A ideia de que o cão é o melhor amigo do homem é amplamente conhecida por quem convive com esses animais de estimação, mas essa relação tem raízes muito mais antigas do que se imagina. Um estudo recente, publicado na revista ScienceDirect, analisou restos mortais de cães encontrados em Castillo de Huarmey, um centro cerimonial do Império Wari (600–1050 d.C.), no Peru.
De acordo com a pesquisa, a presença de cães no local é sustentada por três linhas de evidência. A primeira, artística, é a menos abundante; as oferendas funerárias de uma tumba de elite intacta e dos sepultamentos de artesãos incluíam numerosos vasos e tecidos decorados, embora apenas um representasse um cão: uma efígie antropomorfizada da raça antiga Pelado Peruano sentado, segurando um objeto semelhante a um instrumento musical.
A segunda linha de evidência consiste em marcas de mordidas caninas, escassas, mas disseminadas, observadas em 58 espécimes de camelídeos. Já a terceira e mais direta evidência são os próprios restos mortais do cão.
Os pesquisadores analisaram 341 ossos desses animais e identificaram pelo menos 20 que assumiam funções diversas, como cães de caça, pastores, companheiros e necrófagos. Além disso, três desses cães foram provisoriamente identificados como Pelados Peruanos.
As análises também revelaram que esses animais acompanhavam os humanos em diversas rotinas cotidianas. Os resultados sugerem que eles se deslocavam com camelídeos e, caso fossem Pelados Peruanos, poderiam ter sido companheiros que receberam cuidados de perto durante o desenvolvimento inicial.
Já o padrão alimentar singular observado nos filhotes de Pelados Peruanos, semelhante à ingestão de plantas C4 por crianças, pode indicar um sistema de criação organizado que antecedeu a presença dos Wari na região próxima à costa norte.
A OpenAI está correndo para garantir compromissos de investidores antes da estreia da concorrente Anthropic na bolsa, prevista para meados de novembro. A nova rodada de financiamento pode avaliar a dona do ChatGPT em mais de US$ 1,4 trilhão (cerca de R$ 7,63 trilhões), segundo pessoas familiarizadas com o assunto ouvidas pela Reuters.
A captação deve movimentar aproximadamente US$ 30 bilhões (cerca de R$ 163,5 bilhões). Entre os investidores que negociam participação estão o SoftBank Group, o fundo soberano de Abu Dhabi MGX e outros apoiadores atuais da OpenAI.
De acordo com as fontes da agência, a empresa quer concluir a operação rapidamente, em parte para se antecipar à Anthropic. As duas desenvolvedoras de IA disputam recursos de base semelhante de investidores, enquanto buscam avaliações trilionárias.
A OpenAI realizou reuniões com fundos de investimento de longo prazo e fundos soberanos na semana passada, enquanto a Anthropic promovia seu próprio encontro com investidores. A rodada da dona do ChatGPT deve avançar em ritmo mais acelerado do que o habitual para uma operação desse porte.
OpenAI quer captar recursos antes de comparações com a Anthropic
A estratégia também busca aproveitar o crescimento recente da receita da OpenAI, impulsionado pelo lançamento de novos modelos de IA;
Segundo uma das fontes ouvidas pela Reuters, a empresa informou a investidores que atingiu receita anualizada de US$ 50 bilhões (cerca de R$ 272,5 bilhões) e espera elevar esse valor para US$ 70 bilhões (cerca de R$ 381,5 bilhões) até o fim do ano. A apresentação destaca o desempenho após o lançamento do GPT-6 Astra;
A OpenAI também reduziu os preços de seus modelos mais baratos e afirmou que a mudança ampliou o uso das ferramentas. A companhia sinalizou aos investidores que ainda pode diminuir os preços de seus modelos de IA;
A Anthropic, por sua vez, chegou à receita anualizada de aproximadamente US$ 65 bilhões (cerca de R$ 354,3 bilhões) em julho, segundo informações anteriores da Reuters. A empresa informou a investidores que sua receita trimestral passou de US$ 11,6 bilhões (cerca de R$ 63,2 bilhões) no segundo trimestre para US$ 16,8 bilhões (cerca de R$ 91,6 bilhões) no terceiro.
Apesar do avanço, a desaceleração do crescimento mensal da receita da Anthropic provocou questionamentos entre investidores sobre sua avaliação. A OpenAI quer concluir a captação antes que as divulgações financeiras da concorrente ofereçam mais informações e estimulem comparações diretas entre os negócios.
Esses dados também podem levar investidores a cobrar de Sarah Friar, diretora financeira da OpenAI, mais detalhes sobre o crescimento da receita e as perspectivas da companhia.
As duas empresas têm métodos diferentes de contabilizar a receita. A OpenAI registra os valores líquidos, descontando antecipadamente a parcela de parceiros. A companhia já acusou a Anthropic de inflar sua receita ao contabilizar o valor bruto de contratos vendidos por meio de provedores de nuvem terceirizados. A Anthropic afirmou anteriormente à Reuters que segue práticas contábeis estabelecidas.
