O MTV Video Music Awards 2026 mostrou que a amizade entre Sabrina Carpenter, 27, e Madonna, 68, começou de um jeito inusitado.
Ao vencerem a categoria Melhor Colaboração com o single “Bring Your Love”, Madonna falou que não havia preparado um grande discurso, então revelaria como conseguiu a parceria. “Todo mundo que me conhece sabe o quanto sou impaciente. Quando passaram cinco dias e eu não havia conseguido falar com a Sabrina, eu não sabia se ela queria fazer uma música comigo. Cinco dias, e aí eu mandei uma DM“, revelou a veterana.
“É uma história real, então ela me respondeu… Passamos algumas semanas no estúdio e foi fabuloso. Se você acha que é uma música de amor, não é. É uma música sobre alguém que acha que te conhece melhor que você mesma”, finalizou Madonna. “E eu te amo, Sabrina.”
Sabrina respondeu à brincadeira com humor e ainda deixou um convite aberto: “Minha equipe responde. Eles falam com as pessoas, mas eu sou mais rápida. Então, me mandem mensagens. Te amo, Madonna.”
Mais cedo na noite, Madonna fez sua primeira apresentação em 23 anos no Video Music Awards, em que convidou a voz de “Espresso” e Charlie XCX para cantarem “Bring Your Love” e “Danceteria”. No palco também subiram Seth Rogen, Julia Garner e Sombr.
O britânico Ryan Terry manteve seu favoritismo na Men’s Physique e venceu seu quarto título consecutivo na categoria no Mr. Olympia.
Já os atletas Ali Bilal e Kyron Holden fecharam o top 3.
Erin Banks e Brandon Hendrickson ficaram na quarta e quinta colocação, respectivamente.
Com o quarto título, Ryan iguala o ex-fisiculturista americano Jeremy Buendia como os dois maiores vencedores da categoria no Mr. Olympia.
Buendia venceu entre 2014 e 2017.
Imagem mostra primeiro confronto da Men’s Physique nas prévias do Mr. Olympia 2026 • Divulgação/Mr. Olympia
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Mais cedo, durante as prévias, Terry liderou o pré-julgamento, dividindo o centro do palco com o afegão Ali Bilal, projetando o campeão e o vice da categoria.
Os brasileiros Edvan Palmeira e Vitor Chaves também estiveram no primeiro “callout” no pré-julgamento, além de Erin Banks, Brandon Hendrickson, Kyron Holden e Isai Kesek.
Na categoria, além de Edvan e Chaves, o Brasil também conta com Diogo Basaglia, o “Basa”, Dilson Espíndola, Rafael ‘Fael’ Oliveira, Guilherme Gualberto, Kaique “KK” Santos, Vinícius Mateus e Mauro Fialho.
A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) aponta o influenciador Jeferson de Oliveira Monteiro, criador do perfil “Dilma Bolada”, como autor da primeira publicação que associou o candidato do PL à Presidência à informação falsa de que ele pretenderia retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil.
O perfil “Dilma Bolada” se tornou famoso no primeiro mandato da então presidente Dilma Rousseff (PT) pelo tom de humor favorável a ela. O perfil tentava transmitir uma imagem mais informal e descolada da então mandatária e tecia críticas a adversários.
A conta tinha mais de um milhão de seguidores — número significativo para a época.
Jeferson chegou a ser recebido por Dilma no Palácio da Alvorada em outubro de 2014, após a reeleição dela. No ano seguinte, ele também foi a uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara dos Deputados sobre crimes cibernéticos e negou que tenha recebido dinheiro do PT.
Anos depois, em 2023, Jeferson assumiu um cargo comissionado na Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e foi demitido meses depois por uma viagem indevida.
Segundo monitoramento feito pela equipe de Flávio, a postagem de Jeferson deu início a uma sequência de conteúdos que passaram a vincular o presidenciável à suposta mudança nas redes sociais.
A publicação de Jeferson citada pela campanha de Flávio foi feita às 21h50 de quarta-feira (23) e ainda estava disponível na rede social X na noite deste sábado (26).
“Católico não vota em nenhum Bolsonaro e nem em nenhum candidato que queira retirar o título de Nossa Senhora Aparecida de Padroeira e Rainha do Brasil. Tudo com Jesus. Nada sem Maria. E Bolsonaro na cadeia!”, diz a publicação.
Nos últimos dias, Jeferson continuou a publicar conteúdos críticos a Flávio Bolsonaro, inclusive com referências à Igreja Católica.
Seis minutos depois do post inicial, de acordo com o levantamento da campanha, outro usuário passou a divulgar conteúdo sobre o tema. O perfil @waglegal10 afirmou que Flávio poderia enfrentar pressão de uma ala de seus apoiadores para retirar de Nossa Senhora Aparecida o posto de padroeira do Brasil.
