Após mais um revés do Atlético-MG na temporada, o técnico Eduardo Domínguez não escondeu o descontentamento com o rendimento de seus comandados. Neste sábado (14), após a derrota por 2 a 0 para o Vitória, o argentino perdeu a paciência e teve uma atitude de nervosismo flagrada no Barradão.
Assim que encerrou a entrevista coletiva com os jornalistas, o treinador deixou a sala de imprensa do estádio e, acompanhado do CSO Paulo Bracks, chutou a garrafa de água que segurava. A cena foi flagrada pelo repórter Breno Galante.
Atlético 1 x 0 Internacional (quinta rodada do Campeonato Brasileiro)
Vitória 2 x 0 Atlético (sexta rodada do Campeonato Brasileiro)
Próximo jogo
O Atlético-MG volta a campo na próxima quarta-feira (18) e encara o São Paulo na partida válida pela sétima rodada do Brasileirão. Os times se enfrentam a partir das 20h (de Brasília), na Arena MRV, em Belo Horizonte.
O surgimento do camarão-marrom invasor em águas europeias tem acendido um alerta vermelho entre biólogos e pescadores locais. Originária das costas dos Estados Unidos, a espécie chegou silenciosamente através de águas de lastro e agora ameaça a biodiversidade nativa. Entenda como este pequeno crustáceo está alterando o equilíbrio marinho e impactando a economia regional.
Como o camarão-marrom invasor chegou ao nosso ecossistema?
Segundo um estudo publicado na revista Biology pela MDPI, a introdução dessa espécie ocorreu de forma acidental, provavelmente via transporte marítimo comercial de longa distância. O descarte inadequado de águas de lastro sem o devido tratamento permitiu que larvas e indivíduos jovens cruzassem o Atlântico com facilidade.
A resistência biológica desse animal permite que ele sobreviva a variações extremas de salinidade e temperatura durante as viagens nos tanques dos navios. Uma vez liberado em costas receptivas, o crustáceo encontrou um ambiente propício para sua rápida proliferação, fugindo do controle biológico natural de sua terra natal.
🚢 Origem e Transporte: A espécie Penaeus aztecus é nativa do Golfo do México e chega à Europa escondida em águas de lastro de grandes navios.
🦐 Erro de Identificação: Devido à semelhança com espécies locais, o invasor foi inicialmente ignorado por pescadores, facilitando sua expansão silenciosa.
⚠️ Domínio Territorial: Com taxas reprodutivas altíssimas, a espécie começa a expulsar o camarão-nativo das zonas de pesca tradicionais.
Quais são os riscos para as espécies de crustáceos nativas?
A competição direta por recursos alimentares é o fator mais crítico observado por especialistas em ecologia marinha após a chegada do invasor. O camarão-marrom possui uma agressividade alimentar superior, consumindo detritos e pequenos organismos antes que as espécies locais consigam se alimentar adequadamente.
Além da fome, o deslocamento físico dos habitats de reprodução cria um efeito cascata que pode levar à extinção local de variedades nativas mais sensíveis. Sem predadores naturais que reconheçam o Penaeus aztecus como presa imediata, a população invasora cresce de forma desordenada e perigosa.
Redução drástica na população do camarão-curto nativo.
Alteração na cadeia alimentar de peixes demersais locais.
Risco de introdução de novos patógenos e vírus marinhos.
Degradação da qualidade do solo marinho por hábitos de escavação.
A competição por recursos alimentares prejudica drasticamente as populações de crustáceos nativos locais. – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)
O camarão-marrom invasor pode alterar a culinária tradicional?
O impacto econômico e cultural é uma das maiores preocupações para as comunidades costeiras que dependem da pesca artesanal há gerações. A substituição biológica nos estoques pesqueiros reflete diretamente no que chega às mesas dos restaurantes e nos pratos típicos de cada região costeira.
