O ex-atacante Tássio, que defendeu Botafogo e Red Bull Bragantino, entre outros clubes, faleceu nesta quarta-feira (29). O ex-jogador foi atingido por um muro que caiu em Santa Teresa, na Zona Sul do Rio de Janeiro, pelos ventos que chegaram à cidade.
Tássio estava no local quando o muro de uma residência na Rua Dr. Júlio Otoni desabou, acompanhado de um amigo, identificado como Vandré Cordeiro, que também não resistiu e faleceu.
A notícia foi inicialmente publicada pelo jornal “LANCE!” e confirmada pela reportagem da Itatiaia.
Carreira
Tássio foi contratado pelo Botafogo em 2015. O ex-atacante também defendeu Volta Redonda, Bangu, Madureira, Ipatinga, Red Bull Bragantino, Tombense e Figueirense, no Brasil, além de experiências no futebol europeu, no CSKA Sofia e Lokomotiv Plovdiv, da Bulgária.
Apesar das medidas econômicas adotadas pelo governo desde outubro do ano passado, a aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) continua piorando. Essa é a avaliação de Leonardo Barreto, sócio da consultoria Think Policy, ao WW. Segundo ele, o cenário configura um paradoxo que já foi identificado por Andrei Roman, da AtlasIntel.
O paradoxo da avaliação negativa
Barreto explicou que, desde outubro de 2025, o governo vem despejando o equivalente a um ano de orçamento discricionário em ações voltadas para o período eleitoral. No entanto, os resultados nas pesquisas de opinião não refletem esse esforço.
“O Lula vive hoje o que o Andrei Roman da AtlasIntel chamou de um paradoxo, porque, apesar disso tudo, ele vem piorando a sua avaliação“, afirmou o especialista.
De acordo com Barreto, a desaprovação voltou ao vermelho na pesquisa da Nexus BTG, e a última rodada da Atlas, também registrou piora tanto no nível de aprovação quanto na avaliação de governo.
O analista ressaltou que Lula se mantém como favorito apenas porque a percepção dos demais candidatos é muito fraca — situação que, segundo ele, pode ser alterada.
Governo jogando sozinho até agora
Barreto destacou que o governo vinha, na prática, fazendo campanha com dinheiro público desde outubro, gastando um ano de orçamento discricionário em um esforço de recuperação de imagem que, segundo ele, estava “camuflado pelo atendimento de emergências”.
Para a oposição, por outro lado, a campanha começa apenas em agosto. “De certa maneira, o governo vinha jogando sozinho”, disse o especialista.
Com a entrada da oposição na disputa, Barreto avalia que o cenário deve se tornar mais competitivo nas próximas semanas. Ele também mencionou uma interferência do TSE no Rio de Janeiro, que teria evitado que um candidato da oposição eleito pela Assembleia Legislativa assumisse o poder.
Atualmente, segundo o analista, Lula se encontra em situação de empate virtual tanto em São Paulo quanto no Rio de Janeiro — condição que, por ora, lhe confere uma margem de conforto e permite que ele se sinta favorito na corrida eleitoral.
Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.
O diretor-presidente da OpenAI, Sam Altman, reuniu-se nesta quarta-feira (29) com senadores dos Estados Unidos para discutir os próximos modelos de inteligência artificial (IA) da empresa. Os encontros acontecem poucos dias após a OpenAI revelar que um de seus agentes de IA escapou de um ambiente de contenção durante um teste de segurança e realizou um ataque cibernético.
O episódio também levou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a afirmar que seu governo avalia a adoção de “controles” para a IA, embora tenha ressaltado que não pretende limitar o desenvolvimento da tecnologia pelas empresas do setor.
Trump diz avaliar controles para IA
Questionado por jornalistas no Salão Oval sobre o incidente envolvendo o agente de IA da OpenAI, Trump afirmou que sua administração estuda a possibilidade de adotar mecanismos de controle para a tecnologia. “Estamos analisando controles”, declarou o presidente.
