O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), André Mendonça, afirmou nesta segunda-feira (6) que um “bom magistrado” deve agir com prudência, integridade e discrição. Segundo ele, a função exige um grau de recato para preservar a imagem da Justiça perante a sociedade.
“Não que sejamos imunes a erros ou equívocos, ou a situações que possam gerar incompreensão. Às vezes, estamos próximos de pessoas sem ter relação com elas, mas essa presença pode ser mal interpretada pela sociedade”, disse Mendonça durante cerimônia em que recebeu o Colar de Honra ao Mérito na Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo).
O ministro também destacou que a credibilidade do Judiciário depende da conduta dos seus integrantes.
“Precisamos estar imunes a ações que comprometam, de forma consciente e voluntária, a credibilidade que a sociedade espera de um bom magistrado”, afirmou.
Ao falar sobre integridade, Mendonça disse que o conceito envolve tomar decisões corretas pelos motivos certos, independentemente de reconhecimento.
“Fazer o certo pelos motivos certos é agir mesmo sem reconhecimento. Por vezes, é fazer o correto e ainda ser criticado. Integridade, imparcialidade e responsabilidade são essenciais. O homem público precisa compreender o peso da sua função”, declarou.
Imparcialidade
Por fim, o ministro ressaltou a importância da imparcialidade na atuação judicial.
“Imparcialidade é olhar para as pessoas de forma igualitária, considerar os interesses de maneira equânime, sem privilegiar amigos ou perseguir inimigos. Esse é um compromisso que assumo na casa do povo de São Paulo: buscar ser imparcial”, concluiu.
Nesta segunda-feira (6), a missão Artemis 2, da NASA, chegou ao seu sexto dia e alcançou muitos marcos importantes. Houve recordes quebrados e até o vislumbre de um eclipse solar total e exclusivo.
A tripulação foi despertada na manhã desta sgeunda-feira (6) com uma mensagem especial gravada pelo astronauta veterano da NASA Jim Lovell, falecido no ano passado. Ele participou das missões Apollo 8, a primeira a atingir o lado oculto da Lua, e também da 13, antiga recordista de distância da Terra.
Durante o dia, a missão Artemis 2 superou o recorde de cerca de 400 mil km de distância da Terra atingido em 1970 pela missão Apollo 13. Isso aconteceu às 14h56 (pelo horário de Brasília). Cerca de 10 minutos mais tarde, os astronautas da NASA Reid Wiseman, Victor Glover e Christina Koch, e Jeremy Hansen, da Agência Espacial Canadense (CSA), iniciaram oficialmente suas observações lunares, com duração de aproximadamente sete horas.
Poucos minutos após a aproximação da Lua, Koch compartilhou suas primeiras impressões da missão. “Um dos relatos da tripulação nas janelas é que, neste momento, conseguimos ver a Lua e a Terra ao mesmo tempo”, disse ela. “É interessante, porque a Terra parece muito mais brilhante. Portanto, a própria Terra parece ter um albedo muito maior do que a Lua.”
Albedo é o brilho de uma superfície, medindo quanto da luz solar é refletida. Koch explicou que essa diferença não se deve ao tamanho aparente dos astros. “Acreditamos que isso seja independente do foco dos nossos olhos, porque, obviamente, a Terra é muito menor que a Lua em nossa visão. Como estamos vendo ambas no mesmo campo de visão, acreditamos que isso pode ser inferido como resultado de que a Terra, como um todo, possui um albedo maior.”
O líder da Artemis 2, Jeremy Hansen, aproveitou para fazer uma homenagem póstuma, dedicando uma das crateras lunares à esposa de um dos membros, que morreu de câncer em 2020. “O nome dela era Carroll, esposa de Reid, mãe de Katie e Ellie”, disse o comandante enquanto os astronautas a bordo enxugavam as lágrimas.
A cratera Carroll, recém-dedicada, pode ser encontrada perto da cratera Glushko, “logo a noroeste desta, na mesma latitude da Terra”, disse Hansen, acrescentando que “é um ponto brilhante na Lua”, visível da Terra. As filhas e a família de Wiseman estavam presentes na sala de controle da missão durante a passagem pela Lua.