Especialistas apontam que, embora o invasor seja comestível, suas características de textura e sabor diferem significativamente das iguarias locais consagradas. Essa mudança força uma adaptação forçada do setor gastronômico, que muitas vezes precisa rebatizar pratos para evitar a rejeição do consumidor final.
Característica
Espécie Nativa
Invasor (P. aztecus)
Tamanho Médio
12-15 cm
Até 22 cm
Crescimento
Moderado
Acelerado
Habitat Preferido
Estuários rasos
Águas profundas e lodo
Por que a identificação correta desta espécie é tão difícil?
Muitos profissionais da pesca e consumidores finais confundem o invasor com espécies locais devido às semelhanças morfológicas superficiais, como a coloração. Essa confusão permitiu que o crustáceo fosse comercializado por anos como se fosse um produto nativo, camuflando a gravidade da invasão biológica.
Para uma identificação precisa, é necessário observar detalhes técnicos, como sulcos no exoesqueleto e a formação das pinças, algo que raramente ocorre no dia a dia do mercado. O uso de análises genéticas tem sido a única forma definitiva de mapear a real extensão do domínio desse animal nas costas internacionais.
Quais medidas estão sendo tomadas para conter essa ameaça?
Governos e órgãos de proteção ambiental estão correndo contra o tempo para implementar normas mais rígidas de controle sanitário em portos comerciais. A principal estratégia foca na esterilização obrigatória das águas de lastro, impedindo que novos “caroneiros” biológicos desembarquem em territórios sensíveis.
Além da regulação, campanhas de conscientização junto aos pescadores são vitais para que a presença do invasor seja notificada imediatamente às autoridades competentes. Somente através do monitoramento constante e da ciência aplicada será possível mitigar os danos causados por esse indesejado turista marítimo.
Um dos maiores jogadores de futebol de todos os tempos, Ronaldinho Gaúcho, terá a sua história fora e dentro dos gramados contadas em uma série documental produzido a pela Netflix.
Em entrevista exclusiva nesta sexta (13) à CNN, ao lado do diretor do projeto Luis Ara, Ronaldinho revelou a sensação de ter a sua trajetória revisitada.
“Nunca sonhei com isso de virar documentário. Meu sonho era ser jogador de futebol, conquistar títulos e realizar sonhos… Era só isso. Ver a minha história sendo contada num documentário é uma coisa mais do que grandiosa. Muito feliz e curioso pra assistir”, comentou.
Com estreia para o próximo dia 16 de abril, a produção promete trazer a intimidade de Ronaldinho Gaúcho por meio de histórias poucas conhecidas e depoimentos inéditos sobre a carreira e a vida pessoal.
“Sua família, ele com seu irmão… pra mim foi uma descoberta muito legal. Uma das coisas mais importantes da série é contar como funciona a sua família, a importância dela e os amigos pra ele”, contou.
A Metainformou, nesta sexta-feira (13), que vai descontinuar a criptografia de ponta a ponta das mensagens diretas (as famosas DMs) no Instagram. Segundo a big tech, o recurso “não será mais compatível após 8 de maio de 2026“.
Apesar do anúncio, vale dizer que, diferentemente do que ocorre no WhatsApp, nem todos os usuários do Instagram possuem o recurso e ele não é ativado por padrão. É preciso ativá-lo individualmente em cada conversa.
Instagram: por que a Meta descontinuou a criptografia de ponta a ponta nas DMs?
Em comunicado, um porta-voz da empresa de Mark Zuckerberg disse que a ideia de remover o recurso veio por conta da baixa adesão:
“Muito poucas pessoas estavam optando pela criptografia de ponta a ponta nas mensagens diretas. Então, removeremos essa opção do Instagram nos próximos meses”, explicou;
“Quem quiser continuar enviando mensagens com criptografia de ponta a ponta pode fazer isso facilmente no WhatsApp“, prosseguiu.
E no Messenger?