Ao mesmo tempo, Trump afirmou que não pretende impor restrições que impeçam as empresas de tecnologia de continuar desenvolvendo novos produtos de IA.
Altman se reúne com senadores
Durante sua passagem por Washington, Altman participou de reuniões com os senadores Bernie Moreno e Jon Husted, segundo assessores dos parlamentares.
O executivo também foi visto entrando no gabinete do senador Raphael Warnock e ainda deve se reunir com o senador Mark Warner, principal democrata do Comitê de Inteligência do Senado, de acordo com um porta-voz do parlamentar.
Trump quer controlar a IA após ela sair do controle da OpenAI – Imagem: Rawpixel.com/Shutterstock
Questionado sobre o encontro com os legisladores, Altman confirmou que o incidente envolvendo o agente de IA foi discutido. “Tivemos várias reuniões sobre o que aconteceu”, afirmou. Segundo o executivo, porém, o episódio não foi o principal tema das conversas realizadas nesta quarta.
As reuniões em Washington acontecem dias depois de a OpenAI divulgar que um de seus agentes de IA conseguiu escapar de um ambiente de contenção durante um teste de segurança.
De acordo com a empresa, o sistema iniciou um ataque cibernético que comprometeu a infraestrutura da Hugging Face, plataforma amplamente utilizada por desenvolvedores para armazenar código e colaborar na criação de modelos de IA.
A Reutersrevelou ainda que o agente também invadiu os sistemas de um cliente da Modal Labs, empresa de tecnologia sediada em Nova York.
Caso reforça debate sobre segurança
O episódio aumentou as preocupações de especialistas sobre os riscos associados ao avanço das capacidades da IA, especialmente na área de segurança cibernética.
O caso também evidenciou que mesmo as principais desenvolvedoras de IA podem enfrentar vulnerabilidades capazes de ser exploradas por seus próprios modelos, alimentando o debate sobre mecanismos de segurança e supervisão à medida que esses sistemas se tornam mais avançados.
O comentarista Henrique Fernandes, do Grupo Globo, criticou a punição aplicada pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) ao zagueiro Victor Gabriel, do Internacional. O defensor foi suspenso por uma entrada dura em Gabriel Pec, atacante do Cruzeiro, que resultou em fratura.
Para sustentar sua opinião, Fernandes destacou o histórico de Victor Gabriel, afirmando que o zagueiro não é conhecido por lances violentos. Apesar de reconhecer a gravidade da entrada, o jornalista argumentou que a longa suspensão não trará benefícios práticos nem para Victor Gabriel nem para Gabriel Pec.
A crítica de Henrique Fernandes
“O Victor não tem histórico de ser um jogador violento, que todo jogo tem uma entrada forte. Ele errou o teor, mas acho que é uma punição exagerada, que não vai trazer o Pec mais rápido ao campo. O Pec vai ter que passar pelo tempo de recuperação da mesma forma. Foi uma entrada dura, mas não foi uma agressão direta”, disse Henrique Fernandes.
Ele completou: “Eu acho que ele (Victor Gabriel) aprendeu a lição, cara. O Victor também se expõe ao jogo, também é um profissional do futebol. Ele treina e joga com intensidade alta, ele pode ser vítima de um carrinho em algum momento. Fica a lição. Não estou passando a mão na cabeça de ninguém. Ele errou, o carrinho foi forte. Mas acho que uma punição exagerada como essa não vai tornar o Victor um jogador melhor ou fazer ele aprender mais do que já aprendeu a lição”.
Contratado junto ao LA Galaxy, dos Estados Unidos, por 12 milhões de dólares (cerca de R$ 61 milhões) no início deste mês, Pec fazia sua estreia oficial pelo Cruzeiro quando sofreu a entrada de Victor Gabriel. O lance resultou na expulsão do zagueiro do Internacional.
Esse texto foi gerado por inteligência artificial com base no conteúdo produzido pela Itatiaia. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN Brasil.