“É uma corrida entre duas empresas em termos de abertura de capital”, disse Edward Best, copresidente de mercados de capitais do escritório de advocacia Willkie Farr & Gallagher, que não participa da operação, à Reuters, e comentou a possibilidade em caráter hipotético.
A OpenAI foi avaliada em US$ 852 bilhões (cerca de R$ 4,64 trilhões) em março, após rodada de financiamento recorde de US$ 122 bilhões (cerca de R$ 664,9 bilhões). A operação incluiu compromisso de investimento da Amazon de até US$ 50 bilhões (cerca de R$ 272,5 bilhões).
IPO da Anthropic será realizado em breve – Imagem: RixAiArt/Shutterstock
Infraestrutura de IA e incertezas do mercado pesam na captação
Além de tentar se antecipar à concorrente, a OpenAI precisa de capital para cumprir seus compromissos de infraestrutura e reforçar o balanço financeiro. A necessidade ganha importância caso uma piora nas condições do mercado de IPOs atrase a abertura de capital da empresa, planejada para 2027.
Embora haja forte demanda pelas ações das duas companhias, os investidores precisam avaliar e distribuir recursos entre duas operações complexas e concorrentes em um intervalo de poucos dias ou semanas. Algumas fontes ouvidas pela Reuters avaliam que a iniciativa da OpenAI busca garantir dinheiro de fundos que poderiam destinar uma parcela maior de seus recursos à oferta pública da Anthropic.
O cenário, porém, é de maior cautela. A volatilidade das ações de tecnologia, a alta dos rendimentos dos títulos de dívida e as preocupações com a segurança da IA vêm afetando o apetite dos investidores. Os custos da infraestrutura necessária para sustentar o avanço da IA, incluindo o endividamento para financiar data centers, também estão sob escrutínio.
A própria avaliação da Anthropic enfrenta questionamentos. Alguns investidores atuais e potenciais defenderam valor próximo de US$ 1,5 trilhão (cerca de R$ 8,18 trilhões) para a estreia na bolsa, abaixo dos US$ 2 trilhões (cerca de R$ 10,9 trilhões) desejados, após os resultados do terceiro trimestre ficarem aquém das expectativas.
A instabilidade também afetou outras empresas que planejavam abrir capital. Companhias e instituições financeiras têm adiado ofertas para evitar disputar a atenção dos investidores com a Anthropic em mercado volátil e pressionado pela queda de ações ligadas à IA.
Entre as preocupações está a CoreWeave, provedora de serviços de nuvem, cujas ações e dívidas caíram na semana passada, enquanto investidores analisavam os quase US$ 50 bilhões (cerca de R$ 272,5 bilhões) em empréstimos usados para financiar sua expansão.
Empresas, como AirTrunk REIT, apoiada pela Blackstone, Firmus, apoiada pela Nvidia, e SB Energy, apoiada pelo SoftBank, retiraram ou suspenderam seus planos de abertura de capital. A empresa de serviços nucleares Holtec também cancelou uma oferta nos Estados Unidos no mês passado, citando combinação de fatores adversos, principalmente a incerteza sobre a demanda por data centers.
Em menos de duas semanas, as empresas do índice Philadelphia Semiconductor, usado como referência para a demanda por semicondutores ligados à IA, perderam US$ 1,6 trilhão (cerca de R$ 8,72 trilhões) em valor de mercado.
OpenAI e SoftBank não comentaram a captação. Anthropic e MGX não responderam imediatamente aos pedidos de comentário da Reuters.
“Resolvi fazer um desafio ao meu adversário, porque não é possível que você fique fazendo debate falando de corrupção e você não tome uma atitude”, disse Lula à imprensa.
“Eu tomei a atitude de desafiar ele a abrir o sigilo do telefone, o sigilo bancário, para saber quem é corrupto nesse país. Todo mundo acusa todo mundo e não apura nada. Então, vamos apurar. Eu me disponho e vou ficar fazendo o desafio para ele até o próximo debate, para que a gente faça a abertura do nosso sigilo bancário e telefônico, para se apurar quem é que faz corrupção nesse país, quem é que enriqueceu ilicitamente nesse país. Porque não é possível ficar nessa acusação barata de um com o outro”, prosseguiu.
Flávio rebateu dizendo que achou a proposta “engraçada” porque, segundo ele, Lula “não tem celular”.
“Eu fiquei feliz com o desempenho, pude falar de propostas e, finalmente, pude rebater várias mentiras aqui. Inclusive, uma foi engraçada: ele propõe a quebra de sigilo telefônico quando ele não tem celular. Minhas contas estão sempre abertas, tudo o que é meu está declarado à Receita”, explicou.
A proposta foi feita por Lula ainda durante o encontro. Na ocasião, o presidente disse que queria que os brasileiros soubessem “quem é ladrão nesse país”.
