O diretor brasileiro Kleber Mendonça Filho, 57, mostrou o seu encontro com o espanhol Guillermo del Toro, que repercutiu sua aproximação com cineasta pernambucano e Wagner Moura.
Em suas redes, o cineasta por trás de “O Agente Secreto” dividiu alguns cliques de sua ida à casa do diretor espanhol em Los Angeles, também na companhia de Wagner Moura. “Visita a Del Toro. Obrigado ao grande cineasta e criador de imagens Guillermo del Toro. Grato pela sua generosidade e pelo seu cinema”, declarou o brasileiro.
Em seu perfil no X, Kleber acrescentou: “Obrigada por compartilhar suas imagens. Grande cineasta e grande pessoa”.
Del Toco compartilhou a postagem do brasileiro, e declarou sua torcida por “O Agente Secreto” nas próximas premiações. “Uma honra e desejando tudo de bom para este incrível Agente Secreto!”, disse o espanhol.
Neste ano, Kleber Mendonça Filho concorre à quatro prêmios Oscar por “O Agente Secreto”, nas categorias Melhor Elenco, Melhor Filme Internacional, Melhor Ator para Wagner Moura e Melhor Filme. Ele concorrem com Del Toro na categoria principal da premiação, com “Frankenstein”, também nomeado para mais oito estatuetas. Confira aqui a lista completa de indicados.
Quem não se encanta com as maravilhas do Universo?! Nuvens brilhantes de gás, buracos negros moldando galáxias, estrelas de neutrons girando rapidamente como um farol cósmico, mundos gelados e estrelas que são verdadeiras preciosidades cósmicas! Mas poucas peças desse mostruário de jóias são tão intrigantes quanto as chamadas “estrelas de diamante”, anãs brancas cujo interior se cristalizou formando um imenso diamante lapidado pela gravidade.
A comprovação da existência de estrelas assim foi anunciada há 22 anos. A estrela ficou conhecida como Lucy, uma referência nada casual à canção Lucy in the Sky with Diamonds, dos Beatles. Diferentemente da música, aqui não há psicodelia — apenas física estelar levada ao seu limite mais elegante e, por que não, mais luxuoso.
Lucy, catalogada como BPM 37093 ou V886 Centauri, está localizada a 48 anos-luz de distância, na direção da constelação do Centauro. Trata-se de uma anã branca, o remanescente extremamente denso de uma estrela que já esgotou seu combustível nuclear.
[ Lucy (BPM 37093) – Créditos: Wikisky ]
Estrelas geram energia a partir da fusão de átomos em seu núcleo. Durante grande parte de sua vida, a chamada sequência principal, elas fundem átomos de hidrogênio formando hélio. Quando o hidrogênio acaba, elas passam a fundir hélio, gerando carbono e oxigênio. A gravidade fornece a pressão e a temperatura necessárias para que a fusão aconteça, ou seja, quanto mais massiva a estrela, maior sua capacidade de fundir átomos cada vez mais pesados.
Estrelas semelhantes ao Sol não têm massa suficiente para iniciar a fusão do carbono. Então, quando se esgota o hélio em seu núcleo, a estrela chega ao fim da vida. Mas elas não explodem como supernovas; em vez disso, expulsam suas camadas externas e deixam para trás um núcleo quente e comprimido aproximadamente do tamanho da Terra, mas com metade da massa solar. É matéria tão comprimida que uma colher de chá pesaria toneladas.
Desde meados do século XX, os astrofísicos já suspeitavam que, ao perder calor, o plasma de carbono e oxigênio no núcleo dessas estrelas poderia sofrer uma transição de fase e se organizar numa estrutura cristalina. Essencialmente, isso significa solidificar-se como um gigantesco diamante cósmico. Uma ideia preciosa, mas como provar cientificamente a estrutura interna de uma anã branca?
A história da descoberta de Lucy como uma “estrela de diamante” começa com um método inovador que permitiu testar essa ideia através de uma técnica chamada asterossismologia. A lógica é simples: se estudamos o interior da Terra através dos terremotos, por que não estudar o interior das estrelas a partir dos “sismos estelares”?
[ Curvas de luz medidas pelos observatórios Whole Earth (em 1998 e 1999) e Magellan (em 2003) mostrando a pulsação de Lucy – Créditos: T. S. Metcalfe et al. ]
Claro, não é tão simples implantar um sismógrafo em uma estrela. Mas algumas anãs brancas pulsam levemente, variando seu brilho em padrões extremamente regulares. Essas pulsações funcionam como ondas sonoras atravessando o interior da estrela, e suas características dependem da estrutura interna do objeto — assim como o som de um sino depende de sua composição e formato. Observando cuidadosamente essas variações de brilho, os cientistas conseguem inferir o que acontece dentro da estrela, algo impossível de observar diretamente.