Como lembra o Engadget, a Meta também oferece a criptografia de ponta a ponta no Facebook Messenger, mas não citou sua situação atual na declaração desta sexta.
A big tech começou a ativar o recurso por padrão em 2023, após trabalhar nele por anos a fio. Contudo, uma página de suporte do mensageiro diz que a companhia “está em processo de proteger as mensagens pessoais com criptografia de ponta a ponta por padrão”.
Mudança de abordagem
Com o passar dos anos, a Meta mudou sua abordagem quando se fala de mensagens criptografadas. Em 2016, ela começou a criptografar as conversas do WhatsApp. Em 2019, Zuckerberg delineou uma reformulação “focada na privacidade” em todos os apps da empresa, dizendo, à época, que “implementar criptografia de ponta a ponta para todas as comunicações privadas é a coisa certa a se fazer”.
Já em 2021, o então chefe de segurança da Meta afirmou que a big tech estava adiando o trabalho de criptografar seus apps para 2023, sob a alegação de criar recursos de segurança mais robustos.
Meta teve abordagens distintas durante o passar dos anos quando se fala em criptografia em seus aplicativos (Imagem: Thrive Studios ID/Shutterstock)
A abordagem da Meta com a criptografia de ponta a ponta é bastante criticada por autoridades e organizações de proteção à infância. Eles dizem que o recurso torna mais difícil a detecção e captura de pedófilos e outros criminosos que atuam nas redes sociais em busca de vítimas infantis.
O tema chegou a ser abordado novamente em um julgamento realizado no Estado do Novo México (EUA) sobre segurança infantil. Documentos internos da Meta foram divulgados no tribunal e mostram executivos e pesquisadores da empresa discutindo prós e contras da segurança e da privacidade relacionadas à criptografia.
Em depoimento, Zuckerberg, que é cofundador e CEO da Meta, disse que questões de segurança foram “grande parte do motivo pelo qual demorou tanto” para o recurso de criptografia no Messenger ser implementado.
“Houve debate sobre isso, mas acredito que a maioria das pessoas, desde usuários dos nossos produtos até especialistas em segurança em geral, concorda que uma criptografia forte é positiva“, afirmou.
Venezuela e Colômbia cancelaram, sem dar explicações, uma reunião entre seus líderes, marcada para esta sexta-feira (13).
O encontro perto da cidade de Cúcuta seria o primeiro da líder interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, com um chefe de Estado estrangeiro desde que substituiu o ditador Nicolás Maduro, preso após operação dos EUA em janeiro.
Em um comunicado conjunto divulgado nesta quinta-feira (12), Venezuela e Colômbia atribuíram o cancelamento da reunião entre Rodríguez e o presidente colombiano, Gustavo Petro, a “força maior”, termo que significa circunstâncias extraordinárias ou imprevisíveis.
O comunicado não forneceu detalhes sobre a possibilidade do encontro ser reagendado.
A notícia do cancelamento veio após um telefonema na quinta-feira entre Petro e o presidente dos EUA, Donald Trump, que desejou sucesso a Petro na reunião com Rodríguez, segundo um comunicado do gabinete de Petro.
“Os governos da Colômbia e da Venezuela reiteram sua disposição de fortalecer a confiança, a cooperação e as relações bilaterais, promovendo oportunidades para o desenvolvimento e a integração dos territórios fronteiriços”, diz o comunicado conjunto dos dois países.
A Colômbia e os Estados Unidos tiveram repetidos desentendimentos, embora ambos os lados tenham demonstrado sinais de reaproximação durante uma reunião em Washington no mês passado.
Ana Paula foi a mais nova “Barrada no Baile” após ser escolhida novamente pelos Líderes Jonas Sulzbach e Alberto Cowboy para ficar de fora da festa, nesta quarta-feira (11).
Ao chegar no local designado, Ana Paula Renault lê as instruções do desafio que deverá realizar se quiser ir à festa.
