Canal Sabedoria Infinita

16 junho 2026

Canobbio reage com otimismo após empate do Uruguai: “Copo meio cheio”

Na estreia na Copa do Mundo de 2026, o Uruguai ficou no empate por 1 a 1 com a Arábia Saudita nesta segunda-feira (15), pelo Grupo H da competição. A Celeste saiu atrás do placar e buscou a igualdade, o que, para Canobbio, é motivo para ver o copo meio cheio.

O atacante do Fluminense entrou no segundo tempo e ajudou a dar mais intensidade e perigo ao time uruguaio. Para ele, foi importante deixar a mensagem de que a equipe não desistiu da partida.

“A vida tem que ser assim, de ver o copo meio cheio. A estreia, no início os times se analisando, tomamos o gol, mas no segundo tempo demonstramos intensidade e qualidade. A imagem que queremos passar é a do segundo tempo, com capacidade de virar o jogo. Não deu, mas o copo meio cheio é o que deixamos no final”, disse à CazéTV.

No Grupo H, o resultado não foi a única surpresa do dia. Mais cedo, a Espanha, uma das favoritas ao título, empatou sem gols com Cabo Verde, que disputa sua primeira Copa do Mundo.

Diante do cenário de partidas equilibradas e sem amplo domínio das seleções apontadas como favoritas, Canobbio reforçou a importância da tradicional entrega uruguaia.

“Hoje estava falando com o meu pai que a Copa é muito parelha, o nível é alto e não tem time de nível baixo, tudo muito intenso. Sabemos disso. Na história do Uruguai, nunca subestimamos ninguém. Essa é a nossa característica e vamos tentar até o final. É um grupo muito parelho, igual toda a Copa é”, afirmou.

Com o empate quádruplo no Grupo H, todas as seleções somam um ponto após a primeira rodada. O Uruguai lidera pelos critérios de desempate, já que não recebeu cartões amarelos, enquanto a Arábia Saudita foi advertida uma vez. Além disso, uruguaios e sauditas levam vantagem sobre espanhóis e cabo-verdianos por terem marcado um gol.

Na próxima rodada, no domingo (21), o Uruguai enfrenta Cabo Verde. Já na última rodada da fase de grupos, a Celeste terá pela frente a Espanha, no dia 26 de junho.

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NASA revela módulo lunar gigante que ajudará a construir futura base permanente na Lua

O próximo módulo lunar robótico a ser lançado em direção à Lua foi apresentado nesta segunda-feira (15) pela empresa Astrobotic, sediada em Pittsburgh (EUA). A NASA escolheu o veículo Griffin da Astrobotic para ser o módulo de pouso de sua missão Moon Base 2, parte da primeira fase dos esforços da agência para estabelecer um posto avançado lunar permanente.

A Astrobotic mira o final de 2026 para lançar a Griffin Mission One (Griffin-1), que decolará a bordo de um foguete Falcon Heavy da SpaceX. O módulo está contratado para entregar diversas demonstrações de pesquisa e tecnologia à superfície da Lua como parte do programa Commercial Lunar Payload Services (CLPS) da NASA, incluindo o rover Flex Lunar Innovation Platform (FLIP) da empresa californiana Astrolab.

“Este é o primeiro módulo lunar de classe infraestrutura indo à superfície da Lua”, disse o CEO da Astrobotic, John Thornton, durante o evento de apresentação. “Este módulo será parte da pedra angular da construção da base lunar na superfície da Lua, então estou muito empolgado por ele estar aqui hoje e por desejar boas viagens enquanto segue para o JPL [Laboratório de Propulsão a Jato da NASA] para testes ambientais.”

Integração e testes da NASA

A integração na sede da empresa deve ser concluída esta semana, com várias cargas já incorporadas ao módulo. Essas cargas incluem o próprio CubeRover BEACON da Astrobotic, em coordenação com a Mission Control Space Services, e o LandCam-X da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês), projetado para ajudar a melhorar a precisão e a confiabilidade dos pousos lunares em missões futuras.

O Griffin-1 está programado para ser transportado ao JPL, na Califórnia (EUA), na próxima semana para testes ambientais, antes de sua entrega à Flórida (EUA) nos próximos meses, onde o rover FLIP será integrado ao módulo antes do lançamento.