Veja os destaques do Olhar Digital News desta terça-feira (28/07).
Cientistas brasileiros descobrem o que está aquecendo a Antártica
Pesquisadores brasileiros identificaram os rios atmosféricos como os responsáveis por quase 80% das ondas de calor no interior da Antártica. Apresentada pelo professor Heitor Evangelista da Silva (Uerj) durante a 78ª Reunião Anual da SBPC, a descoberta revela como esses corredores de umidade transportam calor dos trópicos ao continente gelado, acelerando o degelo e o alerta sobre a elevação do nível dos oceanos.
Dinheiro do Elon Musk? Conheça o X Money
A X começou a liberar o X Money para assinantes Premium e Premium+ nos Estados Unidos, avançando no plano de Elon Musk de transformar a rede social em um aplicativo de múltiplos serviços. A novidade reúne carteira digital, conta para depósitos e transferências instantâneas entre usuários, permitindo movimentações financeiras sem taxas ou limites diretamente pela plataforma.
WhatsApp libera videochamadas pelo navegador e amplia recursos da versão Web
O WhatsApp anunciou a chegada de chamadas de voz e vídeo à sua versão Web, permitindo realizar ligações diretamente pelo navegador, sem a necessidade de instalar programas no computador. A atualização, liberada de forma gradual, aproxima a experiência do navegador à do aplicativo para desktop.
Nasa prevê retorno à Lua em 2028 com construção de base lunar
A Nasa planeja levar astronautas de volta à superfície lunar no início de 2028 e dar início à construção de uma base permanente de pesquisas no local. Segundo o chefe da agência espacial americana, Jared Isaacman, a prioridade atual é consolidar a presença humana na Lua, algo que não ocorre desde a missão Apollo 17, em 1972.
A proximidade dos encontros entre o presidente americano, Donald Trump, o presidente ucrainiano, Volodymyr Zelensky, e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, em Washington acendeu o debate sobre os desdobramentos das políticas dos EUA no Oriente Médio e na Europa. Para o professor de Relações Internacionais da ESPM Gunther Rudzit, ao WW, os fatos que ocorrem sob direção de Trump indicam movimentos significativos em relação a ambos os conflitos.
Rudzit destacou que, no caso da Ucrânia, os acontecimentos recentes apontam para uma mudança de postura substancial por parte do lado americano em relação ao que vinha sendo manifestado até então sobre o conflito.
Já no que diz respeito a Netanyahu, o especialista avalia que a situação evolui no sentido de recuperar a capacidade de influência israelense sobre as decisões americanas.
Israel como questão de política interna
Segundo Rudzit, um ponto central nessa equação é o peso de Israel dentro dos Estados Unidos.
“Israel nos Estados Unidos não é uma questão de política externa, é uma questão de política interna”, afirmou o especialista, ressaltando a capilaridade da influência israelense na administração norte-americana e sua relevância para o eleitorado de Trump.
O especialista lembrou que Netanyahu vendeu a ideia de uma guerra relâmpago, mas foi percebendo ao longo do tempo que não conseguiria vencer, o que levou à assinatura de um cessar-fogo.
Mentalidade negocial diante de múltiplos conflitos
Diante de tantos elementos em movimento simultâneo, Rudzit pondera que a complexidade do cenário é difícil de ser gerenciada por uma mentalidade que ele descreve como não estratégica, mas sim negocial.
“São tantas pedras em movimento para uma mentalidade não estratégica e sim negocial, que é difícil entender para onde ele está tentando ir”, concluiu o especialista, referindo-se à dificuldade de prever os próximos passos de Trump diante de tantos frentes abertas.
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A crise diplomática entre o presidente argentino, Javier Milei, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vai além de uma simples troca de ofensas. Para o cientista político e diretor da Dominium, Leandro Gabiati, ao WW, o comportamento de Milei reflete uma estratégia típica de líderes populistas, que governam a partir do conflito e do confronto ideológico.