No caso de Lucy, as pulsações revelaram algo extraordinário: os modelos só faziam sentido se grande parte do núcleo já estivesse cristalizada. Estimativas indicam que entre 80% e 90% de sua massa está na forma de carbono sólido estruturado. Ou seja, equivalente a um diamante com cerca de 10 bilhões de trilhões de trilhões de quilates e lapidado pela gravidade. É uma quantidade tão absurda que faria muitos vilões de novela sonharem em ser astronautas.
Felizmente essa preciosidade cósmica está livre da cobiça humana, protegido pela distância astronômica que nos separa. Porque se pudéssemos ignorar pequenos detalhes como gravidade esmagadora e temperatura estelar, e trouxéssemos esse diamante para a Terra, certamente o mercado de pedras preciosas entraria em colapso instantâneo.
[ Ilustração artística mostrando o interior cristalizado de Lucy – Imagem gerada por IA ]
Mas se não quiser ter esse trabalho, de buscar uma estrela de diamante a quase 50 anos luz de distância, basta esperar um pouco. Daqui a cerca de 5 bilhões de anos, nosso Sol também se tornará uma anã branca, e depois de mais uns 2 bilhões de anos, seu núcleo começará a se cristalizar devido ao resfriamento. Será uma valiosa relíquia da estrela que um dia tornou a vida na Terra possível. Infelizmente não haverá mais planetas habitáveis, oceanos ou civilizações para apreciar a joia, mas a física terá completado mais uma de suas obras fabulosas.
Mesmo só podendo apreciá-la de muito longe, a descoberta de Lucy tem um valor científico que vai muito além do encanto da metáfora. A cristalização de anãs brancas afeta diretamente a forma como elas esfriam, liberando calor latente durante o processo, como a água ao congelar. Isso significa que estrelas como ela podem permanecer quentes por mais tempo do que se imaginava, o que influencia estimativas da idade de populações estelares inteiras. Em outras palavras, entender essas “joias” do Universo ajuda a acertar os ponteiros dos relógios cósmicos que medem o tempo das estrelas da Via Láctea e além.
Lucy, portanto, não é apenas uma curiosidade cósmica com um apelido simpático herdado de uma música famosa. Ela representa uma etapa inevitável da evolução estelar, um laboratório natural onde podemos testar teorias sobre matéria em condições impossíveis de reproduzir na Terra. É também um lembrete de que o Universo produz suas próprias joias, não para serem usadas ou admiradas, mas como consequência inevitável do descomunal poder da gravidade.
Quando olhamos para o céu noturno, vemos pontos de luz que, como os diamantes, parecem eternos. Mas cada um deles está em uma trajetória evolutiva complexa, com começo, meio e fim. Algumas dessas histórias terminam em explosões espetaculares; outras, em objetos exóticos como buracos negros ou pulsares. E algumas, discretamente, terminam como diamantes cósmicos silenciosos, esfriando na escuridão ao longo de eras inimagináveis.
Prestes a estrear como rainha de bateria da Acadêmicos do Grande Rio, Virginia, 26, publicou um vídeo nesta terça-feira (17) mostrando uma fantasia tecnológica com as cores da escola.
A roupa tem um coração no peito e pedrarias vermelhas. No adereço das costas, a iluminação led fica vermelha ou verde (veja fotos abaixo).
No vídeo, Virginia diz que, quando a convidaram para o Carnaval, não contaram tudo para ela. “Falaram que o Carnaval era sobre viver a alegria da festa, mas não foi só isso. Não me contaram que também era criar vínculos com pessoas e com um lugar“.
Em seguida, ela menciona que sabia que seria criticada, mas que não costuma dizer “não” para desafios.
Fantasia de Virginia, da Grande Rio • Instagram/VirginiaVirginia usa fantasia com pedrarias vermelhas • Instagram/VirginiaVirginia desfile pela Grande Rio nesta terça-feira (17) • Instagram/VirginiaVirginia estreia como rainha de bateria da Grande Rio • Instagram/Virginia
Estreia de Virginia
A influenciadora assume oficialmente o posto de Rainha de Bateria da Grande Rio no Carnaval 2026, sucedendo Paolla Oliveira, que ocupou a função por sete anos.
Após sua saída oficial, anunciada em setembro de 2025, a atriz foi homenageada pela escola com o título inédito de Rainha de Honra, em reconhecimento ao seu legado e à conquista do título de 2022.
