O Corinthians derrotou o Peñarol por 2 a 0 na noite desta quinta-feira (1º), na Neo Química Arena, em São Paulo, pela terceira rodada da fase de grupos da Copa Libertadores da América 2026.
A partida, válida pelo Grupo E da competição, foi dirigida pelo árbitro chileno Cristian Garay e contou com o comando técnico de Fernando Diniz pelo lado alvinegro e Diego Aguirre à frente dos uruguaios.
O Corinthians abriu o placar aos 11 minutos do primeiro tempo, quando Rodrigo Garro cobrou falta levantada na área e Gustavo Henrique, de cabeça, encostou para o fundo da rede, sem chances para o goleiro Washington Aguerre.
A equipe paulista seguiu pressionando e ampliou aos 25 minutos, ainda na primeira etapa. Yuri Alberto penetrou pela esquerda e cruzou rasteiro para Jesse Lingard, que, com liberdade, estufou as redes de primeira para fechar o placar de 2 a 0 antes do intervalo.
O Peñarol tentou reagir logo no início do segundo tempo, com Matías Arezo exigindo uma defesa de Hugo Souza aos dois minutos da etapa complementar, mas não conseguiu furar o bloqueio corinthiano.
Com o resultado, o Corinthians chegou a 9 pontos na fase de grupos, com três vitórias em três jogos e sem nenhum gol sofrido na competição — saldo que o coloca entre os líderes isolados do torneio, ao lado do Independiente Rivadavia, também com 9 pontos.
O aproveitamento perfeito do Timão no Grupo E coloca a equipe em posição privilegiada para avançar à próxima fase, tendo somado seis gols marcados e nenhum sofrido nas três rodadas disputadas.
O Peñarol, por sua vez, permanece na lanterna do Grupo E com apenas 1 ponto em três partidas, resultado de um empate e duas derrotas, com 2 gols marcados e 5 sofridos, situação que compromete seriamente as aspirações dos uruguaios de classificação na Libertadores.
Assista aos melhores momentos:
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Uma descoberta surpreendente revelou que o oxigênio no fundo do mar é produzido sem a necessidade de luz solar ou fotossíntese. Cientistas identificaram nódulos polimetálicos que funcionam como baterias naturais, gerando eletricidade suficiente para quebrar moléculas de água. Esse fenômeno inédito desafia os conhecimentos biológicos e redefine nossa compreensão sobre a origem da vida na Terra.
Como ocorre a produção de oxigênio no fundo do mar sem luz?
De acordo com um estudo publicado pela Nature, pesquisadores observaram que nódulos minerais localizados na Zona Clarion-Clipperton, no Oceano Pacífico, liberam oxigênio de forma constante. Esse processo, batizado de “oxigênio negro”, ocorre a mais de 4 mil metros de profundidade, onde a luz solar jamais alcança a superfície terrestre.
A equipe liderada pelo professor Andrew Sweetman inicialmente acreditou que os sensores estivessem com defeito, tamanha era a improbabilidade do achado. No entanto, testes laboratoriais confirmaram que esses nódulos possuem uma carga elétrica de até 1,5 volts, o que é suficiente para realizar a eletrólise da água do mar.
📍 2013: Observação Inicial: O professor Andrew Sweetman detecta pela primeira vez níveis anômalos de oxigênio no solo oceânico escuro.
🧪 Validação em Laboratório: Experimentos rigorosos descartam interferência biológica e confirmam a origem geoelétrica do gás.
🌍 Publicação do Estudo: A comunidade científica internacional aceita a descoberta das “pedras elétricas” como uma nova fonte de vida.
Qual é o papel das chamadas “baterias geológicas” no oceano?
Esses nódulos polimetálicos são compostos por misturas de metais como cobalto, níquel, cobre e manganês, que se acumulam ao longo de milhões de anos. A disposição desses materiais permite que eles atuem como uma bateria galvânica, criando um fluxo de elétrons capaz de sustentar a vida em ambientes extremos.
A descoberta sugere que a vida aeróbica na Terra pode ter começado de uma forma diferente do que imaginávamos anteriormente. Se o oxigênio pode ser gerado sem sol, as zonas abissais podem ser muito mais autossuficientes do que a ciência supunha até o presente momento em suas teorias tradicionais.
Acúmulo mineral de metais estratégicos para a indústria moderna.
Capacidade de gerar eletricidade natural através da química geológica.
Independência total da energia solar para produção de gás vital.
Suporte direto a microrganismos que habitam o solo oceânico profundo.