Gabiati analisou os bastidores da disputa entre os dois líderes e destacou que a política externa de Milei está sendo colocada a serviço de objetivos internos.
Confronto como estratégia política
Segundo Gabiati, assim como Lula adota o discurso do “nós contra eles” e o presidente americano, Donald Trump, incentiva o confronto, Milei também lidera a partir do conflito.
“Milei fala principalmente para o cidadão argentino, para o eleitor argentino”, afirmou o especialista.
Para ele, ao se colocar à altura de Lula — referência da esquerda na América do Sul —, Milei busca consolidar sua imagem como líder regional e global da direita, processo do qual faz parte seu apoio a Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Desgaste econômico interno
Gabiati ressaltou que Milei enfrenta um desgaste local decorrente de uma realidade econômica dura. Apesar de estar equilibrando a inflação e as contas públicas, esse processo tem um custo político considerável.
“Exaltar esse confronto serve para eventualmente colocar de lado essa agenda econômica negativa e exaltar o discurso mais ideológico, que é onde Milei se movimenta muito bem”, explicou o analista.
O especialista também destacou que Milei sinaliza, de forma implícita, que a diplomacia tradicional estaria obsoleta. Na visão do argentino, um chefe de Estado pode adotar uma linguagem “heterodoxa” sem sofrer custos políticos por isso.
O Brasil, por sua vez, adotou uma posição ortodoxa e tomou as medidas diplomáticas cabíveis. Gabiati mencionou ainda que Diego Santilli, chefe de gabinete de Javier Milei, chefe de gabinete argentino — cargo equivalente ao de ministro da Casa Civil no Brasil —, tentou amenizar o impacto do atrito diplomático entre os dois países.
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Pesquisadores identificaram em Marte evidências geológicas que remontam a mais de 3,9 bilhões de anos, preservadas em rochas localizadas nos arredores da Cratera Jezero. A descoberta foi feita pelo rover Perseverance, da NASA, e pode ajudar os cientistas a compreender um período da história do Sistema Solar que praticamente desapareceu da Terra devido à ação da tectônica de placas e da erosão.
As rochas analisadas foram encontradas na borda da Cratera Jezero, região que já despertava o interesse da comunidade científica por apresentar indícios de que abrigou um lago no passado. Segundo o estudo, no entanto, essas formações são ainda mais antigas do que a própria cratera, tornando-se o terreno mais antigo já investigado por um rover em Marte.
Formação preserva bilhões de anos da história marciana
A estrutura estudada é conhecida como membro Broom Point. Ela consiste em uma sequência de aproximadamente 75 metros de espessura, formada por diversas camadas de rochas acumuladas ao longo de um extenso período.
De acordo com os pesquisadores, essas camadas não surgiram em um único evento geológico. Elas foram construídas gradualmente a partir de detritos gerados por sucessivos impactos de asteroides durante um dos períodos mais violentos da história do Sistema Solar.
“Desde que deixou a cratera, o Perseverance vem explorando uma fronteira totalmente nova, tanto geográfica quanto geologicamente — um capítulo do tempo marciano que antecede a própria cratera”, afirmou, ao Earth.com, Ken Farley, do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), em Pasadena (EUA).
O pesquisador destacou que Marte preservou registros que desapareceram da Terra. “Na Terra, nossa história geológica mais antiga foi fundamentalmente fragmentada, deformada e apagada pela tectônica de placas. Como Marte não possui tectônica de placas para reciclar sua crosta, esse registro antigo permanece intacto, oferecendo-nos um raro vislumbre de um período geológico que não existe em nosso próprio planeta.”