A partir daí, outros perfis começaram a escrever postagens na mesma linha.
“Nesse particular, vale ressaltar que o exíguo lapso temporal entre a gênese da mentira e a sua disseminação, inclusive com ilustração contendo reprodução de imagem do noticiante elaborada por inteligência artificial, demonstra não se tratar de um comportamento orgânico, mas sim de uma campanha estruturada de propagação de fake news por intermédio das redes sociais”, diz peça da equipe jurídica de Flávio Bolsonaro ao procurador-geral eleitoral, em que apresenta notícia-crime contra os donosdos perfis supostamente envolvidos.
De acordo com a campanha de Flávio, a narrativa ganhou força no dia seguinte. Perfis disseminaram conteúdo para dizer que Flávio estaria com essa pretensão, se eleito presidente.
Um dos posts identificados pela equipe de Flávio como de maior alcance foi publicado pelo usuário @vitor_dlucca. A publicação alcançou mais de 2 milhões de visualizações em menos de 24 horas, afirma a campanha.
Quatorze minutos depois, o usuário @CarlosPortoRJ publicou conteúdo sobre o caso.
“Eu custei a acreditar que Flávio Bolsonaro vai tirar Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil. Mas acabou de sair na GloboNews essa notícia. Isso é algo tão grave e sem precedentes. É o maior ataque aos católicos do Brasil.”
O post teve mais de 2,4 milhões de visualizações em menos de um dia, cita a campanha de Flávio.
A desinformação também passou a mencionar um projeto de lei relacionado ao título de Nossa Senhora Aparecida. O texto, no entanto, foi apresentado em 2007 pelo então deputado federal Victório Galli e arquivado em 2008, sem envolvimento com Flávio. Nestas eleições, Galli disputa uma vaga na Câmara dos Deputados pelo PP de Mato Grosso.
Uma das mudanças propostas pelo projeto era substituir a expressão “padroeira do Brasil” por “padroeira dos brasileiros católicos apostólicos romanos”.
Para a campanha de Flávio, portanto, houve uma ação coordenada entre perfis de cunho governista para atacar o candidato do PL à Presidência, que teria até começado alguns dias antes do estouro da fake news em questão. No entanto, esses perfis teriam aproveitado a fala da jornalista para potencializar a mentira de forma proposital.
Desde então, Flávio reforça em público negar qualquer intenção dealterar a condição de Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil e busca fazer duras críticas aos responsáveis pela disseminação da mentira.
A equipe jurídica de Flávio também entrou com ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para derrubar os posts com o conteúdo inverídico e evitar que novos fossem publicados. Uma decisão favorável ao pedido foi dada pelo ministro da Corte André Mendonça.
A campanha avalia que agora conseguiuconter o desgaste inicial, apesar do tema ainda ter força em postagens da esquerda, e vê um alcance limite para a candidatura de Flávio.
A CNN Brasil tenta contato com o influenciador Jeferson de Oliveira Monteiro.
Flávio pede prisão de servidor do Planalto
A campanha de Flávio ainda pediu na sexta (25) a prisão preventiva e a expedição de um mandado de busca e apreensão contra um servidor do Palácio do Planalto: George Marques, coordenador-geral de Estratégia e Informação da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.
Segundo a campanha, Marques teria compartilhado nas redes sociais uma publicação que orientava os usuários a ignorar a retratação da imprensa sobre a informação falsa. A postagem dizia: “parem de divulgar a retratação. Deixem o assunto rolar. […] Continuem compartilhando que nossa senhora foi atacada, precisa chegar no interior do Nordeste, no interior do Norte”.
A campanha de Flávio afirma que o servidor tinha conhecimento de que a informação era falsa e de que havia sido desmentida publicamente.
“Não se trata de opinião. Trata-se de um plano”, afirma a notícia-crime.
Para os advogados, a conduta configura os crimes de divulgação de fatos sabidamente inverídicos em período eleitoral, além de incitação ao crime e associação criminosa.
Em nota, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência afirmou que as alegações de Flávio “não procedem”. Disse ainda causar estranheza um “pedido injusto e arbitrário” de prisão de um cidadão brasileiro.
A Secom afirma que, ao atribuir ao Governo Federal a responsabilidade por uma republicação realizada por George, Flávio estaria distorcendo os fatos e ignorando que a manifestação ocorreu em caráter estritamente pessoal, por meio de perfil particular, fora do horário de expediente e com a utilização de equipamento próprio.
“O Governo Federal reitera seu compromisso com a liberdade de expressão e de religião de todos os brasileiros e manifesta repúdio e profunda preocupação com o patrulhamento e a censura impostos à população nesse episódio, a pedido do candidato Flávio Bolsonaro”, diz.
