processamento é frequentemente mais importante do que a resolução nativa do painel quando falamos de conteúdo não-nativo.

O upscaling consome poder de processamento, então, modelos de entrada têm desempenho inferior devido a chips mais simples.

7. O motion handling e o upscaling estão intimamente ligados

Imagem mostra telespectador sentado em poltrona e assistindo a imagem dinâmica dos jogadores em movimento e a clareza da cena de futebo
A imagem vibrante de uma partida de futebol, com a ação tão intensa que parece saltar da tela, é a ilustração perfeita de quando o upscaling e o processamento de movimento (motion handling) trabalham em harmonia (Imagem: alphaspirit.it / Shutterstock.com)

O upscaling não acontece em um único quadro estático. Ele precisa funcionar em tempo real, a 24, 30 ou 60 quadros por segundo. Isso adiciona uma camada extra de complexidade: o processamento de movimento.

Upscaling é diferente de interpolação de quadros, um aumenta a resolução espacial (pixels), o outro cria quadros extras (movimento).

Um algoritmo de upscaling precisa ser inteligente o suficiente para rastrear objetos em movimento pela tela e aplicar a melhoria de resolução de forma consistente, sem criar “rastros” ou “fantasmas” atrás dos objetos. 

Muitas das tecnologias de suavização de movimento (como o MEMC – Motion Estimation, Motion Compensation) são parte integrante do mesmo sistema que realiza o upscaling, trabalhando em conjunto para criar uma imagem estável e nítida, mesmo em cenas de ação rápida.

8. A calibração de fábrica pode “treinar” o processador

Imagem mostra televisor LG dentro de uma loja de eletrônicos
A imagem de uma TV LG OLED EVO exibindo uma paisagem deslumbrante, com nuvens e um céu azul intenso, ilustra a excelência em qualidade de imagem que é possível quando o upscaling é otimizado para a tecnologia do painel (Imagem: 8th.creator / Shutterstock.com)

Os fabricantes não criam um algoritmo universal para todos os modelos. Eles calibram e “treinam” o processador de upscaling de cada modelo de TV especificamente para as características do painel que ele vai controlar.

O tipo de painel influencia o resultado: TVs OLED e Mini LED mostram menos artefatos. Isso significa que o algoritmo é ajustado para o tipo de painel (OLED, QLED, Mini-LED), seu brilho máximo, a gama de cores e até mesmo como os pixels se comportam em transições de cor. 

Um upscaling otimizado para um painel OLED, com seus pixels que podem desligar completamente, pode ser sutilmente diferente daquele otimizado para um painel QLED. Essa sintonia fina é o que separa um bom upscaling de um excepcional. Você pode desativar ou ajustar o efeito em configurações avançadas da TV.

Bônus: o futuro é o “upscaling por contexto”

A próxima fronteira do upscaling já está sendo explorada em tempo real nos videogames, com tecnologias como DLSS (NVIDIA) e FSR (AMD). Elas usam IA não apenas para analisar pixels, mas o contexto tridimensional da cena.

Enquanto o upscaling tradicional de vídeo é “cego” para o conteúdo, essas novas técnicas entendem que um determinado conjunto de pixels representa uma textura de metal, um reflexo na água ou folhas em uma árvore. 

No futuro, é possível que os processadores de TV integrem esse tipo de tecnologia, usando bancos de dados de texturas do mundo real para reconstruir imagens com uma fidelidade que hoje consideramos impossível, tornando a distância entre um conteúdo de baixa resolução e um nativo cada vez mais imperceptível.

Leia mais:

O upscaling deixou de ser um recurso técnico secundário para se tornar o coração da experiência de visualização moderna. É uma forma de arte digital que combina poder de processamento bruto com a sofisticação da inteligência artificial. Entender suas nuances nos torna espectadores mais críticos e nos ajuda a apreciar a verdadeira engenharia que existe por trás das telas que tanto amamos.

Na próxima vez que você assistir a um filme antigo em sua TV 4K, lembre-se da complexa e silenciosa revolução digital que está acontecendo em milissegundos, quadro a quadro, para trazer essa imagem à vida.

O post 8 coisas que você provavelmente não sabe sobre o upscaling da TV apareceu primeiro em Olhar Digital.



source https://olhardigital.com.br/2025/11/02/reviews/8-coisas-que-voce-provavelmente-nao-sabe-sobre-o-upscaling-da-tv/

02 novembro 2025

Trump ameaça Nigéria com ação militar se país não deter ataques a cristãos

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse, neste sábado (1º), que ordenou ao Departamento de Defesa que se prepare para uma possível ação militar “rápida” na Nigéria se o país da África Ocidental não reprimir a matança de cristãos.

O governo dos EUA também interromperá imediatamente toda a ajuda e assistência à Nigéria, disse Trump em um post no Truth Social.

Se os Estados Unidos enviarem forças militares, entrarão com “‘armas em punho’ para acabar completamente com os terroristas islâmicos que estão cometendo essas atrocidades horríveis”, escreveu Trump.

