Irmã gêmea de Milena, participante do BBB 26, Mile Moreira usou as redes sociais nesta sexta-feira (10) para negar rumores envolvendo a sister. A parente rebateu internautas que apontaram uma suposta crise familiar depois do encontro entre a competidora do programa da Globo e a mãe, Neide Moreira, na dinâmica da Prova do Anjo.
Na postagem do Instagram, Mile e Neide aparecem dando risada dos comentários maldosos sobre o encontro entre a competidora e a mãe dentro do confinamento. “O pau que rola na internet é que minha mãe ficou triste com a reação da Milena (risos). Será?”, escreveu a familiar na foto.
Mile também comentou sobre a escolha de uma luminária na prova, que Milena conseguiu reconhecer sem muito esforço. “Nós duas descascando de tanto rir da reação da diva por termos escolhido a luminária que ela queria jogar fora (risos)”, explicou.
Apoio de aliados e rivais
Apesar dos comentários negativos sobre o encontro, o momento rendeu muita emoção dentro do BBB 26. Os participantes conseguiram assistir à interação entre Milena e a mãe por meio do telão que fica na sala. Ana Paula Renault e as rivais Jordana e Gabriela foram algumas das participantes que acompanharam o momento e vibraram pela mineira.
Mile Moreira e Neide Moreira negaram rumores de crise com Milena do BBB 26 • Reprodução/Instagram
Veja os destaques do Olhar Digital News desta sexta-feira:
Apollo: como foi a primeira era da corrida espacial
Estamos na era da Artemis, mas bem antes do atual programa lunar ganhar força, o programa Apollo, da NASA, transformou ficção científica em realidade entre 1962 e 1972 ao levar 12 astronautas para caminhar na Lua. Com 11 missões tripuladas e seis pousos bem-sucedidos, a iniciativa marcou a vantagem dos Estados Unidos na corrida espacial contra a União Soviética durante a Guerra Fria.
Artemis 1: o caótico lançamento inaugural da volta à Lua
Se hoje estamos falando da Artemis 2 é graças aos resultados de uma missão anterior. A Artemis 1 marcou a estreia do programa lunar da NASA e funcionou como um ensaio geral para o retorno dos humanos ao entorno da Lua. Mas a trajetória dessa missão foi longa e cheia de desafios. Confira!
Artemis 2 e os limites do corpo humano fora da Terra
Muito mais do que representar a volta da humanidade à órbita da Lua, a Artemis 2 marca uma importante junção entre astronomia e medicina. Afinal, o corpo humano não evoluiu para ir ao espaço. E a chegada da tripulação da Artemis 2 de volta à Terra não significa o fim dos trabalhos: todos os projetos científicos realizados a bordo da cápsula Orion começarão a ser analisado com o retorno.
Artemis 2: o que virá depois da missão da NASA?
A NASA adiou recentemente o retorno de astronautas à Lua: o primeiro pouso tripulado, antes previsto para a Artemis 3, deve ocorrer apenas na Artemis 4. A mudança reflete uma reformulação mais ampla do programa, motivada principalmente por atrasos em tecnologias críticas.
Artemis: o fim de uma era na corrida espacial – e o começo de outra
O que vem depois da Artemis 2? Daqui em diante, as empresas privadas – como SpaceX, de Elon Musk, e Blue Origin, de Jeff Bezos – terão um papel fundamental no setor.
O Olhar Digital News vai ao ar de segunda a sexta-feira nas nossas redes sociais!
A guerra com o Irã abalou Wall Street, elevando o custo das hipotecas, bem como dos empréstimos para compra de automóveis e dos cartões de crédito, tornando o dia a dia mais caro para os americanos.
As taxas de hipotecas subiram por cinco semanas consecutivas após o início da guerra, mas caíram ligeiramente nesta semana para 6,37% na média das hipotecas fixas de 30 anos, de acordo com a Freddie Mac.
Há apenas algumas semanas, os empréstimos eram bem mais baratos. No final de fevereiro, apenas dois dias antes de os Estados Unidos e Israel iniciarem ataques conjuntos ao Irã, a taxa média de hipotecas fixas de 30 anos caiu para 5,98%, ficando abaixo de 6% pela primeira vez em mais de três anos.
Diferentes taxas de empréstimos ao consumidor seguem diferentes indicadores. Alguns empréstimos, por exemplo, acompanham os títulos do Tesouro dos EUA; esses rendimentos estão em alta agora, à medida que os investidores se preocupam com a inflação.
Outros empréstimos estão atrelados à taxa de juros definida pelo Federal Reserve. O Fed tem mantido as taxas inalteradas recentemente, postura que provavelmente se manterá caso o aumento dos custos da energia reacenda a inflação.
As taxas de hipotecas tendem a acompanhar o rendimento dos títulos do Tesouro dos EUA a 10 anos, que subiu ao longo do último mês à medida que os investidores passaram a levar em conta o aumento dos preços do petróleo, os receios em relação à inflação e a possibilidade de um aumento dos gastos públicos para financiar a guerra. Os rendimentos sobem quando os preços dos títulos caem.