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Módulo lunar da Astrobotic em preparação
Griffin-1 está programado para ser transportado ao JPL, na Califórnia (EUA), na próxima semana para testes ambientais, antes de sua entrega à Flórida (EUA) nos próximos meses – Imagem: Divulgação/Astrobotic

Segunda missão lunar da Astrobotic

  • A missão será a segunda da Astrobotic com destino à Lua, após a estreia do menor módulo lunar Peregrine da empresa em janeiro de 2024;
  • O Peregrine sofreu um vazamento de propelente logo após ser implantado no espaço, no entanto, e nunca chegou ao seu destino;
  • Além de ser o primeiro módulo da empresa, a Peregrine Mission One foi o primeiro voo CLPS da NASA;
  • Por meio do CLPS, a NASA faz parcerias com empresas comerciais para fornecer módulos lunares que entregam demonstrações de tecnologia e outras cargas à superfície da Lua;
  • O programa visa apoiar o programa Artemis da NASA, por meio do qual a agência planeja estabelecer uma base lunar e, eventualmente, uma presença humana sustentada na superfície.

Maior que o Peregrine

O Griffin é consideravelmente maior que o Peregrine. Embora ambos os módulos tenham cerca de 1,8 metro de altura, o Griffin é quase duas vezes mais largo, medindo cerca de 4,5 metros de largura. A Astrobotic anuncia a capacidade de carga do grande módulo para a superfície lunar em 625 kg, com um custo de US$ 1,2 milhão (R$ 6 milhões) por quilograma.

No total, o Griffin-1 levará dez cargas de seis nações diferentes, com quatro cargas adicionais da NASA a bordo do FLIP.

Algumas das menores cargas no módulo Griffin incluem uma placa da Nippon Travel Agency, com mensagens coletadas de crianças no Japão para enviar à Lua; a Galactic Library to Preserve Humanity da Nanofiche, que carrega um repositório super miniaturizado de literatura e arte; e uma cápsula MoonBox que entregará itens de todo o mundo enviados à empresa sediada em Tóquio (Japão) em cartões micro SD.

“Então, isso vai estar repleto de ciência e dados interessantes que vão voltar da Lua, e algumas das melhores imagens que já vimos voltando da superfície”, disse Thornton.

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15 junho 2026

Costa do Marfim quebra tabu contra sul-americanos em Copas; entenda

A vitória da Costa do Marfim por 1 a 0 sobre o Equador, neste domingo (14), pela primeira rodada do Grupo E da Copa do Mundo de 2026, teve um significado especial para os marfinenses. Além de colocar a seleção africana em boa posição na luta por uma vaga nas oitavas de final, o resultado encerrou um tabu que acompanhava a equipe desde sua estreia em Mundiais.

Até então, a Costa do Marfim nunca havia vencido uma seleção sul-americana em Copas do Mundo. A curiosidade ganha ainda mais destaque pelo fato de que os marfinenses enfrentaram ao menos um adversário da América do Sul em todas as suas participações no torneio.

Esta é a quarta participação da Costa do Marfim em Mundiais. A seleção disputou as edições de 2006, 2010, 2014 e agora 2026. Nas três primeiras aparições, acabou eliminada ainda na fase de grupos.

Na Copa do Mundo de 2006, na Alemanha, a chamada “geração de ouro” liderada por Didier Drogba, Yaya Touré e Kolo Touré caiu em um dos grupos mais difíceis do torneio. A estreia foi com derrota por 2 a 1 para a Argentina. Hernán Crespo e Javier Saviola marcaram para os argentinos, enquanto Drogba anotou o primeiro gol da história da Costa do Marfim em Copas do Mundo.

Na sequência, os marfinenses perderam por 2 a 1 para a Holanda e encerraram a campanha com vitória por 3 a 2 sobre Sérvia e Montenegro. Mesmo assim, terminaram fora da zona de classificação.