Desde então, a nova rainha intensificou as aulas de samba e participou ativamente dos ensaios de rua em Duque de Caxias e na quadra da agremiação. No ensaio técnico da Marquês de Sapucaí, realizado em 1º de fevereiro de 2026, ela enfrentou chuva e desfilou sob forte expectativa do público.
Acompanhe os desfiles da última noite do Grupo Especial
A terceira e última noite de desfiles do Carnaval do Rio de Janeiro, nesta terça-feira (17), lota as arquibancadas e os camarotes da Marquês de Sapucaí para assistir à apresentação das quatro escolas de samba que faltam desfilar pelo grupo Especial.
A Nvidia e a Meta anunciaram uma ampliação estratégica da parceria entre as gigantes da tecnologia, envolvendo a compra de milhões de chips para inteligência artificial (IA) e a expansão da infraestrutura de data centers da empresa. O acordo, de longo prazo e com várias gerações de hardware, prevê a adoção de novos processadores e GPUs para sustentar a estratégia de IA da companhia, incluindo operações de treinamento e inferência em larga escala.
Segundo as informações divulgadas, a parceria inclui o uso de CPUs e GPUs de última geração, além de tecnologias de rede e segurança voltadas à execução de modelos de IA. O objetivo é aumentar a eficiência energética e o desempenho dos data centers da Meta, enquanto a empresa busca fortalecer sua estrutura para suportar recursos avançados de inteligência artificial em diferentes plataformas.
A Nvidia fornecerá mais infraestrutura de IA para a Meta em novo acordo entre as big techs (Imagem: Nor Gal / Shutterstock.com)
Meta será primeira a usar CPUs Grace em larga escala
O acordo marca o primeiro uso em grande escala das CPUs Nvidia Grace como chips independentes em data centers, sem integração obrigatória com GPUs em servidores. De acordo com a Nvidia, essa adoção deve trazer melhorias significativas de performance por watt, ajudando a aumentar a eficiência operacional da infraestrutura da Meta.
Além das CPUs Grace, a parceria prevê o uso das futuras CPUs Vera, com possibilidade de implantação em 2027. O pacote também inclui milhões de GPUs das famílias Blackwell e Rubin, além de sistemas baseados na plataforma Vera Rubin. As empresas informaram ainda que equipes de engenharia trabalharão em regime de codesign para otimizar modelos de IA de última geração.
O acordo também contempla a adoção da rede Spectrum-X Ethernet, utilizada para conectar grandes volumes de GPUs em data centers, além da integração de recursos de Confidential Computing para funções de IA no WhatsApp, com foco em proteção de dados e privacidade dos usuários.
Estratégia de IA envolve investimento bilionário e expansão global
Embora os valores financeiros não tenham sido divulgados oficialmente, analistas indicam que o investimento está na casa de dezenas de bilhões de dólares. A iniciativa faz parte do plano mais amplo da Meta de investir até US$ 600 bilhões nos Estados Unidos até 2028 para infraestrutura e data centers, além do anúncio anterior de gastos de até US$ 135 bilhões em IA em 2026.
Meta pretende investir alta quantia em infraestrutura voltada para IA e data centers (Imagem: PJ McDonnell / Shutterstock.com)
A companhia planeja operar cerca de 30 data centers, sendo 26 nos EUA. Entre os projetos em andamento estão os complexos Prometheus, em Ohio, e Hyperion, na Louisiana. A ampliação da parceria também ajuda a garantir fornecimento de GPUs Blackwell e Rubin, em um momento em que a demanda por chips de IA segue elevada.
Apesar da relação histórica entre as empresas, a Meta mantém estratégia diversificada. A companhia desenvolve chips próprios, utiliza soluções da AMD e já avaliou o uso de processadores Tensor, do Google, para futuras implantações. Ainda assim, o novo contrato consolida a Nvidia como principal fornecedora da infraestrutura de IA da empresa.
O segundo dia de desfiles do Grupo Especial do Rio de Janeiro atraiu vários famosos para a Marquês de Sapucaí na noite desta segunda-feira (16).
Nomes como Sophie Charlotte, Fernanda Paes Leme e Erika Januza apareceram no sambódromo para acompanhar as escolas Mocidade Independente de Padre Miguel, Beija-Flor de Nilópolis, Unidos do Viradouro e Unidos da Tijuca.
Outras oito escolas – quatro no domingo (15) e outras quatro na terça-feira (17) também mostram na avenida o que passaram quase um ano preparando, em busca do título de campeã do carnaval do Rio de Janeiro.
A apuração das agremiações do Grupo Especial está programada para a quarta-feira (18), a partir das 16h.
