Poucos dias depois de Donald Trump, o presidente da Rússia, Vladmir Putin, desembarcou em Pequim para novas reuniões com o líder chinês, Xi Jinping. Essa é a 25ª visita de Putin à China ao longo dos diversos mandatos como líder russo.
Desde então, ele estreitou os laços com Pequim em aspectos comerciais, militares e diplomáticos. Em mensagem à mídia estatal do país antes da viagem, Putin disse que as relações entre os países estão em uma proximidade “sem precedentes”.
Essa aproximação tomou mais forma a partir do início da Guerra na Ucrânia, em fevereiro de 2022. Desde então, a Rússia viu em Pequim um parceiro econômico importante diante de uma série de sanções do Ocidente e um aliado militar com quem pode realizar treinamento de forças armadas.
No aspecto militar, os dois países expandiram o número – e o tamanho – de seus exercícios conjuntos. Segundo o Mercator, desde 2003, ambos realizaram 97 atividades de defesa – sendo que 32 dessas ocorreram depois da invasão ao território ucraniano. Foram 11 manobras em 2024, que caíram para 7 em 2025 – mas que contaram “com o primeiro exercício submarino” das potências.
Outra forma foi aumentar os negócios. Tanto que o volume total de comércio entre os dois países saiu de US$ 12 bilhões em fevereiro de 2022 para US$ 22 bilhões em março deste ano – um salto de 83%, segundo dados do Mercator.
Combustíveis fósseis – especialmente petróleo e gás – puxam as exportações. Esses processos ajudaram o Kremlin a ter uma sobrevida frente às sanções ocidentais, mas, ao mesmo tempo, deixam os russos mais dependentes da China.
Xi e Putin devem manter o setor energético em pauta. Eles devem tratar sobre o gasoduto Força da Sibéria 2, que está parado há anos e avançou somente em setembro de 2025. O conflito dos Estados Unidos no Oriente Médio traz certa impaciência ao tema, já que o fechamento do Estreito de Ormuz também bloqueou muitas compras chinesas.
Cenário para Putin
O presidente russo chega em Pequim com um cenário doméstico complicado.
A Rússia enfrenta dificuldades na guerra contra a Ucrânia, com poucos ganhos territoriais recentes e um alto número de soldados mortos. Os ucranianos também conseguem manter uma capacidade de resposta, com ataques de drones que atingem, inclusive, Moscou.
Nessa situação, Zelensky – em um decreto irônico – “permitiu” a realização do desfile do Dia da Vitória, em 9 de maio, que marca a vitória da União Soviética contra a Alemanha nazista, na capital russa. Os dois países tinham assinado um cessar-fogo de 3 dias para a comemoração na Rússia.
A China parece não confiar nas operações do Kremlin. Segundo o jornal britânico Financial Times, Xi Jinping disse a Donald Trump, na semana passada, que Putin poderia “se arrepender” da invasão na Ucrânia.
As reações do exército de Volodymyr Zelensky assustam Putin. Segundo apurou a CNN, o governo russo aumentou a segurança pessoal do líder como parte de novas medidas motivadas por uma onda de assassinatos de figuras militares russas e por temores de um golpe de Estado.
Visitantes do chefe do Kremlin devem passar por duas revistas, e aqueles que trabalham próximos a ele só podem usar telefones sem acesso à internet, diz um relatório de uma agência de inteligência europeia.
Com isso, Putin chega na China em desvantagem frente a uma aliança onde ele já é o lado mais fraco.
A corrida para estabelecer uma presença humana de longo prazo na Lua ganhou um novo e inovador aliado tecnológico.
Cientistas do Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia dos Estados Unidos (NIST, na sigla em inglês) propuseram um método incomum, mas altamente eficaz, para criar um sistema de navegação semelhante ao GPS na superfície lunar: instalar lasers ultraestáveis dentro de algumas das crateras mais escuras e frias do satélite natural da Terra.
O sistema proposto visa facilitar drasticamente a orientação e a locomoção de astronautas do programa Artemis, além de rovers e espaçonaves, reduzindo a dependência histórica dos sistemas de rastreamento baseados na Terra.
Ambiente ideal no polo sul da Lua
As crateras permanentemente sombreadas, localizadas próximas ao polo sul da Lua, nunca recebem luz solar direta devido à baixa inclinação do eixo lunar;
O resultado é um cenário de escuridão eterna e frio extremo, com temperaturas que chegam a congelantes -223 °C — uma temperatura ainda mais baixa do que a registrada no planeta anão Plutão;
Embora essas crateras sejam amplamente conhecidas por abrigar reservas de água congelada, essenciais para o sustento de futuras colônias espaciais, os pesquisadores do NIST descobriram que as mesmas condições hostis oferecem o ambiente natural perfeito para a operação de lasers de alta precisão;
Para estabilizar a frequência de um laser e garantir que ele emita luz de forma perfeitamente constante — permitindo medir com exatidão a distância entre objetos —, é necessário o uso de um dispositivo chamado cavidade óptica de silício;
Trata-se de um equipamento que reflete a luz do laser entre espelhos separados por uma distância milimetricamente precisa.