Em 2010, na África do Sul, a Costa do Marfim voltou a integrar um grupo complicado. A equipe empatou sem gols com Portugal na estreia, mas acabou derrotada por 3 a 1 pelo Brasil. Luís Fabiano, duas vezes, e Elano marcaram para a Seleção Brasileira, enquanto Didier Drogba descontou para os africanos. Na última rodada, a vitória por 3 a 0 sobre a Coreia do Norte não foi suficiente para evitar a eliminação.

Quatro anos depois, no Mundial disputado no Brasil, a história voltou a se repetir. A Costa do Marfim estreou com vitória de virada por 2 a 1 sobre o Japão, mas sofreu derrota por 2 a 1 para a Colômbia na segunda rodada. James Rodríguez e Juan Fernando Quintero marcaram para os colombianos, enquanto Gervinho descontou para os marfinenses.

Precisando apenas de um empate para avançar às oitavas de final, a seleção africana acabou derrotada por 2 a 1 pela Grécia na rodada decisiva e se despediu da competição ainda na fase de grupos.

Dessa forma, antes do duelo contra o Equador, a Costa do Marfim acumulava três derrotas em três confrontos contra seleções sul-americanas em Copas do Mundo: Argentina, Brasil e Colômbia.

O cenário mudou neste domingo. Com a vitória sobre os equatorianos, os marfinenses conquistaram seu primeiro triunfo diante de uma equipe da América do Sul em Mundiais.

Somando três pontos na tabela do Grupo E, a seleção comandada pelo técnico Emerse Faé aparece na segunda colocação, atrás da Alemanha, que lidera com vantagem no saldo de gols. O confronto da segunda rodada será justamente contra a equipe europeia, no sábado (20), em Toronto.

Pesquisa: cresce o número de torcedores que acreditam no hexa



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14 junho 2026

Escócia segura pressão do Haiti e vence na estreia da Copa do Mundo

A Escócia venceu o Haiti por 1 a 0 neste sábado (13), em Boston, e largou na frente no Grupo C da Copa do Mundo de 2026. O único gol da partida foi marcado pelo meio-campista John McGinn. VEJA OS MELHORES MOMENTOS:

Com os três pontos, a seleção escocesa assume a liderança da chave. Brasil e Marrocos somam um ponto cada após empatarem por 1 a 1 na estreia, enquanto o Haiti fecha o grupo sem pontuar.

A partida

A Escócia começou com mais posse de bola nos primeiros minutos e tentou o primeiro ataque da partida, mas parou na defesa do Haiti.

Aos nove minutos, os haitianos responderam com perigo. Providence iniciou um contra-ataque após roubar a bola de Hickey e avançou pela esquerda. Ele cruzou para a área, mas Deedson não conseguiu dominar e desperdiçou uma boa oportunidade.

A Escócia reagiu aos 16 minutos em uma jogada construída por Doak e McTominay. O meia finalizou na trave e quase abriu o placar.

Quando o Haiti começava a crescer na partida, os escoceses saíram na frente. Aos 27 minutos, Adams foi lançado pela direita, fez uma tabela e finalizou para defesa de Placide. No rebote, John McGinn chutou e contou com um desvio de Bellegarde para balançar as redes. Pouco depois, a equipe assustou com um desvio de cabeça de Shankland, aos 31.

O Haiti não se abalou e voltou a levar perigo aos 33 minutos, em uma finalização após rebote de Isidor. Três minutos depois, Pierrot fez boa jogada dentro da área e serviu Providence, mas Hickey fez o corte. Embalado pela torcida, o Haiti manteve a pressão e buscou o empate até o intervalo, mas a Escócia foi para o vestiário em vantagem por 1 a 0.

Na segunda etapa, a Escócia criou a primeira boa oportunidade aos nove minutos. Adams cruzou para a área e Shankland tentou alcançar a bola, mas não conseguiu. Na sobra, Doak finalizou, mas a defesa haitiana afastou o perigo.

Após um primeiro tempo intenso e bastante disputado, o ritmo da partida diminuiu. As duas equipes passaram a sentir o desgaste físico, e o jogo perdeu intensidade.

Aos 27 minutos, a emoção voltou ao gramado com uma boa jogada da Escócia. Hickey encontrou McGinn livre na área, mas o meia dominou e finalizou para fora.