“Eu desafio você, os Bolsonaro e eu, amanhã, abrirmos nossa conta bancária, abrirmos nosso sigilo para que o povo brasileiro saiba quem é ladrão nesse país”, afirmou. “Abrir o telefone, o sigilo de telefone, a sua conta bancária. Eu abro da minha família inteira e você abre da sua família.”
De acordo com o petista, a medida serviria para que os eleitores avaliassem as acusações de corrupção feitas durante as campanhas. Na visão dele, seria uma forma de evitar que a população fosse enganada.
Ao responder, Flávio afirmou que não tem nada a esconder, mas não disse expressamente se aceitaria abrir os sigilos. Em seguida, acusou Lula de movimentar recursos fora de suas contas bancárias.
“Eu não tenho absolutamente nada a esconder. Só que a questão, Lula, é que o seu dinheiro é por fora sempre. Não está na sua conta, está em algum outro lugar”, afirmou o candidato do PL (Partido Liberal).
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Um adolescente de 16 anos que matou a tiros uma professora e três crianças em uma sala de aula para alunos com necessidades especiais, no Oregon, foi contido por um professor — que o imobilizou — e por um pai armado, que disparou contra ele, causando sua morte, informaram as autoridades nesta sexta-feira (16).
As ações deles, ocorridas na quinta-feira (15), salvaram outras vidas, afirmou o chefe de polícia local em uma coletiva de imprensa.
Um dia após o início das investigações sobre o mais recente tiroteio em uma escola nos EUA, a polícia divulgou novos detalhes sobre o ocorrido na escola de ensino fundamental Silver Rail, em Bend, Oregon. No local, três crianças — de 5, 8 e 11 anos — foram mortas, assim como a professora Meghan Lambert, de 25 anos.
Uma criança de 7 anos ficou ferida e está em estado grave, porém estável; outra professora também sofreu ferimentos graves, mas sem risco de morte, informou a polícia.
O professor — cuja identidade não foi revelada — que conteve o atirador na quinta-feira atirou seu celular contra ele, imobilizou-o e entrou em luta corporal com ele. Em seguida, um pai de dois alunos, de 36 anos, interveio portando uma pistola calibre .40 (registrada legalmente) e disparou várias vezes contra o suspeito, pouco antes da chegada da polícia.
Esse professor, que não se feriu, “quase certamente ajudou a evitar uma tragédia ainda maior”, disse o chefe de polícia de Bend, Mike Krantz, visivelmente emocionado, durante a coletiva de imprensa.
“A professora que teve a coragem de enfrentar a situação e lutar pelas crianças — isso é verdadeiro heroísmo”, afirmou ele, sem revelar o nome dela.
Kenda Freeman declarou ao jornal americano The New York TImes que seu filho, Kaylub Giamanco — pai de duas alunas da escola —, foi quem matou o atirador. A informação consta em um vídeo publicado pelo jornal, no qual Freeman lê uma breve declaração.
“Ele não busca reconhecimento; deseja, na verdade, expressar sua gratidão às equipes de socorro, aos funcionários da escola e à comunidade por toda a demonstração de carinho e apoio”, disse Freeman, acrescentando que ele pede privacidade e não deseja falar com a imprensa.
As autoridades identificaram o atirador como Griffin J. John II, um adolescente de 16 anos, ex-aluno da escola que frequentava o programa de necessidades especiais. Ele estava armado com uma espingarda calibre 12. Ele disparou cerca de 15 tiros na sala de aula e portava outros 44 cartuchos, informou a polícia.
A polícia está tentando determinar o que motivou o atirador e como ele obteve uma espingarda calibre 12, modelo Maverick 88, de ação por bombeamento, disse Krantz.
“Todos querem saber o porquê, inclusive nós… Talvez nunca tenhamos uma resposta completa, mas queremos encontrá-la”, afirmou o chefe de polícia.
Pouco antes do tiroteio, o agressor foi visto jogando sua arma por cima da cerca da escola e, em seguida, escalando a cerca para entrar no recinto escolar. O motorista de um caminhão que passava pelo local no momento confrontou o jovem verbalmente; o agressor, então, abriu fogo contra o veículo.
O agressor disparou contra portas de vidro trancadas e invadiu uma sala de aula que reunia alunos com necessidades especiais de diferentes séries. A polícia chegou cerca de três minutos após o primeiro chamado, e o atirador já estava morto, relatou Krantz.
Tiroteios em escolas nos Estados Unidos se tornaram mais frequentes nos últimos anos. Desde o início deste ano, 118 pessoas foram feridas ou mortas em 149 incidentes que envolveram o disparo ou a exibição de uma arma de fogo em uma escola, ou disparos que atingiram instalações escolares, segundo o *K-12 School Shooting Database*, uma plataforma online sem fins lucrativos que monitora esses casos.