As crateras ideais são as permanentemente sombreadas, localizadas próximas ao polo sul da Lua, que nunca recebem luz solar direta devido à baixa inclinação do eixo lunar – Imagem: Herekle/Shutterstock
Na Terra, operar uma cavidade de silício desse nível exige sistemas complexos de resfriamento criogênico e isolamento contra vibrações, já que qualquer oscilação mínima de temperatura pode desestabilizar o laser devido à expansão térmica.
Na Lua, contudo, a própria natureza faz esse trabalho de graça. O vácuo natural absoluto, a ausência de calor e o ambiente de baixíssima vibração sísmica impedem a expansão térmica do silício, fornecendo a estabilidade de frequência necessária para calcular posições e rastrear movimentos com precisão inédita.
O autor principal do estudo, Jun Ye, destacou, em comunicado, o potencial da descoberta. “Assim que entendi o que as regiões permanentemente sombreadas podem oferecer, senti que este seria o ambiente mais ideal para um laser superestável.”
Transição para a independência terrestre
Atualmente, o funcionamento do GPS na Terra baseia-se em satélites que transmitem continuamente sinais de tempo gerados por relógios atômicos a bordo. Os receptores terrestres calculam a própria localização medindo o tempo que os sinais levam para viajar de vários satélites até o dispositivo.
As naves espaciais que operam ao redor da Lua hoje ainda dependem quase totalmente de antenas e infraestruturas de rastreamento na Terra. No entanto, à medida que a exploração lunar se intensifica e se concentra no relevo acidentado e nas condições de iluminação extremas e traiçoeiras do polo sul, essa abordagem deixará de ser prática ou segura para guiar astronautas e robôs em tempo real.
Como alternativa de infraestrutura, os cientistas sugerem que os lasers ultraestáveis instalados no fundo das crateras sirvam como referências de tempo mestras para satélites lunares e redes locais de comunicação.
Ao ser implantada dentro ou nas proximidades de uma dessas crateras escuras, a cavidade óptica travará a luz de um laser em uma única frequência altamente precisa. Segundo os pesquisadores, o sinal gerado funcionará diretamente como uma baliza de posicionamento (semelhante a um farol de GPS) para veículos espaciais.
Além disso, ao conectar esses lasers a relógios atômicos baseados em satélites, os cientistas pretendem estruturar o que descrevem como a “espinha dorsal do primeiro relógio atômico óptico em uma superfície extraterrestre“.
Com a estreia de “Quem Ama Cuida” nesta segunda (18), o público foi apresentado à nova trama idealizada e assinada por Walcyr Carrasco (“Amor à Vida”) e Claudia Souto, com direção de Amora Mautner (“Êta Mundo Melhor”).
A produção conta a história de Adriana (Leticia Colin), uma fisioterapeuta que é demitida da clínica onde trabalha e acaba perdendo a casa e tudo o que possui com a família durante uma enchente em São Paulo. Na tragédia, o marido dela, Carlos (Jesuíta Barbosa), é levado pela água, deixando a mulher ainda mais desamparada.
Com mais uma vez Walcyr Carrasco de volta às telas, o público brincou nas redes sociais com uma das marcas das criações do autor: personagens que de fato não morrem. “Será que Jesuíta Barbosa será o morto que morre definitivamente ou ele vai voltar lá pro meio da novela pra abalar a vida da Adriana? Em se tratando de novela e sendo do Walcyr, tudo é bem possível”, brincou um internauta.
Veja as principais reações ao capítulo de estreia de “Quem Ama Cuida”:
— maria jurídico adriana (@falsabrilhante) May 19, 2026
será que Jesuíta Barbosa será o morto que morre definitivamente ou ele vai voltar lá pro meio da novela pra abalar a vida da Adriana? Em se tratando de novela e sendo do Walcyr, tudo é bem possível. #QuemAmaCuidapic.twitter.com/lvHAWz0aXk
Se existe um grupo demográfico que é sinônimo da ascensão política do presidente dos EUA, Donald Trump, e de seu posterior renascimento, é o eleitor branco sem diploma universitário.
A política americana está cada vez mais dividida pela escolaridade, com eleitores mais instruídos optando pelos democratas e eleitores menos instruídos optando pelos republicanos. E os eleitores brancos deste último grupo formaram a espinha dorsal da coalizão de Trump, com cerca de dois terços deles votando nele em cada uma de suas três candidaturas presidenciais, de acordo com pesquisas de boca de urna da CNN.
Mas, à medida que a taxa de aprovação de Trump cai para novos patamares mínimos, há sinais crescentes de que seu domínio sobre esse grupo está diminuindo.
