Canal Sabedoria Infinita

13 junho 2026

Todas as camisas do Brasil em Copas do Mundo; relembre

A Seleção Brasileira não chama atenção apenas pelos títulos e craques. Ao longo da história das Copas do Mundo, os uniformes usados pelo Brasil também marcaram época e viraram símbolos de diferentes gerações do futebol mundial.

Da tradicional camisa amarela com detalhes verdes aos modelos azuis e brancos utilizados em partidas históricas, a seleção teve uniformes que ficaram eternizados por conquistas, derrotas traumáticas e atuações inesquecíveis.

O Brasil estreia contra o Marrocos neste sábado (13), às 19h, no estádio New York New Jersey, em jogo válido pela primeira rodada do Grupo C do Mundial. Veja, abaixo, todos os modelos desde a primeira copa do mundo, realizada em 1930.

Copa do Mundo de 1930 e 1934

Nas primeiras edições do torneio, disputados em Uruguai e Itália, o Brasil jogou de camisa branca, com detalhes em azul na gola.

A formação da Seleção Brasileira que conquistou a primeira vitória em Copas do Mundo • Álbum comemorativo da Copa do Mundo de 1930 da Associação Uruguaia de Futebol

Copa do Mundo de 1938

Para o torneio disputado na França, o Brasil manteve seu uniforme principal majoritariamente branco, com a inclusão de uma gola V com detalhes em azul.

Brasil derrotou a Polônia por 6 a 5, pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 1938, em Estrasburgo • Divulgação/X/@FIFAWorldCup

Copa do Mundo de 1550

Na edição que marcou a primeira Copa disputada no Brasil, a seleção usou um modelo similar ao dos primeiros anos, com a adição do escudo da CBD.

A seleção brasileira na copa de 1950 • Gamma-Keystone via Getty Images

Copa do Mundo de 1954

Após o trauma da final contra o Uruguai em 1950, o Brasil estreou em 54 a camisa amarela que se tornaria tão famosa. Com gola polo, a peça tinha detalhes em amarelo, como nos dias de hoje.

Leia também: Quanto a Fifa paga ao campeão da Copa do Mundo 2026

Os capitães José Naranjo (à esquerda, 1926 – 2012), do México, e José Carlos Bauer (1925 – 2007), do Brasil, trocam flâmulas antes da partida de suas equipes pela fase de grupos da Copa do Mundo, em Genebra, Suíça, em 16 de junho de 1954 • Getty Images

Copa do Mundo de 1958 e 1966

Na Copa do primeiro título mundial da seleção, o uniforme foi similar ao usado em 1954, com a aplicação do emblema bordado. O mesmo uniforme foi usado oito anos depois, na Copa da Inglaterra.

A seleção brasileira de futebol posando com o troféu após a conquista da Copa do Mundo Fifa de 1958
A Seleção Brasileira posando com o troféu após a conquista da Copa do Mundo Fifa de 1958 • UPI/Bettmann Archive/Getty Images

Copa do Mundo de 1962

O modelo da camisa amarela teve suas primeiras grandes mudanças, com um design de gola diferente, e a opção por mangas longas durante o torneio, disputado no Chile.

Time do Brasil campeão da Copa do Mundo em 1962
Time do Brasil campeão da Copa do Mundo em 1962 • Foto: Allsport/Hulton

Copa do Mundo de 1970

Uma das seleções mais memoráveis da história do Brasil usou um uniforme igualmente memorável. A gola redonda e detalhe em verde da manga são referenciados até mesmo em modelos mais atuais.

Jairzinho
O atacante Jairzinho na vitória do Brasil sobre a Itália na Copa de 1970 • Foto: Reprodução/FIFA

Copa do Mundo de 1974

Modelo similar ao de 1970, com a adição de três estrelas, referentes aos tricampeonato.