Entre 19h43 e 20h25 (horários de Brasília), a equipe em solo perdeu comunicação com a equipe, mas isso já era esperado, pois a cápsula estava passando atrás da Lua nesta segunda-feira (6), o que bloqueia os sinais de rádio necessários para manter o contato com a Terra.
Conforme previsto, a interrupção das comunicações durou cerca de 40 minutos. Durante esse período, a sonda Orion fez a maior aproximação da Lua, passando a uma altitude estimada de 6.546 km, o que, segundo a NASA, aconteceu às 20h.
Apenas dois minutos depois, às 20h02, os astronautas alcançaram o ponto mais longe da Terra em toda a missão, a 406.800 km – a maior distância do planeta já atingida por qualquer ser humano.
Para fechar o dia com chave de ouro, os quatro astronautas acompanharam, durante quase uma hora, um eclipse solar total. O evento foi diferente do comum, pois o fenômeno não pôde ser visto da Terra e foi muito mais longo do que os eclipses tradicionais.
O eclipse começou às 21h35 e terminou às 22h32 (horários de Brasília), cerca de 90 minutos após a espaçonave Orion atingir sua maior distância da Terra.
A equipe da Artemis 2 aproveitou o eclipse para fazer mais análises sobre a topografia da superfície lunar e observar a coroa do Sol, algo que não é possível da Terra por conta do forte brilho da estrela.
Durante o fenômeno, os astronautas relataram ter visto quatro flashes de impacto (rochas espaciais atingem a Lua e criam um flash de luz) e filamentos, que descreveram como “fios de cabelo”, na coroa solar, visíveis ao redor da Lua.
Momento final do eclipse, no qual o Sol começa a aparecer – Imagem: Reprodução/NASA
O lançamento: às 19h35 (horário de Brasília), o superfoguete SLS decolou da Flórida, levando quatro astronautas a bordo. Saiba como foi o lançamento histórico aqui;
Painéis solares: pouco após entrar em órbita, a Orion abriu seus quatro painéis solares em formato de “X”, garantindo os 11 quilowatts de energia necessários para a viagem;
Ajuste de órbita:a nave realizou uma manobra de elevação, estabelecendo uma órbita elíptica entre 185 km e 2.222 km de altitude para testes iniciais de sistemas.
Dia 2 (2 de abril): o “chute” rumo à Lua
Rotina e exercícios: a tripulação testou o novo dispositivo de exercícios flywheel e despertou ao som de “Green Light”, de John Legend, escolhida pelo controle de missão;
Realizaram testes no sistema de comunicações de emergência da Orion com a Rede de Espaço Profundo da NASA;
Também puderam conversar com a imprensa e familiares, destacando suas primeiras impressões sobre o espaço e a Terra vista de longe;
Com a realização da TLI um dia antes, a Orion entrou na chamada magnetocauda, extensão do campo magnético do planeta, semelhante a um cometa, que se estende por milhões de quilômetros, formada pelo vento solar que comprime e alonga o campo magnético.
Dia 4 (4 de abril): a pilotagem manual da Orion
No quarto dia de missão, cada membro da tripulação teve uma hora dedicada à revisão dos alvos geográficos que deverão fotografar no sexto dia de voo;
A equipe também teve que resolver problemas no banheiro da cápsula Orion. A resolução foi parcial;
Durante a noite, os astronautas Christina Koch, da NASA, e Jeremy Hansen, da Agência Espacial Canadense (CSA), realizaram um teste de pilotagem manual da nave. Eles se revezaram no comando da Orion e executaram manobras em dois modos distintos de propulsão;
Paralelamente, os astronautas analisaram uma lista de alvos fornecida pela equipe de ciência lunar. O material reúne características da superfície da Lua que serão registradas durante o sobrevoo previsto para segunda-feira (6).
Dia 5 (5 de abril): a pilotagem manual da Orion
Testes dos trajes: a tripulação dedicou grande parte da manhã a avaliar o Sistema de Sobrevivência da Tripulação Orion em ambiente espacial;
Correção de trajetória: a Orion executou com sucesso a queima final (que seria a terceira) para ajustar o curso rumo à Lua.