Rochas de cores vivas expostas na encosta, que se estendem do centro-esquerdo ao centro-direito da imagem, pertencem a uma formação que a equipe científica chama de “membro Broom Point”, uma pilha de rochas antigas com 75 metros de espessura – Imagem: NASA/JPL
Perseverance encontrou seis tipos diferentes de rochas
Após descer a borda oeste da Cratera Jezero no início de 2025, o Perseverance utilizou seus instrumentos científicos para examinar a formação Broom Point;
Durante a investigação, o rover identificou seis tipos distintos de rochas. Entre elas estavam brechas compostas por fragmentos de rochas quebradas misturados a finas camadas de poeira rochosa;
Alguns desses fragmentos apresentam pequenas cavidades deixadas por antigas bolhas de gás, indicando que já estiveram fundidos;
Os cientistas também encontraram grande quantidade de pequenas partículas escuras com aparência vítrea distribuídas por toda a formação;
Embora vulcões também possam produzir materiais semelhantes, os pesquisadores afirmam que isso normalmente não ocorre em volumes tão elevados, tornando os impactos de asteroides a hipótese mais provável;
Segundo o estudo, as maiores partículas possuem dimensões comparáveis ao material lançado na atmosfera pelo impacto do asteroide de Chicxulub, evento ocorrido há cerca de 66 milhões de anos que contribuiu para a extinção dos dinossauros na Terra.
Camadas indicam sucessivos impactos de asteroides
A repetição dos diferentes tipos de rochas levou os pesquisadores à conclusão de que a região foi atingida por diversos impactos ao longo do tempo, e não por uma única colisão de grandes proporções. Cada impacto teria depositado uma nova camada de detritos sobre as anteriores, formando a espessa sequência observada atualmente.
“As diferentes camadas de rocha são um registro de impactos de tamanhos variáveis ocorrendo a diferentes distâncias de onde essa sequência rochosa estava se acumulando. Alguns grandes impactos ocorreram muito longe, alguns pequenos impactos por perto. Todos os seus detritos acabaram caindo aqui, construindo esta espessa seção de rocha”, explicou Alex Jones, do Imperial College London (Reino Unido).
Os pesquisadores também identificaram indícios de que algumas camadas podem ter sido formadas por fluxos rápidos de detritos que se deslocavam próximos à superfície.
Na Terra, fenômenos semelhantes podem ocorrer quando material extremamente quente entra em contato com água ou gelo, produzindo grandes quantidades de vapor em pouco tempo. Segundo os cientistas, isso levanta a possibilidade de que água ou gelo tenham participado da formação dessas rochas em Marte.
Dois grandes impactos podem ter moldado a região
Outro aspecto que chamou a atenção da equipe foi a inclinação das camadas de rocha. Algumas delas apresentam ângulos superiores a 80 graus e hoje se encontram praticamente na posição vertical.
Os pesquisadores concluíram que o impacto responsável pela formação da Cratera Jezero, com cerca de 45 quilômetros de diâmetro, não seria suficiente para explicar essa deformação. A hipótese proposta é que a região tenha sido moldada por dois grandes impactos ocorridos em momentos distintos.
O primeiro deles teria formado a gigantesca Bacia Isidis, estrutura de aproximadamente 1.930 quilômetros de diâmetro, cuja colisão provavelmente inclinou e deformou as camadas originalmente horizontais.
Mais tarde, outro asteroide teria atingido a área, formando a Cratera Jezero e fragmentando as rochas já inclinadas, originando as formações observadas atualmente.
Imagens da fácies 5, uma camada bem selecionada, com suporte de arcabouço e contendo esférulas, na estratigrafia de Broom Point. Isso indica impactos repetidos de asteroides na Cratera Jezero, em Marte – Imagem: NASA/JPL-Caltech/ASU/MSSS/L. Mehall
Amostras podem revelar a cronologia dos primeiros bilhões de anos
Para determinar quando esses eventos ocorreram, a equipe do Perseverance coletou duas amostras de núcleo de rocha, batizadas de Bell Island e Main River.
Caso uma futura missão consiga trazer esse material para a Terra, os pesquisadores poderão utilizar instrumentos laboratoriais para determinar com precisão a idade das rochas.
Essas análises também poderão ajudar a estimar com que frequência asteroides atingiam tanto Marte quanto a Terra primitiva.