Brasil e Zaire se enfrentaram pela Copa do Mundo de 1974, na Alemanha
Brasil e Zaire se enfrentaram pela Copa do Mundo de 1974, na Alemanha • VI-Images via Getty Images

Copa do Mundo de 1978

Com detalhes de listras nas mangas, a camisa é lembrada como uma das mais bonitas e identificáveis da seleção.

Copa do Mundo de 1978, disputa do terceiro lugar: Itália 1 x 2 Brasil. Nelinho aponta e grita algo durante a fila antes da partida, River Plate, Buenos Aires • Mirrorpix via Getty Images

Copa do Mundo de 1982

Modelo estreou o emblema da CBF, substituindo o da CBD. Camisa contava com visual limpo, sem grandes detalhes.

Jogo da segunda fase do Grupo C da Copa do Mundo de 1982 entre Brasil e Argentina no Estádio Sarrià, em Barcelona, ​​em 2 de julho de 1982, vencido pelo Brasil por 3 a 1. Diego Maradona se defende da marcação de Falcao. • Mirrorpix via Getty Images

Copa do Mundo de 1986

Versão de 1986 teve o retorno de um logo de fornecedor de material esportivo, assim como adição de uma gola mais elaborada.

Referee Chris Bambridge looks on as Elzo #19, Defensive Midfielder for the Brazil national football team and Julio Salinas #19, Forward for the Spain national football team challenge for the football during their 1986 FIFA World Cup Group D match on 1st June 1986 at the Estadio Jalisco, Guadalajara, Mexico. The Brazil won the match 1 – 0. (Photo by David Cannon/Allsport/Getty Images) • Getty Images

Copa do Mundo de 1990

Camisa de 1990 marca o início da produção de uniformes com estrutura mais moderna, abandonando o uso de algodão como material principal.

Meio-campista brasileiro Alemão em partida contra a Costa Rica pela fase de grupos da Copa do Mundo de 1990. • Peter Robinson – PA Images via Getty Images

Copa do Mundo de 1994

Icônica camisa do Tetra teve como grande diferencial a aplicação de padrões no tecido, que são usados até os dias de hoje.

Romário comemora gol contra Camarões na Copa do Mundo de 1994
Romário comemora gol contra Camarões na Copa do Mundo de 1994 • Tony Marshall/EMPICS via Getty Images

Copa do Mundo de 1998

Mais um modelo especialmente memorável, a camisa de 1998 é tida como um pilar na evolução do design dos uniformes, com listras e detalhes em sua estrutura.

França. Copa de 1998 na França. O time do Brasil posado na final de 98 no Stade de France, em Saint-Denis. Da esq. p/ dir. Taffarel (1), Cesar Sampaio (5), Rivaldo (10), Aldair (3), Junior Baiano (4), Cafu (2), Ronaldo (9), Roberto Carlos (6), Leonardo (11), Bebeto (20) e Dunga (8). – Crédito: • FÁBIO M. SALLES/ESTADÃO CONTEÚDO/AE/Codigo imagem:2573

Copa do Mundo de 2002

A camisa do Penta tem uma série de padrões e detalhes que a tornam única, e representante de sua geração. A peça contava com uma espécie de malha interna, para absorção de suor.

Juninho atuando pela Seleção Brasileira
Juninho atuando pela Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2002 • Tony Marshall/Getty Images

Copa do Mundo de 2006

Uma gola mais estruturada em um tom de amarelo um pouco mais opaco eram destaques da camisa de 2006, que divide opiniões até hoje.

Jogadores da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2006.
Jogadores da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2006. • Antonio Scorza/AFP

Copa do Mundo de 2010

Em uma Copa que marcou a reconstrução da seleção, um uniforme mais sóbrio em relação aos modelos anteriores.

Zagueiro Lúcio em jogo da Seleção Brasileira na Copa de 2010
Zagueiro Lúcio em jogo da Seleção Brasileira na Copa de 2010 • Foto: Michael Steele/Getty Images

Copa do Mundo de 2014

Na copa do Mundo do Brasil, a seleção usou mais uma camisa de design simples, com uma gola contornada em verde e poucas distrações.