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro(PL) vai manter pelos próximos dias o ritmo acelerado de agendas com aliados no Sudeste nesta reta final de primeiro turno eleitoral.
A ideia é se concentrar especialmente em São Paulo e no Rio de Janeiro, com possibilidade ainda de voltar para Minas Gerais – os maiores colégios eleitorais do país. As agendas estão sendo desenhadas sempre com políticos de direita de influência nesses estados, numa situação de ganha-ganha para ambos os lados.
Por exemplo, o governador de São Paulo e candidato à reeleição, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o candidato ao governo do Rio Douglas Ruas (PL) e o deputado federal e candidato à reeleição Nikolas Ferreira (PL).
Flávio abre a última semana do primeiro turno na capital paulista ao lado de Tarcísio. Eles começarão com uma caminhada pelo Brás, bairro popular e famoso polo de modas. Depois, visitarão o Mercado Municipal e terminarão o dia com um ato na Praça do Triunfo.
A agenda de terça (29) ainda não está definida, mas há uma possibilidade que ele siga em São Paulo com aliados.
Para os dias seguintes, a expectativa é que Flávio continue pelo Sudeste, podendo incluir uma última agenda de campanha em Minas Gerais, por exemplo.
A avaliação é de que, sem Lula, Flávio sofreria um desgaste desnecessário dos adversários Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante), por conta da grande diferença entre eles nas pesquisas de intenção de voto.
No sábado (3), véspera do primeiro turno, Flávio deve se concentrar novamente em São Paulo e no Rio de Janeiro, com carreatas e atos finais nas duas cidades. Na capital fluminense, o evento deve passar pelo bairro Campo Grande, o mais populoso do país.
A previsão é que Flávio durma no Rio para votar logo cedo pela manhã de domingo (4) acompanhado da esposa, Fernanda Bolsonaro. O presidenciável, porém, planeja acompanhar a apuração dos votos em Brasília ao lado da família e integrantes próximos da campanha.
Embora Flávio discurse apostar numa vitória dele já no primeiro turno, a probabilidade é vista com mais ceticismo por aliados. O trabalho, portanto, numa meta mais racional, segundo pessoas próximas, é para que Flávio termine o primeiro turno na liderança, à frente de Lula, com o objetivo de demonstrar força não só aos eleitores, mas também a partidos do centrão de olho em alianças futuras.
Os detalhes aparecem em novo relatório elaborado por engenheiros da startup estadunidense Parse e outros pesquisadores, que analisaram a atividade dos agentes durante o ataque divulgado pela OpenAI em julho.
A investigação encontrou quase um milhão de links encurtados criados pelos agentes entre 9 e 13 de julho. Os endereços continham partes de informações usadas para montar ataques complexos, incluindo tentativas de solucionar CAPTCHAs — testes criados para impedir o acesso automatizado a sites.
Os agentes também recorreram a outros modelos de IA, incluindo versões antigas do ChatGPT e do Claude, e tentaram procurar e baixar mensagens privadas do Slack interno da Hugging Face.
Não está claro se todas essas tentativas foram bem-sucedidas. Os pesquisadores conseguiram observar os programas criados pelos agentes, mas não os resultados das ações.
Agentes criaram método para contornar restrições
Segundo o relatório, os agentes deveriam permanecer isolados em um ambiente de testes, conhecido como sandbox, sem acesso à internet.
No fim de maio e novamente no início de julho, porém, eles invadiram uma ferramenta de instalação de software sem que os pesquisadores da OpenAI percebessem o que estava acontecendo.
As invasões permitiram que os agentes acessassem a internet e criassem um sistema de mensagens para se comunicar entre si. O acesso, inicialmente, ainda tinha uma limitação: eles conseguiam chegar aos sites, mas não podiam enviar dados de volta para eles. Para contornar o problema, os agentes combinaram diferentes serviços disponíveis na internet.
O método funcionava da seguinte maneira:
Os agentes pediam a um serviço público de captura de telas que carregasse um endereço de internet especialmente criado;
Como os URLs têm limite de tamanho, o código era dividido em vários pedaços menores;
Os agentes utilizavam serviços de encurtamento de links para armazenar esses endereços;
O serviço de captura de tela carregava um link, que buscava o primeiro pedaço do código;
O processo se repetia com os links seguintes até que todo o programa fosse carregado e executado;
Por fim, o programa criava uma imagem semelhante a um QR Code ou código de barras para transmitir de volta os dados que os agentes precisavam.