“Você tem uma chance de ir à Festa dos Líderes. Para isso, precisa preencher todas as linhas das 50 páginas pautadas do caderno. Você deve seguir o modelo e copiar a frase ‘eu mereço ir à Festa do Líder’. Não pode deixar nenhuma linha sem ser preenchida, e todas as frases precisam estar preenchidas corretamente”, diz o texto.
Em tom de brincadeira, a sister risca o caderno com: “Caderno do Humberto e 5ª série. Bem melhor”.
Ana Paula: “Esse trem dói a coluna da gente, né? Deixa eu escrever aqui! É ‘Caderno do Humberto e 5ª Série’.” #BBB26pic.twitter.com/1aEIW4dPvC
Documentos recentes divulgados pelo National Transportation Safety Board (NTSB) indicam que motoristas de veículos da Ford, que utilizavam o sistema de condução semiautônoma BlueCruise, provavelmente estavam desatentos segundos antes de colidir fatalmente com outros automóveis em 2024.
As informações foram tornadas públicas nesta quarta-feira (11) e antecedem uma audiência pública marcada para 31 de março, em Washington D.C. (EUA), onde o NTSB discutirá as conclusões e poderá propor recomendações à Ford.
O NTSB atua como agência federal independente que investiga acidentes de transporte, mas não possui poder regulatório sobre a indústria. Espera-se que um relatório final sobre o caso seja divulgado semanas após a audiência.
Investigações e recomendações
Além da análise do NTSB, os incidentes desencadearam uma investigação por parte da National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA);
A NHTSA, órgão regulador de segurança, informou no início de 2025 que o BlueCruise apresentava limitações na detecção de veículos estacionados sob certas condições, intensificando a apuração;
Em junho de 2025, a reguladora enviou um extenso questionário à Ford, que respondeu em agosto do mesmo ano;
A investigação da NHTSA permanece em andamento.
A Ford, por sua vez, tem reiterado que o BlueCruise é um recurso para comodidade, e que os condutores devem permanecer vigilantes e aptos a assumir o controle do veículo a qualquer momento. A empresa também alerta que o recurso “não é um sistema de aviso ou prevenção de colisões“.
Diante desses eventos, a investigação do NTSB e a audiência iminente devem aumentar o escrutínio sobre como as fabricantes, como a Ford, comunicam a finalidade dos sistemas de assistência ao motorista e quais são as melhores práticas para garantir seu uso adequado.
A distração ao volante é um tema recorrente em várias investigações que envolvem outros sistemas populares de assistência, como o Autopilot da Tesla, já aposentado, e o software “Full Self-Driving (Supervised)”, o FSD.
Uma investigação anterior do NTSB sobre uma morte relacionada ao Autopilot em 2018 destacou a importância da distração.
Robert Sumwalt, então presidente do NTSB, comentou sobre o acidente de 2018: “Neste acidente, observamos uma dependência excessiva da tecnologia, vimos distração, notamos a ausência de uma política que proibisse o uso de celular enquanto se dirige e identificamos falhas na infraestrutura, que, juntas, levaram a essa perda trágica.”
Primeiro acidente
Os acidentes envolvendo o sistema BlueCruise ocorreram no início de 2024. O primeiro incidente foi registrado em fevereiro, na cidade de San Antonio, Texas (EUA). Um motorista, transitando na faixa central da Interestadual 10 em um Ford Mustang Mach-E 2022, colidiu com um Honda CR-V 1999 que estava parado.
A velocidade do Mach-E no momento do impacto era de aproximadamente 119 km/h. O condutor do Ford utilizava o BlueCruise pouco antes da colisão, que aconteceu às 21h48, horário local. O motorista do Ford sofreu ferimentos leves, enquanto o condutor do Honda veio a óbito em decorrência dos ferimentos.