Dia 6 (6 de abril): quebra de recordes e vislumbre de um eclipse solar total
Os tripulantes a bordo da cápsula Orion bateram o recorde de distância percorrida por alguém a partir da Terra, quebrando o recorde (400 mil km) estabelecido em 1970 pela tripulação da Apollo 13;
A equipe sobrevoou a Lua e fez análises sobre sua topografia e batizou uma cratera;
No fim do dia, durante quase uma hora, eles puderam acompanhar um eclipse solar total que só pôde ser visto por eles. Eles aproveitaram para observar mais a Lua e o Sol.
Artemis 2: o que está planejado para os próximos dias
A Orion sairá da esfera de influência lunar na manhã do sétimo dia do voo. Antes que a tripulação da Artemis 2 se afaste muito da Lua, cientistas em solo, terão a oportunidade de conversar com a tripulação.
Na segunda metade do dia, o motor da Orion será acionado novamente para a primeira de três manobras de correção de trajetória de retorno, que ajustarão o caminho da Orion para casa.
O restante do dia será, em grande parte, livre para a tripulação, dando-lhes a oportunidade de descansar antes de retomarem suas tarefas finais antes do retorno à Terra.
Dia 8
As principais atividades do oitavo dia do voo incluem duas demonstrações da Orion.
Primeiro, a tripulação avaliará sua capacidade de se proteger de eventos de alta radiação, como erupções solares. Eles usarão os suprimentos e equipamentos da Orion para construir um abrigo, se necessário.
A radiação será uma preocupação constante à medida que os humanos se aventurarem no espaço profundo. E vários experimentos serão realizados com o objetivo de coletar dados sobre os níveis de radiação dentro da Orion.
Ao final do dia, a tripulação testará a capacidade de pilotagem manual da Orion, conduzindo a espaçonave por diversas tarefas. Eles vão:
Centralizar um alvo escolhido nas janelas da Orion;
Posicionar a espaçonave com a cauda voltada para o Sol;
Executar manobras de atitude, comparando os modos de controle de atitude de seis e três graus de liberdade da espaçonave.
Dia 9
O último dia completo da Artemis 2 no espaço começará com os preparativos para o retorno à Terra.
A tripulação reservou um tempo para estudar os procedimentos de reentrada e pouso na água, além de conversar com a equipe de controle de voo. Outra queima de correção de trajetória de retorno garantirá que a espaçonave permaneça no caminho certo.
A tripulação executará mais demonstrações para concluir sua lista de tarefas: sistemas de coleta de resíduos, caso o banheiro da Orion não funcione corretamente, e testes de ajuste das roupas para intolerância ortostática.
A intolerância ortostática, que pode causar sintomas como tontura e vertigem ao ficar em pé, é uma possibilidade para os astronautas quando retornarem à Terra e seus corpos precisarem se readaptar à força da gravidade sobre o fluxo sanguíneo. Roupas de compressão, usadas sob os trajes espaciais, podem ajudar.
Os membros da tripulação experimentarão suas roupas, terão suas circunferências corporais medidas e responderão a um questionário sobre o ajuste e a facilidade para vesti-las e retirá-las.
Dia 10
O último dia da missão Artemis 2 concentra-se em trazer a tripulação de volta para casa em segurança. Uma última queima de correção de trajetória de retorno garantirá que a Orion esteja no caminho certo para o pouso na água.
A tripulação retornará sua cabine à configuração original, com os equipamentos guardados e os assentos em seus lugares, e vestirá seus trajes espaciais.
O módulo da tripulação se separará do módulo de serviço, cujos motores os guiaram ao redor da Lua e de volta à Terra. Isso vai expor o escudo térmico do módulo da tripulação, que protegerá a espaçonave e a tripulação enquanto atravessam a atmosfera terrestre e temperaturas de até cerca de 1.650ºC.
Uma vez que tenham passado com segurança pelo calor da reentrada, a cobertura que protegia o compartimento dianteiro da espaçonave será ejetada para dar lugar a uma série de paraquedas (dois paraquedas de frenagem que reduzirão a velocidade da cápsula para cerca de 495 km/h, seguidos por três paraquedas piloto que acionarão os três paraquedas principais finais).
Essas manobras reduzirão a velocidade da Orion para aproximadamente 27 km/h para um pouso no Oceano Pacífico, onde pessoal da NASA e da Marinha dos EUA estarão esperando, concluindo a missão Artemis 2.