E tudo indica que isso poderá prejudicar os republicanos nas eleições de meio de mandato de 2026, principalmente à medida que esse grupo se decepciona com a gestão da economia pelo presidente.
Apesar de Trump ter conquistado 66% ou 67% desse grupo em cada uma de suas três campanhas, as pesquisas mais recentes mostram que a maioria dos americanos brancos sem formação universitária agora desaprova Trump.
Isso inclui uma pesquisa da CNN (51%), uma pesquisa da Fox News (51%), uma pesquisa da NPR/PBS/Marist College (52%), uma pesquisa do Pew Research Center (52%) e uma nova pesquisa da CBS News/YouGov (54%) divulgada no domingo (17).
Há algumas pesquisas recentes que mostram Trump em melhor situação entre os eleitores brancos sem formação universitária, incluindo uma pesquisa do New York Times/Siena College nesta segunda-feira (18) (44% de desaprovação). Mas, no momento, essa é a exceção.
A extensão das dificuldades de Trump com esse grupo parece ser sem precedentes.
As pesquisas da CNN durante seu primeiro mandato mostravam ocasionalmente a taxa de desaprovação de Trump entre os brancos sem formação universitária se aproximando da metade. Mas nunca ultrapassou 47%.
A queda na popularidade de Trump entre esse grupo também foi bastante significativa nos últimos 15 meses. Enquanto 63% desse grupo aprovavam Trump em uma pesquisa da CNN de fevereiro de 2025, esse número caiu para 49%. Trump passou de uma taxa de aprovação líquida de +26 para -2 entre esses americanos.
A pesquisa da CBS mostrou uma queda ainda maior, de 68% em fevereiro do ano passado para 46% atualmente.
Pode ser difícil resumir a queda de Trump entre esse grupo a alguns fatores específicos. Mas é evidente que a economia está desempenhando um papel importante.
Embora as pesquisas de boca de urna tenham mostrado que apenas 32% desses americanos brancos sem formação universitária votaram nos democratas em 2022 e em Kamala Harris em 2024, as pesquisas atuais mostram uma realidade diferente.
56% deles dizem que as políticas de Trump pioraram as condições econômicas do país, de acordo com a nova pesquisa da CNN. Na mesma pesquisa, 67% dos entrevistados dizem que a guerra com o Irã impactou negativamente sua situação financeira. Ainda segundo o levantamento, 56% dos entrevistados afirmam que as tarifas de Trump tiveram um impacto negativo em suas finanças, em comparação com apenas 20% que dizem que tiveram um impacto positivo.
Já na pesquisa da CBS, 60% dizem que as políticas de Trump estão piorando a economia no curto prazo. Outros 41% dizem que elas também piorarão a economia no longo prazo – mais do que os 35% que acreditam que, no fim das contas, elas melhorarão a economia. No mesmo levantamento, a maioria dos entrevistados diz que Trump se importa com suas necessidades e problemas “pouco” (13%) ou “nada” (44%).
A questão política imediata é, obviamente, como esses números se traduzirão em votos reais nas eleições de meio de mandato de 2026, quando Trump não estará na cédula.
É improvável que esse grupo demográfico favoreça os democratas, mas se o apoio ao Partido Republicano entre esse grupo cair abaixo de 60%, isso seria inédito na era Trump.
O presidente americano venceu esse grupo demográfico por uma margem entre 34 e 37 pontos percentuais em todas as eleições. O Partido Republicano venceu por 34 pontos percentuais nas eleições de meio de mandato de 2022.
O pior desempenho do partido na era Trump ocorreu quando venceu esses eleitores por 24 pontos percentuais (61% a 37%) nas eleições de meio de mandato de 2018, quando os democratas conquistaram a maioria na Câmara dos Representantes.
Atualmente, o Partido Republicano lidera entre esses eleitores por uma média de apenas 17 pontos percentuais, de acordo com a média das chamadas pesquisas genéricas em pesquisas recentes conduzidas pela CNN, Fox News, Marist Institute e The New York Times.
Os republicanos têm uma média de 55%, enquanto os democratas têm uma média de 38%.
A eleição geral está a mais de cinco meses de distância, o que significa que ainda há tempo para Trump recuperar parte do apoio que perdeu entre um grupo que se mostrou bastante leal a ele e ao Partido Republicano.
Mas, neste momento, Trump e seu partido parecem ter problemas significativos com aquele que é, possivelmente, o seu grupo demográfico mais importante.
Duas farmacêuticas anunciaram, nesta segunda-feira (18), o recolhimento voluntário de remédios após identificarem problemas relacionados à produção dos produtos. As ocorrências foram comunicadas à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e as suspensões de comercialização, distribuição e uso foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU).
Quais remédios foram retirados de circulação?