“Esses agentes fizeram muita coisa. Eles foram muito inteligentes. Os modelos pensaram: ‘Tudo bem, temos esse encurtador de links, temos esses serviços de captura de tela, sem problema, estamos prontos para agir’”, afirmou Jeffrey Ladish, diretor-executivo da organização de segurança de IA Palisade Research, que ajudou na investigação, ao The New York Times.
IA tentou executar outras IAs
Um dos aspectos que mais chamou a atenção dos pesquisadores foi a tentativa dos agentes de utilizar outros sistemas de IA.
No início do ataque, os agentes tentaram criar novas contas na Hugging Face. Como a plataforma exige a resolução de um CAPTCHA para isso, os agentes utilizaram um modelo de IA especializado em reconhecimento de imagens para tentar superar o teste.
Os pesquisadores também observaram os agentes tentando enviar mensagens para outros modelos de IA.
Entre eles estavam o GPT-2, um modelo antigo da própria OpenAI, além dos modelos chineses de código aberto DeepSeek, Kimi e Qwen. Os agentes também tentaram enviar mensagens para os modelos Haiku 3 e Haiku 4.5, da Anthropic, por meio de um serviço de chat on-line.
“É o único caso que temos desses modelos tentando executar outro modelo”, afirmou Alex Forman, fundador da Parse.
A possibilidade de sistemas de IA acionarem outros modelos é uma preocupação recorrente entre especialistas em segurança, porque isso poderia dificultar tentativas humanas de controlar ou desligar sistemas que apresentassem comportamentos indesejados.
Quase um milhão de links revelam extensão do ataque
Os pesquisadores analisaram o conteúdo de 900 mil URLs encurtados encontrados na internet e, a partir deles, conseguiram reconstruir cerca de 60 mil programas e mensagens criados pelos agentes durante o ataque à Hugging Face.
Como os pesquisadores não tinham acesso aos resultados das ações, não foi possível determinar com certeza quantas das tentativas funcionaram.
Um dos elementos encontrados chamou particularmente a atenção: um dicionário de chaves secretas de acesso identificado pelo agente com a palavra “LOOT”, em letras maiúsculas.
Segundo Mishka Kharlov, engenheiro fundador da Parse, o agente também criou um sistema próprio de pontuação para classificar credenciais e chaves expostas da Hugging Face e levar as cinco consideradas mais importantes de volta aos demais agentes.
Enquanto atacavam a Hugging Face, os agentes também conseguiram invadir a própria infraestrutura de pesquisa da OpenAI.
Enquanto atacavam a Hugging Face, os agentes também conseguiram invadir a própria infraestrutura de pesquisa da OpenAI – Imagem: Camilo Concha/Shutterstock
“Basicamente, ainda não sabemos nada sobre o incidente que veio depois do caso da Hugging Face, cerca de dois dias depois, dentro da própria rede da OpenAI”, afirmou Forman.
Os engenheiros da Parse compartilharam as descobertas com a Hugging Face, que confirmou que a atividade identificada correspondia ao comportamento observado pela própria empresa.
O caso da Hugging Face faz parte de uma investigação mais ampla da OpenAI sobre atividades não autorizadas realizadas por seus agentes.
Segundo a empresa, a revisão deverá levar meses devido à quantidade de casos e à necessidade de verificar cada incidente. A OpenAI afirmou que já notificou dezenas de terceiros sobre atividades inadequadas.
Neste mês, uma pessoa informada sobre a investigação estimava que a empresa havia encontrado aproximadamente duas dezenas de incidentes envolvendo agentes que apresentaram comportamentos indesejados. O número continuou crescendo conforme as equipes analisavam registros internos e encontravam casos anteriormente desconhecidos.
Mais de 15 episódios relacionados aos agentes da OpenAI já haviam sido divulgados nos dois meses seguintes ao anúncio do ataque à Hugging Face. Os casos variam desde mensagens semelhantes a spam deixadas em sites até invasões e acessos não autorizados.
A OpenAI também confirmou que seus agentes tiveram como alvo a própria infraestrutura da companhia.
Investigação da OpenAI é alvo de questionamentos
O processo interno para entender o ataque à Hugging Face envolveu cerca de 100 pessoas, segundo fontes ouvidas pela Reuters.
Duas pessoas familiarizadas com a investigação disseram à agência que o processo foi mantido sob forte controle e influenciado pelos advogados da companhia. A OpenAI, por sua vez, afirmou que seus advogados não impediram uma investigação mais ampla.
A Reuters também informou que muitos dos incidentes foram descobertos por pesquisadores externos, e não diretamente pela OpenAI. Em alguns casos, as ações dos agentes permaneceram sem conhecimento da empresa durante meses.
Em comunicado, uma porta-voz da OpenAI afirmou que a atividade descrita pelos pesquisadores da Parse é compatível com o que a companhia já estava investigando.