Os novos dados divulgados pelo NTSB nesta quarta-feira (11) indicam que o sistema de monitoramento de motoristas, baseado em câmeras do Ford, identificou que o condutor olhava para a tela de infoentretenimento principal nos cinco segundos anteriores ao impacto.
O sistema só registrou que ele olhou para a via por curtos períodos: algumas frações de segundo, aproximadamente 3,6 segundos antes da colisão, e novamente cerca de 1,6 segundo antes. Ele recebeu dois alertas visuais e sonoros para prestar atenção na via nos 30 segundos que antecederam o acidente, mas não acionou o freio antes da batida.
Documentos revelam que o motorista informou à Polícia de San Antonio que utilizava o sistema de navegação do veículo para localizar um posto de carregamento. Um dos relatórios aponta que “ele pode ter olhado para a tela central do console porque as instruções para a estação de carregamento eram exibidas ali”.
Embora seja improvável confirmar com base nas informações divulgadas, é possível que ele estivesse demonstrando sinais de sonolência antes do acidente. O sistema da Ford capturou uma imagem do motorista dois segundos antes da colisão, que, conforme o NTSB, o mostra “sentado ereto e de frente, com a cabeça apoiada (ou quase apoiada) no encosto de cabeça e levemente virada para a direita”. Após ser interrogado pela polícia, o motorista contratou um advogado, que não permitiu que ele falasse com o NTSB.
Nos dois acidentes, o veículo com o sistema autônomo era um Mustang Mach-E (Imagem: Jonathan Weiss/Shutterstock)
O segundo acidente fatal envolvendo um veículo com Ford BlueCruise ocorreu em março de 2024, na Filadélfia (EUA). A motorista de um Mach-E 2022 colidiu com um Hyundai Elantra 2012, que estava parado na faixa esquerda da Interestadual 95, às 3h16 da manhã, horário local. O Elantra atingiu um Toyota Prius 2006 que havia parado à sua frente.
Os dois motoristas do Elantra e do Prius eram amigos e haviam parado por uma razão desconhecida; o condutor do Prius havia saído do carro e estava ao lado esquerdo do Elantra. Os dois motoristas — do Elantra e do Prius — morreram, enquanto a motorista do Mach-E teve ferimentos leves.
A motorista do Mach-E, uma mulher de 23 anos chamada Dimple Patel, estava embriagada no momento do acidente, segundo a polícia local. No final de 2024, ela foi acusada de homicídio por dirigir sob a influência de álcool ou drogas. Ela estava a aproximadamente 116 km/h antes do impacto, apesar de estar em zona de construção com limite de velocidade de 72 km/h.
Zak Goldstein, advogado de Patel, confirmou ao TechCrunch que o caso ainda está em andamento e a data do julgamento não foi estabelecida. Os novos documentos do NTSB indicam que o sistema de monitoramento de motoristas no carro de Patel registrou os olhos dela “na estrada” durante os cinco segundos completos antes da colisão.
No entanto, uma fotografia tirada dois segundos antes do impacto parece mostrar ela em uma posição que poderia indicar distração ou sonolência, apesar do registro do sistema de monitoramento de motoristas.
Estes casos somam-se ao crescente debate sobre a interação entre a assistência tecnológica na condução e a responsabilidade humana, levantando questões importantes sobre a segurança e a comunicação dos fabricantes em relação às capacidades de seus sistemas de assistência ao motorista.
As investigações continuam a fornecer dados cruciais para entender as causas e as implicações desses acidentes e para informar futuras regulamentações e melhorias nos sistemas de condução autônoma e semiautônoma.
“A única coisa que sinto falta, hoje em dia, é estar perto da minha filha. A distância é complicada, mas o futebol tem me ajudado. A Iza tem me ajudado bastante para eu poder vê-la. Não estou [sendo impedido], nem um pouco. Não estou conseguindo ver a Nala por conta da minha rotina e da rotina dela”, contou em entrevista ao Leo Dias.