A Apple anunciou nesta segunda-feira (16) uma nova experiência integrada de vídeo para o Apple Podcasts, recurso que será lançado entre março e junho. A mudança busca acompanhar o avanço do consumo de podcasts em formato audiovisual e aproximar o serviço da concorrência, que vem investindo fortemente nesse tipo de conteúdo.
Segundo a empresa, a atualização permitirá que usuários alternem com facilidade entre assistir e ouvir episódios dentro do mesmo feed, além de oferecer recursos como picture-in-picture e download de vídeos para reprodução offline. O movimento ocorre em um cenário em que o consumo de podcasts em vídeo vem ganhando espaço, com cerca de 37% das pessoas acima de 12 anos assistindo a esse formato mensalmente, segundo a Edison Research.
Apple anunciou que planeja mudança radical em seu aplicativo focado em podcasts (Imagem: sdx15 / Shutterstock.com)
Vídeo integrado e novas ferramentas para criadores no Apple Podcasts
Com a atualização, o aplicativo Apple Podcasts passa a oferecer uma experiência unificada entre áudio e vídeo. A proposta é que o público possa escolher como consumir o conteúdo sem precisar trocar de feed ou aplicativo. A empresa afirmou que, embora o serviço já suportasse vídeo via RSS desde 2005, até agora as versões em áudio e vídeo permaneciam separadas.
A novidade também inclui suporte ao HLS (HTTP Live Streaming), protocolo de streaming desenvolvido pela própria Apple. A tecnologia permite reprodução adaptativa de vídeo e maior controle dentro do aplicativo. Com isso, criadores poderão usar inserção dinâmica de anúncios em vídeo, incluindo espaços publicitários lidos pelos apresentadores, desde que distribuam o conteúdo por provedores e redes de anúncios participantes.
A Apple informou que não cobrará criadores ou plataformas de hospedagem para distribuir conteúdo. Por outro lado, haverá cobrança de uma taxa baseada em impressões das redes de anúncios que utilizarem a inserção dinâmica via HLS. Entre os parceiros de hospedagem confirmados estão Acast, ART19, da Amazon, Omny Studio, da Triton, e SiriusXM, todos com suporte ao novo formato de vídeo.
O anúncio surge em meio ao avanço de outras plataformas nesse segmento. YouTube, Spotify e Netflix vêm ampliando investimentos em podcasts em vídeo, buscando atrair criadores e audiência. O YouTube informou no ano passado ter mais de 1 bilhão de espectadores ativos mensais consumindo conteúdo de podcasts na plataforma, enquanto o Spotify afirmou ter pago mais de US$ 100 milhões a podcasters no primeiro trimestre do ano passado.
Apple quer elevar a competitividade no mercado de podcasts com Spotify e YouTube (Imagem: Bangla press / Shutterstock.com)
Durante o anúncio, Eddy Cue, vice-presidente sênior de Serviços da Apple, afirmou que a empresa pretende dar mais controle aos criadores e facilitar a experiência tanto para quem prefere ouvir quanto para quem quer assistir aos programas. A companhia não divulga a receita específica do Apple Podcasts, mas seu segmento de Serviços, que inclui conteúdo digital e assinaturas, registrou receita de US$ 30 bilhões no trimestre mais recente.
Em janeiro, a empresa também adquiriu a startup israelense de inteligência artificial Q.ai, por um valor não revelado. Segundo o site da companhia adquirida, a tecnologia estava focada em ferramentas de IA para áudio.
Estão definidos os classificados e os jogos das quartas de final do Campeonato Paulista. Os semifinalistas serão conhecidos no próximo domingo, dia 22 de fevereiro, em jogo único. Entenda o regulamento da competição.
Os oito primeiros do Paulistão avançaram às quartas, que adota o chaveamento olímpico (1° x 8°, 2° x 7°, e assim por diante) e o jogo único. Os quatro primeiros têm a vantagem de decidir como mandante, são eles: Novorizontino, Palmeiras, RB Bragantino e Portuguesa.
Em caso de empate, o semifinalista será conhecido na disputa por pênaltis.
Os clubes têm até o dia 20 de fevereiro para fazer até quatro alterações na lista de inscritos. O Palmeiras, por exemplo, poderá inscrever Jhon Arias, seu novo reforço.
Jogos das quartas de final do Paulistão – 22 de novembro
Tite, treinador do Cruzeiro, concedeu entrevista coletiva após vitória da equipe sobre a URT, por 2 a 1, neste sábado (14), e fez constatação sobre o planejamento celeste. O elenco convive com uma série de lesões no início desta temporada, sobretudo no setor ofensivo.