Outra base de dados online, o *Gun Violence Archive*, registrou 371 tiroteios em massa desde janeiro de 2026 — definindo tiroteios em massa como episódios em que quatro ou mais pessoas são atingidas por disparos, sem contar o autor dos tiros. Três desses casos, incluindo o incidente em Bend, ocorreram em escolas públicas, informou o *Gun Violence Archive*.
Entender o que acontece dentro de uma inteligência artificial (IA) é um dos grandes desafios da pesquisa na área. Embora desenvolvedores consigam observar as informações fornecidas a um modelo e as respostas produzidas por ele, nem sempre conseguem explicar como o sistema chegou a determinada conclusão. Um novo estudo, porém, sugere que esse funcionamento interno pode ser mais compreensível do que se imaginava.
O relatório foi publicado na quinta-feira (15) por Nick Cammarata, pesquisador independente que deixou a OpenAI em 2023. Segundo ele, redes neurais artificiais podem ser interpretadas quando seus padrões de funcionamento são analisados com atenção. A hipótese pode ter implicações para pesquisadores que tentam compreender e antecipar comportamentos inesperados de sistemas de IA.
A questão é relevante para a segurança da tecnologia. Se um modelo apresentar comportamento perigoso, compreender os mecanismos internos que contribuíram para aquela resposta pode ajudar os pesquisadores a identificar o problema e desenvolver formas de reduzi-lo.
O que acontece dentro de uma rede neural?
Modelos de IA são treinados para reconhecer padrões e processar informações. Nesse processo, unidades artificiais conhecidas como neurônios são ativadas diante de determinados estímulos e influenciam o funcionamento de outras unidades;
O problema é que essas conexões não são programadas manualmente para cada situação. Em vez disso, os modelos aprendem durante o treinamento a organizar e processar informações de maneiras que nem sempre são facilmente compreendidas pelos próprios desenvolvedores;
Isso cria uma espécie de caixa-preta: pesquisadores conseguem avaliar o que entra no sistema e o que sai, mas nem sempre conseguem explicar com precisão o caminho percorrido entre uma coisa e outra;
Cammarata argumenta que essa dificuldade não significa que as redes neurais sejam necessariamente indecifráveis. Para ele, a atividade dos neurônios pode apresentar padrões compreensíveis quando observada de maneira adequada.
Um mesmo neurônio pode reagir a coisas diferentes
Um dos exemplos apresentados pelo pesquisador ajuda a ilustrar a hipótese. Um único neurônio artificial pode ser ativado tanto pela imagem de um gato quanto pela parte dianteira de um carro.
Para uma pessoa, os dois elementos parecem completamente diferentes. Mas o modelo pode identificar alguma característica visual compartilhada entre eles, como uma forma triangular, e responder ao mesmo padrão nos dois casos.
Durante anos, pesquisadores consideraram que neurônios artificiais poderiam agrupar conceitos sem relação aparente para economizar espaço e capacidade de processamento. A nova interpretação sugere outra possibilidade: aquilo que parece uma associação aleatória pode refletir uma característica comum que não é imediatamente evidente para os seres humanos.
Cammarata defende que grande parte das redes neurais pode ser interpretada quando os pesquisadores examinam esses padrões com atenção. A afirmação, contudo, ainda faz parte de uma proposta teórica e não representa uma demonstração de que todos os mecanismos internos da IA já possam ser compreendidos.
A interpretabilidade — área que busca entender como os modelos chegam a suas respostas — é considerada importante para o desenvolvimento de sistemas mais seguros. Quanto mais os pesquisadores souberem sobre os mecanismos internos de uma IA, maiores poderão ser as possibilidades de investigar comportamentos inesperados e identificar sinais de risco.
Até recentemente, uma das estratégias utilizadas para investigar o raciocínio dos modelos era acompanhar suas explicações em linguagem natural, conhecidas como chain of thought, ou cadeia de pensamento.
O método consiste em observar etapas intermediárias que o sistema apresenta ao responder a uma pergunta ou resolver um problema. Entretanto, esse tipo de explicação não garante, por si só, que o texto exibido represente fielmente todos os processos internos que produziram a resposta.
Jakub Pachocki, cientista-chefe da OpenAI, alertou recentemente que agentes de IA podem passar a ocultar ou disfarçar seu raciocínio apresentado em linguagem natural. Isso criaria dificuldades para os responsáveis por monitorar esses sistemas, especialmente se eles não conseguissem identificar quando uma explicação deixou de refletir o processo que levou à resposta.
Pachocki também observou que modelos podem se tornar mais capazes com o avanço do pré-treinamento, mesmo sem recorrer a um raciocínio verbalizado.
Nesse cenário, compreender diretamente os mecanismos internos das redes neurais poderia oferecer uma forma complementar de investigar como os modelos funcionam, sem depender exclusivamente das explicações que eles próprios produzem.
