Enquanto Lula defendeu os reajustes do salário mínimo acima da inflação, Flávio criticou o endividamento das famílias, a carga tributária e as altas taxas de juros.
Ao questionar o adversário, Flávio afirmou que a política econômica do atual governo comprometeu a renda dos trabalhadores e aumentou o custo de vida.
“Hoje é dia 23 de outubro, o mês acabou. O seu salário já acabou? O seu poder de compra foi destruído pela economia?”, questionou o candidato do PL (Partido Liberal).
Flávio também responsabilizou Lula pelo endividamento da população. “Por que você endividou o povo brasileiro desse jeito? Essa bola de neve continua rolando no povo brasileiro”, afirmou.
Em resposta, Lula destacou a política de valorização do salário mínimo adotada durante os governos petistas e afirmou que, sem os reajustes acima da inflação, o piso nacional seria significativamente menor.
“Se não fosse o governo do PT, Lula e Dilma, se a gente não tivesse reajustado o salário acima da inflação, sabe quanto seria o salário mínimo? Seria R$ 900”, declarou.
O presidente também defendeu a continuidade da política de valorização. “Nós entendemos que vamos continuar aumentando o salário mínimo e aumentando muito o salário mínimo”, disse.
Na réplica, Flávio voltou a criticar a condução da economia, associando o aumento dos gastos públicos à inflação e às taxas de juros.
“Nós temos uma das maiores taxas de juros do mundo. É a mesma taxa que reajusta a sua dívida”, afirmou.
O candidato do PL também citou a redução da quantidade de produtos nas embalagens, como chocolates, sabão em pó e papel higiênico, para ilustrar a perda do poder de compra dos consumidores.
“Quando você consegue comprar, você está levando menos para a sua casa. Esse é o legado do atual governo”, declarou.
Apesar das críticas à política econômica, Flávio afirmou que também pretende manter reajustes reais do salário mínimo caso seja eleito.
“Eu vou reajustar o salário mínimo acima da inflação para combater a sua fake news. Eu não vou fazer economia em cima dos mais pobres. Eu vou organizar essa economia para devolver o seu poder de compra”, afirmou.
A Meta afirmou nesta sexta-feira (23) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que não encontrou violações das regras do WhatsApp no canal “Exército do Lula”, criado para divulgar publicações de apoio à candidatura à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A manifestação foi apresentada após o presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques, solicitar uma análise técnica do funcionamento do canal.
Segundo a empresa, a avaliação concluiu que o canal não desrespeita as políticas da plataforma. A Meta também afirmou que o relatório técnico encaminhado ao tribunal detalha as regras consideradas e a metodologia utilizada para identificar conteúdos que violam suas diretrizes.
O pedido de análise foi feito após uma solicitação da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), que alegou haver indícios de que as plataformas da Meta não estariam cumprindo o plano de conformidade apresentado à Justiça Eleitoral para garantir a integridade do processo eleitoral.
Canal já havia sido suspenso pelo TSE
A disputa em torno do “Exército do Lula” envolve decisões distintas dentro do próprio tribunal;
Em 11 de outubro, Nunes Marques determinou a suspensão do canal após considerar que publicações reproduziam conteúdos anteriormente classificados como inverídicos pela Justiça Eleitoral;
Posteriormente, o ministro Ricardo Villas Bôas Cueva derrubou a suspensão. Nunes Marques voltou a determinar a interrupção do canal, argumentando que ele teria vínculo com a campanha oficial e deveria, portanto, ser registrado no TSE;
O funcionamento foi liberado depois que o canal passou a ter registro oficial na Justiça Eleitoral;
Nesta sexta-feira, o ministro Floriano de Azevedo Marques decidiu que o canal não poderá ser suspenso ou restringido novamente por decisões individuais de integrantes da Corte. Segundo ele, uma eventual nova decisão sobre o tema deverá ser tomada pelo plenário do TSE;
A medida foi adotada após a campanha de Lula apresentar um mandado de segurança preventivo para impedir nova suspensão.
Canal já havia sido suspenso pelo TSE – Imagem: Blossom Stock Studio / Shutterstock
A análise apresentada pela Meta responde ao pedido de investigação sobre o funcionamento do canal, incluindo possíveis ações coordenadas entre contas, padrões de engajamento e atividades publicitárias.
A empresa declarou que não identificou violações de suas políticas na avaliação realizada. A conclusão diz respeito às regras da plataforma e não substitui a análise da Justiça Eleitoral sobre eventuais infrações à legislação brasileira.
O caso ocorre em meio à disputa entre as campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro sobre a atuação das plataformas digitais durante a eleição presidencial.
A campanha de Flávio questiona o funcionamento do canal de apoio ao presidente, enquanto a campanha petista já havia apresentado questionamentos sobre decisões e procedimentos relacionados à circulação de conteúdo político nas redes sociais.
A influenciadora digital Mariana Alves, 22, conhecida como Malévola, se pronunciou pela primeira vez após ser presa no Egito, na terça-feira (20). Em vídeo publicado nas redes sociais nesta quinta-feira (22), ela relatou o que aconteceu durante o período em que ficou detida.