O comandante da Raposa relembrou a própria fala sobre os resultados do time moldarem o planejamento para o ano e citou a importância de “dosar os atletas” devido ao calendário movimentado.
“Eu mesmo coloquei que o planejamento era em função dos resultados. Depois estava errado em determinado momento. Agora, eu já não sei se estava errado, porque se tivesse apressado antes, teria machucado mais atletas. Quando você opta por alguma coisa, ela é difícil”, iniciou.
“Se nós tivéssemos apressado, e a garotada não tivesse jogado antes, teria jogador mais estourado. Assim como nós perdemos Chico, Jonathan Jesus, Kenji, Sinisterra… A gente tem que se adaptar ao calendário, mas ainda dosar”, continuou o treinador.
“Eu não posso pagar o preço, eu tenho que assumir as responsabilidades e as pressões e estourar o jogador. Eu tenho que respeitar o clube e o atleta, mas ainda conseguimos fazer as substituições e retomar o fôlego”, finalizou Tite.
No momento, oito jogadores estão entregues ao Departamento Médico do Cruzeiro. São eles: o goleiro Matheus Cunha; o zagueiro Jonathan Jesus; o lateral Kauã Moraes; e os atacantes Kaiki Kenji, Luis Sinisterra, Néiser Villareal, Chico da Costa e Marquinhos.
Cruzeiro no Campeonato Mineiro
Com o triunfo sobre o Trovão Azul, o Cruzeiro se classificou às semifinais do Campeonato Mineiro. Na próxima fase, a equipe celeste enfrentará o Pouso Alegre.
Os desfiles das escolas de samba do Grupo Especial do Carnaval de São Paulo já estão acontecendo nesta sexta-feira (13) no Sambódromo do Anhembi. Sete agremiações passarão pela avenida na primeira noite de apresentações.
A Mocidade Unida da Mooca abre os desfiles às 23h, seguida pela Colorado do Brás, que apresentará o enredo “A bruxa está solta – Senhoras do Saber Renascem na Colorado”.
Na sequência, passarão pela avenida a Dragões da Real, Acadêmicos do Tatuapé, Rosas de Ouro (atual campeã), Vai Vai e Barroca Zona Sul, completando a primeira noite de apresentações.
As outras sete escolas do Grupo Especial desfilarão na madrugada de sábado (14) para domingo (15), completando as 14 agremiações que disputam o título em 2026.
A grande apuração ocorrerá na terça-feira (17), quando será conhecida a campeã do Carnaval paulistano deste ano, que poderá ser uma nova vencedora ou a consagração do bicampeonato da Rosas de Ouro.
O Google começou a liberar o Android 17 Beta 1 para aparelhos Pixel um dia após um adiamento cuja causa não foi explicada pela empresa.
A nova versão está sendo distribuída com o código CP21.260116.011 e marca a estreia pública do próximo grande sistema operacional móvel da companhia em formato beta, etapa voltada principalmente para testes de APIs e mudanças internas do sistema.
Segundo a empresa, o lançamento ocorre dentro da estratégia do canal contínuo Android Canary, apresentado em junho como um método para testar “builds de ponta” com “APIs pré-lançamento do Android e possíveis mudanças de comportamento futuras”.
O modelo substituiu os antigos Developer Previews e, de acordo com a companhia, oferece três vantagens principais: “acesso mais rápido” a recursos assim que passam por testes internos; “maior estabilidade”, já que testes antecipados resultam em versões beta mais refinadas; e “testes mais fáceis”, pois o canal suporta atualizações Over-the-Air (OTA)sem necessidade de instalação manual e facilita a integração com fluxos de trabalho de integração contínua, além de permitir feedback imediato.
Android 17: foco em apps adaptativos e desempenho
Um dos pilares do Android 17 é a expansão do suporte a aplicativos adaptativos, projetados para ocupar toda a largura de telas grandes sem barras laterais;
A opção de exclusão para desenvolvedores, existente no ano passado, foi removida para aplicativos que utilizam o nível de API 37 — exigência que não se aplica a jogos;
A empresa afirma que usuários esperam que aplicativos funcionem em qualquer formato de tela, seja em multitarefa em tablets, em dispositivos dobráveis ou em ambientes de janelas semelhantes a desktop, com interfaces que preencham o espaço e respeitem a postura do aparelho;
O sistema também traz melhorias de desempenho, incluindo redução de quadros perdidos, menor custo de CPU na coleta de lixo de memória, otimizações mais agressivas e menor uso de memória para notificações;
A companhia afirma ainda que a versão beta estreia otimizações adicionais com melhor gerenciamento de recursos, utilizando o que chama de “coleta de lixo geracional”, que remove processos desnecessários da memória com mais frequência e menor consumo de CPU.