Neymar nas quartas de final da Copa do Mundo de 2014 contra a Colômbia
Neymar nas quartas de final da Copa do Mundo de 2014 contra a Colômbia • Foto: Robert Cianflone/Getty Images

Copa do Mundo de 2018

A camisa para a Copa do Mundo de 2018 retomou o uso de elementos mais modernos, com detalhes mais afiados e tecido tecnológico, com texturas à mostra.

Seleção Brasileira que defendeu o Brasil na Copa do Mundo de 2018
Seleção Brasileira que defendeu o Brasil na Copa do Mundo de 2018 • Divulgação/CBF

Copa do Mundo de 2022

Na última Copa do Mundo, disputada no Qatar, o uniforme da seleção ganhou destaque pela padronagem inspirada na onça-pintada, além de um tom de amarelo diferente do tradicional.

Vini Jr celebra gol marcado pelo Seleção Brasileira contra a Coreia do Sul na Copa de 2022 no Catar
Vini Jr celebra gol marcado pelo Seleção Brasileira contra a Coreia do Sul na Copa de 2022 no Catar • Tom Jenkins/Getty

Copa do Mundo de 2026

Com referências a mantos icônicos do passado, a camisa do Brasil para 2026 é repleta de detalhes, incluindo um tecido com estampas e logos destacados.

Novos uniformes da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo serão usados nos amistosos contra França e Croácia
Novos uniformes da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo serão usados nos amistosos contra França e Croácia • Montagem com imagens de Divulgação/Nike

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Google contesta decisão histórica sobre responsabilidade por conteúdo de IA

A Alphabet, empresa-mãe do Google, anunciou, nesta sexta-feira (12), que irá recorrer de uma decisão judicial alemã que considerou a empresa legalmente responsável por alegações falsas que aparecem nos Resumos de IA (AI Overviews), uma funcionalidade que exibe sumários gerados por inteligência artificial (IA) acima dos resultados tradicionais de busca.

Decisão judicial contra o Google marca precedente importante

  • O tribunal de Munique (Alemanha) emitiu uma decisão histórica contra os resumos gerados por IA do Google, determinando que o AI Overviews constitui conteúdo próprio da empresa;
  • Esta decisão pode impactar significativamente outros desenvolvedores de inteligência artificial;
  • “Este caso foca em erros específicos e pontuais, não na forma fundamental como o AI Overviews exibe conteúdo da web. Discordamos da decisão e planejamos recorrer”, disse um porta-voz do Google por e-mail à Reuters;
  • O processo foi movido por duas editoras alemãs que alegaram que os Resumos de IA falsamente as vincularam a golpes e práticas comerciais duvidosas;
  • A empresa reconhece que, embora a grande maioria dos AI Overviews seja precisa, podem ocorrer casos em que os resumos perdem contexto ou interpretam mal o conteúdo da web.

Ícone do Google em um smartphone ao lado de um martelo de juiz
Tribunal de Munique (Alemanha) emitiu uma decisão histórica contra os resumos gerados por IA do Google, determinando que o AI Overviews constitui conteúdo próprio da empresa – Imagem: Ascannio/Shutterstock

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Impactos na indústria de conteúdo

A integração de IA nos resultados de busca online do Google tem gerado críticas de editores e provedores de conteúdo, que afirmam que isso afetou negativamente seu tráfego, audiência e receita. Reguladores antitruste também estão investigando a questão.

O Google afirmou que toma ações rápidas contra violações de suas políticas para AI Overviews e que está comprometido em melhorar continuamente a precisão da tecnologia.

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12 junho 2026

“Dai Dai” foi eleita a melhor música das Copas do Mundo, diz Billboard

“Dai Dai”, a música de Shakira em parceria com o artista nigeriano Burna Boy para a Copa do Mundo FIFA 2026, foi escolhida como a melhor música oficial de uma Copa do Mundo de todos os tempos em uma enquete realizada pela Billboard.