A Cimed informou suspeitar de uma troca de cartuchos entre medicamentos usados no controle do colesterol;
Segundo a empresa, pacientes que acreditam estar tomando atorvastatina cálcica 40 mg podem, na prática, estar consumindo rosuvastatina cálcica 20 mg;
Foram recolhidos os lotes 2408006 da atorvastatina cálcica 40 mg e 2408078 da rosuvastatina cálcica 20 mg;
Os dois medicamentos são utilizados para reduzir os níveis de colesterol LDL, conhecido como colesterol ruim, e triglicerídeos no sangue. Também contribuem para elevar o HDL, chamado de colesterol bom, e são prescritos para prevenir doenças cardiovasculares, como infartos e AVCs;
Embora as duas substâncias pertençam à mesma classe de medicamentos, as estatinas, elas possuem doses e indicações diferentes de acordo com o perfil de cada paciente.
A troca pode representar risco porque cada medicamento é prescrito de forma individualizada. A dose adequada depende do histórico clínico do paciente, de outros medicamentos utilizados e do nível de colesterol que precisa ser controlado.
Medicamentos da Cimed combatem o colesterol – Imagem: Olivier Le Moal/iStock
Já a Hypofarma anunciou o recolhimento do lote 25091566 do fosfato dissódico de dexametasona 4 mg/ml, um corticoide injetável comercializado em caixas com 50 ampolas;
De acordo com a empresa, foi identificada turvação da solução quando o medicamento é diluído em associação a determinados outros remédios;
A Hypofarma afirmou que o recolhimento está restrito ao lote mencionado e que acompanha o caso junto às autoridades sanitárias.
O fosfato dissódico de dexametasona é um corticoide sintético utilizado no tratamento de condições inflamatórias severas, distúrbios alérgicos e doenças autoimunes. O medicamento também é indicado para casos de edema, incluindo edema cerebral em algumas condições neurológicas, além de distúrbios endócrinos.
Em nota, a Hypofarma afirmou que “a medida demonstra o compromisso histórico da empresa com a segurança dos pacientes, a transparência de seus processos e o rigor dos controles de qualidade”.
As empresas orientam consumidores que tenham adquirido qualquer um dos medicamentos afetados a interromper o uso e entrar em contato com os serviços de atendimento ao consumidor (SAC) para obter informações sobre o recolhimento e a devolução dos produtos.
A Rússia lançou drones, ataques aéreos e bombardeios contra a Ucrânia durante a noite, atingindo cidades como Odessa, no sul, e Dnipro, no sudeste, matando uma pessoa e ferindo mais de 30, disseram autoridades ucranianas nesta segunda-feira (18).
Drones atingiram prédios residenciais, uma escola e um jardim de infância no importante porto de exportação do Mar Negro, Odessa, disse Serhiy Lysak, chefe da administração militar local, no Telegram.
Em um ataque separado, a Rússia atingiu a cidade de Dnipro, no sudeste da Ucrânia, com mísseis, ferindo 18 pessoas, entre elas duas crianças, uma menina de dois anos e um menino de 10, disse o governador regional Oleksandr Hanzha no Telegram.
Na região sudeste de Zaporizhzhia, três pessoas ficaram feridas após os ataques ocorridos durante a noite, acrescentou o governador regional, Ivan Fedorov, no Telegram.
Ataques na região sul de Kherson deixaram uma pessoa morta e nove feridas, disse o governador regional Oleksandr Prokudin no Telegram.
Na Rússia, drones foram abatidos durante a noite sobre regiões como Rostov e Belgorod, no sul do país, informou a agência de notícias Interfax, citando o Ministério da Defesa.
Pelo menos quatro pessoas morreram durante o fim de semana, três delas na região de Moscou, depois que a Ucrânia lançou o maior ataque com drones contra a capital russa em mais de um ano, disseram autoridades no domingo (17).
A 16ª rodada do Campeonato Brasileiro terminou com mudanças importantes na tabela, pressão aumentando sobre alguns gigantes e a presença de Carlo Ancelotti no Brasil às vésperas da convocação para a Copa do Mundo de 2026. O treinador italiano fará nesta segunda-feira (18), no Museu do Amanhã, a leitura dos 26 jogadores selecionados para o Mundial.
O Palmeiras empatou por 1 a 1 com o Cruzeiro na Arena Barueri e chegou ao terceiro jogo seguido sem vitória no Brasileirão. Mesmo assim, o Verdão segue na liderança com 35 pontos.
Arroyo abriu o placar para a Raposa em um golaço de fora da área, mas Felipe Anderson respondeu pouco depois, também marcando um belo gol. O resultado mantém o Cruzeiro no meio da tabela, agora em 13º lugar, com 20 pontos.
A diferença para o Flamengo está em quatro pontos, justamente antes do confronto direto entre os dois times na próxima rodada, no Maracanã.
Ancelotti acompanha empate do Flamengo
O Flamengo foi até Curitiba e empatou por 1 a 1 com o Athletico-PR em uma partida acompanhada de perto por Carlo Ancelotti na Arena da Baixada.