Na área multimídia, o Android 17 inclui ferramentas classificadas como de nível profissional. Entre elas, estão transições mais suaves entre modos e usos de câmera para ajudar a “evitar falhas visíveis ou travamentos durante a operação”.
A atualização também apresenta suporte “profissional” ao padrão Versatile Video Coding (VVC), permitindo codificação e decodificação de vídeo mais eficientes, e uma API de gerenciamento de volume que busca “proporcionar uma experiência de audição mais consistente entre aplicativos e hardware”.
Beta da nova versão do sistema operacional do robozinho só está disponível para alguns dispositivos Google Pixel (Imagem: spvvk/DepositPhotos)
As imagens do sistema Android 17 Beta 1 estão disponíveis para diversos modelos Pixel, incluindo as linhas Pixel 6, 7, 8, 9 e 10, além de tablet Pixel e o primeiro Pixel Fold. O software também pode ser testado no Android Emulator.
Usuários podem aderir ao programa beta para receber a atualização OTA diretamente no aparelho. Quem está inscrito na versão 16 QPR3 Beta 2.1 precisa sair do programa antes de instalar o novo beta caso queira voltar à versão estável sem apagar dados; caso contrário, a próxima oportunidade para isso será em junho.
Apesar da liberação, não são esperadas grandes mudanças visíveis para o público neste estágio. A própria empresa indica que ainda há um longo caminho até o lançamento final e que mais detalhes sobre recursos devem ser divulgados nos próximos meses. No momento, a versão é considerada mais relevante para desenvolvedores e entusiastas que testam novas funções.
A empresa planeja duas versões do Android 17 em 2026. A primeira, prevista para o segundo trimestre, será a principal e incluirá novas APIs, mudanças de comportamento e atualizações de recursos. Uma segunda atualização menor chegará no fim do ano com alterações adicionais, embora ainda sem detalhes divulgados.
Antes disso, a companhia pretende lançar o Beta 2 em março, contendo APIs finais para que desenvolvedores concluam testes e publiquem atualizações. Eles terão “vários meses” para finalizar o trabalho antes da versão definitiva chegar aos aparelhos Pixel.
Em 2025, a empresa também alterou a forma de atualizar partes abertas do sistema. Em vez de publicações frequentes de código, o Android Open Source Project passou a receber atualizações apenas duas vezes por ano, no segundo e no quarto trimestres, quando novas versões são lançadas. Embora isso dificulte prever novidades futuras, a companhia afirma que o método é mais eficiente.
Por enquanto, o teste do Android 17 permanece restrito a dispositivos Pixel. Outros fabricantes podem liberar versões beta nas próximas semanas, mas, neste momento, trata-se de um evento exclusivo do ecossistema da empresa.
Para Christopher Garman, diretor-executivo para as Américas do grupo Eurasia, o debate sobre o fim da escala 6×1(seis dias de trabalho para um de descanso) reflete tanto o apelo popular quanto as limitações do Congresso Nacional em ano eleitoral. “É muito difícil para o Congresso não votar a favor de um projeto que tem um apelo popular tão grande”, afirma o analista, destacando o peso da opinião pública sobre a decisão legislativa.
Garman observa que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) colocou a redução da jornada como uma das principais bandeiras para a eleição presidencial, e que o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), já indicou que pretende levar o projeto à votação ainda no primeiro semestre. No entanto, ele lembra que “a aprovação não está dada” e que obstáculos podem surgir de emendas ao texto e pressões do setor privado.
Segundo Garman, o setor privado quer compensar as perdas com a redução da jornada com uma desoneração da folha.
“A oposição vai querer colocar essa emenda em qualquer proposta de redução da jornada de trabalho, e a equipe econômica do governo atual vai estar muito relutante de abdicar de receita para poder aprovar esse projeto, dado às grandes dificuldades fiscais que o governo e o país vivem”.
Apesar dessas dificuldades, Garman acredita que “a tendência é aprovar”, embora a inclusão de compensações para o setor privado possa adiar a implementação do projeto para depois das eleições.
Um relatório do Tech Transparency Project (TTP), acessado exclusivamente pela WIRED, alega que Elon Musk está trabalhando em duas frentes na crise envolvendo o Irã.
Enquanto o bilionário afirma, publicamente, que apoia manifestantes que protestam contra o regime local e critica duramente os líderes do país, o X, uma de suas várias empresas, estaria vendendo, indiscriminadamente, o acesso a contas premium aos mesmos líderes que Musk critica em público.
O que diz o relatório da TTP
O relatório aponta mais de 20 contas do X que seriam administradas por funcionários do governo iraniano, agências e veículos de comunicação estatais e que ostentam o famoso selo azul, que indica que a conta é premium.