A (FSP-USP) (Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo) anunciou a abertura de 10 mil vagas para o PEDUCA (Programa de Educação Alimentar – Integrando Ciência, Escola e Saúde).
O curso, totalmente gratuito e a distância, é voltado especificamente a servidores da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo e das secretarias municipais de Educação.
As inscrições podem ser realizadas até o dia 15 de abril de 2026 por meio do sistema Apolo da USP. A formação terá início em 1º de maio, estendendo-se até 31 de agosto de 2026.
Abordagem transversal e pedagógica
Diferente de cursos técnicos tradicionais de nutrição, o PEDUCA propõe uma visão ampliada da alimentação como um tema transversal no cotidiano escolar. O objetivo é capacitar profissionais da educação para que compreendam a relação entre saúde pública, cultura e políticas educacionais.
A grade curricular foi desenhada para conectar o conhecimento científico às práticas de sala de aula, abordando desde a história da alimentação até a implementação da BNCC (Base Nacional Comum Curricular) em projetos escolares.
Estrutura do curso e especialistas
A carga horária de 110 horas está dividida em módulos conduzidos por especialistas da área:
História e Cultura: sob coordenação de Ana Paula de Queiroz Mello, este bloco explora as práticas alimentares ao longo do tempo e o uso do Guia Alimentar para a População Brasileira.
Saúde e Prevenção: ao cargo de Nágila Raquel Teixeira Damasceno, as aulas focam em fundamentos de nutrientes e na prevenção de doenças crônicas, como diabetes, obesidade e hipertensão.
Ambiente Escolar e Políticas Públicas: ministrado por Livia Alvarenga, o módulo discute o marketing de alimentos, segurança alimentar e programas fundamentais como o PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar) e o Programa Saúde na Escola (PSE).
Formação em larga escala
Ao utilizar o ambiente virtual Moodle USP, a iniciativa busca democratizar o acesso ao conhecimento acadêmico, permitindo que educadores de diversas regiões do estado participem sem a necessidade de deslocamento.
A alta oferta de vagas reforça o compromisso da USP com a extensão universitária, promovendo a intersetorialidade entre os campos da saúde, assistência e educação.
Informações importantes
Curso: PEDUCA 2026 (Educação Alimentar)
Inscrições: até 15 de abril de 2026 via sistema Apolo USP.
Público-alvo: servidores da rede pública estadual e municipal de ensino de SP.
Chaiany Andrade foi a 12ª eliminada do BBB 26 na noite deste domingo (05), com 61,07% da média dos votos.
Na votação detalhada, a sister recebeu 60,32% dos Votos Únicos e 62,82% dos Votos da Torcida, encerrando sua participação já na reta final do programa.
Ela disputou a permanência na casa com Juliano Floss e Marciele, que receberam, respectivamente, 18,56% e 20,37% da média dos votos.
Chaiany chegou ao 13º Paredão após um empate na votação da casa. A sister recebeu dois votos, o mesmo número que Gabriela, ficando entre as mais votadas da rodada. Assim, coube à Líder Samira desempatar, e ela escolheu Chaiany para ocupar a terceira vaga na berlinda.
No discurso de eliminação, Tadeu Schmidt fez referência à sua trajetória no reality ao filme “Gênio Indomável”: “A sua história no BBB poderia ser digna de Oscar. Sabe por que o gênio da matemática do filme não conseguia explorar o potencial dele? Porque ele se sabotava, não acreditava nele mesmo. (…) A gente lamenta que tanto talento e tanto carisma tenham ficado pelo caminho. Mas, mesmo assim, a gente agradece. Gratidão, Chai. Vem para cá”, anunciou.
Chaiany, participante da Casa de Vidro do BBB 26 • Divulgação/ Globo
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Chaiany, participante da Casa de Vidro do BBB 26 • Instagram/ Chaiany Andrade
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Chaiany, participante da Casa de Vidro do BBB 26 • Instagram/ Chaiany Andrade
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Chaiany, participante da Casa de Vidro do BBB 26 • Instagram/ Chaiany Andrade
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Chaiany, participante da Casa de Vidro do BBB 26 • Instagram/ Chaiany Andrade
Chaiany, de 25 anos, foi anunciada como participante da Casa de Vidro da região Centro-Oeste, dinâmica que permitiu que os espectadores escolhessem quem serão os próximos integrantes do grupo Pipoca do BBB 26. Ela é natural de São João D’Aliança, Goiás.