Mendoza abriu o placar após falha de Rossi, mas Pedro salvou o Rubro-Negro no fim do segundo tempo. Danilo ainda foi expulso nos minutos finais.
O empate mantém o Flamengo na vice-liderança, com 31 pontos, enquanto o Athletico aparece em quinto, com 24.
Fluminense vence confronto direto e encosta na ponta
Quem aproveitou os tropeços foi o Fluminense. O Tricolor bateu o São Paulo por 2 a 1 no Maracanã e chegou aos 30 pontos, diminuindo a distância para os líderes.
John Kennedy e Canobbio marcaram para os cariocas, enquanto Matheus Dória descontou para o São Paulo. O time paulista caiu para a quarta posição, estacionado nos 24 pontos.
Corinthians entra no Z4
A situação mais delicada da rodada ficou para o Corinthians. O Timão perdeu por 3 a 1 para o Botafogo no Nilton Santos e entrou na zona de rebaixamento pelos critérios de desempate.
Arthur Cabral foi o nome da partida com um hat-trick para o Glorioso. Rodrigo Garro marcou o único gol corintiano.
Com o resultado, o Corinthians caiu para a 17ª posição, com 18 pontos, enquanto o Botafogo subiu para nono, com 21.
Coritiba atropela Santos em jogo marcado por confusão com Neymar
O Coritiba fez um dos resultados mais impactantes da rodada ao vencer o Santos por 3 a 0. Breno Lopes marcou duas vezes, e Josué completou o placar.
A partida ficou marcada pela confusão envolvendo Neymar, que chegou a ser substituído por engano pela arbitragem antes da troca ser corrigida. Irritado, o camisa 10 chamou o episódio de “uma vergonha”.
O resultado levou o Coxa ao sétimo lugar, com 23 pontos, enquanto o Santos permaneceu próximo da zona de rebaixamento, em 16º, com 18.
Inter goleia, Atlético-MG sobe e Bragantino entra no G6
No Beira-Rio, o Internacional atropelou o Vasco por 4 a 1 com grande atuação de Carbonero e Bernabei. O Colorado chegou aos 21 pontos e subiu para a 11ª posição. Já o Vasco caiu para 12º.
Quem também subiu foi o Atlético-MG. O Galo venceu o Mirassol por 3 a 1 na Arena MRV e saltou para a décima colocação, também com 21 pontos. O Mirassol segue no Z4, em 19º.
O Red Bull Bragantino venceu o Vitória por 2 a 0 em Bragança Paulista, em partida marcada por um gol de pênalti do goleiro Tiago Volpi. O Massa Bruta entrou no G6 e agora ocupa a sexta colocação, com 23 pontos.
O Bahia empatou por 1 a 1 com o Grêmio na Arena Fonte Nova e chegou a sete jogos sem vitória. A torcida protestou contra o momento da equipe durante a partida. Mesmo sem vencer fora de casa, o Tricolor Gaúcho deixou a zona de rebaixamento com o empate e aparece em 15º, com 18 pontos. O Bahia é o oitavo colocado, com 23.
Na parte de baixo da tabela, o Remo venceu a Chapecoense por 3 a 2 na Arena Condá em confronto direto contra o rebaixamento. O time paraense chegou aos 15 pontos, mas segue na vice-lanterna. Já a Chape terminou a rodada na última posição, com apenas nove pontos.
O UFC confirmou neste sábado (16) o aguardado retorno de Conor McGregor ao octógono. Fora da organização desde 2021, o irlandês enfrentará Max Holloway na luta principal do UFC 329, marcado para 11 de julho, em Las Vegas, nos Estados Unidos. O combate será disputado na categoria meio-médio durante a tradicional International Fight Week.
A volta de McGregor encerra um hiato de quase cinco anos sem atuar no Ultimate. Sua última aparição aconteceu em julho de 2021, quando sofreu derrota para Dustin Poirier no UFC 264, em luta que terminou com grave lesão na perna esquerda do irlandês. Desde então, o ex-campeão esteve distante das competições e acumulou episódios polêmicos fora do esporte, incluindo uma condenação por agressão sexual.
O duelo contra Holloway marcará uma revanche histórica no UFC. O primeiro encontro entre os dois ocorreu em agosto de 2013, ainda no início da trajetória de McGregor na organização. Na ocasião, o irlandês venceu por decisão unânime em combate válido pelo peso leve. Aquela foi apenas a segunda luta de “The Notorious” no Ultimate.
McGregor construiu uma das carreiras mais marcantes da história recente do UFC. Entre 2013 e 2018, o lutador emplacou sete vitórias consecutivas em suas primeiras apresentações na companhia, incluindo o nocaute sobre José Aldo em 2015, que lhe garantiu o cinturão dos penas em apenas 13 segundos, sendo até hoje o nocaute mais rápido em disputas de título na organização.