Tais contas possuíam propaganda patrocinada pelo governo, enquanto o povo iraniano comum não possuía acesso à internet. Além disso, suas mensagens poderiam ter sido amplificadas artificialmente para aumento de alcance e engajamento.
“O fato de Elon Musk não apenas dar visibilidade a esses indivíduos, mas também aceitar o dinheiro deles para impulsionar seu conteúdo por meio dessas assinaturas premium e oferecer recursos extras, significa que ele está minando as sanções que os EUA e o governo Trump estão aplicando”, disse Katie Paul, diretora do TTP, à WIRED.
“Queda de braço” no Irã
Desde o fim de dezembro, protestos eclodem no Irã contra a desvalorização contínua do rial iraniano ante o dólar e a crise econômica. Manifestantes pedem a mudança do regime que está no poder e a saída do Líder Supremo, o Aiatolá Ali Khamenei, que detém o posto há 37 anos.
Os manifestantes foram duramente reprimidos, sendo milhares deles presos ou mortos. Diante disso, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, manifestou apoio aos reclamantes no Truth Social, sua rede social, enquanto Musk afirmou, no X, que Khamenei é “delirante“.
Dias depois, o chefe do judiciário iraniano, Gholamhossein Mohseni-Ejei, então com o selo azul de verificação, escreveu: “Desta vez, não mostraremos misericórdia aos manifestantes”. Essa conta estava entre as que perderam o selo de verificação azul após contato da WIRED.
Passaram-se mais alguns dias e o X trocou o emoji da bandeira iraniana para um cuja bandeira era a mesma de antes da revolução de 1979. Após, Musk anunciou que qualquer pessoa com uma Starlink poderia acessar à internet gratuitamente.
Vale lembrar que, naquele momento, a única forma de se conectar à internet era via dispositivos Starlink, de propriedade do bilionário sul-africano e controlada pela empresa aeroespacial SpaceX. Isso porque o governo local havia imposto um bloqueio quase total.
Enquanto tudo isso se desenrolava, várias contas do X disseminavam propaganda sem qualquer controle.
Antigamente, plataforma concedia verificação a contas notáveis (Imagem: Photo Agency/Shutterstock)
Representantes iranianos na plataforma de Musk
Entre funcionários iranianos identificados na rede social que um dia se chamou Twitter, está Ali Larijani, assessor sênior do líder supremo do Irã. Ele tem mais de 120 mil seguidores.
Segundo o Tesouro dos EUA, Larijani é um dos “arquitetos da brutal repressão do Irã aos protestos pacíficos”. Já o funcionário, quando Trump pediu que o povo seguisse protestando, afirmou no X que Trump é um dos “principais assassinos do povo do Irã”.
Larijani foi “denunciado” pela WIRED ao X e perdeu o status de conta oficial, quando a rede social, supostamente, removeu o selo azul do perfil na última quarta-feira (11).
Outra pessoa identificada pela TTP em seu relatório é Ali Akbar Velayati, membro do círculo íntimo de Khamenei e ex-ministro das Relações Exteriores do Irã. Ele perdeu o selo azul no mesmo dia.
Velayati sofreu uma sanção do Tesouro em 2019 ao fornecer uma “tábua de salvação” ao regime do ex-ditador da Síria Bashar al-Assad. Também foi acusado por autoridades argentinas de homicídio por conta de um atentado a bomba que aconteceu em 1994 contra um centro comunitário judaico em Buenos Aires. Foram 85 mortos.
Outro perfil com selo azul que o relatório identificou é o de Ali Ahmadnia, chefe de comunicações do presidente do Irã. Em sua conta, colocou um link para que as pessoas pudessem enviar dinheiro via bitcoins para ele.
“Tal funcionalidade não seria abrangida por nenhuma das isenções de materiais informativos ou licenças gerais potencialmente disponíveis em relação a serviços acessórios às comunicações”, disse Kian Meshkat, advogado especializado em sanções econômicas dos EUA, à WIRED.
“Poderia ser considerada uma transação proibida com bens bloqueados do governo do Irã, bem como uma exportação proibida de serviços financeiros para o Irã, de acordo com o Regulamento de Transações e Sanções Iranianas.”
Até a publicação da reportagem, o botão de doação seguia ativo no X, mas, aparentemente, não redireciona mais para a conta de bitcoins do funcionário.
“Isso faz parte de um problema maior que observamos com o X, onde eles lucram diretamente com assinaturas premium, por meio de entidades e indivíduos sancionados”, diz Paul.