Ela sempre viveu na roça e passou a adolescência sem acesso à internet e à tecnologia, o que considera ter sido o melhor, mesmo passando por perrengues no interior.
Começou a trabalhar aos 10 anos, ajudando nas atividades rurais e, aos 15, engravidou de sua filha. Está desempregada e sonha em construir uma vida mais estável.
Diz-se determinada e divertida, mas sem paciência. Assume ser explosiva e chorona. Também destaca a lealdade como uma de suas principais características: “Eu estou na pior situação, mas fazendo o bem ao outro. Acho que isso esgota minha energia”, avalia.
Chaiany ressalta que o BBB é uma grande chance de virar o jogo e afirma que vai chegar com sangue nos olhos: “Meu futuro já foi perdido e eu tenho agora essa oportunidade. Vou dar a minha vida por ela”.
Além do valor em dinheiro para o vencedor, ela mira os prêmios oferecidos ao longo da competição, especialmente um carro. Avisa que é briguenta como um “cão” e que vai atormentar os adversários. Quer ter uma vida digna e dar orgulho para sua família.
O sorteio do concurso2992 da Mega-Sena aconteceu na noite deste sábado (04), às 21h. O prêmio desta loteria estava estimado em R$ 10 milhões.
Os números sorteados da Mega-Sena 2992 foram: 04 – 17 – 23 – 33 – 36 – 49.
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Resultado da Mega-Sena 2992
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A Mega-Sena de hoje acumulou?
Sim, a Mega-Sena acumulou, aumentando o prêmio do sorteio 2993 para R$ 15 milhões.
Teve ganhador na Mega-Sena hoje?
Ninguém acertou as 6 dezenas da loteria. Porém, 102 apostas acertaram 5 números (R$ 18.954,16) e 5.666 apostas tiveram 4 acertos (R$ 562,44).
Qual é o último resultado da Mega-Sena?
O resultado da Mega-Sena 2991 desta terça-feira (31) é: 04 – 14 – 19 – 23 – 36 – 53.
Quando é o próximo sorteio da Mega-Sena?
O próximo sorteio é o 2993 e ele acontece na terça-feira, 7 de abril de 2026.
Ao ganhar na Mega-Sena, o processo de resgate do seu prêmio é simples e se diferencia principalmente pelo valor a ser recebido. Você tem a opção de fazer o resgate em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa.
Veja como funciona:
Para prêmios brutos de até R$ 2.428,79: você pode receber seu prêmio em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa. Aqui, os ganhadores que apostaram online também podem resgatar o prêmio via transferência ao Mercado Pago.
Para prêmios brutos a partir de R$ 2.428,80: o pagamento é realizado somente nas agências da Caixa. Será necessário apresentar seu comprovante de identidade original com CPF e o recibo de aposta original e premiado.
Para prêmios de R$ 10.000,00 ou mais: esses valores são pagos em até dois dias úteis. O prazo começa a contar a partir da apresentação em uma Agência da Caixa.
Perguntas frequentes sobre a Mega-Sena
Quais os dias de sorteio da Mega-Sena?
Os sorteios da Mega-Sena acontecem três vezes por semana. Eles ocorrem às terças, quintas e sábados.
Qual o horário do sorteio da Mega-Sena?
O sorteio ocorre às 21h (horário de Brasília).
Onde assistir ao sorteio ao vivo da Mega-Sena?
O sorteio é transmitido pela RedeTV! online e também na TV e pelo perfil da Caixa no YouTube e Facebook.
Como jogar na Mega-Sena?
A aposta simples consiste em marcar 6 números entre os 60 disponíveis.
Até que horas é possível apostar na Mega-Sena?
As apostas poderão ser feitas até as 20h do mesmo dia do sorteio.
Com quantos números se ganha na Mega-Sena?