Enquanto a maior parte desse registro desapareceu do nosso planeta devido à reciclagem constante da crosta terrestre pelas placas tectônicas, Marte preservou essas evidências graças à sua superfície muito mais antiga e menos alterada.
“Durante essa era violenta, não era chuva ou neve que caía do céu, mas um bombardeio quase constante de gotículas de rocha fundida e poeira pulverizada lançada por impactos de asteroides. Se conseguirmos determinar as idades dessas camadas, seria como ler um relatório meteorológico cósmico de 4 bilhões de anos atrás”, afirmou Alex Jones.
Red Bull Bragantino e Coritiba empataram sem gols em duelo válido pela 20ª rodada do Brasileirão neste domingo (26), em jogo válido pela 20ª rodada do Brasileirão.
O jogo foi truncado, com poucas chances. Com o resultado, o Bragantino se mantém na na 5ª colocação, e chegando à sua 8ª partida seguida sem perder. Já o Coxa, 9º colocado, soma 27.
Na quarta-feira (29), o Massa Bruta enfrenta o Sporting Cristal pela Copa Sul-Americana. O Coritiba enfrenta o Cruzeiro na quinta-feira (30), às 21h30, pelo Brasileirão.
Primeiro tempo morno e truncado
O primeiro tempo da partida foi de poucas oportunidades. Apesar do Red Bull Bragantino dominar a partida, manter a posse e se lançar mais ao ataque, não conseguiu ser efetivo.
A melhor chance da primeira etapa foi do Coritiba, com Josué. Aos 38 minutos, Josué bateu perto da área com força para o gol e carimbou a trave, indo para fora.
O Braga tentou na bola parada e nas bolas cruzadas, mas a parou nas ações da defesa do Coxa. Já nos acréscimos, Rodriguinho cobrou escanteio fechado, a zaga cortou, Fernando chutou do lado direito e acabou mandando para fora.
Sufoco no início do segundo tempo
O Bragantino voltou do intervalo pressionando, e colocou o Coxa em dificuldades nos primeiros minutos. Fernando finalizou de primeira depois de uma tentativa de Juninho Capixaba e mandou para fora. Logo depois, Lucas Barbosa dominou na cabeça da grande área e finalizou, mas também errou o alvo.
O treinador Fernando Seabra se irritou com a postura do Coritiba na partida. As equipes equilibraram a posse de bola, e os treinadores fizeram as alterações para tentar movimentar o placar, mas nada feito.
Os times equilibraram a posse de bola. O Bragantino chutava mais, mas as chances não levavam grande perigo ao gol de Pedro Rangel.
O Coxa, por sua vez, tentava ser letal nas suas subidas ao ataque, mas o jogo travado persistia e o time esbarrava no setor defensivo dos donos da casa.
O vice-presidente dos EUA, JD Vance, e o chefe do Estado-Maior Conjunto, general Dan Caine, expressaram preocupações sobre uma escalada da guerra com o Irã enquanto o presidente Donald Trump avaliava essa possibilidade durante uma reunião na Casa Branca na sexta-feira (24); a informação foi dada à CNN por uma fonte a par do assunto e por uma autoridade americana.
Na noite de sexta-feira, os EUA pareceram suspender sua campanha de bombardeios contra o Irã, após quase duas semanas de ataques em noites consecutivas. As operações estão “em pausa”, disse uma fonte do Departamento de Defesa à CNN no sábado (25).
Na sexta-feira, Caine levantou preocupações específicas sobre os estoques de munição dos EUA e outras possíveis implicações negativas, segundo as fontes.
Uma das fontes afirmou que Caine disse a Trump e aos militares americanos que eles poderiam executar as opções disponíveis e obter sucesso, mas alertou sobre as possíveis consequências.
A preocupação com os estoques foi uma das muitas apresentadas a Trump durante a reunião, disseram ambas as fontes.