O rendimento dos títulos do Tesouro dos EUA de 10 anos subiu de menos de 4% no final de fevereiro para até 4,48% em março, antes de ser negociado em torno de 4,3% nesta semana. Esse rendimento é uma das taxas de juros mais significativas para a economia, influenciando fortemente as taxas de hipotecas e uma série de outros custos de empréstimos para os americanos comuns, bem como para as empresas e o governo dos EUA.
“Os investidores estão agora a lidar com a probabilidade de uma guerra prolongada com o Irã e o que isso significaria para a economia”, disse Jeffrey Roach, economista-chefe da LPL Financial. “Quanto mais tempo o abastecimento global de petróleo ficar restrito, mais provável será que as pressões inflacionárias aumentem.”
Veja como a guerra está fazendo com que os americanos paguem mais pelo crédito:
Taxas de hipotecas
Mesmo com a queda nas taxas de hipotecas nesta semana, um comprador típico que fixou uma taxa há apenas algumas semanas economizaria dezenas de milhares de dólares ao longo da duração do empréstimo, em comparação com alguém que contrai uma hipoteca hoje.
Considere uma casa de US$ 500.000. Supondo um adiantamento de 20%, um comprador que fechou uma hipoteca fixa de 30 anos em fevereiro, quando a taxa média de hipoteca era de 5,98%, pagaria cerca de US$ 28.700 por ano em principal e juros.
Com a taxa média de hipoteca desta semana em 6,37%, o pagamento anual desse mesmo empréstimo seria de US$ 29.931. Embora isso possa não parecer muito, a diferença nos pagamentos anuais acaba somando: ao longo da vigência do empréstimo de 30 anos, o comprador de hoje pagaria mais de US$ 36.000 a mais do que um comprador em fevereiro.
“Os mutuários não vão gostar disso”, disse Larry White, professor de economia da NYU Stern. “Isso acrescenta um valor nada desprezível à prestação mensal da hipoteca.”
Mas, apesar do aumento das taxas nas últimas semanas, as taxas de hipotecas ainda estão mais baixas do que nesta mesma época no ano passado, quando a taxa média fixa de hipotecas de 30 anos era de 6,62%.
Empréstimos para compra de automóveis
O aumento dos rendimentos dos títulos do Tesouro pode afetar outras taxas de empréstimo, como as dos empréstimos para compra de automóveis, já que a taxa de juros de um empréstimo para compra de automóvel de cinco anos tende a acompanhar os rendimentos dos títulos de curto prazo.
As taxas de rendimento dos títulos do Tesouro de cinco e dois anos dispararam em março e estão oscilando nos níveis mais altos desde agosto.
As taxas médias dos financiamentos de automóveis a cinco anos praticamente não se alteraram durante a guerra, de acordo com dados do Bankrate, mas taxas de rendimento dos títulos mais altas por mais tempo poderiam manter as taxas de financiamento de automóveis elevadas, após terem subido nos últimos anos.
“Provavelmente estamos diante de uma estabilização”, disse Stephen Kates, analista financeiro do Bankrate.
“A maior questão para as taxas de empréstimo, e isso vale para as hipotecas, que obviamente subiram substancialmente, é a duração desse conflito”, disse Kates. “Por quanto tempo isso vai durar e a incerteza que traz terão um impacto maior nas taxas de empréstimo do que qualquer outra coisa.”
A taxa média dos empréstimos para compra de automóveis a cinco anos gira em torno de 7%, segundo o Bankrate. Para um mutuário que contrai um empréstimo de US$ 30.000 a cinco anos a uma taxa de 7%, isso se traduz em prestações mensais de aproximadamente US$ 594.
Esse custo mais elevado surge num momento em que os americanos também enfrentam preços mais altos da gasolina. E os preços dos carros também subiram.
“O financiamento de empréstimos para compra de automóveis ficará mais caro por mais tempo e, portanto, a acessibilidade de um carro novo (que já é bastante caro em termos históricos) ficará ainda mais difícil”, disse Derek Stimel, professor associado de economia na Universidade da Califórnia em Davis, em um e-mail.
Cartões de crédito
Muitas taxas de juros na economia, como as taxas de cartões de crédito, tendem a acompanhar a taxa de juros de referência do Fed. As taxas dos cartões de crédito também incluem uma margem (geralmente) elevada.
As taxas dos cartões de crédito dispararam em 2022 e 2023, e a taxa média anual permanece acima de 19%.
As taxas dos cartões de crédito permaneceram elevadas, apesar de o Fed ter reduzido as taxas de juros algumas vezes ao longo de 2024 e 2025. A guerra com o Irã não impulsionou diretamente essas taxas para cima, mas é improvável que elas caiam tão cedo.
Os operadores reduziram as expectativas de que o Fed reduza as taxas de juros este ano, com os mercados agora prevendo que o banco central manterá as taxas estáveis nos próximos meses.
“Se o Fed mantiver as taxas onde estão e não as reduzir, as taxas dos cartões de crédito permanecerão elevadas, tornando mais difícil arcar com compras rotineiras, como mantimentos ou outros gastos que acabam no saldo do cartão de crédito”, disse Stimel.