O apostador leva prêmio em dinheiro se acerta a partir de 4 números (quadra). Ele também ganha com 5 números (quina) ou 6 números (sena) sorteados.
Chaiany, Juliano Floss e Marciele disputam o 13º Paredão do BBB 26. Com a dinâmica em modo turbo, a berlinda foi definida durante o programa ao vivo desta sexta-feira (03).
O Paredão foi formado com a indicação direta da líder Samira, que colocou Marciele na berlinda, além dos votos da casa no confessionário, que levaram Chaiany e Juliano Floss completar a berlinda. Veja aqui como foi.
A eliminação será no domingo (05), quando o público decide quem deixa o programa.
Após a eliminação, os brothers e sisters iniciam um novo ciclo no jogo, com a realização de outra Prova do Líder e a formação de um novo Paredão.
Vote: quem deve sair entre Chaiany, Juliano Floss ou Marciele?
Vote abaixo na enquete da CNN em quem você quer que seja eliminado.
No momento da publicação, a missão Artemis II está a meio caminho da Lua. A espaçonave Orion segue em direção ao satélite natural da Terra, onde os astronautas devem realizar um sobrevoo lunar e coletar observações científicas da superfície.
A imagem divulgada pela Nasa mostra a cápsula no espaço profundo, com a Lua ao fundo. O registro foi feito por uma câmera instalada na ponta de um dos painéis solares da nave.
Na foto, a Lua aparece como um corpo cinzento à distância, contrastando com a escuridão do espaço. À esquerda, é possível ver parte da Orion, enquanto um dos seus painéis solares se estende em direção ao centro da imagem.
Com duração estimada de dez dias, a nave seguirá uma trajetória em forma de oito, inclusive contornando o lado oculto da Lua. A expectativa é que a missão Artemis II quebre o recorde de maior distância da Terra já atingida por humanos.
Atualmente, esta marca pertence à missão Apollo 13, de 1970. Na ocasião, a nave que transportava os astronautas apresentou problemas e não conseguiu pousar no solo lunar, mas acabou estabelecendo o recorde de distância que permanece até hoje.
A missão Artemis 2, lançada com sucesso pela NASA na quarta-feira (1), está agora no terceiro dia de voo rumo à Lua.
O comandante Jeremy Hansen, astronauta da Agência Espacial Canadense (CSA), preparou-se pela manhã para realizar, após o almoço da tripulação, a primeira de três ignições menores dos motores, chamada de correção de trajetória de saída.
Só que os controladores de voo no Centro Espacial Johnson, da NASA, em Houston (EUA), optaram pelo cancelamento da primeira queima;
A atitude foi tomada, pois a trajetória da Orion rumo à Lua está correta, não sendo necessária a manobra, portanto;
No cronograma da Artemis 2, há outras duas correções planejadas, visando otimizar a velocidade e a trajetória da espaçonave;
Se forem necessários outros ajustes, eles poderão ser incorporados em queima corretiva subsequente.
A manobra não executada é essencial para ajustar pequenas variações na velocidade e direção da Orion após a queima de injeção translunar. Sem esse ajuste preciso, desvios mínimos poderiam comprometer a órbita lunar ou alterar a passagem planejada. A ignição é calculada com base em telemetria e modelos de navegação da NASA e da CSA, garantindo que a cápsula siga exatamente a rota programada rumo à Lua.
Howard Hu, gerente do programa Orion da NASA, afirmou, em coletiva de imprensa, que o módulo de serviço da Orion apresentou falha no sistema de pressurização de hélio, integrante do sistema de propulsão. Contudo, ele garantiu que não há riscos à missão no momento, pois o sistema de reserva foi acionado.
Como foi o terceiro dia da missão Artemis 2
“Livres” da correção de trajetória de saída, durante o dia, Hansen e os astronautas Victor Glover e Christina Koch, da NASA, demonstraram procedimentos de ressuscitação cardiopulmonar (RCP) no espaço, conforme noticiado pelo Olhar Digital.
Glover e Reid Wiseman, também da NASA, testaram equipamentos médicos da Orion, como termômetro, monitor de pressão arterial, estetoscópio e otoscópio, garantindo que tudo funcionasse corretamente em microgravidade.