Metais estratégicos nas baterias geológicas sustentam a vida em ecossistemas abissais extremos – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)
Por que o oxigênio no fundo do mar muda o que sabemos sobre a vida?
Até então, a ciência acreditava que quase todo o oxigênio da Terra era subproduto da fotossíntese realizada por plantas e algas. Este novo dado indica que o leito oceânico pode ter sido o berço de processos químicos que permitiram o surgimento de seres que respiram antes mesmo da luz solar se tornar o motor principal.
Além do impacto biológico, essa revelação traz um alerta importante para a indústria de mineração submarina, que visa extrair esses nódulos para baterias de veículos. Remover essas pedras pode significar o fim de um suprimento vital de ar para ecossistemas inteiros que ainda sequer foram totalmente catalogados pela humanidade.
Característica
Oxigênio Fotossintético
Oxigênio Negro
Mecanismo
Conversão de luz solar
Eletrólise geoelétrica
Ambiente
Superfície e zonas iluminadas
Profundezas abissais escuras
Quais são os riscos da mineração para esse ecossistema?
O interesse comercial nos metais contidos nos nódulos é altíssimo, visto que são essenciais para a transição energética global em curso. No entanto, a exploração desenfreada pode destruir “usinas” naturais que levaram milhões de anos para se formar e que agora sabemos serem essenciais para a oxigenação profunda.
Organizações ambientais e cientistas pedem uma moratória na mineração em águas profundas até que as consequências ecológicas sejam plenamente compreendidas. A interrupção desse fluxo de oxigênio poderia causar um colapso em cadeias alimentares que funcionam em um equilíbrio extremamente delicado e milenar.
O que essa descoberta significa para a busca por vida extraterrestre?
Se o oxigênio pode ser gerado sem luz em planetas como a Terra, as chances de encontrar vida em luas geladas de Júpiter ou Saturno aumentam. Oceanos subterrâneos em outros mundos podem possuir processos geoelétricos semelhantes que sustentam organismos complexos no breu absoluto das profundezas espaciais.
O paradigma da “Zona Habitável” baseada apenas na distância de uma estrela está sendo questionado diante dessas evidências químicas. A geologia de um planeta pode ser tão importante para a manutenção da vida quanto a luz que ele recebe, abrindo novas portas para a exploração astrobiológica futura.
Billie Eilish, 24, esteve no tapete azul da première de seu filme-concerto “Hit Me Hard And Soft: The Tour in 3D” nesta quarta-feira (29). O evento aconteceu em Londres, na Inglaterra, e contou com a presença do diretor James Cameron.
A artista roubou os holofotes e mostrou por que é referência de estilo e autenticidade. Uma multidão de fãs compareceram à entrada do evento e aclamaram a cantora.
Billie vestiu um look elegante, mas despojado. Ela passou pelo tapete azul de tênis e roupa de alfaiataria.
No Brasil, a pré-venda dos ingressos para o filme já começou. A produção chega aos cinemas brasileiros em 7 de maio e os fãs aguardam a experiência de assistir ao show da cantora nas telonas.
A obra traz performances dos shows e momentos de bastidores da turnê recente da artista, realizada entre 2024 e 2025. Por meio de uma colaboração entre Lightstorm Entertainment e Paramount Pictures, a produção já é o segundo filme-concerto de Billie Eilish.
Células-tronco podem ajudar no tratamento contra Parkinson e insuficiência cardíaca. O Japão lidera as iniciativas com as células-tronco reprogramadas. Quais podem ser os impactos dessas novas terapias no mercado da saúde e, é claro, para os pacientes?
O assunto é tema de hoje na coluna Olhar do Amanhã, com o doutor Álvaro Machado Dias, professor da UNIFESP, neurocientista, futurista e colunista do Olhar Digital News. Confira!
A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (28) a PEC do Suas, que prevê a reserva de 1% da receita corrente líquida da União para o financiamento do Sistema Único de Assistência Social. Foram 444 votos a favor e 12 contrários.
A proposta tem como objetivo assegurar um orçamento mínimo para as as políticas de assistência social, assim como ocorre com as áreas de educação e saúde. A PEC prevê regra de transição e o 1% será atingido apenas no quarto ano do período proposto.
No primeiro ano, o percentual é de 0,3% da receita corrente líquida em ações e serviços da assistência social; no segundo, é de 0,5%; e no terceiro, de 0,75%. O 1% apenas seria atingido no quarto ano. Essa transição também valerá para os estados e municípios.
O texto ainda prevê que estados e municípios também aportarem valores mínimos na assistência social. Nesse caso, o percentual é contabilizado adicionalmente aos valores recebidos da União para esse mesmo objetivo.