A física de partículas acaba de alcançar um marco histórico com a descoberta do topônio realizada pelos pesquisadores do CERN. Essa união fugaz entre quarks top e antiquarks top desafia as fronteiras do que compreendemos sobre a matéria subatômica. O anúncio confirma uma teoria de décadas sobre interações fundamentais no Grande Colisor de Hádrons.
Como ocorreu a descoberta do topônio nos laboratórios do CERN?
Segundo um estudo publicado por pesquisadores no CERN, a detecção foi possível graças à análise minuciosa de colisões de altíssima energia. Os cientistas observaram assinaturas específicas que indicam a formação dessa “molécula” composta por um quark e seu antiquark correspondente no núcleo das colisões.
A observação é considerada um feito tecnológico sem precedentes, exigindo precisão extrema nos detectores ATLAS e CMS. O fenômeno ocorre em uma escala de tempo tão ínfima que muitos acreditavam ser impossível capturar tal interação antes que as partículas decaíssem em subprodutos menores.
🔬 Colisão de Prótons: Feixes de alta energia colidem no LHC gerando quarks top.
💫 Formação do Topônio: O quark e o antiquark se unem brevemente antes do decaimento.
📊 Análise de Dados: Algoritmos avançados confirmam a ressonância da nova estrutura quântica.
Por que o topônio era considerado uma partícula impossível?
A instabilidade extrema do quark top é o principal motivo pelo qual essa união era vista com ceticismo pela comunidade científica global. Por ser a partícula elementar mais pesada do Modelo Padrão, o quark top decai quase instantaneamente, dificultando qualquer tipo de ligação estável com outras partículas.
Para que o topônio exista, a força que une o quark ao antiquark deve agir mais rápido do que o próprio processo de decaimento natural da matéria. A confirmação experimental prova que a natureza permite esse “abraço” quântico, mesmo que ele dure apenas uma fração de segundo no vácuo dos aceleradores.
Massa elevada do quark top dificulta a estabilidade.
Tempo de vida extremamente curto (escala de yoctossegundos).
Necessidade de energias de colisão em níveis recordes.
Dificuldade técnica de isolar ruídos estatísticos no detector.
Análise de colisões de altíssima energia permitiu observar assinaturas específicas da nova estrutura quântica. – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)
Qual é a importância real da descoberta do topônio para a ciência moderna?
Esta descoberta abre uma nova janela para o estudo da cromodinâmica quântica, a teoria que descreve a força forte entre os constituintes do átomo. Entender como esses pares se comportam ajuda a refinar as previsões sobre a estabilidade do próprio vácuo e a evolução do universo primitivo.
Além disso, o topônio serve como um laboratório natural para testar extensões do Modelo Padrão que poderiam explicar mistérios como a matéria escura. Os dados coletados agora serão fundamentais para as próximas décadas de pesquisa em física de altas energias e novas tecnologias de detecção.
Propriedade
Detalhe Técnico
Composição
Par Quark Top e Antiquark Top
Vida Útil
Aproximadamente 10^-24 segundos
Local da Detecção
Grande Colisor de Hádrons (CERN)
Como os cientistas conseguiram medir algo tão breve?
A técnica utilizada envolveu a medição da correlação de spin entre as partículas resultantes do decaimento acelerado do sistema. Como o topônio não tem tempo de se desintegrar em jatos de glúons antes de decair, ele preserva informações quânticas vitais sobre seu estado de formação inicial.
Os pesquisadores utilizaram modelos computacionais de inteligência artificial para filtrar bilhões de eventos de colisão e encontrar o sinal estatístico correto. O resultado final representa uma vitória da engenharia de dados aplicada à física experimental de maior complexidade do planeta atualmente.
O que muda no Modelo Padrão após esta confirmação?
A confirmação não derruba o Modelo Padrão atual, mas sim o valida em um nível de detalhe que antes era considerado puramente teórico. Ela demonstra que nossas equações sobre a força forte e a massa das partículas estão operando corretamente dentro dos limites observados no laboratório.
No futuro, essa descoberta permitirá buscas mais precisas por novas partículas exóticas que interajam diretamente com o setor do quark top. É o início de uma nova era onde fenômenos antes descritos como “impossíveis” se tornam a base para entender a origem de tudo no cosmos.
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A Grécia proibirá o acesso às redes sociais para crianças menores de 15 anos a partir de 1º de janeiro de 2027, disse o primeiro-ministro Kyriákos Mitsotákis nesta quarta-feira (8), citando o aumento da ansiedade, problemas de sono e o design viciante das plataformas online.
Uma pesquisa de opinião da Alco publicada em fevereiro mostrou que cerca de 80% dos entrevistados aprovavam a proibição. O governo grego já proibiu os telefones celulares nas escolas e criou plataformas de controle dos pais para limitar o tempo de tela dos adolescentes.