No conteúdo, Malévola conta que contratou um passeio guiado em Alexandria para fazer com um grupo de cinco brasileiros, além de turistas de outras nacionalidades. Em uma das primeiras paradas, ela e a amiga Bruna Mercatelli teriam sido assediadas por policiais.
Rebatendo críticas de que elas estariam usando roupas curtas, Malévola declara: “A roupa não dá permissão de me assediar. A roupa não dá permissão para ninguém passar a mão em mim.”
Em seguida, a influenciadora também rebate falas de que ela teria que ter se adaptado à cultura do país. “Gente, eu já viajei a Ásia e o Oriente Médio inteiro. Eu já estive no Egito em 2025”, afirma. “Eu já estive em vários países, então, eu entendo a cultura, eu entendo o que pode e o que não pode ser feito.”
Malévola afirma que ela e Bruna tiveram a permissão para gravar os vídeos que foram divulgados antes da prisão das duas. Nas imagens, as mulheres dançam e fazem gestos que teriam motivado a investigação contra elas. Segundo o Ministério do Interior egípcio, elas teriam feito comentários “insinuantes” e assediado pessoas em Alexandria.
“Os homens que estavam participando eram homens que queriam aparecer”, diz. “Eu não vi maldade alguma nisso. Eles estavam rindo, eles permitiram a gravação, estava todo mundo se divertindo. Aquilo ali era algo para se divertir”, explica.
Além disso, a influenciadora relata que sofreu abusos durante a abordagem policial. “Foram momentos de horror em Alexandria. Fui abusada desde o primeiro dia em que a gente chegou no Cairo”, afirma. “A minha amiga Larissa gravou stories chorando porque vários homens colocaram a mão na bunda dela. Ela ligou para a polícia, e a polícia não fez nada”, declara.
Malévola, que é transgênero, relatou que teria sofrido transfobia ao chegar à delegacia. “A guia chegou na gente e falou: ‘Eu preciso fazer uma pergunta honesta. Vocês são transexuais?’. E eu falei que não. Eu tive que falar isso pela minha segurança. Eu não sei o que poderia acontecer comigo.”
Ela conta, também, que os policiais tiraram os celulares dela e de Bruna e que, por isso, não puderam se comunicar com suas famílias. “Não deram água. Não deram comida, e nossos amigos lá fora, sem podermos falar com as nossas famílias.”
A influenciadora afirma que, já em outra delegacia, precisou tirar a roupa para realizar uma inspeção íntima. “Precisei ficar pelada para verem se eu era mulher mesmo. Eles viram que eu era mulher e pediram desculpa depois. Eu me senti um lixo”, declara.
A influenciadora digital trans Mariana Alves, 22, conhecida como Malévola, foi presa no Egito na terça-feira (20), junto com uma amiga, após uma investigação sobre vídeos publicados nas redes sociais. Segundo o Ministério do Interior egípcio, as duas brasileiras foram detidas em Alexandria.
De acordo com as autoridades locais, as imagens mostravam as mulheres dançando e fazendo gestos que teriam motivado a investigação. O órgão também afirmou que elas teriam feito comentários considerados insinuantes e assediado pessoas no local. Ainda segundo o ministério, durante o interrogatório, as duas admitiram ter gravado e publicado os vídeos com o objetivo de aumentar o número de visualizações.
O caso ocorre em um país que já foi alvo de críticas de especialistas da ONU (Organização das Nações Unidas) por ações de repressão contra mulheres e integrantes da comunidade LGBTQIA+.
Quem é Malévola Alves?
Malévola Alves é o nome artístico de Mariana Alves Gadelha Pereira. A influenciadora trans ganhou popularidade nas redes sociais com publicações sobre lifestyle, moda e rotina, além de vídeos de humor e do formato “arrume-se comigo”.
Ela reúne cerca de 800 mil seguidores no Instagram. A popularidade dela cresceu, especialmente entre o público jovem, com conteúdos marcados pelo humor ácido e por comentários sobre situações do cotidiano.
Um estudo apontou que cerca de metade dos adultos americanos sofrem de solidão, enquanto quase o mesmo percentual está socialmente isolado.A análise “A solidão pode roubar quase 6 anos de boa saúde”, divulgada pela revista científica Science Daily, no início de outubro, aponta que a solidão e o isolamento social são generalizados nos Estados Unidos.
Além das consequências para a saúde, os problemas destacados pelo estudo continuam sendo negligenciados como questões urgentes de saúde pública.
Os pesquisadores da Escola de Medicina Pública e Tropical Celia Scott Weatherhead da Universidade de Tulane tentaram quantificar esse impacto. Eles descobriram que a solidão e o isolamento social estavam associados à perda de quase seis anos de vida livre de transtornos mentais como depressão e ansiedade.
A especialista destacou que a solidão pode afetar a saúde por dois caminhos que se reforçam: as alterações biológicas e as mudanças no comportamento.
Como a solidão afeta o organismo?