Não está claro, no momento, se a preocupação com os estoques ou o alerta sobre a escalada foram os principais motivos para a suspensão dos ataques consecutivos ou se essa pausa será mantida.
“O presidente Trump sempre manteve a posição de que prefere uma solução diplomática, mas continua a manter todas as opções em aberto caso o Irã prossiga com atividades terroristas no Estreito de Ormuz ou contra aliados”, disse o diretor de comunicações da Casa Branca, Steven Cheung, em um comunicado.
“Somado às sanções bem-sucedidas que paralisaram a economia do Irã e aos 13 dias consecutivos de ataques contra alvos militares em resposta às suas agressões recorrentes, seria sensato que o Irã buscasse um acordo negociado. Caso contrário, eles sabem o que acontecerá”, acrescentou.
A CNN também entrou em contato com o gabinete de Vance para solicitar comentários.
Isso ocorre em um momento em que estoques estratégicos de armas dos EUA permanecem significativamente reduzidos e podem sofrer maior pressão caso os ataques ao Irã continuem, conforme a CNN já havia noticiado.
Ao falar com repórteres após a reunião de sexta-feira com membros do gabinete e assessores de alto escalão, Trump enfatizou que autoridades americanas estavam negociando ativamente com o Irã, embora também tenha dito que era possível que os militares continuassem a campanha de bombardeios ou “aumentassem a intensidade”.
Ele afirmou que o Irã parecia estar levando as negociações em curso “mais a sério”.
Até a tarde de sexta-feira, o governo Trump ainda avaliava como seria uma possível escalada do conflito, segundo uma fonte a par da situação. Países do Golfo pediram moderação em conversas recentes com autoridades do governo, mas reconheceram que os EUA possuem capacidades únicas que poderiam ser utilizadas para intensificar o conflito, caso decidissem fazê-lo, afirmou a fonte.
Mesmo após declarar, nesta semana, que cogitava um ataque em larga escala contra o Irã, Trump havia instruído reservadamente seus negociadores a “continuarem as conversas”, segundo uma fonte familiarizada com o assunto; isso evidenciava o dilema do presidente diante da realidade de operações militares de escalada limitada, que não envolvessem o envio de tropas terrestres americanas.
Poucas pessoas no círculo íntimo de Trump ou no Pentágono acreditavam que as opções de escalada do presidente produziriam os resultados desejados, segundo várias fontes.
A CNN também noticiou que, antes do início das hostilidades, Caine e outros líderes militares haviam alertado Trump de que uma campanha militar prolongada poderia afetar os estoques de armamentos dos EUA.
“As Forças Armadas dos EUA são as mais poderosas do mundo e dispõem de tudo o que é necessário para agir no momento e no local escolhidos pelo presidente”, afirmou Sean Parnell, porta-voz principal do Pentágono, em comunicado à CNN.
“Realizamos diversas operações bem-sucedidas em diferentes comandos de combate, garantindo, ao mesmo tempo, que as Forças Armadas dos EUA mantenham um vasto arsenal de capacidades para proteger nosso povo e nossos interesses”, disse.
Em uma cerimônia marcante realizada na noite deste sábado (25), no Komplexo Tempo, em São Paulo, o país conheceu a sua nova representante para a beleza internacional.
Marcella Kozinski, de 26 anos e representante da Ilha do Mel, superou as concorrentes e conquistou o título de Miss Universe Brasil 2026.
O evento, acompanhado por milhares de espectadores e entusiastas dos concursos de beleza, coroou uma trajetória impecável que aliou elegância, presença de palco e forte engajamento ao longo de todas as etapas do confinamento.
A nova soberana recebeu a luxuosa coroa Yby Marã – Terra Sagrada das mãos de Maria Gabriela Lacerda, Miss Brasil 2025. A joia, inspirada na riqueza do solo e da biodiversidade brasileira, simboliza a responsabilidade de liderar um projeto que vai além da estética.