A faixa, lançada em 14 de maio, obteve 31,28% dos votos e ficou em primeiro lugar na votação. Em segundo lugar ficou “Waka Waka (This Time for Africa)”, também interpretada por Shakira e lançada para a Copa do Mundo FIFA 2010, com 26,65% dos votos.

O terceiro lugar foi para “La Copa de la Vida”, de Ricky Martin, música oficial da Copa do Mundo FIFA 1998, que recebeu 24,73% dos votos. A quarta posição ficou com “We Are One (Ole Ola)”, interpretada por Jennifer Lopez, Pitbull e Claudia Leitte para a Copa do Mundo FIFA 2014, com 8,01% das preferências.

Na quinta posição ficou “The Time of Our Lives”, de Il Divo e Toni Braxton, tema oficial da Copa do Mundo FIFA 2006.

A enquete também incluiu músicas como “Hayya Hayya (Better Together)”, de Trinidad Cardona, Davido e Aisha; “Boom”, de Anastacia; “Un’estate italiana”, de Edoardo Bennato e Gianna Nannini; “Live It Up”, de Nicky Jam, Will Smith e Era Istrefi; e “Gloryland”, de Daryl Hall. Todas elas receberam menos de 2% dos votos.

A Billboard abriu a votação ao público em 1º de junho e incluiu músicas oficiais da FIFA lançadas desde 1990. Os resultados foram publicados em 10 de junho. No entanto, a revista não informou quantas pessoas participaram da enquete.

Shakira no RJ: de show em Taubaté à traição; curiosidades da cantora



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EUA proíbem criação de conteúdo comercial com visto de turismo

Os EUA emitiram um alerta direcionado a influenciadores estrangeiros que pretendem monetizar conteúdos produzidos no país durante a Copa do Mundo de 2026 utilizando apenas visto de turista.

O comunicado conjunto da Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA (CBP, na sigla em inglês) e do Departamento de Segurança Interna esclarece que o visto B-2 (turista) permite apenas atividades de lazer, férias, visitas familiares e tratamento médico, mas proíbe expressamente o exercício de atividades profissionais e o recebimento de renda por trabalhos realizados em território estadunidense.

Consequências do descumprimento das regras nos EUA

As autoridades estadunidenses advertem que o não cumprimento das normas pode resultar em:

  • Cancelamento do visto;
  • Deportação imediata;
  • Restrições para futuras entradas no país.

Para influenciadores e criadores de conteúdo que desejam trabalhar legalmente nos Estados Unidos, existe a opção do visto O-1, destinado a profissionais com habilidades consideradas extraordinárias em áreas como artes, esportes, ciência e negócios.

Este documento permite atividades remuneradas, incluindo campanhas publicitárias, parcerias com marcas e produção de conteúdo comercial.

Close up da câmera profissional do smartphone de gravação usada pela estrela da internet da geração Z para fazer livestream
Visto de turista proíbe exercício de atividades profissionais e o recebimento de renda por trabalhos realizados em território estadunidense – Image: Dragos Condrea/iStock

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Intensificação da fiscalização

Sob a gestão do presidente Donald Trump, o governo estadunidense planeja intensificar a fiscalização em aeroportos e postos de fronteira para identificar influenciadores estrangeiros que utilizam vistos de turista para trabalhar e gerar receita.

Segundo uma fonte governamental que falou sob condição de anonimato ao El País, o objetivo é “proteger empregos estadunidenses”. A fonte ainda comentou: “Eles mesmos se denunciam por meio dos vídeos”, referindo-se a criadores de conteúdo que compartilham nas redes sociais detalhes sobre a obtenção de vistos e viagens pelos Estados Unidos.

Política migratória gera apreensão

A rígida política migratória atual tem gerado apreensão global. Recentemente, torcedores do Irã foram impedidos de entrar no país, e um árbitro da Somália foi deportado, acusado de manter relações com grupos terroristas.