A psiquiatra Elaine Bida, ressalta que a solidão persistente pode colocar o organismo em um estado de alerta contínuo, como se a pessoa estivesse permanentemente diante de uma ameaça.
“Esse processo pode provocar alterações na produção de cortisol, o hormônio relacionado ao estresse, além de favorecer processos inflamatórios e alterações no funcionamento do sistema imunológico. Com o tempo, essas mudanças podem contribuir para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares e metabólicas”, afirma a psiquiatra.
Além disso, existe também um impacto sobre o comportamento.
“Pessoas que se sentem solitárias podem dormir pior, praticar menos atividades físicas, alimentar-se de maneira inadequada e apresentar maior dificuldade para manter os cuidados com a própria saúde”, aponta.
O estigma da solidão
A solidão foi tratada por muito tempo como uma questão exclusivamente emocional. Hoje, ela também já é entendida como um comportamento que pode afetar o funcionamento do organismo, interferindo na resposta ao estresse, no sistema imunológico e na saúde cardiovascular.
Segundo o estudo, aos 50 anos, pessoas que vivenciavam simultaneamente solidão e isolamento social apresentaram, em comparação àquelas que não vivenciavam nenhuma dessas condições:
Homens: 5,8 anos a menos de vida livre de transtornos mentais e 1,7 ano a menos de vida livre das doenças físicas avaliadas.
Mulheres: 3,7 anos a menos de vida livre de transtornos mentais e 2,4 anos a menos de vida livre das doenças físicas avaliadas.
“Esses números não significam necessariamente viver menos, mas passar menos anos da vida sem desenvolver as doenças investigadas”, destaca Elaine.
A condição é reversível?
A especialista indica que a condição é reversível, tal qual os impactos. Porém, os resultados dependam de cada pessoa e das intervenções utilizadas.
“Não basta simplesmente incentivar alguém a sair de casa ou frequentar ambientes movimentados. As intervenções psicológicas, especialmente aquelas que ajudam a modificar pensamentos negativos sobre si mesmo e sobre os relacionamentos, podem contribuir para reconstruir a confiança, fortalecer a autoestima e desenvolver habilidades sociais”, disse.
Além disso, atividades físicas, participação comunitária e oportunidades de convivência também são importantes, sobretudo quando favorecem relações verdadeiramente significativas, aponta a psiquiatra.
Veja os destaques do Olhar Digital News desta quarta-feira (21/10).
ONU pede investigação sobre atuação da Meta nas eleições brasileiras
Especialistas independentes da ONU pediram, nesta quarta-feira (21), que a Meta investigue se seus sistemas de moderação, recomendação e inteligência artificial restringiram de forma desproporcional conteúdos de um dos lados da disputa eleitoral brasileira. Os peritos querem explicações sobre os critérios usados pela empresa, as restrições relatadas e os mecanismos de contestação disponíveis.
Agentes de IA da OpenAI conseguiram desativar mecanismos de segurança da empresa
Dois agentes de inteligência artificial da OpenAI enfraqueceram sistemas de segurança usados pela empresa para monitorar as ações dos próprios modelos. O primeiro caso aconteceu em 3 de outubro, quando um agente da versão GPT-6.1 Sol desativou alertas automáticos de segurança sem ter recebido autorização para isso. Três dias depois, um agente GPT-6 Astra removeu um mecanismo de monitoramento de segurança enquanto copiava um código existente.
Próximo voo da Starship pode inaugurar uma nova era na exploração espacial
A SpaceX tentará capturar a nave Starship e seu propulsor Super Heavy durante o próximo voo de teste do megafoguete, previsto para o mês de novembro. O plano foi anunciado por Elon Musk e, se bem-sucedido, representará a primeira recuperação completa de um veículo lançador orbital da história.
Missão tripulada à Lua pode atrasar por conta de projetos da SpaceX e da Blue Origin
A NASA detalhou os cronogramas da SpaceX e da Blue Origin para preparar seus módulos lunares. As duas empresas travam uma verdadeira disputa para participar da histórica missão que levará astronautas de volta à superfície da Lua, prevista para 2028. Antes disso, a Artemis 3, planejada para o terceiro trimestre de 2027, testará o acoplamento dos veículos de cada uma das companhias com a nave Orion.
Ex-técnico do Grêmio, Luís Castro foi direto ao responder as críticas de Renato Gaúcho quanto ao seu trabalho no clube. O português concedeu entrevista na noite desta terça-feira (20), no Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre.
“A equipe precisa de paz, o clube precisa de paz. Quanto aquilo que meu colega treinador disse, não tenho nada a comentar. Minha conduta profissional não permite que eu diga o que quer que seja. E não é ético da minha parte comentar o trabalho do colega”, afirmou.
“Nunca fiz isso, não é hoje que vou fazer. Não vou desviar da minha conduta profissional”, completou.
Luís Castro manteve residência fixa em Porto Alegre e embarcou nesta terça-feira (20) a Lisboa, em Portugal. Antes da viagem, o treinador concedeu entrevista à imprensa.