Pesquisa gera expectativa, mas não resolve o problema
A proposta de Cammarata despertou entusiasmo entre alguns observadores do setor. Andrew Curran, analista de IA, afirmou no X que havia perdido a esperança de alcançar um nível significativo de interpretabilidade antes da chegada da superinteligência artificial. Para ele, a pesquisa representa possível mudança de perspectiva.
A reação, porém, não deve ser confundida com comprovação definitiva da hipótese. O próprio tema envolve questões técnicas complexas, e o relatório ainda apresenta interpretação teórica sobre como os neurônios artificiais organizam informações.
Mesmo que a abordagem se mostre promissora, compreender padrões individuais não significa necessariamente explicar todo o comportamento de um modelo avançado, muito menos garantir que ele permanecerá sob controle humano.
A pesquisa aponta, portanto, para uma possibilidade importante: em vez de aceitar a opacidade das redes neurais como inevitável, cientistas podem conseguir avançar na compreensão de seus mecanismos internos. Para quem trabalha com segurança em IA, esse conhecimento pode ser decisivo para avaliar riscos e desenvolver formas mais eficazes de monitoramento.
Prestes a subir ao altar nas próximas semanas, Juliette, 36, falou para a CNN Brasil sobre a construção de uma maturidade emocional sem idealizações no amor. A ex-BBB está noiva de Kaique Cerveny.
Em sua passagem pelo tapete vermelho do Halloween da Sephora 2026, Juliette avaliou que a intensidade de sua trajetória moldou a forma de enxergar relações e se quer sonhava em casar um dia. “Quando eu falo ‘não sonhei com isso’, é que eu acho que a minha vida foi tão real que faltou tempo para pensar no sonho encantado do príncipe. Mas hoje eu tenho um príncipe e eu vivo um filme”.
Juliette pontuou com franqueza: “Eu nunca sonhei com um amor romantizado e me surpreendi com algo real, cheio de falhas, cheio de problemas, mas com muita lealdade e vontade de dar certo”.
Relembre o relacionamento de Kaique e Juliette
A ex-BBB assumiu o namoro com o atleta em setembro de 2023. Os dois se conheceram em 2019, quando a artista enviou uma mensagem para ele após ver um campeonato de crossfit.
Em dezembro de 2024, durante a festa de aniversário de 35 anos da cantora, Kaique a pediu em casamento após pedir a autorização de Fátima, mãe de Juliette, antes de se ajoelhar com o anel. O casamento está marcado para acontecer este ano, no Instituto Ricardo Brennand, em Recife.
A Tesla apresentou, nesta quinta-feira (15), uma nova geração do Roadster, seu supercarro elétrico desenvolvido em colaboração com a SpaceX. O modelo promete ser o veículo mais potente já criado pela montadora de Elon Musk e inclui recursos que parecem saídos de um filme de ficção científica: a capacidade de “voar” e de dirigir de ponta-cabeça.
Durante a apresentação, a empresa demonstrou o veículo preso a uma parede, sem cair. O efeito é produzido por um ventilador instalado na base do carro, que cria sucção para mantê-lo grudado à superfície.
A demonstração dá destaque às ambições da Tesla para o novo esportivo, cujo desenvolvimento se arrasta há anos. O protótipo foi apresentado originalmente em 2017, com preço anunciado de US$ 200 mil (cerca de R$ 1,1 milhão) e previsão inicial de entrega para 2020. Desde então, a empresa não atualizou o preço de tabela, e as reservas continuam abertas mediante pagamento de US$ 50 mil (cerca de R$ 270 mil).
Tesla revela versões, desempenho e previsão de produção do Roadster
A apresentação do novo Roadster trouxe detalhes adicionais sobre o desempenho e as configurações do esportivo. Durante o evento realizado no Texas (EUA), o veículo usou ventiladores de alta potência e propulsores da SpaceX para subir uma rampa invertida, girar e descer até o chão. A Tesla também demonstrou o carro saltando por cima de cinco veículos da marca: Cybercab, Cybertruck, Tesla Semi, Model Y e Model 3.
Segundo Elon Musk, o Roadster consegue acelerar de zero a 96 km/h em apenas um segundo. A Tesla afirma que todas as versões terão autonomia de aproximadamente 483 km e velocidade máxima superior a 370 km/h.
O modelo será oferecido em três configurações:
Performance: versão para uso em estradas, com dois lugares, aerodinâmica ativa e sistema de sucção para melhorar o desempenho dentro e fora das pistas. A reserva custa US$ 50 mil (cerca de R$ 270 mil);
Thrust: configuração voltada às pistas, também com dois lugares, equipada com propulsores de gás frio na traseira. A reserva custa US$ 250 mil (cerca de R$ 1,35 milhão);
Rocket: versão descrita pela Tesla como preparada para voar, com apenas um assento e dez propulsores de gás frio distribuídos pelo veículo. A compra será feita somente por convite.