“A Grécia estará entre os primeiros países a tomar essa iniciativa”, disse Mitsotákis em uma mensagem de vídeo, acrescentando que conversou com os pais antes de tomar a decisão. “No entanto, tenho certeza de que não será o último. Nosso objetivo é pressionar a União Europeia nessa direção também.”
A Austrália se tornou o primeiro país do mundo a proibir rede social para menores de 16 anos em dezembro, bloqueando o acesso a plataformas como TikTok, YouTube, Instagram e Facebook.
Meta, Snapchat e TikTok disseram que continuavam acreditando que a proibição da Austrália não protegeria os jovens, mas se comprometeram a cumprí-la.
A Grécia ainda não pode forçar essas plataformas de mídia social a verificar a idade de seus usuários, mas recomenda que as plataformas usem os mecanismos que a UE e a Grécia já definiram, disse o governo, pedindo aos pais que também ajudem no esforço.
A partir de 1º de janeiro de 2027, as plataformas precisarão ser capazes de restringir os usuários ou enfrentarão multas descritas na Lei de Serviços Digitais da UE (DSA), que podem chegar a 6% de seu faturamento global, disse o ministro da Governança Digital, Dimitris Papastergiou.
Conforme noticiado pelo Olhar Digital, a missão Artemis 2 deixou a Lua para trás e agora se aproxima da Terra. A cápsula Orion, batizada de Integrity pela tripulação, realizou na noite de terça-feira (7) uma manobra de correção para seguir a trajetória correta de retorno. A fase de reentrada será delicada, com previsão de atingir velocidade recorde para seres humanos.
Os propulsores da espaçonave foram acionados por 15 segundo às 21h03, pelo horário de Brasília, o que aumentou a velocidade em cerca de 50 centímetros por segundo, ajustando o caminho para o pouso no Oceano Pacífico, próximo à Califórnia, esperado para sexta-feira (10), às 21h07 – e com transmissão ao vivo pelo Olhar Digital, é claro!
Em resumo:
A missão Artemis 2 deixou a Lua e agora segue em direção à Terra;
A cápsula Orion ajustou sua trajetória acionando brevemente os propulsores;
A nave viajará mais rápido que qualquer veículo espacial anterior com humanos a bordo;
O pouso será no Oceano Pacífico, perto da Califórnia;
Uma embarcação da Marinha dos EUA vai ser usado pela NASA como navio de resgate da tripulação.
Representação visual da cápsula Orion atravessando a atmosfera da Terra em altíssima velocidade – Crédito: Imagem gerada por IA/Gemini
Reentrada da Artemis 2 será a mais veloz da história
A nave que conduz Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e Jeremy Hansen, os quatro astronautas da missão Artemis 2, está acelerando em direção à Terra. Segundo a NASA, a gravidade aumenta a velocidade da cápsula para aproximadamente 40 mil km/h – o que permitiria viajar do Brasil ao Japão em menos de meia hora. Isso pode superar o recorde da Apollo 10, que atingiu 39.937 km/h na reentrada.
No caso da missão não tripulada Artemis 1, a velocidade foi menor, e a trajetória ligeiramente diferente. A cápsula naquela ocasião usou a reentrada por ricochete, quicando na atmosfera antes de abrir os paraquedas. Esse método ajudou a desacelerar, mas causou estresse extra no escudo térmico.
O escudo térmico da Orion suporta temperaturas de milhares de graus. Na missão anterior, surgiram pequenas rachaduras durante a reentrada. Por segurança, a Artemis 2 adotou um método diferente, reduzindo o tempo em altas temperaturas.
Kenna Pell, da NASA, explicou ao site Space.com que a mudança limita a distância percorrida entre a entrada na atmosfera e o pouso. Assim, o escudo térmico sofrerá menos estresse, aumentando a segurança da tripulação.
Registro em alta resolução da nave Orion capturado por uma câmera instalada em um dos painéis solares no segundo dia da missão Artemis 2 – Crédito: NASA / Divulgação
O planejamento da reentrada é fundamental para o sucesso da missão. Pequenas alterações de trajetória e velocidade podem reduzir riscos e proteger a cápsula. Cada ajuste é calculado para evitar sobrecarga no escudo térmico.
A equipe da NASA monitora a posição da Orion em tempo real. O horário e o ponto exato do pouso dependerão das condições meteorológicas no Pacífico. O porta-aviões USS John P. Murtha, que será usado como balsa de resgate da tripulação, já saiu do porto.
Mais detalhes sobre a reentrada serão divulgados nos próximos dias. E na noite de sexta vamos saber se realmente a Artemis 2 vai alcançar a maior velocidade já atingida por seres humanos – o que se soma aos recordes superados pela missão:
Primeira missão tripulada do século XXI a sobrevoar a Lua: nenhuma missão humana desde a Apollo 17 em 1972 chegou tão longe;
Diversidade: além de ter a primeira mulher e o primeiro homem negro a ultrapassar a órbita baixa da Terra, a tripulação forma a primeira equipe internacional a sobrevoar a Lua – todos os astronautas das missões Apollo eram dos EUA;
Distância recorde: a cápsula Orion alcançou cerca de 407 mil km da Terra, superando o recorde da Apollo 13 (400.171 km) e se tornando a missão humana a ir mais longe no espaço.