“Ninguém está acima do Grêmio. Precisa ser digno e honesto durante a caminhada”, concluiu.
Uma das falas mais marcantes aconteceu após o empate com o Remo, no começo de outubro, pela Série A do Campeonato Brasileiro.
“Foi feito o que não foi feito em nove meses. Acha que em 15 dias vou chegar com a varinha mágica e corrigir tudo? Tem muita coisa para corrigir. Não é pouca coisa, não. Estou falando que é muita coisa para corrigir e tem pouco tempo”, disse Renato, na ocasião.
Entender o que acontece dentro de uma inteligência artificial é um dos grandes desafios da atualidade. Embora desenvolvedores consigam observar as informações fornecidas a um modelo e as respostas produzidas por ele, nem sempre conseguem explicar como o sistema chegou a determinada conclusão.
Um novo estudo, porém, sugere que esse funcionamento interno pode ser mais compreensível do que se imaginava. Este é o tema da coluna Fala AI desta terça-feira, com Roberto Pena Spinelli, físico pela USP, com especialidade em Machine Learning por Stanford e pesquisador na área de Inteligência Artificial. Confira!
A ideia de que o cão é o melhor amigo do homem é amplamente conhecida por quem convive com esses animais de estimação, mas essa relação tem raízes muito mais antigas do que se imagina. Um estudo recente, publicado na revista ScienceDirect, analisou restos mortais de cães encontrados em Castillo de Huarmey, um centro cerimonial do Império Wari (600–1050 d.C.), no Peru.
De acordo com a pesquisa, a presença de cães no local é sustentada por três linhas de evidência. A primeira, artística, é a menos abundante; as oferendas funerárias de uma tumba de elite intacta e dos sepultamentos de artesãos incluíam numerosos vasos e tecidos decorados, embora apenas um representasse um cão: uma efígie antropomorfizada da raça antiga Pelado Peruano sentado, segurando um objeto semelhante a um instrumento musical.
A segunda linha de evidência consiste em marcas de mordidas caninas, escassas, mas disseminadas, observadas em 58 espécimes de camelídeos. Já a terceira e mais direta evidência são os próprios restos mortais do cão.
Os pesquisadores analisaram 341 ossos desses animais e identificaram pelo menos 20 que assumiam funções diversas, como cães de caça, pastores, companheiros e necrófagos. Além disso, três desses cães foram provisoriamente identificados como Pelados Peruanos.
As análises também revelaram que esses animais acompanhavam os humanos em diversas rotinas cotidianas. Os resultados sugerem que eles se deslocavam com camelídeos e, caso fossem Pelados Peruanos, poderiam ter sido companheiros que receberam cuidados de perto durante o desenvolvimento inicial.
Já o padrão alimentar singular observado nos filhotes de Pelados Peruanos, semelhante à ingestão de plantas C4 por crianças, pode indicar um sistema de criação organizado que antecedeu a presença dos Wari na região próxima à costa norte.
A OpenAI está correndo para garantir compromissos de investidores antes da estreia da concorrente Anthropic na bolsa, prevista para meados de novembro. A nova rodada de financiamento pode avaliar a dona do ChatGPT em mais de US$ 1,4 trilhão (cerca de R$ 7,63 trilhões), segundo pessoas familiarizadas com o assunto ouvidas pela Reuters.
A captação deve movimentar aproximadamente US$ 30 bilhões (cerca de R$ 163,5 bilhões). Entre os investidores que negociam participação estão o SoftBank Group, o fundo soberano de Abu Dhabi MGX e outros apoiadores atuais da OpenAI.
De acordo com as fontes da agência, a empresa quer concluir a operação rapidamente, em parte para se antecipar à Anthropic. As duas desenvolvedoras de IA disputam recursos de base semelhante de investidores, enquanto buscam avaliações trilionárias.
A OpenAI realizou reuniões com fundos de investimento de longo prazo e fundos soberanos na semana passada, enquanto a Anthropic promovia seu próprio encontro com investidores. A rodada da dona do ChatGPT deve avançar em ritmo mais acelerado do que o habitual para uma operação desse porte.
OpenAI quer captar recursos antes de comparações com a Anthropic
A estratégia também busca aproveitar o crescimento recente da receita da OpenAI, impulsionado pelo lançamento de novos modelos de IA;
Segundo uma das fontes ouvidas pela Reuters, a empresa informou a investidores que atingiu receita anualizada de US$ 50 bilhões (cerca de R$ 272,5 bilhões) e espera elevar esse valor para US$ 70 bilhões (cerca de R$ 381,5 bilhões) até o fim do ano. A apresentação destaca o desempenho após o lançamento do GPT-6 Astra;
A OpenAI também reduziu os preços de seus modelos mais baratos e afirmou que a mudança ampliou o uso das ferramentas. A companhia sinalizou aos investidores que ainda pode diminuir os preços de seus modelos de IA;
A Anthropic, por sua vez, chegou à receita anualizada de aproximadamente US$ 65 bilhões (cerca de R$ 354,3 bilhões) em julho, segundo informações anteriores da Reuters. A empresa informou a investidores que sua receita trimestral passou de US$ 11,6 bilhões (cerca de R$ 63,2 bilhões) no segundo trimestre para US$ 16,8 bilhões (cerca de R$ 91,6 bilhões) no terceiro.