O vice-presidente de engenharia da Tesla, Lars Moravy, explicou que os dez propulsores estão conectados a um sistema com 600 litros de ar comprimido, usado para levantar e girar o carro no ar. O reservatório pode ser recarregado. A empresa também afirmou que praticamente todos os espaços disponíveis no veículo são ocupados por vasos de pressão reforçados com fibra de carbono.
A Tesla pretende iniciar a produção do Roadster em 2028, mas Musk não anunciou um preço definitivo para o modelo. O executivo também mencionou a possibilidade de tentar saltar o Snake River Canyon, nos Estados Unidos, um desfiladeiro conhecido por uma tentativa de travessia realizada pelo dublê Evel Knievel.
O design foi outro destaque da apresentação. Com linhas mais angulares, o carro tem inspiração declarada nos aviões militares SR-71 e F-35. A nova aparência representa evolução em relação ao protótipo mostrado em 2017.
Roadster promete voar com ajuda da SpaceX
A possibilidade de o novo Roadster voar já havia sido mencionada por Musk em outubro de 2025, durante entrevista ao podcast de Joe Rogan. Na ocasião, o executivo confirmou que o desenvolvimento do esportivo continuava e afirmou que o carro poderia sair do chão.
Musk também demonstrou frustração com a ausência de carros voadores no mundo atual e defendeu que as pessoas deveriam ter a possibilidade de comprar um.
O projeto reúne a Tesla e a SpaceX, duas empresas comandadas pelo empresário. A colaboração abre espaço para a aplicação de tecnologias associadas à indústria aeroespacial em um automóvel de produção, embora os detalhes técnicos dos recursos apresentados ainda não estejam esclarecidos no material fornecido.
Apesar da demonstração, não há data de entrega confirmada para a nova geração do Roadster. A previsão inicial de 2020 ficou para trás, e o modelo segue em desenvolvimento.
Primeiro Roadster da Tesla foi lançado ao espaço
A história do esportivo também passa pela exploração espacial. Em 6 de fevereiro de 2018, um foguete levou um Roadster da primeira geração ao espaço durante seu voo inaugural, com o carro como única carga a bordo.
O lançamento ocorreu na plataforma 39A do Centro Espacial Kennedy, nos Estados Unidos. Poucas horas depois da decolagem, o segundo estágio do foguete foi acionado para colocar o veículo em uma órbita ao redor do Sol, cuja distância máxima corresponde à órbita de Marte.
Durante a apresentação, a empresa demonstrou o veículo preso a uma parede, sem cair – Imagem: Divulgação/Tesla
Na época, Musk afirmou que pretendia deixar o carro em órbita marciana por centenas de milhões de anos.
“Eu adoro a ideia de um carro navegando aparentemente sem parar pelo espaço e talvez sendo descoberto por uma raça alienígena milhões de anos no futuro”, disse o empresário durante o lançamento.
O Roadster chegou a se aproximar de Marte em novembro de 2018 e continua percorrendo uma trajetória elíptica ao redor do Sol, aproximando-se e afastando-se da região da órbita terrestre.
Roadster ajudou a consolidar os carros elétricos da Tesla
A primeira geração do Roadster foi lançada em 2008 e permaneceu à venda até 2012. O modelo utilizava o chassi do Lotus Elise e foi o primeiro carro da Tesla, ajudando a demonstrar que veículos elétricos também poderiam oferecer desempenho esportivo.
Depois dele, a fabricante ampliou sua linha com os utilitários esportivos Model Y e Model X e os sedãs Model S e Model 3.
A apresentação da nova geração acontece em meio a mudança de prioridades na empresa. A Tesla vem direcionando mais atenção à robótica e às tecnologias de direção autônoma baseadas em inteligência artificial (IA).
Neste ano, a companhia interrompeu as vendas dos Model S e Model X para abrir espaço na produção de seus robôs humanoides Optimus. A empresa também lançou o Cybercab, robô-táxi de dois lugares projetado sem volante, pedais ou retrovisores.
A Polícia Civil do Rio juntamente com a Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis da Capital, prenderam, na manhã da última segunda-feira (12), um homem condenado por estupro de vulnerável. O suspeito foi capturado em região dos estúdios de uma produtora na Estrada dos Bandeirantes, em Vargem Pequena, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, onde atuava como figurante para uma novela da Record.
Os agentes do Setor de Inteligência localizaram o criminoso enquanto ele estava no local para trabalhar, após o cruzamento de informações e o monitoramento da unidade revelarem endereços ligados ao homem.
Foi realizado um mandado de prisão contra o indivíduo para que ele cumpra os oito anos de pena que ainda restam.
A CNN Brasil tenta contato com a emissora e aguarda resposta. O espaço segue aberto.
Veja os destaques do Olhar Digital News desta quarta-feira (14/10).
Missão Hera se aproxima de asteroide para estudar efeitos de colisão com nave da NASA
Quatro anos após a NASA atingir um asteroide para testar uma estratégia de defesa planetária, a sonda europeia Hera se prepara para investigar as consequências da colisão. A missão vai examinar Dimorphos e Didymos para esclarecer como o impacto alterou os dois corpos celestes.