No lance seguinte, foi a vez do Haiti. Providence arriscou um chute cruzado, e Isidor quase conseguiu completar para o gol. A bola passou rente à trave.

Aos 32 minutos, Bellegarde bateu forte da entrada da área, mas a zaga adversária bloqueou a finalização. Na sobra, Providence tentou concluir a jogada, mas também foi travado pela defesa.

O estádio foi ao delírio aos 38 minutos. Após cruzamento para a área, Pierrot subiu para cabecear e mandou para fora, desperdiçando uma grande chance de empatar a partida. O atacante voltou a levar perigo nos acréscimos, mas sem sucesso.

Apesar da pressão nos minutos finais, o Haiti não conseguiu igualar o marcador. A Escócia administrou a vantagem até o apito final e garantiu os três pontos na estreia da Copa do Mundo.

Segunda rodada do Grupo C

O próximo compromisso do Haiti será diante da Seleção Brasileira, na quinta-feira (19), às 21h30, no Estádio da Filadélfia. No mesmo dia, a Escócia enfrenta o Marrocos, às 19h, em Boston.

O grupo se encerra em 24 de junho, com dois jogos simultâneos: Brasil x Escócia e Marrocos x Haiti. Veja informações sobre os dois jogos.

Veja o ranking das seleções mais “desgastadas” para a Copa do Mundo



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Brasil está invicto em estreias de Copa do Mundo há quase 100 anos

A Seleção Brasileira sustenta uma marca há quase 100 anos em Copas do Mundo: a invencibilidade nas estreias. Desde 1934, no Mundial realizado na Itália, a Amarelinha não é derrotada no seu primeiro jogo.

A única seleção a participar de todas as edições do Mundial tem, aliás, apenas duas marcas negativas na estreia em toda a história. Em 1930, também perdeu para a Ioguslávia por 2 a 1 no Uruguai.

Desde então, os números impressionam. São 17 vitórias e agora, quatro empates, 21 edições seguidas sem grandes problemas no primeiro passo.

Vini Jr mantém outra tradição

O Brasil soma outras marcas positivas nos Mundiais. Em toda a história, o Brasil, única seleção a participar de todas as Copas do Mundo, só não marcou na estreia da edição de 1974, quando empatou sem gols com a Iugoslávia.

Desde então, a Seleção Brasileira sempre marca em suas estreias na principal competição de futebol do planeta.

Vini Jr. ainda se juntou a nomes como Pelé, Romário e Reinaldo, responsáveis por abrir o placar do Brasil em outras edições de Copa. Clique e confira a lista.

Próximos jogos da Seleção Brasileira

Após o empate na estreia, o Brasil volta a campo pelo grupo C da Copa do Mundo na próxima sexta-feira (19), às 21h30 (de Brasília), quando enfrenta o Haiti na Filadélfia.

A Seleção fecha a fase de grupos em 24 de junho, uma quarta-feira, às 19h, em Miami.

O outro jogo da primeira rodada do grupo C será realizado ainda neste sábado, às 22h, entre Haiti e Escócia. Caso a partida tenha um vencedor, ele será o líder do grupo.

Ex-Seleção declara torcida por outro país na Copa e motivo chama atenção



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13 junho 2026

Todas as camisas do Brasil em Copas do Mundo; relembre

A Seleção Brasileira não chama atenção apenas pelos títulos e craques. Ao longo da história das Copas do Mundo, os uniformes usados pelo Brasil também marcaram época e viraram símbolos de diferentes gerações do futebol mundial.

Da tradicional camisa amarela com detalhes verdes aos modelos azuis e brancos utilizados em partidas históricas, a seleção teve uniformes que ficaram eternizados por conquistas, derrotas traumáticas e atuações inesquecíveis.

O Brasil estreia contra o Marrocos neste sábado (13), às 19h, no estádio New York New Jersey, em jogo válido pela primeira rodada do Grupo C do Mundial. Veja, abaixo, todos os modelos desde a primeira copa do mundo, realizada em 1930.

Copa do Mundo de 1930 e 1934

Nas primeiras edições do torneio, disputados em Uruguai e Itália, o Brasil jogou de camisa branca, com detalhes em azul na gola.