“Estamos priorizando a análise dos incidentes mais graves enquanto ampliamos a investigação para atividades de menor gravidade, incluindo agentes enviando spam para sites. Dado o número de casos e a necessidade de verificar cada um deles, esperamos que esse trabalho e as notificações às partes afetadas levem meses.”
A abertura do mercado livre de energia para consumidores de baixa tensão deve ampliar o poder de escolha, mas o preço não será necessariamente o único fator levado em conta na decisão do consumidor, disse Lucas Witzler, diretor-executivo da Ultragaz Energia Elétrica.
Para ele, a oferta de serviços, a qualidade no atendimento e a previsibilidade de custos podem ser diferenciais para conquistar clientes, mesmo em situações em que a energia comercializada no mercado livre seja mais cara – como tem acontecido em outros países que já adotaram o modelo.
Segundo Witzler, experiências internacionais mostram que consumidores migraram do mercado regulado para o ambiente de contratação livre mesmo quando havia uma diferença de preço desfavorável ao mercado livre. Nesses casos, afirmou, atributos como previsibilidade e qualidade dos serviços ajudaram a determinar a escolha.
“Nós temos estudado muito outros mercados, feito um benchmark internacional. A gente vê países em que houve uma migração do ambiente regulado para o mercado livre mesmo havendo uma diferença de preço, o mercado livre sendo um pouco mais caro”, afirmou.
Antes da ampliação do mercado livre, estimativas do setor apontavam para economias de até 30% na conta de luz, dependendo do perfil de consumo, das condições do mercado e do contrato negociado.
O Mercado Livre de Energia é um sistema onde os consumidores podem escolher de quem compram sua energia elétrica e negociar diretamente o preço, o prazo, a quantidade e a fonte da energia (como solar ou eólica).
“Quanto mais simples essa jornada for para o consumidor, quanto mais fluido for esse processo, mais sucesso vai haver no mercado livre. O preço vai ser importante, mas a economia do consumidor não é tão relevante quanto a jornada do consumidor.”
Witzler destacou ainda o potencial de tarifas e produtos associados a sinais horários de preço. Segundo ele, o mercado livre pode criar incentivos para que consumidores desloquem o consumo para períodos de menor custo, reduzindo a demanda nos horários de pico.
O diretor-executivo também explicou que a abertura do mercado transforma o consumidor em cliente, com possibilidade de escolher não apenas o fornecedor de energia, mas também produtos e serviços associados ao fornecimento.
Além disso, falou sobre a importância da competição entre os agentes do setor e defendeu regras que garantam condições semelhantes para todos os participantes do mercado.
Segundo Witzler, os agentes devem competir por fatores como nível de serviço, preço e outros atributos associados ao fornecimento de energia.
Nesse contexto, ele defendeu uma separação mais clara entre as atividades de distribuição e comercialização, a fim de facilitar a compreensão do consumidor do papel de cada uma dessas empresas.
O CNN Talks Energia: O Brasil diante de um novo mercado reuniu especialistas e lideranças do setor para debater suas principais urgências e apontar caminhos para o futuro.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o presidente da Câmara dos Representantes, Mike Johnson, e CEOs de empresas de tecnologia terão uma reunião sobre inteligência artificial (IA) no dia 29 de setembro. A informação foi divulgada na noite desta quinta-feira (24) por uma fonte familiarizada com o encontro planejado ao Axios.
A reunião ocorre em meio ao avanço acelerado da IA e às discussões sobre como governos devem lidar com os riscos associados a sistemas cada vez mais poderosos. As principais empresas de IA do mundo já alertaram sobre os riscos que a tecnologia representa para a humanidade e defendem que os governos trabalhem em conjunto para administrar seu desenvolvimento.
Ao mesmo tempo, governos de diferentes países têm enfrentado dificuldades para acompanhar a velocidade dos avanços na área.
Reunião já vinha sendo articulada
O encontro do dia 29 não surgiu de forma repentina. Em 15 de setembro, Johnson afirmou que havia conversado com Trump sobre a realização de uma reunião com os principais executivos do setor de IA na Casa Branca;
Na ocasião, o presidente da Câmara disse que as empresas poderiam se autorregular e rejeitou a possibilidade de uma moratória sobre o desenvolvimento da tecnologia;
“Não podemos ter uma moratória sobre o desenvolvimento da IA, certo? Porque então perderemos nossa vantagem sobre a China, e isso terá sérias implicações para a segurança nacional de todas as famílias americanas”, afirmou Johnson;
Ao mesmo tempo, o republicano defendeu mecanismos para aumentar a segurança dos sistemas. Segundo ele, auditores independentes e transparência por parte das empresas que desenvolvem IA poderiam fazer parte das salvaguardas adotadas para a tecnologia.