A ventania registrada na noite desta terça-feira (7) em Montevidéu atrapalhou, e muito, o jogo entre Boston River e São Paulo, válido pela primeira rodada da Copa Sul-Americana.
Durante o primeiro tempo, o vento e a chuva afetaram o sinal da transmissão da TV, e complicaram a vida dos jogadores, que não se ouviam, em campo. Em um dos lances, um arremate de Ferreirinha de fora da área, foi possível notar a clara interferência no curso da bola.
Segundo o Climatempo, por volta das 22h de hoje, a capital uruguaia registrava ventos de 33km/h. Segundo a Escala de Beaufort, utilizada como parâmetro no Brasil, ventos acima de 50 km/h já são considerados preocupantes.
Durante o intervalo, o banco de reservas ocupado pelo São Paulo virou, derrubando e espalhando os pertences da equipe pelo gramado. As condições adversas fizeram com que os árbitros permitissem que todos os atletas aquecessem ao mesmo tempo.
O início do jogo entre Boston River e São Paulo, nesta terça-feira (7), pela primeira rodada da fase de grupos da Copa Sul-Americana, chamou a atenção pela quantidade diminuta de torcedores nas arquibancadas.
Os times se enfrentam no Estádio Centenário, em Montevidéu, com capacidade para cerca de 60 mil torcedores — acompanhe em tempo real. No entanto, dificilmente o público total passará de 2 mil pessoas.
Escavar uma tumba de 5.000 anos envolve muito mais do que curiosidade histórica. Os custos de uma expedição arqueológica podem variar conforme a localização, a equipe e a complexidade do sítio. Além disso, fatores como transporte, equipamentos especializados e conservação dos achados impactam diretamente o orçamento final.
Portanto, compreender quanto custa uma escavação requer analisar cada etapa do processo, desde a preparação até a documentação científica. Esses valores refletem não apenas o trabalho de campo, mas também a preservação do patrimônio histórico.
Quanto custa participar de uma escavação arqueológica real?
De acordo com informações do Poggio Civitate Archaeological Project, o custo médio para participar da temporada de campo de 2026 é de US$ 5.450. Esse valor inclui todas as taxas do programa, acomodação, refeições durante os dias de trabalho e créditos acadêmicos, mas não cobre passagens aéreas, refeições nos fins de semana ou despesas pessoais.
Além disso, muitos estudantes podem reduzir os custos com bolsas de estudo, subsídios universitários ou financiamentos externos, incluindo apoio para transporte, hospedagem e materiais de escavação. Portanto, cada participante precisa planejar cuidadosamente seu orçamento para garantir a participação completa na experiência arqueológica.
👷 Preparação da equipe – Seleção de arqueólogos, técnicos e voluntários para garantir competência e segurança.
🛠️ Equipamentos de escavação – Ferramentas delicadas, escovas e sondas para proteger achados frágeis.
📜 Documentação e análise – Registro detalhado, fotografia, laboratório e relatórios científicos.
Quais fatores influenciam o orçamento de uma expedição arqueológica?
O local da tumba, seu tamanho e o estado de conservação influenciam diretamente o orçamento. Por exemplo, regiões de difícil acesso exigem transporte especializado, enquanto tumbas urbanas podem demandar permissões adicionais e restrições legais.
Além disso, custos com tecnologia de ponta, como drones, scanners 3D e softwares de modelagem, são essenciais para garantir precisão, mas aumentam significativamente os gastos. Portanto, cada detalhe impacta na estimativa final.
Participar de escavações reais em 2026 envolve custos com taxas e créditos acadêmicos – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)
Quanto os arqueólogos gastam com equipe e logística?
A equipe representa cerca de 40% a 50% do orçamento total. Isso inclui salários, hospedagem, alimentação e seguro. Além disso, é necessário prever transporte seguro para equipamentos pesados e proteção contra condições climáticas extremas.
Portanto, o planejamento logístico é crucial para evitar atrasos e garantir que a escavação ocorra dentro do orçamento previsto. Sem organização, despesas extras podem ultrapassar facilmente o custo inicial estimado.
Etapa
Descrição
Custo Médio
Limpeza
Remoção de sujeira e detritos sem danificar o artefato
US$ 200 – US$ 500
Estabilização química
Tratamento para prevenir corrosão ou deterioração
US$ 500 – US$ 1.500
Catalogação digital
Registro detalhado em banco de dados acadêmico
US$ 300 – US$ 800
Armazenamento seguro
Conservação em condições controladas de temperatura e umidade
US$ 400 – US$ 1.000
Como os achados são preservados e catalogados?
Após a escavação, cada artefato passa por limpeza, estabilização e catalogação detalhada. Laboratórios especializados aplicam produtos químicos e técnicas de conservação para evitar deterioração, o que gera custos adicionais.
Além disso, os achados muitas vezes são digitalizados e armazenados em bancos de dados acadêmicos. Portanto, a preservação adequada é um dos maiores investimentos em uma expedição arqueológica, garantindo que o patrimônio histórico seja protegido para futuras pesquisas.