Apesar do avanço, a desaceleração do crescimento mensal da receita da Anthropic provocou questionamentos entre investidores sobre sua avaliação. A OpenAI quer concluir a captação antes que as divulgações financeiras da concorrente ofereçam mais informações e estimulem comparações diretas entre os negócios.
Esses dados também podem levar investidores a cobrar de Sarah Friar, diretora financeira da OpenAI, mais detalhes sobre o crescimento da receita e as perspectivas da companhia.
As duas empresas têm métodos diferentes de contabilizar a receita. A OpenAI registra os valores líquidos, descontando antecipadamente a parcela de parceiros. A companhia já acusou a Anthropic de inflar sua receita ao contabilizar o valor bruto de contratos vendidos por meio de provedores de nuvem terceirizados. A Anthropic afirmou anteriormente à Reuters que segue práticas contábeis estabelecidas.
“É uma corrida entre duas empresas em termos de abertura de capital”, disse Edward Best, copresidente de mercados de capitais do escritório de advocacia Willkie Farr & Gallagher, que não participa da operação, à Reuters, e comentou a possibilidade em caráter hipotético.
A OpenAI foi avaliada em US$ 852 bilhões (cerca de R$ 4,64 trilhões) em março, após rodada de financiamento recorde de US$ 122 bilhões (cerca de R$ 664,9 bilhões). A operação incluiu compromisso de investimento da Amazon de até US$ 50 bilhões (cerca de R$ 272,5 bilhões).
IPO da Anthropic será realizado em breve – Imagem: RixAiArt/Shutterstock
Infraestrutura de IA e incertezas do mercado pesam na captação
Além de tentar se antecipar à concorrente, a OpenAI precisa de capital para cumprir seus compromissos de infraestrutura e reforçar o balanço financeiro. A necessidade ganha importância caso uma piora nas condições do mercado de IPOs atrase a abertura de capital da empresa, planejada para 2027.
Embora haja forte demanda pelas ações das duas companhias, os investidores precisam avaliar e distribuir recursos entre duas operações complexas e concorrentes em um intervalo de poucos dias ou semanas. Algumas fontes ouvidas pela Reuters avaliam que a iniciativa da OpenAI busca garantir dinheiro de fundos que poderiam destinar uma parcela maior de seus recursos à oferta pública da Anthropic.
O cenário, porém, é de maior cautela. A volatilidade das ações de tecnologia, a alta dos rendimentos dos títulos de dívida e as preocupações com a segurança da IA vêm afetando o apetite dos investidores. Os custos da infraestrutura necessária para sustentar o avanço da IA, incluindo o endividamento para financiar data centers, também estão sob escrutínio.
A própria avaliação da Anthropic enfrenta questionamentos. Alguns investidores atuais e potenciais defenderam valor próximo de US$ 1,5 trilhão (cerca de R$ 8,18 trilhões) para a estreia na bolsa, abaixo dos US$ 2 trilhões (cerca de R$ 10,9 trilhões) desejados, após os resultados do terceiro trimestre ficarem aquém das expectativas.
A instabilidade também afetou outras empresas que planejavam abrir capital. Companhias e instituições financeiras têm adiado ofertas para evitar disputar a atenção dos investidores com a Anthropic em mercado volátil e pressionado pela queda de ações ligadas à IA.
Entre as preocupações está a CoreWeave, provedora de serviços de nuvem, cujas ações e dívidas caíram na semana passada, enquanto investidores analisavam os quase US$ 50 bilhões (cerca de R$ 272,5 bilhões) em empréstimos usados para financiar sua expansão.
Empresas, como AirTrunk REIT, apoiada pela Blackstone, Firmus, apoiada pela Nvidia, e SB Energy, apoiada pelo SoftBank, retiraram ou suspenderam seus planos de abertura de capital. A empresa de serviços nucleares Holtec também cancelou uma oferta nos Estados Unidos no mês passado, citando combinação de fatores adversos, principalmente a incerteza sobre a demanda por data centers.
Em menos de duas semanas, as empresas do índice Philadelphia Semiconductor, usado como referência para a demanda por semicondutores ligados à IA, perderam US$ 1,6 trilhão (cerca de R$ 8,72 trilhões) em valor de mercado.
OpenAI e SoftBank não comentaram a captação. Anthropic e MGX não responderam imediatamente aos pedidos de comentário da Reuters.
“Resolvi fazer um desafio ao meu adversário, porque não é possível que você fique fazendo debate falando de corrupção e você não tome uma atitude”, disse Lula à imprensa.
“Eu tomei a atitude de desafiar ele a abrir o sigilo do telefone, o sigilo bancário, para saber quem é corrupto nesse país. Todo mundo acusa todo mundo e não apura nada. Então, vamos apurar. Eu me disponho e vou ficar fazendo o desafio para ele até o próximo debate, para que a gente faça a abertura do nosso sigilo bancário e telefônico, para se apurar quem é que faz corrupção nesse país, quem é que enriqueceu ilicitamente nesse país. Porque não é possível ficar nessa acusação barata de um com o outro”, prosseguiu.