“Sinto que estou perdendo muita coisa, sabe? Coisas da Nala que não vão voltar mais”, desabafou.
O jogador ainda disse que a situação em que se encontra é culpa dele. “Eu errei, fui imaturo”, assumiu, dizendo que aprendeu totalmente com os próprios erros. “Ficar longe delas é a maior punição possível”, disse.
Empresas de peso, como Google e Tesla, estão liderando um movimento inédito ao se aliar a outros influenciadores do setor de energia.
O objetivo central é desafiar e reformular a gestão da rede elétrica em escala global. A premissa fundamental que impulsiona essa colaboração é a crença de que a infraestrutura energética atual está sendo insuficientemente explorada, operando abaixo de sua capacidade máxima.
A intenção do grupo vai além da indústria, buscando envolver de forma proativa políticos e órgãos reguladores. O intuito é conscientizá-los sobre a urgência e a necessidade imperativa de adotar metodologias e tecnologias inovadoras que permitam um aproveitamento mais eficiente e inteligente da rede elétrica existente.
Surgimento do Coletivo Utilize
Essa audaciosa iniciativa se materializou na criação do coletivo Utilize, que fez sua estreia oficial nesta terça-feira (10). Este novo grupo não é homogêneo; ele agrega sete empresas distintas, cada uma trazendo sua expertise de diferentes verticais do mercado.
Além da reconhecida presença de Google e Tesla, o Utilize conta com a participação estratégica de:
Verrus: desenvolvedor de data centers, um setor com alta demanda energética;
Carrier: gigante consolidada no segmento de aquecimento, ventilação e ar-condicionado;
Renew Home: especialista em usinas de energia virtuais;
Sparkfund: desenvolvedora de recursos energéticos distribuídos;
Span: startup inovadora focada em painéis elétricos inteligentes.
O propósito primordial do Utilize é atuar como um catalisador para uma transformação profunda na maneira como a rede de energia é concebida, operada e utilizada.
O coletivo ressalta que a rede, em sua arquitetura atual, foi desenhada para lidar com momentos de pico de demanda, o que, inevitavelmente, resulta em capacidade ociosa considerável na maior parte do tempo. Essa capacidade inexplorada, argumentam os membros, representa uma oportunidade gigantesca para otimização e aprimoramento de todo o sistema energético.
Para o Utilize, a subutilização da rede é um problema que demanda soluções imediatas e eficientes. O grupo enfatiza que já existem tecnologias avançadas e comprovadas que poderiam ser implementadas para maximizar o aproveitamento dessa capacidade. Dentre as soluções promissoras, com o potencial de revolucionar a infraestrutura elétrica, destacam-se armazenamento de baterias, resposta à demanda e usinas de energia virtuais.
Essas inovações, que ganharam maturidade e consolidação na última década, ainda enfrentam barreiras para sua plena adoção no sistema elétrico global. A utilização dessas tecnologias não apenas aumentaria significativamente a eficiência operacional da rede, mas também contribuiria para fortalecer sua resiliência e robustez.
Um exemplo concreto e notável dessa melhoria pode ser observado na rede elétrica do Texas (EUA). Durante as recentes e severas ondas de frio, a rede do Estado demonstrou uma capacidade superior de resistência, em grande parte impulsionada pelo aumento substancial na capacidade de armazenamento de baterias implementada na região.
Apesar desses benefícios, o grupo Utilize observa que muitos reguladores e líderes políticos ainda demonstram certa hesitação em abraçar essas inovações, muitas vezes preferindo soluções mais convencionais e historicamente estabelecidas, como as usinas de energia centralizadas, frequentemente movidas a combustíveis fósseis.
Tesla é uma das empresas no grupo (Imagem: DiPres/Shutterstock)
O Utilize posiciona-se como um defensor ativo de políticas públicas que não somente incentivem, mas também facilitem a adoção em larga escala dessas tecnologias energéticas inovadoras.