No ano seguinte, o irlandês derrotou Eddie Alvarez e se tornou o primeiro atleta da história do UFC a conquistar simultaneamente dois cinturões em categorias diferentes, acumulando os títulos dos pesos pena e leve.
Antes disso, McGregor também protagonizou duas lutas de grande repercussão contra Nate Diaz no peso meio-médio, com uma derrota e uma vitória na rivalidade.
Agora, aos 37 anos, o irlandês retorna ao principal palco do MMA mundial tentando recuperar espaço em uma divisão diferente daquela em que construiu seus maiores feitos, diante de Holloway, ex-campeão dos penas e um dos nomes mais populares da organização.
A cantora Shakira, 49, falou pela primeira vez sobre a internação do pai, William Mebarak Chadid, 94, pouco antes de subir ao palco em Copacabana, no Rio de Janeiro, em 2 de maio. À imprensa colombiana, na última sexta-feira (15), a artista comentou sobre o momento difícil que enfrentou, apesar do show histórico que fez.
“Foi um pouco difícil fazer um show nessas condições, porque eu sabia que meu pai estava um pouco doente naquele dia“, declarou a famosa, em entrevista à emissora Notícias Caracol. “Mas consegui fazer o show, e consegui pelo público que estava ali presente, me dando toda a força”, seguiu.
O show de Shakira atrasou cerca de uma hora e meia no Brasil. Na transmissão feita pela TV Globo, as apresentadoras Ana Clara Lima e Kenya Sade afirmaram que o problema estava relacionado a questões pessoais, segundo informações dadas pela própria equipe da colombiana.
A notícia de que William teve uma isquemia, uma espécie de derrame, veio por meio da imprensa da Colômbia no dia seguinte. O empresário ficou na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) por 24 horas e depois foi transferido para um quarto. Ele seguiu com o tratamento em casa.
No Instagram, sem detalhar, Shakira agradeceu o apoio do público que a assistiu em Copacabana, apesar de ter passado por dificuldades. “Mesmo que o dia tenha sido difícil para muitos de nós, fomos celebrar a vida do jeito que ela é, com seus acertos e imperfeições”, declarou ela.
Shakira sobre o show em Copacabana para “Notícias Caracol”: “Foi um pouco difícil fazer um show nessas condições, porque meu pai estava um pouco doente naquele dia, mas consegui pelo público que estava lá me dando toda a força”. pic.twitter.com/D5asSRZcV5
O capítulo final de “Três Graças”, veiculado nesta sexta-feira (15), apresentou o desfecho para a trama com o casamento de Gerluce (Sophie Charlotte), o resgate da bebê Ana Maria após mais um sequestro e a prisão de Santiago Ferette (Murilo Benício) e Samira (Fernanda Vasconcellos).
O público, que já estava ansioso para conferir o final da novela, reagiu nas redes sociais aos desfechos da produção dos autores Aguinaldo Silva, Virgílio Silva e Zé Dassilva.
Uma das cenas icônicos foi ver a personagem Samira (Fernanda Vasconcellos) fazendo referência à Nazaré Tedesco, de “Senhora do Destino” (2004):
Gag de la gag! Samira fazendo cosplay de Nazaré Tedesco, de “Senhora do Destino”. Coisas que só Aguinaldo Silva consegue proporcionar em #TrêsGraças. pic.twitter.com/Jjm5UzOlEJ
Pesquisadoras do Instituto Oceanográfico (IO) da Universidade de São Paulo (USP) identificaram uma nova espécie de arqueia em um vulcão ativo na Antártida.
O microrganismo unicelular da família Pyrodictiaceae foi encontrado em uma fumarola da Ilha Deception, local onde gases quentes de origem vulcânica escapam do solo em temperaturas que ultrapassam os 100°C, apesar de o ambiente ao redor ser cercado por gelo e neve.
O material genético da arqueia foi recuperado a partir de amostras coletadas em sedimentos da fumarola e, posteriormente, analisado por meio de ferramentas de sequenciamento e reconstrução genômica. A partir desse trabalho, a equipe conseguiu identificar características ligadas à sobrevivência do organismo em condições extremas.
A professora Amanda Bendia, do IO, atua na área de ecologia e evolução microbiana em ambientes marinhos extremos, com foco em oceano profundo e Antártida. Em 2014, ela participou de uma expedição científica do Programa Antártico Brasileiro a bordo do Navio Polar Almirante Maximiano, ocasião em que as amostras foram coletadas na Ilha Deception.
Na época, Bendia era doutoranda no IO e era orientada pela professora Vivian Pellizari, considerada pioneira no Brasil nos estudos de microrganismos que vivem em condições extremas. Anos depois, o material genético sequenciado voltou a ser analisado e revelou um novo gênero e espécie de arqueia da família Pyrodictiaceae. A nova espécie recebeu o nome de Pyroantarcticum pellizari, em homenagem à Pellizari.