Agentes de IA tentam invadir sistemas da gigante chinesa
Um grupo internacional de pesquisadores identificou mais de uma dezena de agentes de IA que tentaram acessar sistemas protegidos do Alibaba. As atividades ocorreram entre o fim de setembro e o início de outubro e apresentaram indícios de ligação com serviços de computação em nuvem da Tencent.
IA da Meta apresenta resultados diferentes em pedidos com Lula e Flávio
A Meta proibiu temporariamente a geração de imagens de candidatos por meio de suas ferramentas de inteligência artificial. A medida foi tomada após testes mostrarem que o Meta AI recusava pedidos relacionados a Lula (PT), mas aceitava gerar artes com o nome de Flávio Bolsonaro (PL).
Primeira transmissão de TV ao vivo do espaço completa 58 anos
Desde a década de 1930, a televisão já costumava transmitir grandes eventos ao vivo, mas o telespectador nunca tinha visto nada igual ao que aconteceu em 14 de outubro de 1968. Há exatamente 58 anos, a missão Apollo 7 inaugurou as transmissões televisivas ao vivo a partir da órbita terrestre.
A chave para entender o que seria um governo Flávio Bolsonaro (PL) está na frente ampla de direita, que se formou entre o primeiro e o segundo turno da eleição e pode se consolidar caso o candidato do Partido Liberal vença. Essa é a análise de Caio Junqueira, durante o WW Talks desta terça-feira (13).
Seria “um governo do Centrão com a direita, junto com o presidente da República”, afirmou o analista de Política da CNN Brasil.
Para o analista, esse contexto facilitaria a vida de Flávio, uma vez que tanto o Executivo quanto o Congresso estariam alinhados à direita. “Você teria um Executivo à direita e um Congresso à direita”, pontuou Junqueira.
Caio Junqueira destaca que o ex-presidente Jair Bolsonaro chegou ao poder de forma diferente: “O pai chegou sozinho, com sete segundos de tempo de TV, com um partido minúsculo e com toda uma carreira militar, com essas questões de militarismo, com esses radicalismos ideológicos”.
Já Flávio, segundo o analista, “majoritariamente é uma cria de um Centrão/Bolsonaro”, que chega ao cenário político com caciques partidários ao seu redor, tutelando-o e enfrentando o adversário político Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em conjunto.
Nesse cenário, eventuais conflitos institucionais seriam rapidamente resolvidos em favor do governo, como ilustra o raciocínio apresentado sobre Flávio Dino: “Se o Flávio Dino vai fazer cruzada sobre emendas num governo Flávio, o PL poderia abrir um processo de impeachment”. Para Caio Junqueira, essa dinâmica explicaria o atual silêncio de Flávio Dino diante do cenário político.
WW Talks
O WW Talks é uma série de encontros mensais promovida pela CNN Brasil em parceria com a Galapagos Capital e o grupo Eurasia.
A iniciativa busca aprofundar a análise dos movimentos que moldam o Brasil e o mundo, reunindo diferentes perspectivas sobre os fatores que orientam as decisões políticas e econômicas de atores nacionais e globais.
Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.
Modelos menores de inteligência artificial (IA) podem estar a poucos meses de conseguir se replicar em dispositivos conectados à internet sem ajuda humana. O alerta é da Anthropic, que testou essa capacidade em aparelhos como televisores com Android e eletrodomésticos inteligentes.
Este é o tema da coluna Fala AI desta terça-feira, com Roberto Pena Spinelli, físico pela USP, com especialidade em Machine Learning por Stanford e pesquisador na área de Inteligência Artificial. Confira!
A Marinha do IRGC (Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica), do Irã, divulgou um vídeo no domingo (11) mostrando um superpetroleiro sendo sacudido por uma enorme explosão após atingir uma mina naval no Estreito de Ormuz.
O IRGC afirmou que a embarcação, que transportava petróleo bruto, havia desativado todos os seus sistemas de navegação e pretendia sair do Estreito por uma rota não autorizada.
A embarcação foi tomada por um incêndio de grandes proporções após atingir uma mina naval, segundo o IRGC.
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Nas imagens divulgadas pela IRIB, agência estatal iraniana, é possível observar a embarcação sendo consumida por fumaça após o impacto contra a mina naval, com nuvens de detritos sendo levantadas dezenas de metros para cima.
O IRGC também anunciou no domingo que todas as embarcações que desligarem seus sistemas de navegação e posicionamento no estreito serão consideradas alvos hostis e estarão sujeitas a ações severas e decisivas.
Ataques russos mataram seis pessoas em duas cidades ucranianas no domingo (11), incluindo um ataque a uma mercearia em Kharkiv — a segunda maior cidade da Ucrânia —, onde três pessoas morreram e 20 ficaram feridas, segundo autoridades.