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), André Mendonça, afirmou nesta segunda-feira (6) que um “bom magistrado” deve agir com prudência, integridade e discrição. Segundo ele, a função exige um grau de recato para preservar a imagem da Justiça perante a sociedade.
“Não que sejamos imunes a erros ou equívocos, ou a situações que possam gerar incompreensão. Às vezes, estamos próximos de pessoas sem ter relação com elas, mas essa presença pode ser mal interpretada pela sociedade”, disse Mendonça durante cerimônia em que recebeu o Colar de Honra ao Mérito na Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo).
O ministro também destacou que a credibilidade do Judiciário depende da conduta dos seus integrantes.
“Precisamos estar imunes a ações que comprometam, de forma consciente e voluntária, a credibilidade que a sociedade espera de um bom magistrado”, afirmou.
Ao falar sobre integridade, Mendonça disse que o conceito envolve tomar decisões corretas pelos motivos certos, independentemente de reconhecimento.
“Fazer o certo pelos motivos certos é agir mesmo sem reconhecimento. Por vezes, é fazer o correto e ainda ser criticado. Integridade, imparcialidade e responsabilidade são essenciais. O homem público precisa compreender o peso da sua função”, declarou.
Imparcialidade
Por fim, o ministro ressaltou a importância da imparcialidade na atuação judicial.
“Imparcialidade é olhar para as pessoas de forma igualitária, considerar os interesses de maneira equânime, sem privilegiar amigos ou perseguir inimigos. Esse é um compromisso que assumo na casa do povo de São Paulo: buscar ser imparcial”, concluiu.
Nesta segunda-feira (6), a missão Artemis 2, da NASA, chegou ao seu sexto dia e alcançou muitos marcos importantes. Houve recordes quebrados e até o vislumbre de um eclipse solar total e exclusivo.
A tripulação foi despertada na manhã desta sgeunda-feira (6) com uma mensagem especial gravada pelo astronauta veterano da NASA Jim Lovell, falecido no ano passado. Ele participou das missões Apollo 8, a primeira a atingir o lado oculto da Lua, e também da 13, antiga recordista de distância da Terra.
Durante o dia, a missão Artemis 2 superou o recorde de cerca de 400 mil km de distância da Terra atingido em 1970 pela missão Apollo 13. Isso aconteceu às 14h56 (pelo horário de Brasília). Cerca de 10 minutos mais tarde, os astronautas da NASA Reid Wiseman, Victor Glover e Christina Koch, e Jeremy Hansen, da Agência Espacial Canadense (CSA), iniciaram oficialmente suas observações lunares, com duração de aproximadamente sete horas.
Poucos minutos após a aproximação da Lua, Koch compartilhou suas primeiras impressões da missão. “Um dos relatos da tripulação nas janelas é que, neste momento, conseguimos ver a Lua e a Terra ao mesmo tempo”, disse ela. “É interessante, porque a Terra parece muito mais brilhante. Portanto, a própria Terra parece ter um albedo muito maior do que a Lua.”
Albedo é o brilho de uma superfície, medindo quanto da luz solar é refletida. Koch explicou que essa diferença não se deve ao tamanho aparente dos astros. “Acreditamos que isso seja independente do foco dos nossos olhos, porque, obviamente, a Terra é muito menor que a Lua em nossa visão. Como estamos vendo ambas no mesmo campo de visão, acreditamos que isso pode ser inferido como resultado de que a Terra, como um todo, possui um albedo maior.”
O líder da Artemis 2, Jeremy Hansen, aproveitou para fazer uma homenagem póstuma, dedicando uma das crateras lunares à esposa de um dos membros, que morreu de câncer em 2020. “O nome dela era Carroll, esposa de Reid, mãe de Katie e Ellie”, disse o comandante enquanto os astronautas a bordo enxugavam as lágrimas.
A cratera Carroll, recém-dedicada, pode ser encontrada perto da cratera Glushko, “logo a noroeste desta, na mesma latitude da Terra”, disse Hansen, acrescentando que “é um ponto brilhante na Lua”, visível da Terra. As filhas e a família de Wiseman estavam presentes na sala de controle da missão durante a passagem pela Lua.
Entre 19h43 e 20h25 (horários de Brasília), a equipe em solo perdeu comunicação com a equipe, mas isso já era esperado, pois a cápsula estava passando atrás da Lua nesta segunda-feira (6), o que bloqueia os sinais de rádio necessários para manter o contato com a Terra.
Conforme previsto, a interrupção das comunicações durou cerca de 40 minutos. Durante esse período, a sonda Orion fez a maior aproximação da Lua, passando a uma altitude estimada de 6.546 km, o que, segundo a NASA, aconteceu às 20h.
Apenas dois minutos depois, às 20h02, os astronautas alcançaram o ponto mais longe da Terra em toda a missão, a 406.800 km – a maior distância do planeta já atingida por qualquer ser humano.