Também participaram do estudo Ana Carolina Butarelli, doutoranda em microbiologia pelo Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP e pesquisadora do Laboratório de Ecologia Microbiana (Lecom) do IO, e Francielli Vilela Peres, pós-doutoranda em Oceanografia Biológica no instituto.
Expedição realizada em 2014 no Navio Polar Almirante Maximiano levou pesquisadores brasileiros até a Antártida – Imagem: Arquivo pessoal
Reconstrução genética permitiu descoberta
A identificação do microrganismo foi possível por meio da técnica de montagem de metagenome-assembled genome (Mags);
O método permite reconstruir genomas a partir de dados de sequenciamento obtidos diretamente de amostras ambientais, sem necessidade de cultivo prévio em laboratório;
Segundo as pesquisadoras, a técnica é especialmente importante para organismos hipertermófilos, capazes de sobreviver em temperaturas acima de 60°C e que frequentemente não conseguem ser cultivados em laboratório;
“Cada organismo presente na amostra tem um genoma, e muitas vezes temos milhões de microrganismos no material. Então, imagine ter que segmentar e sequenciar o DNA para reconstruir o genoma desses seres”, explicou Butarelli ao Jornal da USP;
O domínio Archaea reúne microrganismos unicelulares procariontes, sem núcleo celular, semelhantes morfologicamente às bactérias, mas geneticamente e bioquimicamente distintos tanto delas quanto dos eucariontes, grupo que inclui animais, plantas, fungos e algas.
A consolidação do sistema de classificação em três domínios — Bacteria, Archaea e Eukarya — ocorreu apenas na década de 1990. Por isso, as descobertas relacionadas às arqueias ainda são relativamente recentes. “A todo tempo estamos descobrindo algo novo sobre as arqueias. A Pyrodictiaceae, por exemplo, foi descoberta há cerca de dez anos”, afirmou Butarelli.
Vulcão da Ilha Deception favorece organismos hipertermófilos
Atualmente, a Antártida possui quatro vulcões ativos, sendo três no continente e um na Ilha Deception. Segundo as pesquisadoras, os vulcões localizados no continente atingem temperaturas de até 65°C, condição considerada insuficiente para selecionar arqueias hipertermófilas.
Já as fumarolas da Ilha Deception ultrapassam os 100°C, criando condições adequadas para a sobrevivência desses microrganismos.
Antes da descoberta da Pyroantarcticum pellizari, outro grupo de arqueias hipertermófilas já havia sido identificado em fumarolas antárticas por pesquisadores estrangeiros. No entanto, organismos do gênero Pyrodictium, pertencentes à família Pyrodictiaceae, eram encontrados principalmente em fontes hidrotermais do oceano profundo.
Bendia explicou que essas fontes hidrotermais podem atingir temperaturas superiores a 400°C e oferecem elementos químicos essenciais para a manutenção da vida microbiana. Ao mesmo tempo, a água ao redor permanece em torno de 4°C, característica típica de regiões profundas do oceano.
Segundo a pesquisadora, essas diferenças de temperatura e pressão indicam a capacidade de sobrevivência em ambientes extremos e levantam hipóteses sobre mecanismos biológicos capazes de permitir a adaptação a condições tão contrastantes.
Inicialmente, as cientistas acreditavam que o microrganismo encontrado pertencia ao mesmo gênero das arqueias conhecidas em fontes hidrotermais marinhas profundas. No entanto, a arqueia identificada vive em uma fumarola de superfície, em ambiente polar e sob condições atmosféricas diferentes.
Pesquisa científica na Antártida é fundamental para o entendimento do clima global, atuando como um laboratório natural para estudos de mudanças climáticas, biodiversidade e astronomia – Imagem: Amanda Bendia e outros autores/Academia Brasileira de Ciências
Genoma revelou mecanismos de adaptação do microrganismo
Para classificar um novo gênero e espécie, as pesquisadoras utilizaram protocolos que envolvem análises de filogenia, adaptações moleculares, genômica comparativa e funções biológicas desempenhadas pelos organismos.
Como os microrganismos não podem ser cultivados em laboratório, devido à dificuldade de reproduzir artificialmente as condições extremas em que vivem, a obtenção de um genoma de alta qualidade se tornou fundamental. Segundo o estudo, o material analisado apresentou menos de 10% de contaminação.
A análise genética permitiu identificar relações de parentesco entre organismos e também inferir atividades metabólicas e possíveis comportamentos.
“Quando acessamos o genoma, temos acesso a uma foto do material genético, só que não sabemos se aquele organismo está realmente transcrevendo e traduzindo aquele material para produzir uma proteína. Porém, nós podemos inferir que ele tem essa habilidade, já que aquele gene está dentro do seu genoma”, explicou Butarelli.
As pesquisadoras também identificaram proteínas relacionadas à adaptação ao calor extremo. Entre elas está a girase reversa, proteína capaz de impedir que o DNA se desnature em altas temperaturas, característica considerada comum em arqueias hipertermófilas.