A formação da Seleção Brasileira que conquistou a primeira vitória em Copas do Mundo • Álbum comemorativo da Copa do Mundo de 1930 da Associação Uruguaia de Futebol

Copa do Mundo de 1938

Para o torneio disputado na França, o Brasil manteve seu uniforme principal majoritariamente branco, com a inclusão de uma gola V com detalhes em azul.

Brasil derrotou a Polônia por 6 a 5, pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 1938, em Estrasburgo • Divulgação/X/@FIFAWorldCup

Copa do Mundo de 1550

Na edição que marcou a primeira Copa disputada no Brasil, a seleção usou um modelo similar ao dos primeiros anos, com a adição do escudo da CBD.

A seleção brasileira na copa de 1950 • Gamma-Keystone via Getty Images

Copa do Mundo de 1954

Após o trauma da final contra o Uruguai em 1950, o Brasil estreou em 54 a camisa amarela que se tornaria tão famosa. Com gola polo, a peça tinha detalhes em amarelo, como nos dias de hoje.

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Os capitães José Naranjo (à esquerda, 1926 – 2012), do México, e José Carlos Bauer (1925 – 2007), do Brasil, trocam flâmulas antes da partida de suas equipes pela fase de grupos da Copa do Mundo, em Genebra, Suíça, em 16 de junho de 1954 • Getty Images

Copa do Mundo de 1958 e 1966

Na Copa do primeiro título mundial da seleção, o uniforme foi similar ao usado em 1954, com a aplicação do emblema bordado. O mesmo uniforme foi usado oito anos depois, na Copa da Inglaterra.

A seleção brasileira de futebol posando com o troféu após a conquista da Copa do Mundo Fifa de 1958
A Seleção Brasileira posando com o troféu após a conquista da Copa do Mundo Fifa de 1958 • UPI/Bettmann Archive/Getty Images

Copa do Mundo de 1962

O modelo da camisa amarela teve suas primeiras grandes mudanças, com um design de gola diferente, e a opção por mangas longas durante o torneio, disputado no Chile.

Time do Brasil campeão da Copa do Mundo em 1962
Time do Brasil campeão da Copa do Mundo em 1962 • Foto: Allsport/Hulton

Copa do Mundo de 1970

Uma das seleções mais memoráveis da história do Brasil usou um uniforme igualmente memorável. A gola redonda e detalhe em verde da manga são referenciados até mesmo em modelos mais atuais.

Jairzinho
O atacante Jairzinho na vitória do Brasil sobre a Itália na Copa de 1970 • Foto: Reprodução/FIFA

Copa do Mundo de 1974

Modelo similar ao de 1970, com a adição de três estrelas, referentes aos tricampeonato.

Brasil e Zaire se enfrentaram pela Copa do Mundo de 1974, na Alemanha
Brasil e Zaire se enfrentaram pela Copa do Mundo de 1974, na Alemanha • VI-Images via Getty Images

Copa do Mundo de 1978

Com detalhes de listras nas mangas, a camisa é lembrada como uma das mais bonitas e identificáveis da seleção.

Copa do Mundo de 1978, disputa do terceiro lugar: Itália 1 x 2 Brasil. Nelinho aponta e grita algo durante a fila antes da partida, River Plate, Buenos Aires • Mirrorpix via Getty Images

Copa do Mundo de 1982

Modelo estreou o emblema da CBF, substituindo o da CBD. Camisa contava com visual limpo, sem grandes detalhes.

Jogo da segunda fase do Grupo C da Copa do Mundo de 1982 entre Brasil e Argentina no Estádio Sarrià, em Barcelona, ​​em 2 de julho de 1982, vencido pelo Brasil por 3 a 1. Diego Maradona se defende da marcação de Falcao. • Mirrorpix via Getty Images

Copa do Mundo de 1986

Versão de 1986 teve o retorno de um logo de fornecedor de material esportivo, assim como adição de uma gola mais elaborada.