Na segunda metade do dia, Koch dedicou tempo para testar o sistema de comunicações de emergência da Orion com a Rede de Espaço Profundo, um sistema de antenas da NASA que permite comunicar e controlar espaçonaves distantes. A atividade simulou situações críticas e confirmou a capacidade da tripulação de se comunicar com a Terra mesmo em caso de falha nos sistemas principais.
O dia também foi de emoções. Os tripulantes da Orion puderam ter contato com suas famílias diretamente do espaço. Ainda, conversaram com a imprensa, relatando seus momentos iniciais no espaço e suas primeiras visões da Terra.
Para finalizar, toda a equipe praticou os procedimentos dos trabalhos científicos que realizarão no sexto dia de missão, na segunda-feira (6), quando a Orion estiver mais próxima da Lua. O treino incluiu posicionamento, registro de dados e preparação para experimentos planejados durante a passagem lunar.
Astronautas estão em dia mais “calmo” – Imagem: Reprodução/YouTube/NASA
O lançamento: às 19h35 (horário de Brasília), o superfoguete SLS decolou da Flórida, levando quatro astronautas a bordo. Saiba como foi o lançamento histórico aqui.
Painéis solares: pouco após entrar em órbita, a Orion abriu seus quatro painéis solares em formato de “X”, garantindo os 11 quilowatts de energia necessários para a viagem.
Ajuste de órbita: a nave realizou uma manobra de elevação, estabelecendo uma órbita elíptica entre 185 km e 2.222 km de altitude para testes iniciais de sistemas.
Dia 2 (2 de abril): o “chute” rumo à Lua
Rotina e exercícios: a tripulação testou o novo dispositivo de exercícios flywheel e despertou ao som de “Green Light”, de John Legend, escolhida pelo controle de missão.
A equipe testou vários equipamentos de primeiros socorros, como termômetro, monitor de pressão arterial, estetoscópio e otoscópio;
Realizaram testes no sistema de comunicações de emergência da Orion com a Rede de Espaço Profundo da NASA;
Também puderam conversar com a imprensa e familiares, destacando suas primeiras impressões sobre o espaço e a Terra vista de longe;
Com a realização da TLI um dia antes, a Orion entrou na chamada magnetocauda, extensão do campo magnético do planeta, semelhante a um cometa, que se estende por milhões de quilômetros, formada pelo vento solar que comprime e alonga o campo magnético.
O ator Bruno Mazzeo, 48, lamentou a morte do irmão, Duda Anysio, na quarta-feira (1º) em uma publicação nas redes sociais.
“Meu irmão Dudinha descansou. Vai jogar botão com papai em outro plano”, escreveu. Eduardo Caldas, conhecido como Duda Anysio, faleceu aos 56 anos.
Ele era filho adotivo adotivo do humorista Chico Anysio e de sua segunda esposa, a ex-vedete Rose Rondelli.
Além de Bruno Mazzeo, Nizo Neto também prestou uma homenagem ao irmão. “Duda, meu irmão querido. Escrevo isso com o coração apertado de pensar que você não está mais aqui com a gente. Mesmo com a diferença de idade, vivemos juntos, sempre muito próximos”, escreveu.
“Uma vida toda sempre perto. Agora você se foi e fica o espaço vazio, mas também fica a memória. Você estava sofrendo e talvez precisasse mesmo ir. Sinto uma tristeza profunda. Fica com Deus na sua nova missão”, concluiu Nito Neto.
Chico Anysio teve nove filhos. Ele ficou eternizado pelos quadros e personagens humorísticos que criou ao longo de seus mais de 60 anos de carreira no rádio e na televisão. Considerado um dos maiores humoristas brasileiros, ele morreu em 23 de março de 2012, aos 80 anos, por falência múltipla dos órgãos.
Imagine uma tecnologia tão perfeita que não precisou de atualizações por quase um milênio. No leste africano, pesquisadores identificaram uma fábrica de ferro no Senegal que operou sob o mesmo padrão técnico por oito séculos seguidos. Essa descoberta revela a sofisticação e a incrível resiliência das sociedades antigas daquela região africana.
Como funcionava a fábrica de ferro no Senegal descoberta por arqueólogos?