Para fechar o dia com chave de ouro, os quatro astronautas acompanharam, durante quase uma hora, um eclipse solar total. O evento foi diferente do comum, pois o fenômeno não pôde ser visto da Terra e foi muito mais longo do que os eclipses tradicionais.
O eclipse começou às 21h35 e terminou às 22h32 (horários de Brasília), cerca de 90 minutos após a espaçonave Orion atingir sua maior distância da Terra.
A equipe da Artemis 2 aproveitou o eclipse para fazer mais análises sobre a topografia da superfície lunar e observar a coroa do Sol, algo que não é possível da Terra por conta do forte brilho da estrela.
Durante o fenômeno, os astronautas relataram ter visto quatro flashes de impacto (rochas espaciais atingem a Lua e criam um flash de luz) e filamentos, que descreveram como “fios de cabelo”, na coroa solar, visíveis ao redor da Lua.
Momento final do eclipse, no qual o Sol começa a aparecer – Imagem: Reprodução/NASA
O lançamento: às 19h35 (horário de Brasília), o superfoguete SLS decolou da Flórida, levando quatro astronautas a bordo. Saiba como foi o lançamento histórico aqui;
Painéis solares: pouco após entrar em órbita, a Orion abriu seus quatro painéis solares em formato de “X”, garantindo os 11 quilowatts de energia necessários para a viagem;
Ajuste de órbita:a nave realizou uma manobra de elevação, estabelecendo uma órbita elíptica entre 185 km e 2.222 km de altitude para testes iniciais de sistemas.
Dia 2 (2 de abril): o “chute” rumo à Lua
Rotina e exercícios: a tripulação testou o novo dispositivo de exercícios flywheel e despertou ao som de “Green Light”, de John Legend, escolhida pelo controle de missão;
Realizaram testes no sistema de comunicações de emergência da Orion com a Rede de Espaço Profundo da NASA;
Também puderam conversar com a imprensa e familiares, destacando suas primeiras impressões sobre o espaço e a Terra vista de longe;
Com a realização da TLI um dia antes, a Orion entrou na chamada magnetocauda, extensão do campo magnético do planeta, semelhante a um cometa, que se estende por milhões de quilômetros, formada pelo vento solar que comprime e alonga o campo magnético.
Dia 4 (4 de abril): a pilotagem manual da Orion
No quarto dia de missão, cada membro da tripulação teve uma hora dedicada à revisão dos alvos geográficos que deverão fotografar no sexto dia de voo;
A equipe também teve que resolver problemas no banheiro da cápsula Orion. A resolução foi parcial;
Durante a noite, os astronautas Christina Koch, da NASA, e Jeremy Hansen, da Agência Espacial Canadense (CSA), realizaram um teste de pilotagem manual da nave. Eles se revezaram no comando da Orion e executaram manobras em dois modos distintos de propulsão;
Paralelamente, os astronautas analisaram uma lista de alvos fornecida pela equipe de ciência lunar. O material reúne características da superfície da Lua que serão registradas durante o sobrevoo previsto para segunda-feira (6).
Dia 5 (5 de abril): a pilotagem manual da Orion
Testes dos trajes: a tripulação dedicou grande parte da manhã a avaliar o Sistema de Sobrevivência da Tripulação Orion em ambiente espacial;
Correção de trajetória: a Orion executou com sucesso a queima final (que seria a terceira) para ajustar o curso rumo à Lua.
Dia 6 (6 de abril): quebra de recordes e vislumbre de um eclipse solar total
Os tripulantes a bordo da cápsula Orion bateram o recorde de distância percorrida por alguém a partir da Terra, quebrando o recorde (400 mil km) estabelecido em 1970 pela tripulação da Apollo 13;
A equipe sobrevoou a Lua e fez análises sobre sua topografia e batizou uma cratera;
No fim do dia, durante quase uma hora, eles puderam acompanhar um eclipse solar total que só pôde ser visto por eles. Eles aproveitaram para observar mais a Lua e o Sol.
Artemis 2: o que está planejado para os próximos dias
A Orion sairá da esfera de influência lunar na manhã do sétimo dia do voo. Antes que a tripulação da Artemis 2 se afaste muito da Lua, cientistas em solo, terão a oportunidade de conversar com a tripulação.
Na segunda metade do dia, o motor da Orion será acionado novamente para a primeira de três manobras de correção de trajetória de retorno, que ajustarão o caminho da Orion para casa.
O restante do dia será, em grande parte, livre para a tripulação, dando-lhes a oportunidade de descansar antes de retomarem suas tarefas finais antes do retorno à Terra.
Dia 8
As principais atividades do oitavo dia do voo incluem duas demonstrações da Orion.
Primeiro, a tripulação avaliará sua capacidade de se proteger de eventos de alta radiação, como erupções solares. Eles usarão os suprimentos e equipamentos da Orion para construir um abrigo, se necessário.
A radiação será uma preocupação constante à medida que os humanos se aventurarem no espaço profundo. E vários experimentos serão realizados com o objetivo de coletar dados sobre os níveis de radiação dentro da Orion.