A análise dos genes exclusivos do genoma revelou ainda mecanismos relacionados à ciclagem de enxofre e nitrogênio, além de estruturas como cânulas e sistemas de resistência ao estresse.
Segundo o estudo, essas características apontam para estratégias de sobrevivência associadas à disponibilidade transitória de energia, ao estresse provocado por metais e às interações entre microrganismos presentes nos sedimentos.
As cientistas destacaram que o genoma obtido oferece informações relevantes sobre o potencial da vida microbiana em ambientes extremos, tema considerado importante para pesquisas em astrobiologia, bioprospecção microbiana e estudos sobre mudanças climáticas em ecossistemas polares.
“Ao tratar de um organismo que não é muito estudado, ou no nosso caso, um gênero e uma espécie nova, ter o genoma completo implica diretamente na quantidade de informações sobre esse organismo. Então, a taxa de 97% de pureza no genoma é um caminho importante para divulgar a descoberta em todo o mundo, além de contribuir com os bancos de dados científicos”, afirmou Peres.
Nova espécie pertence a um dos grupos de seres vivos mais primitivos do planeta, conhecidos por viverem em ambientes extremos há bilhões de anos – Imagem: Amanda Bendia/Acervo pessoal
Desafios científicos e próximos passos
Segundo as pesquisadoras, recuperar o DNA da amostra levou aproximadamente um ano de trabalho. Além das dificuldades logísticas de pesquisa na Ilha Deception, a equipe enfrentou obstáculos relacionados à escassez de estudos disponíveis sobre esses microrganismos.
A análise laboratorial e computacional também exigiu ampla infraestrutura da universidade e conhecimento técnico especializado. “Apesar de parecer muito glamuroso, legal e incrível nosso trabalho, também existe a parte complexa de ser cientista. Estudar um organismo que ninguém conhece é um enorme desafio”, ressaltou Araújo.
A espécie Pyroantarcticum pellizari foi submetida ao registro oficial do SeqCode, sistema internacional de nomenclatura para Archaea e Bacteria baseado em informações genéticas. O nome já foi oficialmente reconhecido.
As pesquisadoras pretendem retornar futuramente à Ilha Deception para realizar novas coletas na fumarola e tentar cultivar a espécie em laboratório.
O estudo, intitulado Hot life in Antarctica: a novel metabolically versatile Pyrodictiaceae genus thriving at a volcanic–cryosphere–marine interface, foi publicado na revista científica ISME Communications.
O presidente chinês, Xi Jinping, tem um encontro marcado com o presidente dos EUA, Donald Trump, nesta quinta-feira (14), em Zhongnanhai, a sede oficial do governo chinês em Pequim.
Apenas alguns de líderes americanos já pisaram no local altamente protegido – sobre a qual pouco se revela publicamente.
Zhongnanhai é um complexo de seis milhões de metros quadrados, com pavilhões e templos reaproveitados, onde os imperadores chineses costumavam desfrutar de suas refeições e momentos de lazer – e que agora também abriga escritórios modernos e cinzentos.
Como sede do poder, Zhongnanhai é frequentemente considerado o equivalente chinês à Casa Branca ou ao Kremlin. A segurança é extremamente rígida, com o acesso ao complexo supervisionado por uma unidade militar de elite responsável pela segurança pessoal dos principais líderes do Partido Comunista. O próprio complexo fica escondido da vista por grandes muros perimetrais – e imagens digitais são restritas nas principais plataformas de mapas nacionais.
Zhongnanhai também é sinônimo da elite do Partido Comunista Chinês. Durante décadas, serviu como principal local de encontro do Politburo, a autoridade decisória do partido, e ocasionalmente abriga o Comitê Permanente, o círculo de liderança do órgão composto por sete homens (ainda não houve uma mulher no Comitê Permanente).
O ex-presidente dos EUA, Richard Nixon, encontrou-se com o presidente Mao Tsé-Tung em Zhongnanhai durante sua histórica viagem a Pequim em 1972 – a primeira vez que um presidente americano visitou a China.
Trinta anos depois, em uma viagem amplamente divulgada como uma celebração do aniversário da visita de Nixon e do progresso alcançado desde então nas relações entre EUA e China, o presidente George W. Bush também visitou Zhongnanhai, acompanhado pelo então presidente chinês Jiang Zemin.
O ex-presidente dos EUA, George W. Bush, se reúne com o primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, no Complexo Zhongnanhai, em Pequim, China, em 2008 • Jason Lee – Pool/Getty Images
O último presidente dos EUA a visitar Zhongnanhai foi Barack Obama, que se encontrou com o líder chinês Xi Jinping lá em 2014. Os dois líderes passaram algum tempo no complexo, jantando e tomando chá em um dos pavilhões de Zhongnanhai.