Referee Chris Bambridge looks on as Elzo #19, Defensive Midfielder for the Brazil national football team and Julio Salinas #19, Forward for the Spain national football team challenge for the football during their 1986 FIFA World Cup Group D match on 1st June 1986 at the Estadio Jalisco, Guadalajara, Mexico. The Brazil won the match 1 – 0. (Photo by David Cannon/Allsport/Getty Images) • Getty Images

Copa do Mundo de 1990

Camisa de 1990 marca o início da produção de uniformes com estrutura mais moderna, abandonando o uso de algodão como material principal.

Meio-campista brasileiro Alemão em partida contra a Costa Rica pela fase de grupos da Copa do Mundo de 1990. • Peter Robinson – PA Images via Getty Images

Copa do Mundo de 1994

Icônica camisa do Tetra teve como grande diferencial a aplicação de padrões no tecido, que são usados até os dias de hoje.

Romário comemora gol contra Camarões na Copa do Mundo de 1994
Romário comemora gol contra Camarões na Copa do Mundo de 1994 • Tony Marshall/EMPICS via Getty Images

Copa do Mundo de 1998

Mais um modelo especialmente memorável, a camisa de 1998 é tida como um pilar na evolução do design dos uniformes, com listras e detalhes em sua estrutura.

França. Copa de 1998 na França. O time do Brasil posado na final de 98 no Stade de France, em Saint-Denis. Da esq. p/ dir. Taffarel (1), Cesar Sampaio (5), Rivaldo (10), Aldair (3), Junior Baiano (4), Cafu (2), Ronaldo (9), Roberto Carlos (6), Leonardo (11), Bebeto (20) e Dunga (8). – Crédito: • FÁBIO M. SALLES/ESTADÃO CONTEÚDO/AE/Codigo imagem:2573

Copa do Mundo de 2002

A camisa do Penta tem uma série de padrões e detalhes que a tornam única, e representante de sua geração. A peça contava com uma espécie de malha interna, para absorção de suor.

Juninho atuando pela Seleção Brasileira
Juninho atuando pela Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2002 • Tony Marshall/Getty Images

Copa do Mundo de 2006

Uma gola mais estruturada em um tom de amarelo um pouco mais opaco eram destaques da camisa de 2006, que divide opiniões até hoje.

Jogadores da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2006.
Jogadores da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2006. • Antonio Scorza/AFP

Copa do Mundo de 2010

Em uma Copa que marcou a reconstrução da seleção, um uniforme mais sóbrio em relação aos modelos anteriores.

Zagueiro Lúcio em jogo da Seleção Brasileira na Copa de 2010
Zagueiro Lúcio em jogo da Seleção Brasileira na Copa de 2010 • Foto: Michael Steele/Getty Images

Copa do Mundo de 2014

Na copa do Mundo do Brasil, a seleção usou mais uma camisa de design simples, com uma gola contornada em verde e poucas distrações.

Neymar nas quartas de final da Copa do Mundo de 2014 contra a Colômbia
Neymar nas quartas de final da Copa do Mundo de 2014 contra a Colômbia • Foto: Robert Cianflone/Getty Images

Copa do Mundo de 2018

A camisa para a Copa do Mundo de 2018 retomou o uso de elementos mais modernos, com detalhes mais afiados e tecido tecnológico, com texturas à mostra.

Seleção Brasileira que defendeu o Brasil na Copa do Mundo de 2018
Seleção Brasileira que defendeu o Brasil na Copa do Mundo de 2018 • Divulgação/CBF

Copa do Mundo de 2022

Na última Copa do Mundo, disputada no Qatar, o uniforme da seleção ganhou destaque pela padronagem inspirada na onça-pintada, além de um tom de amarelo diferente do tradicional.

Vini Jr celebra gol marcado pelo Seleção Brasileira contra a Coreia do Sul na Copa de 2022 no Catar
Vini Jr celebra gol marcado pelo Seleção Brasileira contra a Coreia do Sul na Copa de 2022 no Catar • Tom Jenkins/Getty

Copa do Mundo de 2026

Com referências a mantos icônicos do passado, a camisa do Brasil para 2026 é repleta de detalhes, incluindo um tecido com estampas e logos destacados.

Novos uniformes da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo serão usados nos amistosos contra França e Croácia
Novos uniformes da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo serão usados nos amistosos contra França e Croácia • Montagem com imagens de Divulgação/Nike

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