Ao final do dia, a tripulação testará a capacidade de pilotagem manual da Orion, conduzindo a espaçonave por diversas tarefas. Eles vão:
Centralizar um alvo escolhido nas janelas da Orion;
Posicionar a espaçonave com a cauda voltada para o Sol;
Executar manobras de atitude, comparando os modos de controle de atitude de seis e três graus de liberdade da espaçonave.
Dia 9
O último dia completo da Artemis 2 no espaço começará com os preparativos para o retorno à Terra.
A tripulação reservou um tempo para estudar os procedimentos de reentrada e pouso na água, além de conversar com a equipe de controle de voo. Outra queima de correção de trajetória de retorno garantirá que a espaçonave permaneça no caminho certo.
A tripulação executará mais demonstrações para concluir sua lista de tarefas: sistemas de coleta de resíduos, caso o banheiro da Orion não funcione corretamente, e testes de ajuste das roupas para intolerância ortostática.
A intolerância ortostática, que pode causar sintomas como tontura e vertigem ao ficar em pé, é uma possibilidade para os astronautas quando retornarem à Terra e seus corpos precisarem se readaptar à força da gravidade sobre o fluxo sanguíneo. Roupas de compressão, usadas sob os trajes espaciais, podem ajudar.
Os membros da tripulação experimentarão suas roupas, terão suas circunferências corporais medidas e responderão a um questionário sobre o ajuste e a facilidade para vesti-las e retirá-las.
Dia 10
O último dia da missão Artemis 2 concentra-se em trazer a tripulação de volta para casa em segurança. Uma última queima de correção de trajetória de retorno garantirá que a Orion esteja no caminho certo para o pouso na água.
A tripulação retornará sua cabine à configuração original, com os equipamentos guardados e os assentos em seus lugares, e vestirá seus trajes espaciais.
O módulo da tripulação se separará do módulo de serviço, cujos motores os guiaram ao redor da Lua e de volta à Terra. Isso vai expor o escudo térmico do módulo da tripulação, que protegerá a espaçonave e a tripulação enquanto atravessam a atmosfera terrestre e temperaturas de até cerca de 1.650ºC.
Uma vez que tenham passado com segurança pelo calor da reentrada, a cobertura que protegia o compartimento dianteiro da espaçonave será ejetada para dar lugar a uma série de paraquedas (dois paraquedas de frenagem que reduzirão a velocidade da cápsula para cerca de 495 km/h, seguidos por três paraquedas piloto que acionarão os três paraquedas principais finais).
Essas manobras reduzirão a velocidade da Orion para aproximadamente 27 km/h para um pouso no Oceano Pacífico, onde pessoal da NASA e da Marinha dos EUA estarão esperando, concluindo a missão Artemis 2.
A (FSP-USP) (Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo) anunciou a abertura de 10 mil vagas para o PEDUCA (Programa de Educação Alimentar – Integrando Ciência, Escola e Saúde).
O curso, totalmente gratuito e a distância, é voltado especificamente a servidores da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo e das secretarias municipais de Educação.
As inscrições podem ser realizadas até o dia 15 de abril de 2026 por meio do sistema Apolo da USP. A formação terá início em 1º de maio, estendendo-se até 31 de agosto de 2026.
Abordagem transversal e pedagógica
Diferente de cursos técnicos tradicionais de nutrição, o PEDUCA propõe uma visão ampliada da alimentação como um tema transversal no cotidiano escolar. O objetivo é capacitar profissionais da educação para que compreendam a relação entre saúde pública, cultura e políticas educacionais.
A grade curricular foi desenhada para conectar o conhecimento científico às práticas de sala de aula, abordando desde a história da alimentação até a implementação da BNCC (Base Nacional Comum Curricular) em projetos escolares.
Estrutura do curso e especialistas
A carga horária de 110 horas está dividida em módulos conduzidos por especialistas da área:
História e Cultura: sob coordenação de Ana Paula de Queiroz Mello, este bloco explora as práticas alimentares ao longo do tempo e o uso do Guia Alimentar para a População Brasileira.
Saúde e Prevenção: ao cargo de Nágila Raquel Teixeira Damasceno, as aulas focam em fundamentos de nutrientes e na prevenção de doenças crônicas, como diabetes, obesidade e hipertensão.
Ambiente Escolar e Políticas Públicas: ministrado por Livia Alvarenga, o módulo discute o marketing de alimentos, segurança alimentar e programas fundamentais como o PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar) e o Programa Saúde na Escola (PSE).
Formação em larga escala
Ao utilizar o ambiente virtual Moodle USP, a iniciativa busca democratizar o acesso ao conhecimento acadêmico, permitindo que educadores de diversas regiões do estado participem sem a necessidade de deslocamento.
A alta oferta de vagas reforça o compromisso da USP com a extensão universitária, promovendo a intersetorialidade entre os campos da saúde, assistência e educação.
Informações importantes
Curso: PEDUCA 2026 (Educação Alimentar)
Inscrições: até 15 de abril de 2026 via sistema Apolo USP.
Público-alvo: servidores da rede pública estadual e municipal de ensino de SP.