EUA e China adotam abordagens diferentes
Os Estados Unidos e a China, as duas principais potências no desenvolvimento de IA, adotaram abordagens diferentes em relação à supervisão da tecnologia.
Trump defende que os Estados Unidos não precisam criar novas regulamentações específicas para a IA. A China, por outro lado, estabeleceu regras para algoritmos de IA e dados utilizados no treinamento dos sistemas.
Entre as exigências chinesas está a determinação de que conteúdos gerados por IA sejam claramente identificados como tal.
O encontro entre Trump, Johnson e executivos de tecnologia ocorre justamente nesse cenário de divergências sobre o nível de controle que deve ser aplicado à tecnologia.
Trump rejeita controle global da IA
Durante a Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), na terça-feira (22), Trump afirmou que rejeita iniciativas internacionais para estabelecer um mecanismo global de controle da IA. O presidente estadunidense disse que “rejeita qualquer tentativa de construir um esquema globalista para controlar a inteligência artificial”.
Trump classificou a tecnologia como extraordinária, mas afirmou que os Estados Unidos terão cautela em relação ao seu desenvolvimento.
Inteligência artificial ocupa o centro das discussões sobre segurança global na ONU, enquanto países debatem riscos, regulação, fiscalização e mecanismos internacionais de controle diante do avanço de sistemas autônomos – Imagem: gerada por IA
A discussão sobre possíveis regras para a IA nos Estados Unidos também está diretamente ligada à competição tecnológica com a China.
Ao defender que não haja pausa no desenvolvimento da IA, Johnson argumentou que reduzir o ritmo poderia comprometer a vantagem estadunidense diante dos chineses. Ao mesmo tempo, ele afirmou que seria necessário encontrar uma abordagem equilibrada para criar mecanismos de segurança.
A posição coloca no centro do debate uma questão que deverá acompanhar a reunião: como estabelecer salvaguardas para sistemas cada vez mais avançados sem comprometer o desenvolvimento da tecnologia nos Estados Unidos.
Quem participará da reunião?
A Reuters informou que Trump, Johnson e CEOs de empresas de tecnologia participarão do encontro de 29 de setembro, mas ainda não foram divulgados os nomes dos executivos que estarão presentes nem detalhes sobre a agenda. Mais informações sobre os participantes e os temas que serão discutidos ainda não estavam disponíveis.
A reunião acontecerá poucos dias depois de um jantar na Casa Branca com o presidente chinês Xi Jinping, que também deverá reunir alguns dos principais executivos da indústria de tecnologia. Entre os convidados previstos para o evento estão nomes, como Sam Altman, da OpenAI, Sundar Pichai, da Alphabet, Tim Cook, da Apple, Elon Musk, da Tesla, e Jensen Huang, da Nvidia.
A Defesa Civil do Rio Grande do Sul divulgou, nesta quarta-feira (23), que foram registradas 173 ocorrências em 167 municípios do estado. Até o momento, seguem confirmados quatro óbitos e cinco feridos. O órgão ainda emitiu alerta para inundação nas Ilhas de Porto Alegre e possibilidade de colapso na Barragem Arroio São Luís, em São Marcos.
Desde o início do monitoramento, em 18 setembro, já foram registradas 173 ocorrências em 167 municípios distintos, além de danos humanos ou materiais em 155 municípios. Os danos são, principalmente, vendavais, chuvas intensas, enxurradas, granizo, inundações, alagamentos e deslizamentos.
Entre os municípios que registraram óbitos neste período foram: Caxias do Sul, três óbitos confirmados e um ferido; Pelotas, com um óbito confirmado; São José do Norte com dois feridos; Aceguá com um ferido; Santa Maria com um ferido.
Já somam 605.900 pessoas afetadas, 786 pessoas desabrigadas e 4.559 pessoas desalojadas em todo o estado do Rio Grande do Sul. Quanto as escolas, 54 estabelecimentos de ensino estão danificados.
Inundação no Guaíba e Jacuí
A Defesa Civil ainda alertou severo para possível inundação no lago Guaíba, o que afeta diretamente as Ilhas de Porto Alegre. O risco é válido, segundo o órgão, até o período da noite desta quinta-feira (24).O principal pedido do órgão é que a população evite áreas inundáveis na região. Outro alerta de inundação também vale para o Rio Jacuí, localizado em Eldorado do Sul. O aviso vale até 17h15 desta quinta-feira (23).
Colapso da Barragem Arroio São Luís
Sobre o possível colapso da Barragem Arroio São Luís, localizada no município de São Marcos, região próxima a Caxias do Sul, o alerta pede que os moradores se preparem para evacuar, caso a barragem estoure. O órgão reforça que todos da região estejam atentos às orientações dos órgãos de emergência e preparados para evacuação.