O governador regional, Oleh Syniehubov, informou pelo Telegram que duas crianças estavam entre os feridos.
Imagens de vigilância divulgadas pela Promotoria de Kharkiv mostraram o momento do impacto em uma rua, seguido pela projeção de destroços e focos de incêndio, enquanto alarmes de carros disparavam.
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É possível observar os danos extensivos ao quarteirão, com chamas e fumaça cobrindo a rua segundos após o impacto inicial.
Veja vídeo:
A Reuters verificou o local com base nos edifícios, na placa de um estabelecimento comercial, na calçada e no traçado da via, elementos que coincidiam com imagens de arquivo e de satélite da região. A data foi confirmada mediante a corroboração de relatos oficiais do Serviço Estatal de Emergência de Kharkiv e do governador regional Oleh Syniehubov sobre o ataque ocorrido em 11 de outubro.
A SpaceX Super Intelligence anunciou o X Subscription, uma assinatura que reúne ferramentas de inteligência artificial, recursos de programação e benefícios da rede social X (o antigo Twitter) em cinco modalidades. Os planos variam de gratuitos a US$ 200 mensais e também contam com opções de pagamento anual.
A proposta é unificar serviços que antes exigiam assinaturas separadas, incluindo o chatbot Grok, os agentes de programação do Cursor, o Grok Bot e os recursos premium do X. Segundo a empresa, os planos pagos oferecem mais uso dos modelos próprios de inteligência artificial por dólar gasto em comparação com as assinaturas equivalentes que substituem.
O serviço começou a ser disponibilizado para novos clientes nesta segunda-feira (12). A empresa prevê ampliar o acesso global nos dias seguintes, enquanto a migração de assinantes atuais será liberada gradualmente.
We’ve unified plans across Grok, Cursor, and X Premium.
Introducing The X Subscription. https://t.co/SvkrVvBa0p
A nova assinatura tem cinco opções, com diferentes limites de uso das ferramentas de IA e benefícios para usuários do X. Os valores mensais vão de US$ 8 a US$ 200 para os planos pagos, enquanto a modalidade gratuita oferece acesso limitado aos serviços.
Os preços anuais correspondem a descontos em relação ao pagamento mensal. Os valores apresentados não incluem eventuais impostos e taxas aplicáveis.
Segundo a página oficial, o Premium oferece quatro vezes a franquia de uso do Plus. O Super amplia esse volume para 15 vezes, enquanto o Ultra chega a 50 vezes a franquia do plano Plus.
Como funciona a integração entre Grok, Cursor e X
O principal diferencial da assinatura é o compartilhamento de uma franquia semanal de uso dos modelos próprios de IA entre o Grok e o Cursor. Isso permite utilizar os modelos nos aplicativos do Grok, na aba dedicada ao chatbot dentro do X ou no ambiente de programação do Cursor, com o consumo contabilizado no mesmo limite.
O Grok reúne recursos de conversa, voz e geração de imagens e vídeos. Já o Grok Bot oferece agentes de IA voltados à execução de tarefas, enquanto o Cursor disponibiliza ferramentas para programação com agentes locais e na nuvem. O acesso ao Grok Bot começa no plano Premium.
Os planos também incluem funcionalidades do X, como selo de verificação, ferramentas para criadores e redução de anúncios. Nos níveis mais altos, a empresa promete navegação sem anúncios na maior parte das áreas da plataforma.
O Cursor continua permitindo o uso de modelos de inteligência artificial de terceiros nos planos Premium e superiores. Esse consumo, porém, não faz parte da franquia incluída na assinatura e é cobrado separadamente, de acordo com os preços de API.
Assinantes atuais poderão migrar para o novo plano
Quem já paga pelo SuperGrok, Cursor ou X Premium poderá manter a assinatura atual ou migrar para o X Subscription. A mudança será disponibilizada gradualmente e poderá ser consultada nas configurações de cobrança de cada conta.
Segundo a empresa, a migração poderá incluir reembolso proporcional do plano anterior e ofertas por tempo limitado, conforme as condições apresentadas ao assinante. A disponibilidade dessas opções varia de acordo com a conta.
A empresa também informa que a migração das assinaturas não pode ser desfeita. Clientes que pagam por meio da App Store podem precisar cancelar a assinatura anterior manualmente, conforme as condições aplicáveis à conta.
Planos para equipes e empresas
O X Subscription também contempla equipes e empresas. Para grupos de trabalho, a oferta inclui cobrança por usuário, faturamento centralizado, controles administrativos e análise de uso. A empresa também anuncia recursos como autenticação única (SSO) e conformidade com a norma SOC 2.
Clientes corporativos poderão gerenciar o Grok e o Cursor em um único painel, com uma franquia de uso compartilhada entre os dois serviços. A SpaceX Super Intelligence também oferece planos empresariais personalizados, com opções de infraestrutura dedicada, suporte e limites de uso específicos.