O alerta surge com a Copa do Mundo de 2026, um dos maiores eventos esportivos do mundo, que deve atrair centenas de criadores de conteúdo interessados em registrar a experiência para milhões de seguidores.

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source https://olhardigital.com.br/2026/06/11/pro/eua-proibem-criacao-de-conteudo-comercial-com-visto-de-turismo/

11 junho 2026

“Oceano é uma das grandes fronteiras do conhecimento”, diz professor da USP

A SP Ocean Week, com atividades interativas, voltadas à educação ambiental, aconteceu no Memorial da América Latina, em São Paulo, no último mês de maio.

A programação incluiu oficinas, apresentações e experiências interativas que abordaram temas como poluição, reciclagem e preservação dos oceanos. A CNN Brasil conversou com um dos organizadores, Alexandre Turra, coordenador da cátedra da Unesco para oceano e sustentabilidade e professor do Instituo Oceanográfico da USP.

“É o maior festival do mundo de promoção da cultura oceânica, que é um movimento que faz com que as pessoas entendam um pouco melhor a importância do oceano na vida delas, mas também como sociedade em relação ao oceano”, explica Turra.

O evento disponibilizou aprendizado fora da sala de aula pode estimular o interesse das crianças e aproximar o tema do cotidiano. Para isso, o evento reuniu mais de 30 painéis, 60 especialistas e cerca de 40 instituições. 

LEIA TAMBÉM: ONU associa saneamento do Brasil a agravamento da poluição marinha

O oceano é uma das grandes fronteiras do conhecimento. Está tão pertinho da gente, mas parece, na verdade, que está muito longe. Porque pode parecer fácil estudar o oceano, mas não é, especialmente quando a gente fala do mar profundo. É uma pressão gigantesca, a água é gelada. É muito perigoso, é como se a gente estivesse indo para o espaço. Requer muita tecnologia e muito custo. Só que ir para o fundo do oceano não é tão sedutor quanto ir para o espaço.

Alexandre Turra, professor da USP e coordenador da cátedra UNESCO para oceanos e sustentabilidade

Alexander Turra, professor do Instituto Oceanográfico da Usp e coordenador da Cátedra Unesco para a Sustentabilidade do Oceano
• Vitor Barbosa

Um dos destaques da programação, foi o projeto “Tampinhas pela Vida”, criado pela plataforma SPARKO HUB, uma iniciativa voltada à integração de ações entre estudantes, escolas e empresas, que mobiliza escolas e visitantes na coleta de tampinhas plásticas.

Durante o evento, o público pôde acompanhar o processo de separação e reciclagem do material, realizado com a colaboração da Green Mining, parceira do projeto e referência em reciclagem e economia circular, além de visualizar o volume arrecadado em instalações no local. 

‘Dos Mares, O Melhor’

O professor Turra também lançou o livro “Dos Mares, o Melhor”, no último mês de maio. Segundo o escritor, a ideia é uma linguagem acessível para informar sobre impactos atuais no ambiente marinho.

O livro compila artigos publicados ao longo de cinco anos em sua coluna na revista Scientific American Brasil. A obra tem a pretensão de inspirar engajamento na promoção da cultura oceânica por parte da sociedade.

“O livro ‘Dos Mares, o Melhor’ foi publicado como uma forma de consolidar um processo de aprendizagem que eu tive como comunicador de ciências. Essa parceria que eu tenho com o Alfredo Nastari, editor da Scientific America Brasil, que abriu um espaço para uma coluna dedicada aos oceanos que eu assinei por cinco anos. Ao todo, foram 59 textos, cujo no processo, fui aprendendo a contar histórias de um jeito diferente que eu contava cientificamente”, afirma o autor.

 

*Sob supervisão de Thiago Félix 



source https://www.cnnbrasil.com.br/ciencia/evento-gratuito-em-sao-paulo-ensina-criancas-a-como-preservar-o-oceano/

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