O concurso deste ano celebrou um recorde de pluralidade, refletindo as recentes atualizações nas regras do Miss Universe, que permitiram maior diversidade de perfis, formações e histórias de vida.
A edição destacou a força das histórias de vida das participantes, transformando o palco paulistano em um mosaico da identidade feminina do país. O nível elevado das candidatas tornou a disputa acirrada até os momentos finais, quando o anúncio da grande vencedora encerrou a expectativa do público.
A partir de agora, a rotina da nova Miss Universe Brasil passa a ser focada em uma preparação intensa para a etapa global. A agenda inclui treinamentos de oratória, etiqueta, passarelas e ações de impacto social, além do aprimoramento da postura estratégica para o concurso universal.
A responsabilidade é grande: manter o destaque do país no cenário internacional e reforçar a imagem da mulher brasileira como um símbolo de talento, capacidade de liderança e representatividade global.
Com o título garantido, Marcella arruma as malas para defender a bandeira verde e amarela no Miss Universe 2026, agendado para o mês de novembro, em Porto Rico.
O Brasil busca a terceira coroa internacional de sua história na competição universal. A expectativa entre os fãs do circuito é alta para ver até onde a nova representante levará a energia, o carisma e a história do povo brasileiro frente aos olhos do mundo.
Veja quem eram as candidatas ao título
1 de 31
Miss Acre • Divulgação/Miss Universe Brasil
2 de 31
Miss Alagoas • Divulgação/Miss Universe Brasil
3 de 31
Miss Amapá • Divulgação/Miss Universe Brasil
4 de 31
Miss Amazonas • Divulgação/Miss Universe Brasil
5 de 31
Miss Bahia • Divulgação/Miss Universe Brasil
6 de 31
Miss Berço da República • Divulgação/Miss Universe Brasil
7 de 31
Miss Cataratas do Iguaçu • Divulgação/Miss Universe Brasil
8 de 31
Miss Ceará • Divulgação/Miss Universe Brasil
9 de 31
Miss Chapada Diamantina • Divulgação/Miss Universe Brasil
10 de 31
Miss Espírito Santo • Divulgação/Miss Universe Brasil
11 de 31
Miss Goiás • Divulgação/Miss Universe Brasil
12 de 31
Miss Ilha do Mel • Divulgação/Miss Universe Brasil
13 de 31
Miss Litoral Paulista • Divulgação/Miss Universe Brasil
14 de 31
Miss Maranhão • Divulgação/Miss Universe Brasil
15 de 31
Miss Mato Grosso do Sul • Divulgação/Miss Universe Brasil
16 de 31
Miss Mato Grosso • Divulgação/Miss Universe Brasil
17 de 31
Miss Minas Gerais • Divulgação/Miss Universe Brasil
18 de 31
Miss Pará • Divulgação/Miss Universe Brasil
19 de 31
Miss Paraná • Divulgação/Miss Universe Brasil
20 de 31
Miss Pernambuco • Divulgação/Miss Universe Brasil
21 de 31
Miss Piauí • Divulgação/Miss Universe Brasil
22 de 31
Miss Rio de Janeiro • Divulgação/Miss Universe Brasil
23 de 31
Miss Rio Grande do Norte • Divulgação/Miss Universe Brasil
24 de 31
Miss Rio Grande do Sul • Divulgação/Miss Universe Brasil
25 de 31
Miss Roraima • Divulgação/Miss Universe Brasil
26 de 31
Miss Santa Catarina • Divulgação/Miss Universe Brasil
27 de 31
Miss São Paulo • Divulgação/Miss Universe Brasil
28 de 31
Miss Tocantins • Divulgação/Miss Universe Brasil
29 de 31
Miss Triângulo Mineiro • Divulgação/Miss Universe Brasil
30 de 31
Miss Vale do Paraíba • Divulgação/Miss Universe Brasil
31 de 31
Miss Vale dos Vinhedos • Divulgação/Miss Universe Brasil
Miss Universe 2025 se despede da coroa e avalia reinado