Trump chamou a Nigéria de “país desonrado” e alertou que seu governo deve agir rapidamente. “Se atacarmos, será rápido, cruel e doce, assim como os bandidos terroristas atacam nossos queridos cristãos”, escreveu.

O governo da Nigéria não reagiu imediatamente à ameaça de ação militar de Trump, e a Casa Branca também não fez comentários imediatos sobre o momento potencial de qualquer ação militar dos EUA.

A publicação de Trump ocorre um dia depois que seu governo adicionou a Nigéria de volta a uma lista de “países de preocupação particular”, por suposta violações à liberdade religiosa. Outros países na lista incluem China, Myanmar, Coreia do Norte, Rússia e Paquistão.

Antes da publicação de Trump neste sábado, mais cedo, o presidente da Nigéria, Bola Tinubu, rebateu as alegações de intolerância religiosa e defendeu os esforços de seu país para proteger a liberdade religiosa.

“A caracterização da Nigéria como religiosamente intolerante não reflete nossa realidade nacional, nem leva em consideração os esforços consistentes e sinceros do governo para salvaguardar a liberdade de religião e crenças para todos os nigerianos”, disse Tinubu em um comunicado, citando “garantias constitucionais para proteger cidadãos de todas as religiões”.

O Ministério das Relações Exteriores da Nigéria, em um comunicado separado, prometeu continuar lutando contra o extremismo e disse esperar que os EUA continuem sendo um aliado próximo, dizendo que “continuará a defender todos os cidadãos, independentemente de raça, credo ou religião”.

“Como a América, a Nigéria não tem outra opção a não ser celebrar a diversidade, que é nossa maior força”, destaca o comunicado.

A presença militar dos EUA na África Ocidental diminuiu significativamente quando cerca de mil soldados se retiraram do Níger no ano passado.

Embora os EUA por vezes tenham pequenos grupos de tropas na região para participar de exercícios, a maior base militar dos EUA no continente fica na África Oriental, no Djibouti, que abriga mais de 5 mil soldados americanos e é usada para operações na região.



source https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/trump-acao-militar-rapida-nigeria-post/

Internet raiz: 5 serviços e programas dos anos 2000 que você já até esqueceu

Você viveu e já utilizava alguns programas de computadores nos anos 2000? Se sim, é provável que em algum momento tenha utilizado um dos softwares que vamos listar neste conteúdo. Continue a leitura e receba uma grande dose de nostalgia a seguir!

5 softwares que você usou nos anos 2000 e se esqueceu

Os softwares listados abaixo marcaram uma época e foram muito importantes para a ascensão de outros programas e aplicativos que vieram a ser lançados para computadores, celulares e outros equipamentos. 

1. Google Reader

Google
O Google Reader foi possivelmente o maior leitor de RSS da internet – Imagem: Google/Divulgação

Em 2005 você era uma pessoa que gostava de ficar ligado a atualizações em blogs, sites e portais de notícias? Se sim, pode ser que tenha utilizado o Google Reader. A ferramenta possibilitava que os usuários centralizassem o conteúdo favorito da web em uma interface limpa, organizada e com recursos extras, como estatísticas de leitura e tendências. 

Por meio do Google Reader a pessoa ainda podia saber o que os amigos estavam lendo e compartilhando. O serviço chegou ao fim em 2013, mesmo após 100 mil pessoas pedirem para que a ferramenta fosse mantida. 

Leia mais:

2. ICQ

icq
Um dos primeiros mensageiros online (Imagem: Burdun Iliya / Shutterstock.com)

Lançado em 1996, o ICQ era um mensageiro instantâneo que fez muito sucesso globalmente, sendo o principal software voltado para a comunicação online nos anos 2000.

Por meio dele, os usuários podiam trocar mensagens em tempo real, fazer envios de arquivos, entrar em grupos e até ligar. Ele durou muitos anos em funcionamento, tendo encerrado suas atividades apenas em 2024. 

3. Microsoft Money

Novo modelo de IA da Microsoft produz imagens fotorrealistas com rapidez e foco em segurança.
Logo da Microsoft (Imagem: Skorzewiak / Shutterstock)

Atualmente, as instituições financeiras possuem os próprios aplicativos voltados para o auxílio na administração de finanças pessoais. Mas, nos anos 2000, o software de maior relevância era o Microsoft Money. 

Por meio dele, era possível realizar o pagamento de contas online, gerenciar talões de cheques, organizar orçamentos corporativos ou domésticos e muito mais. O serviço foi descontinuado em 2009. 

4. Napster

Logo do Napster
Serviço foi muito popular no início dos anos 2000 (Imagem: 360b/Shutterstock)

Um dos primeiros programas que realizava o compartilhamento de MP3, o Napster foi o responsável por trazer o conceito de rede P2P ao público. Por meio desse programa, era possível fazer o download de arquivos mp3 diretamente dos computadores de outras pessoas utilizando um servidor central, algo inédito na época.