De acordo com um estudo publicado na Springer Link, a oficina metalúrgica utilizava fornos de fundição altamente eficientes para transformar minério em ferramentas de alta qualidade. A continuidade técnica encontrada no sítio arqueológico de Dindéfélo sugere um sistema de aprendizado rigoroso e estável entre as gerações de ferreiros.
A produção não era apenas uma atividade econômica, mas um pilar cultural que se manteve inalterado mesmo diante de grandes mudanças geopolíticas no continente. A análise dos resíduos de escória e dos fragmentos de carvão permitiu datar a operação contínua dessa estrutura industrial primitiva por um período impressionante.
🔥 Século XII: O Início: Fundação da oficina com técnicas de fundição de alta temperatura para o processamento de hematita.
⚒️ Século XVI: Estabilidade: A oficina atinge o auge produtivo mantendo o design dos fornos idêntico ao dos seus ancestrais.
📜 Século XX: O Legado: Encerramento das atividades originais e início dos estudos arqueológicos que revelaram o segredo.
Por que a tecnologia de fundição permaneceu a mesma por 800 anos?
A explicação para essa imobilidade tecnológica reside na eficiência extrema do método desenvolvido inicialmente pelos povos locais. Se as ferramentas produzidas atendiam perfeitamente às demandas agrícolas e de defesa, e o combustível era abundante, não havia pressão evolutiva para alterar o processo industrial.
Além disso, a transmissão do conhecimento na metalurgia senegalesa era cercada de rituais e tradições orais que preservavam a técnica original. Mudar o processo poderia ser visto como uma quebra de tradição ou um risco à qualidade final do ferro, que era vital para a sobrevivência daquelas comunidades.
Design Otimizado: Fornos que maximizavam o fluxo de oxigênio naturalmente.
Combustível Sustentável: Uso planejado de espécies de madeira específicas da região.
Pureza do Minério: Seleção rigorosa de hematita com baixas impurezas.
Resiliência Cultural: Proteção do segredo industrial entre clãs de ferreiros.
A eficiência técnica e tradições orais preservaram o método original de fundição – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)
Quais foram os principais achados na fábrica de ferro no Senegal?
Os arqueólogos desenterraram uma vasta quantidade de escória de ferro, que são os subprodutos do processo de fundição, acumulados em camadas sedimentares claras. Cada camada representa uma era diferente, mas todas mostram a mesma assinatura química e estrutural, provando a consistência do método.
Foram encontrados também restos de paredes de fornos feitos de argila refratária que suportavam temperaturas altíssimas. Esses componentes demonstram que os antigos metalúrgicos tinham um conhecimento profundo sobre termodinâmica e ciência dos materiais, muito antes da revolução industrial europeia.
Elemento Descoberto
Importância Histórica
Fornos de Argila
Revelam domínio térmico superior.
Escória de Ferro
Confirma a escala industrial da produção.
Carvão Vegetal
Permitiu a datação precisa por Carbono-14.
Como essa descoberta altera nossa visão sobre a metalurgia africana?
Frequentemente, a história da tecnologia é contada através de uma lente de inovação constante e rápida, mas o caso do Senegal mostra que a estabilidade pode ser um sinal de sucesso técnico. Isso desafia a ideia de que as sociedades africanas eram estagnadas por falta de conhecimento, provando, na verdade, um domínio absoluto.
A metalurgia no Senegal não era apenas um processo rudimentar, mas uma ciência aplicada que atingiu seu “estado da arte” muito cedo. Ao manter o padrão por 800 anos, os ferreiros demonstraram que haviam resolvido os problemas de engenharia de sua época de forma definitiva e sustentável.
Qual é o impacto histórico dessa resiliência tecnológica secular?
O impacto dessa descoberta é profundo para a arqueologia moderna, pois fornece um registro contínuo da vida social e econômica no leste do Senegal. Ela serve como um monumento invisível à capacidade humana de criar soluções duradouras que transcendem séculos de mudanças políticas e climáticas.
Ao entendermos que uma fábrica de ferro no Senegal pôde operar com tamanha precisão por tanto tempo, ganhamos uma nova perspectiva sobre a conservação de técnicas tradicionais. O passado africano revela-se, assim, muito mais complexo e tecnologicamente estável do que as narrativas coloniais sugeriam no passado.