Flávio rebateu dizendo que achou a proposta “engraçada” porque, segundo ele, Lula “não tem celular”.
“Eu fiquei feliz com o desempenho, pude falar de propostas e, finalmente, pude rebater várias mentiras aqui. Inclusive, uma foi engraçada: ele propõe a quebra de sigilo telefônico quando ele não tem celular. Minhas contas estão sempre abertas, tudo o que é meu está declarado à Receita”, explicou.
A proposta foi feita por Lula ainda durante o encontro. Na ocasião, o presidente disse que queria que os brasileiros soubessem “quem é ladrão nesse país”.
“Eu desafio você, os Bolsonaro e eu, amanhã, abrirmos nossa conta bancária, abrirmos nosso sigilo para que o povo brasileiro saiba quem é ladrão nesse país”, afirmou. “Abrir o telefone, o sigilo de telefone, a sua conta bancária. Eu abro da minha família inteira e você abre da sua família.”
De acordo com o petista, a medida serviria para que os eleitores avaliassem as acusações de corrupção feitas durante as campanhas. Na visão dele, seria uma forma de evitar que a população fosse enganada.
Ao responder, Flávio afirmou que não tem nada a esconder, mas não disse expressamente se aceitaria abrir os sigilos. Em seguida, acusou Lula de movimentar recursos fora de suas contas bancárias.
“Eu não tenho absolutamente nada a esconder. Só que a questão, Lula, é que o seu dinheiro é por fora sempre. Não está na sua conta, está em algum outro lugar”, afirmou o candidato do PL (Partido Liberal).
Se você está de olho em títulos para turbinar a biblioteca do seu PS5, chegou a hora certa. Reunimos três jogos em destaque na Amazon — de lutas a mundo aberto — para você aproveitar e garantir experiências marcantes no console da Sony. Confira as opções abaixo e clique para ver as condições diretamente na loja.
Street Fighter 6 – Year 1 – 2 | Fighters Edition – PlayStation 5
A Fighters Edition reúne o conteúdo dos dois primeiros anos do jogo em um único pacote, incluindo lutadores adicionais, fantasias e extras do Season Pass. Ideal para quem quer mergulhar fundo no universo competitivo de Street Fighter 6 com tudo disponível de cara, sem precisar comprar conteúdo extra separadamente.
Bundle Marvel’s Spider-Man 2 + Miles Morales – PlayStation 5
Este bundle combina dois dos melhores exclusivos do PS5: Marvel’s Spider-Man 2, que trouxe a aventura de Peter Parker e Miles Morales juntos contra ameaças ainda maiores, e Marvel’s Spider-Man: Miles Morales, que apresentou o jovem herói em uma história emocionante pelo lado do PS5. Uma ótima forma de conhecer — ou reviver — os dois títulos da Insomniac Games de uma vez.
GTA VI chegou para o PS5 com um mundo aberto ainda maior, protagonistas inéditos e toda a ambição que a Rockstar Games prometeu ao longo dos anos de desenvolvimento. O jogo se passa em Vice City e arredores, e trouxe melhorias técnicas e narrativas significativas em relação ao seu antecessor. Para os fãs da franquia, é a compra mais esperada da geração.
Os estoques podem mudar a qualquer momento e as condições variam conforme a demanda na Amazon. Não deixe para depois: clique nos links, confira a disponibilidade e garanta o seu jogo agora mesmo.
Aviso: este artigo contém um ou mais links gerados a partir de um programa de afiliados. O valor não muda para você e o Olhar Digital poderá receber uma comissão. Nenhuma empresa participou da escolha para os links e não existiu aprovação prévia deste conteúdo, que segue independente como sempre foi.
Um adolescente de 16 anos que matou a tiros uma professora e três crianças em uma sala de aula para alunos com necessidades especiais, no Oregon, foi contido por um professor — que o imobilizou — e por um pai armado, que disparou contra ele, causando sua morte, informaram as autoridades nesta sexta-feira (16).
As ações deles, ocorridas na quinta-feira (15), salvaram outras vidas, afirmou o chefe de polícia local em uma coletiva de imprensa.
Um dia após o início das investigações sobre o mais recente tiroteio em uma escola nos EUA, a polícia divulgou novos detalhes sobre o ocorrido na escola de ensino fundamental Silver Rail, em Bend, Oregon. No local, três crianças — de 5, 8 e 11 anos — foram mortas, assim como a professora Meghan Lambert, de 25 anos.
Uma criança de 7 anos ficou ferida e está em estado grave, porém estável; outra professora também sofreu ferimentos graves, mas sem risco de morte, informou a polícia.
O professor — cuja identidade não foi revelada — que conteve o atirador na quinta-feira atirou seu celular contra ele, imobilizou-o e entrou em luta corporal com ele. Em seguida, um pai de dois alunos, de 36 anos, interveio portando uma pistola calibre .40 (registrada legalmente) e disparou várias vezes contra o suspeito, pouco antes da chegada da polícia.