Previsão para os próximos dias na Região Sul
Segundo a previsão da Climatempo para esta quinta-feira (24) para o Sul do país é de que a massa de ar frio associada a uma área de alta pressão no oceano mantém o tempo estável e sem chuva nos três estados.O início do dia será de frio, com risco de geada na Campanha e no Sudeste do Rio Grande do Sul, além das serras Gaúcha e Catarinense.
Porém, durante a tarde, as temperaturas sobem gradualmente, principalmente no oeste da região. No noroeste gaúcho, a umidade relativa do ar fica baixa, com índices entre 21% e 30%.
Veja os destaques do Olhar Digital News desta quarta-feira (23/09).
IA faz praias “crescerem” e pode virar arma contra aumento do nível do mar
O avanço do nível dos oceanos, provocado pelas mudanças climáticas, está fazendo praias recuarem em várias partes do mundo. Nas Maldivas, arquipélago no Oceano Índico, pesquisadores usam IA, imagens de satélite e dados sobre correntes marítimas para entender a erosão e tentar recuperar faixas de areia.
Super El Niño: calor recorde pode matar mais de 450 mil pessoas ao redor do mundo
Um relatório do Climate Impact Lab alerta que a formação de um Super El Niño deve resultar em 44% mais dias de calor extremo do que seria esperado em um ano normal. Ainda segundo o estudo, 451 mil mortes relacionadas ao calor podem ocorrer entre setembro de 2026 e fevereiro de 2027.
Conselho de Segurança da ONU discute riscos da IA
Nesta quarta-feira (23), as principais desenvolvedoras de IA alertaram o Conselho de Segurança da ONU sobre os riscos que a tecnologia representa para a humanidade. Nomes como Dario Amodei, da Anthropic, e Sam Altman, da OpenAI, fizeram um apelo por uma cooperação global.
Novas missões irão promover “caçada” por vida em planetas distantes
A Agência Espacial Europeia prepara duas missões complementares dedicadas ao estudo de exoplanetas. O objetivo delas é identificar e estudar mundos fora do nosso Sistema Solar que podem reunir as características necessárias para abrigar vida.
A jornalista Joanna de Assis está em um novo projeto após deixar a TV Globo depois de duas décadas. A profissional foi contratada pelo “Charla Podcast” e passará a integrar a equipe, com participações semanais no programa “Charla de Quinta”.
Joanna atuará com notícias e opiniões sobre futebol. O principal foco da jornalista será a cobertura do futebol paulista, com informações sobre os clubes e os principais acontecimentos do cenário estadual.
Além das participações no programa, Joanna também produzirá conteúdos exclusivos para as redes sociais do Charla.
A jornalista ainda terá papel de destaque na cobertura da Copa do Mundo Feminina de 2027, que será realizada no Brasil, entre 24 de junho e 25 de julho.
Durante o anúncio feito pelo Charla nesta terça-feira (22), Joanna demonstrou empolgação com a nova etapa na carreira.
“Quero ser feliz como vocês são felizes no Charla”, disse a jornalista.
“Foi um ‘casamento’ que a Globo entendeu que não daria mais certo. Discordei, mas o desligamento foi amigável e maduro dos dois lados. A notícia veio de surpresa: eu apurava a negociação do Memphis Depay com o Corinthians quando fui chamada à sala. Ao entrar, já entendi tudo. Fiquei triste, mas dei a volta por cima rápido”, afirmou.
Veja os destaques do Olhar Digital News desta terça-feira (22/09).
Avião totalmente autônomo cruza os EUA em voo histórico
Um avião da empresa Joby Aviation realizou um importante voo de teste nos EUA. A aeronave percorreu cerca de 5 mil quilômetros de forma totalmente autônoma. O feito foi realizado por um modelo Cessna Caravan adaptado e teve supervisão remota na Califórnia e na Carolina do Sul.
Apple é obrigada a restringir app de cassino para menores
A Justiça de São Paulo determinou que a Apple adote novas medidas de controle de idade na App Store para restringir o acesso de menores ao aplicativo de cassino Casino Roulette: Roulettist. A decisão exige o bloqueio de novos downloads do app por usuários com menos de 18 anos.
Assembleia Geral da ONU escancara divisão sobre IA
Com a inteligência artificial no centro dos debates, a Assembleia Geral da ONU começou nesta terça-feira (22). Enquanto o presidente Lula defendeu a regulação da IA, Donald Trump rejeitou qualquer possibilidade de cooperação global.