A composição do grupo é estrategicamente pensada: cada empresa integrante possui uma posição única e relevante no ecossistema da rede elétrica, o que sublinha uma sinergia de interesses e uma complementariedade de capacidades técnicas e comerciais.
No que tange à oferta de soluções, a Tesla se destaca com sua expertise na venda de baterias e painéis solares, elementos cruciais para a transição energética.
A Span, por sua vez, introduz um painel elétrico com a capacidade de se ajustar de forma dinâmica às variações da carga, otimizando o consumo doméstico e comercial.
A Carrier contribui com seus avançados sistemas de bomba de calor, que são fundamentais para a climatização eficiente. Já a Sparkfund e a Renew Home são reconhecidas por sua especialização no desenvolvimento e na agregação de recursos energéticos distribuídos.
No lado da demanda, empresas, como Google e Verrus, são consumidores de energia em vasta escala, operando extensos parques de servidores que exigem um suprimento constante e robusto de eletricidade.
Essa diversidade de membros, que abrange tanto produtores quanto consumidores e desenvolvedores de tecnologia, confere ao Utilize uma perspectiva abrangente e uma capacidade de influência significativa.
Influência política e futuro da rede elétrica
Embora o Utilize se descreva como uma “coalizão” – um termo que, em sua interpretação mais ampla, sugere uma união de forças –, o grupo já tem indícios de realizações políticas.
“Alguns membros” do coletivo mencionaram publicamente o apoio a um projeto de lei no Estado da Virgínia (EUA). Essa proposta legislativa visa impor às empresas de serviços públicos a obrigação de quantificar e detalhar abertamente o uso da rede elétrica em suas operações. Tal exigência se alinha diretamente com o objetivo do Utilize de promover maior transparência e eficiência no setor.
A menção a “alguns membros do Utilize” apoiando a legislação sugere que, embora o coletivo esteja engajado em promover mudanças políticas substanciais, sua atuação como lobista direto pode estar em estágios iniciais ou ser conduzida de forma mais indireta, aponta o TechCrunch.
É importante ressaltar que a formação de organizações de defesa de interesses não é uma novidade na influente indústria de serviços públicos.
No entanto, a forma como o Utilize congrega um espectro tão variado de empresas – desde gigantes da tecnologia até empresas de energia, atuando tanto na produção quanto no consumo – confere-lhe uma característica singular.
Carol Peixinho, 40, encheu a web de fofura nesta segunda-feira (9). A influenciadora correu para as redes sociais para compartilhar um álbum de fotos em que aparece ao lado do marido, o cantor Thiaguinho, 42, e do filho Bento, de 5 meses.Em uma das fotos, o casal aparece com um sorriso largo enquanto posam para o registro.
“Esses dias…”, escreveu ela na legenda.
Nos comentários, os seguidores deixaram mensagens carinhosas. “Que amor de família”, disse um deles. “Eu amo uma família”, postou uma outra. “Que lindos! Amo!”, afirmou uma terceira.
Recentemente, o casal não deixou passar em branco a data em que o filho do casal completa 5 meses de vida. Eles celebraram a vida de Bento com uma festa de Carnaval. Intitulada de “Bloquinho do Bento”, eles festejaram com bolo, doces, balões e uma decoração muito colorida.
“Bloco do Bento na avenidaaaaa! 5 meses do nosso pequeno folião… Fantasiado de Pierrot, em cima do trio elétrico da nossa vida, comandando o coração da Mamãe e do Papai!”, brincou na legenda.
A OpenAI anunciou, nesta segunda-feira (9), a aquisição da Promptfoo. Fundada em 2024, a Promptfoo é uma startup especializada em segurança de inteligência artificial (IA), com o objetivo principal de defender Grandes Modelos de Linguagem (LLMs, na sigla em inglês) contra diversas ameaças online.