Ele fez muito sucesso, inclusive, atingiu a incrível marca de oito milhões de usuários por dia em 2001. Porém, houve muitos questionamentos em relação à distribuição ilegal de músicas e isso fez com que o serviço acabasse. Entretanto, voltou ainda no mesmo ano, 2001, mas não obteve o mesmo sucesso. 

Todavia, a plataforma foi fundamental para os serviços de streaming de música, já que serviu como uma inspiração. Atualmente ainda é possível utilizar o Napster. Ele está legalizado e com várias músicas disponíveis. Porém, sua adesão é muito menor do que foi nos anos 2000. 

5. RealPlayer

RealPlayer
Site da RealPlayer – Imagem: Divulgação/RealPlayer

Também na área musical, o RealPlayer fez muito sucesso nos anos 2000. Ele servia como uma plataforma para a reprodução de músicas em mp3 e vídeos. O programa era compatível com vários formatos e tinha desempenho leve, sendo excelente para os PCs da época. 

Ele ainda entregava a possibilidade de oferecer recursos avançados para a época, como o download de vídeos. O programa ainda pode ser encontrado na web, mas não tem mais o mesmo sucesso dos anos 2000.

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source https://olhardigital.com.br/2025/11/01/internet-e-redes-sociais/internet-raiz-5-servicos-e-programas-dos-anos-2000-que-voce-ja-ate-esqueceu/

01 novembro 2025

Renata Vasconcellos agradece Bonner após ele deixar o “Jornal Nacional”

A apresentadora Renata Vasconcellos, 53, se despediu de William Bonner, 61, nesta sexta-feira (31), após ele passar o bastão do comando do “Jornal Nacional” para César Tralli, 54.

Em discurso, Renata agradeceu Bonner pelos 11 anos de parceria no “JN”. “Passamos por muita coisa, né? Nossa, muita coisa, mas eu queria dizer que eu agradeço por esses 11 anos de parceria. Com você eu aprendi o melhor da técnica e vi o que é um compromisso com a ética do trabalho e a sua coragem”, disse a apresentadora.

“Muito obrigada, e eu desejo a você uma boa sorte nessa sua nova aventura”, concluiu.

“Eu sou um cara de muita sorte. Muito obrigado. Eu só trabalhei com pessoas muito corretas dentro dessa empresa”, agradeceu Bonner.

Saída de Bonner do “Jornal Nacional”

Bonner anunciou a despedida da bancada do “Jornal Nacional” no dia 1º de setembro, data em que o telejornal completou 56 anos. Ele é o apresentador com maior tempo à frente do “JN”, acumulando 29 anos no comando e 26 anos como editor-chefe.

Bonner permanecerá na apresentação apenas até essa sexta-feira (31), depois será substituído por César Tralli, que dividirá a bancada com Renata Vasconcellos. A transição faz parte de um planejamento gradual que vem sendo elaborado pela Globo e pelo jornalista nos últimos cinco anos.

William Bonner: relembre carreira do jornalista



source https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/renata-vasconcellos-agradece-bonner-apos-ele-deixar-o-jornal-nacional/

31 outubro 2025

Foi pênalti? Veja lance polêmico em Palmeiras x LDU pela Libertadores

O atacante Flaco López foi derrubado na área no começo do jogo entre Palmeiras e LDU pela partida de volta da semifinal da Libertadores 2025. Entretanto, o árbitro não viu ação faltosa na jogada. Veja o lance abaixo:



source https://www.cnnbrasil.com.br/esportes/futebol/futebol-internacional/libertadores-da-america/foi-penalti-veja-lance-polemico-em-palmeiras-x-ldu-pela-libertadores/

30 outubro 2025

Sydney Sweeney entra em elenco de filme sobre o Rio de Janeiro, diz site

A atriz Sydney Sweeney, 28, estaria envolvida no remake do filme “O Homem do Rio”, um clássico de 1964.

Segundo fontes afirmaram ao Deadline, a Apple Original Films estaria desenvolvendo a produção estrelada por Sweeney e dirigida por Justin Lin (“Velozes e Furiosos 5”). A atriz também embarcaria no longa como produtora executiva ao lado de Kevin Walsh e Chase Palmer – que assina o roteiro.

O longa de 1964 foi dirigido e escrito por Phillipe de Broca, com roteiro de Daniel Boulanger, Jean-Paul Belmondo e Ariane Mnouchkine, além de ser protagonizado por ean-Paul Belmondo e Françoise Dorléac. Na trama, um jovem soldado em licença precisa resgatar sua namorada, que foi sequestrada e levada para o Rio de Janeiro. Anos mais tarde, Spielberg revelou que o protagonista foi uma de suas inspirações para o Indiana Jones.

“Christy”: veja a primeira prévia de Sydney Sweeney como boxeadora

De acordo com o site, Walsh e Willians conseguiram adquirir os direitos da produção, e após angariarem Sweeney e Lin para o projeto, levaram ao mercado, com a Apple vencendo a disputa.

Sydney Sweeney vai vender sabonetes feitos com água de seu banho



source https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/sydney-sweeney-entra-em-elenco-de-filme-sobre-o-rio-de-janeiro-diz-site/

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