Esse professor, que não se feriu, “quase certamente ajudou a evitar uma tragédia ainda maior”, disse o chefe de polícia de Bend, Mike Krantz, visivelmente emocionado, durante a coletiva de imprensa.
“A professora que teve a coragem de enfrentar a situação e lutar pelas crianças — isso é verdadeiro heroísmo”, afirmou ele, sem revelar o nome dela.
Kenda Freeman declarou ao jornal americano The New York TImes que seu filho, Kaylub Giamanco — pai de duas alunas da escola —, foi quem matou o atirador. A informação consta em um vídeo publicado pelo jornal, no qual Freeman lê uma breve declaração.
“Ele não busca reconhecimento; deseja, na verdade, expressar sua gratidão às equipes de socorro, aos funcionários da escola e à comunidade por toda a demonstração de carinho e apoio”, disse Freeman, acrescentando que ele pede privacidade e não deseja falar com a imprensa.
As autoridades identificaram o atirador como Griffin J. John II, um adolescente de 16 anos, ex-aluno da escola que frequentava o programa de necessidades especiais. Ele estava armado com uma espingarda calibre 12. Ele disparou cerca de 15 tiros na sala de aula e portava outros 44 cartuchos, informou a polícia.
A polícia está tentando determinar o que motivou o atirador e como ele obteve uma espingarda calibre 12, modelo Maverick 88, de ação por bombeamento, disse Krantz.
“Todos querem saber o porquê, inclusive nós… Talvez nunca tenhamos uma resposta completa, mas queremos encontrá-la”, afirmou o chefe de polícia.
Pouco antes do tiroteio, o agressor foi visto jogando sua arma por cima da cerca da escola e, em seguida, escalando a cerca para entrar no recinto escolar. O motorista de um caminhão que passava pelo local no momento confrontou o jovem verbalmente; o agressor, então, abriu fogo contra o veículo.
O agressor disparou contra portas de vidro trancadas e invadiu uma sala de aula que reunia alunos com necessidades especiais de diferentes séries. A polícia chegou cerca de três minutos após o primeiro chamado, e o atirador já estava morto, relatou Krantz.
Tiroteios em escolas nos Estados Unidos se tornaram mais frequentes nos últimos anos. Desde o início deste ano, 118 pessoas foram feridas ou mortas em 149 incidentes que envolveram o disparo ou a exibição de uma arma de fogo em uma escola, ou disparos que atingiram instalações escolares, segundo o *K-12 School Shooting Database*, uma plataforma online sem fins lucrativos que monitora esses casos.
Outra base de dados online, o *Gun Violence Archive*, registrou 371 tiroteios em massa desde janeiro de 2026 — definindo tiroteios em massa como episódios em que quatro ou mais pessoas são atingidas por disparos, sem contar o autor dos tiros. Três desses casos, incluindo o incidente em Bend, ocorreram em escolas públicas, informou o *Gun Violence Archive*.
Entender o que acontece dentro de uma inteligência artificial (IA) é um dos grandes desafios da pesquisa na área. Embora desenvolvedores consigam observar as informações fornecidas a um modelo e as respostas produzidas por ele, nem sempre conseguem explicar como o sistema chegou a determinada conclusão. Um novo estudo, porém, sugere que esse funcionamento interno pode ser mais compreensível do que se imaginava.
O relatório foi publicado na quinta-feira (15) por Nick Cammarata, pesquisador independente que deixou a OpenAI em 2023. Segundo ele, redes neurais artificiais podem ser interpretadas quando seus padrões de funcionamento são analisados com atenção. A hipótese pode ter implicações para pesquisadores que tentam compreender e antecipar comportamentos inesperados de sistemas de IA.
A questão é relevante para a segurança da tecnologia. Se um modelo apresentar comportamento perigoso, compreender os mecanismos internos que contribuíram para aquela resposta pode ajudar os pesquisadores a identificar o problema e desenvolver formas de reduzi-lo.
O que acontece dentro de uma rede neural?
Modelos de IA são treinados para reconhecer padrões e processar informações. Nesse processo, unidades artificiais conhecidas como neurônios são ativadas diante de determinados estímulos e influenciam o funcionamento de outras unidades;
O problema é que essas conexões não são programadas manualmente para cada situação. Em vez disso, os modelos aprendem durante o treinamento a organizar e processar informações de maneiras que nem sempre são facilmente compreendidas pelos próprios desenvolvedores;
Isso cria uma espécie de caixa-preta: pesquisadores conseguem avaliar o que entra no sistema e o que sai, mas nem sempre conseguem explicar com precisão o caminho percorrido entre uma coisa e outra;
Cammarata argumenta que essa dificuldade não significa que as redes neurais sejam necessariamente indecifráveis. Para ele, a atividade dos neurônios pode apresentar padrões compreensíveis quando observada de maneira adequada.