“Quando analisamos as demissões em massa que o X sofreu após a aquisição por Elon Musk, o que vemos é a deterioração não apenas da confiança, segurança e moderação, mas, também, da conformidade legal com questões, como as sanções dos EUA.”
Além disso, Musk já foi acusado anteriormente de fornecer serviços premium a pessoas sancionadas pelos EUA. Em junho de 2025, a senadora de Massachusetts, Elizabeth Warren, reforçou outra publicação da TTP ao escrever para o Tesouro sobre selos de verificação vendidos aos terroristas sancionados pelo país.
“Agora, parece que o X pode estar permitindo que funcionários do governo iraniano, sujeitos a sanções, lucrem com sua plataforma”, disse Warren à WIRED. “Ao deixar de tomar medidas básicas para fazer cumprir nossas sanções, o governo Trump continua a minar nossa segurança nacional e a integridade do sistema financeiro.”
Musk já foi acusado de burlar sanções estadunidenses antes (Imagem: Press Connect/Shutterstock)
Sanções
Esses funcionários iranianos citados estão na lista de “nacionais especialmente designados” pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC, na sigla em inglês) do Departamento do Tesouro estadunidense.
Mas as sanções dos EUA ao Irã possuem exceções, como uma emitida em 2022, que permite que empresas de tecnologia locais disponibilizem suas plataformas em território iraniano, de modo que os cidadãos comuns compartilhem informações com o resto do planeta.
Dessa forma, a “brecha” permite aos funcionários do governo do Irã a usar tais plataformas, mas somente se os serviços forem “disponíveis publicamente” e “gratuitos“.
“Não é possível saber se houve uma violação sem conhecer os detalhes específicos do acordo entre X e os vários usuários sancionados”, disse Oliver Krischik, advogado da GKG Law especializado em sanções do OFAC, à WIRED.
“No entanto, se o X forneceu esses ‘selos azuis’ ao governo iraniano mediante pagamento ou prestou serviços ao governo iraniano não disponíveis ao público sem custo adicional e sem licença, então isso pareceria estar fora do escopo da autorização.”
Identificando autoridades no X
Para identificar chefes de Estado, o X disponibiliza um selo cinza. Já os funcionários iranianos com selos azuis estão pagando pelo serviço. Um “selo azul significa que a conta possui uma assinatura ativa do X Premium e atende aos nossos requisitos de elegibilidade”, explica o site da rede social.
Antes de o controle do antigo Twitter ir para as mãos de Musk, o selo azul era concedido a perfis notáveis que verificassem sua identidade (como artistas, chefes de Estado, atores, etc.). Em 2023, o sistema passou a ser pago.
O que diz o X
A WIRED tentou contato com representantes do X, mas não obteve retorno. Contudo, um fato “curioso” chamou atenção: poucas horas após a publicação sinalizar as contas pertencentes a autoridades iranianas, os selos azuis foram removidos. Já os demais perfis que a TTP atestou, mas que não foram repassados à empresa de Musk, seguem com a marca.
Já a Casa Branca afirmou, por meio do Departamento do Tesouro, que alegações específicas não são comentadas, mas que “levamos alegações de conduta passível de sanção extremamente a sério“.
Os rumores sobre o relacionamento de Kim Kardashian e Lewis Hamilton estão cada vez mais fortes. Uma fonte afirmou à revista People que é a primeira paixão em algum tempo da primogênita do clã Kardashian.
Segundo a fonte anônima, por se conhecerem há alguns anos, a intimidade entre o piloto e a empresária foi rápida. “Kim saiu com vários pessoas e conhecei muita gente nesses anos, mas Lewis é o primeiro cara por quem ela realmente está apaixonada em muito tempo. Ela sempre gostou dele e está animada com a conexão romântica entre eles.”
Apesar da forte conexão e o sentimento, Kim e Lewis estariam indo devagar e “vivendo um momento de cada vez e vendo aonde a relação pode chegar”. A fonte afirma que o foco principal da atriz é sua carreira em Los Angeles – ela tem se envolvido como produtora, diretora e atriz em Hollywood – e seus filhos. “Ela não está pensando no futuro agora, nem colocando nenhuma pressão sobre ele“, concluiu.
Desde que foram vistos pela primeira vez em um passeio romântico em Paris no dia 2 de fevereiro, a empresária e o atleta estiveram publicamente juntos novamente no Super Bowl, no domingo, dia 8 de fevereiro. Fãs especularam que eles estiveram juntos novamente no dia seguinte, quando Kim gravou um vídeo na companhia de suas irmãs, Khloé Kardashian e Kylie Jenner, e alguns internautas apontaram ouvir a voz de Lewis ao fundo.