Astrônomos captam sinal de rádio vindo de exoplaneta gigante
Cientistas detectaram um sinal de rádio vindo de um exoplaneta. Ele vem de Beta Pictoris b, planeta localizado a cerca de 63,4 anos-luz da Terra. Mas calma. A emissão está associada às auroras do planeta e não representa uma tentativa de comunicação extraterrestre.
“Você vai superar” costuma ser uma tentativa de consolar quem perdeu alguém. A frase, porém, pode dar a impressão de que existe um momento em que a pessoa simplesmente deixa a perda para trás. Para Sigmund Freud, a questão era mais complexa. Ao estudar o luto, o psicanalista descreveu um processo doloroso de adaptação à ausência, no qual os vínculos construídos com quem morreu não desaparecem de uma hora para outra
A própria história de Freud ajuda a entender essa discussão. Em 1920, ele perdeu a filha Sophie, aos 26 anos, durante a pandemia de gripe. Nove anos depois, escreveu ao psiquiatra Ludwig Binswanger, que havia perdido um filho. Na carta, Freud reconheceu que a fase mais aguda do luto diminuiria, mas também afirmou que a perda não encontraria um substituto.
O que Freud chamou de “trabalho de luto”?
Quando alguém perde uma pessoa importante, a ausência não desaparece simplesmente porque a vida precisa continuar. Uma leitura possível para esse processo está no chamado “trabalho de luto” descrito por Freud, conceito que a psicanalista, Jessica Oliveira, aborda ao explicar por que seguir em frente não significa necessariamente esquecer quem morreu.
O conceito aparece em “Luto e Melancolia”, texto publicado por Freud em 1917. Nele, o psicanalista descreve o luto como uma reação diante da perda de alguém querido ou de algo que ocupava um lugar significativo na vida.
A realidade da perda precisa ser reconhecida gradualmente, enquanto lembranças, expectativas e outros vínculos relacionados àquilo que foi perdido continuam presentes. É nesse processo que Freud utiliza a noção de “trabalho de luto”, entendido como um processo psíquico que envolve tempo e elaboração.
O chamado trabalho de luto diz respeito à maneira como a pessoa passa a lidar psiquicamente com aquilo que perdeu. Freud também diferenciou o luto da melancolia, que, em sua formulação, apresenta características próprias, entre elas uma forte redução da autoestima e autorrecriminações. No luto, a reação está diretamente relacionada à perda reconhecida.
Por que Freud dizia que ninguém substitui quem morreu?
A ideia aparece em uma carta enviada por Freud a Binswanger em 12 de abril de 1929, após a morte do filho do psiquiatra. Freud escreveu que a dor mais intensa diminuiria, mas que não haveria um substituto para a pessoa perdida. Um novo vínculo seria, simplesmente, outra coisa.
A reflexão ajuda a diferenciar elaborar uma perda de apagar alguém da própria história. Para Freud, seguir a vida não significava necessariamente deixar de sentir a falta ou encontrar outra pessoa para ocupar o mesmo lugar.
Superar significa esquecer?
Não necessariamente. O chamado trabalho de luto está relacionado à transformação da maneira como a perda é vivida, e não ao desaparecimento da lembrança.
Assim, quando alguém diz “você vai superar”, isso pode significar que a dor vai mudar com o tempo, e não que a pessoa será esquecida. A vida pode continuar sem que a importância de quem morreu deixe de existir.
O Flamengo venceu o Red Bull Bragantino por 2 a 1 na noite deste domingo (20), no Maracanã, no Rio de Janeiro, em partida válida pela 28ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro.
Varela e Pedro marcaram para o Rubro-Negro, e Bruno Henrique, contra, descontou para o Massa Bruta.
Após o jogo, Pedro destacou a atuação do time carioca na partida. Para o camisa 9, o resultado poderia ter sido ainda maior.
“Acredito que a gente fez um grande jogo, tivemos boas oportunidades para ampliar o placar. Fizemos o 2 a 0 ali, estava bem controlado. Acabamos que tomamos um gol ali num cruzamento no bate rebate. Mas foi um grande jogo, mais uma grande partida. Feliz pela vitória e pelo gol. Continuar trabalhando e evoluindo para, se Deus quiser, conquistar esse Brasileiro, sabendo da dificuldade dos últimos jogos, contra equipes de muita qualidade, mas agora é trabalhar firme”, disse o jogador.
Outro tema abordado por Pedro foi as condições do gramado do Maracanã, que vem sendo tema recorrente de debate. O atacante afirmou que o gramado não está em boas condições.
“O campo é visível que não está numa qualidade boa, mas não vou ficar falando do campo. Fica ruim para os dois lados, mas infelizmente tem lance que a gente erra por conta do gramado. Não é desculpa, quem entende de futebol sabe”, disse o camisa 9.