De acordo com um comunicado divulgado pela OpenAI, a tecnologia da Promptfoo será integrada à plataforma empresarial da empresa, conhecida como OpenAI Frontier.
Essa integração ocorrerá após a conclusão do processo de aquisição, marcando um passo importante para a segurança e a confiabilidade dos agentes de IA.
Aumento da produtividade e novos desafios na OpenAI
O desenvolvimento de agentes de IA autônomos, capazes de executar tarefas digitais de forma independente, tem gerado grandes expectativas em relação à melhoria da produtividade;
Paralelamente a esse entusiasmo, surge também a preocupação com os riscos potenciais;
Agentes de IA mal-intencionados podem se tornar vetores para acessar dados sensíveis ou manipular sistemas automatizados;
Nesse contexto, a movimentação da OpenAI, ao adquirir a Promptfoo, sublinha a urgência e a dedicação das empresas de ponta em IA para demonstrar a segurança e a aplicabilidade de suas tecnologias em operações empresariais estratégicas.
Promptfoo vai fazer parte da OpenAI Frontier (Imagem: Reprodução/Promptfoo)
Trajetória da Promptfoo
A Promptfoo foi criada por Ian Webster e Michael D’Angelo. O propósito inicial da startup era desenvolver ferramentas que as empresas pudessem utilizar para testar vulnerabilidades de segurança em LLMs. Entre as soluções desenvolvidas pela Promptfoo, destacam-se uma interface e uma biblioteca de código aberto.
A empresa tem demonstrado crescimento significativo, com seus produtos sendo utilizados por mais de 25% das empresas listadas na Fortune 500. Isso indica a relevância e a demanda por soluções robustas de segurança no cenário atual da IA.
Desde sua fundação, a Promptfoo conseguiu arrecadar um total de US$ 23 milhões (R$ 119,7 milhões) em financiamento.
Em julho de 2025, a empresa foi avaliada em US$ 86 milhões (R$ 447,7 milhões), segundo dados da Pitchbook, após sua rodada de investimento mais recente. Por sua vez, a OpenAI optou por não divulgar o valor da transação de aquisição.
A OpenAI informou em sua publicação que a tecnologia da Promptfoo permitirá à sua plataforma de agentes realizar red-teaming (testes de intrusão) automatizado, processo crucial para identificar e mitigar falhas de segurança.
Além disso, a tecnologia será essencial para avaliar os fluxos de trabalho dos agentes em relação a questões de segurança e para monitorar as atividades para garantir a conformidade e gerenciar riscos.
A empresa também expressou a intenção de continuar expandindo a oferta de código aberto da Promptfoo, reforçando o compromisso com a comunidade e a inovação contínua no campo da segurança de IA.
Uma das lideranças do elenco do Internacional, Gabriel Mercado concedeu entrevista coletiva após o empate em 1 a 1com o Grêmio, neste domingo (8), pela volta da final do Campeonato Gaúcho.
O zagueiro disparou reclamações contra a arbitragem dos dois jogos válidos pela decisão do estadual.
“Deixar uma mensagem também, como representante do Inter, para o presidente da federação (FGF), que o Inter é muito grande e tem que ser respeitado. E que tomem melhores medidas para o próximo Estadual. E pedir desculpa para o nosso torcedor. Fomos roubados em casa”, afirmou.
Em seguida, Mercado relembrou as reclamações referentes ao primeiro duelo, no último domingo (1), em que a arbitragem também foi pivô de polêmicas.
“Agressão em Borré, que agora agressão sem bola parece que neste estadual é uma coisa e no Brasileirão é outra. Parece que eu estou chorando porque perdemos, mas a gente competiu. Fomos claramente prejudicados por Daronco e pelo cara que estava no VAR (Daniel Bins, na Arena). Não vou falar o nome porque não merece o nosso respeito. Hoje outra vez o árbitro teve a oportunidade de rever a jogada cinco ou seis vezes e voltou a errar”, completou o defensor.