Um mesmo neurônio pode reagir a coisas diferentes
Um dos exemplos apresentados pelo pesquisador ajuda a ilustrar a hipótese. Um único neurônio artificial pode ser ativado tanto pela imagem de um gato quanto pela parte dianteira de um carro.
Para uma pessoa, os dois elementos parecem completamente diferentes. Mas o modelo pode identificar alguma característica visual compartilhada entre eles, como uma forma triangular, e responder ao mesmo padrão nos dois casos.
Durante anos, pesquisadores consideraram que neurônios artificiais poderiam agrupar conceitos sem relação aparente para economizar espaço e capacidade de processamento. A nova interpretação sugere outra possibilidade: aquilo que parece uma associação aleatória pode refletir uma característica comum que não é imediatamente evidente para os seres humanos.
Cammarata defende que grande parte das redes neurais pode ser interpretada quando os pesquisadores examinam esses padrões com atenção. A afirmação, contudo, ainda faz parte de uma proposta teórica e não representa uma demonstração de que todos os mecanismos internos da IA já possam ser compreendidos.
A interpretabilidade — área que busca entender como os modelos chegam a suas respostas — é considerada importante para o desenvolvimento de sistemas mais seguros. Quanto mais os pesquisadores souberem sobre os mecanismos internos de uma IA, maiores poderão ser as possibilidades de investigar comportamentos inesperados e identificar sinais de risco.
Até recentemente, uma das estratégias utilizadas para investigar o raciocínio dos modelos era acompanhar suas explicações em linguagem natural, conhecidas como chain of thought, ou cadeia de pensamento.
O método consiste em observar etapas intermediárias que o sistema apresenta ao responder a uma pergunta ou resolver um problema. Entretanto, esse tipo de explicação não garante, por si só, que o texto exibido represente fielmente todos os processos internos que produziram a resposta.
Jakub Pachocki, cientista-chefe da OpenAI, alertou recentemente que agentes de IA podem passar a ocultar ou disfarçar seu raciocínio apresentado em linguagem natural. Isso criaria dificuldades para os responsáveis por monitorar esses sistemas, especialmente se eles não conseguissem identificar quando uma explicação deixou de refletir o processo que levou à resposta.
Pachocki também observou que modelos podem se tornar mais capazes com o avanço do pré-treinamento, mesmo sem recorrer a um raciocínio verbalizado.
Nesse cenário, compreender diretamente os mecanismos internos das redes neurais poderia oferecer uma forma complementar de investigar como os modelos funcionam, sem depender exclusivamente das explicações que eles próprios produzem.
Pesquisa gera expectativa, mas não resolve o problema
A proposta de Cammarata despertou entusiasmo entre alguns observadores do setor. Andrew Curran, analista de IA, afirmou no X que havia perdido a esperança de alcançar um nível significativo de interpretabilidade antes da chegada da superinteligência artificial. Para ele, a pesquisa representa possível mudança de perspectiva.
A reação, porém, não deve ser confundida com comprovação definitiva da hipótese. O próprio tema envolve questões técnicas complexas, e o relatório ainda apresenta interpretação teórica sobre como os neurônios artificiais organizam informações.
Mesmo que a abordagem se mostre promissora, compreender padrões individuais não significa necessariamente explicar todo o comportamento de um modelo avançado, muito menos garantir que ele permanecerá sob controle humano.
A pesquisa aponta, portanto, para uma possibilidade importante: em vez de aceitar a opacidade das redes neurais como inevitável, cientistas podem conseguir avançar na compreensão de seus mecanismos internos. Para quem trabalha com segurança em IA, esse conhecimento pode ser decisivo para avaliar riscos e desenvolver formas mais eficazes de monitoramento.
Prestes a subir ao altar nas próximas semanas, Juliette, 36, falou para a CNN Brasil sobre a construção de uma maturidade emocional sem idealizações no amor. A ex-BBB está noiva de Kaique Cerveny.
Em sua passagem pelo tapete vermelho do Halloween da Sephora 2026, Juliette avaliou que a intensidade de sua trajetória moldou a forma de enxergar relações e se quer sonhava em casar um dia. “Quando eu falo ‘não sonhei com isso’, é que eu acho que a minha vida foi tão real que faltou tempo para pensar no sonho encantado do príncipe. Mas hoje eu tenho um príncipe e eu vivo um filme”.
Juliette pontuou com franqueza: “Eu nunca sonhei com um amor romantizado e me surpreendi com algo real, cheio de falhas, cheio de problemas, mas com muita lealdade e vontade de dar certo”.
Relembre o relacionamento de Kaique e Juliette
A ex-BBB assumiu o namoro com o atleta em setembro de 2023. Os dois se conheceram em 2019, quando a artista enviou uma mensagem para ele após ver um campeonato de crossfit.
Em dezembro de 2024, durante a festa de aniversário de 35 anos da cantora, Kaique a pediu em casamento após pedir a autorização de Fátima, mãe de Juliette, antes de se ajoelhar com o anel. O casamento está marcado para acontecer este ano, no Instituto Ricardo Brennand, em Recife.