A principal preocupação do governo se dá em relação ao impacto dessa medida para o orçamento. A ideia era ampliar a absorção de programas sociais dentro desse 1% para atingir a meta e aliviar os gastos do governo.
No primeiro texto, foi definido que os recursos seriam destinado à “proteção social”. O último relatório apresentado pelo deputado André Figueiredo (PDT-CE) define esses gastos serão “definidos na forma da lei federal que dispõe sobre a organização da assistência social, observada a lei orçamentária anual”.
A ideia é justamente ampliar o que cabe nesse percentual para aliviar o impacto. Os cálculo iniciais do Ministério da Fazenda estimavam um impacto de R$ 36 bilhões. Novos cálculos não foram divulgados.
Segundo informações do The Wall Street Journal, a Meta deve recuar na compra da startup de inteligência artificial (IA)Manus após a China ter proibido a transação por supostos riscos à segurança nacional na segunda-feira (27).
A compra foi realizada em dezembro, no valor de US$ 2,5 bilhões (R$ 12,4 bilhões), e a tecnologia da empresa, com sede em Singapura, rapidamente foi integrada aos sistemas da Meta. Sendo assim, qualquer tentativa de desfazer o negócio provocaria a separação das companhias.
Como se já não bastasse, investidores da Manus, incluindo a empresa de capital de risco Benchmark, com sede na Califórnia (EUA), já receberam seus retornos, diz o jornal.
Meta dando um passo atrás na compra da Manus?
Segundo o periódico, a Meta obtém receitas significativas de anunciantes chineses que buscam consumidores fora da China;
Isso acontece mesmo com apps da Meta, como o Facebook, sendo bloqueados no país;
Caso a Meta siga em seu plano de desfazer o negócio, investidores asiáticos da Manus, como Tencent, HSG e ZhenFund, planejam cooperar, segundo fontes;
Pequim deu às empresas um prazo de algumas semanas para o acordo ser cancelado e para restaurar, de forma integral, os ativos chineses da Manus como estavam. Isso inclui a remoção de dados ou tecnologia previamente transferidos da Meta;
A China também pensa em sancionar Manus e Meta se o negócio não for completamente desfeito.
O acerto entre as partes teria irritado Pequim, que começou a analisá-lo tão logo foi anunciado e, em março, convocou os dois cofundadores da Manus — Xiao Hong e Ji Yichao — para discuti-lo. A seguir, foram instruídos a não deixar o país enquanto a investigação estivesse em curso.
Até o momento, ao acessar o site da Manus, é possível ver uma mensagem que avisa o usuário sobre o acordo com a Meta e o redireciona para um post de blog.
Manus ainda diz, em seu site, ser uma empresa sob o guarda-chuva da Meta – Imagem: Reprodução/Manus
Evolução do Manus
As primeiras versões do Manus foram criadas por engenheiros da Beijing Butterfly Effect Technology, fundada por Xiao em 2022. A seguir, uma empresa — também de nome Butterfly Effect —, cuja sede também é em Singapura, assumiu o controle das operações da IA.
Há alguns meses, a Manus transferiu boa parte dos funcionários da China para Singapura após investimento da Benchmark.
Quanto ao acordo com a empresa de Mark Zuckerberg, as autoridades chinesas entendem ter autoridade o bastante para exigir o cancelamento do acordo, uma vez que a Beijing Butterfly Effect Technology segue como empresa chinesa, de acordo com o Journal.
A legislação da China determina que qualquer investimento de fora que possa representar risco à segurança nacional pode passar por revisão das autoridades.
Antes da divulgação da proibição do negócio, houve, segundo o Journal, discussões sobre possível acordo para resolver as preocupações chinesas, como, por exemplo, a saída de fundadores de Manus e Meta.
A dona de Facebook, Instagram, WhatsApp e Threads, que, certas vezes, contratou equipes de liderança de startups sem comprar as empresas, já reconheceu que precisará deixar os fundadores da startup saírem, de modo a completar o desacordo.
Empresa de Mark Zuckerberg já tinha incorporado as tecnologias da startup – Imagem: gguy/Shutterstock
Investidores com participações em empresas chinesas de IA afirmaram que a ordem emitida por Pequim é um alerta para quaisquer startups que busquem imitar o movimento da Manus.
Contudo, salientaram que os ricos crescentes também podem inibir investidores estrangeiros que queiram aplicar nas tecnologias chinesas de mais destaque, como ByteDance (dona do TikTok) e Alibaba, que captaram capital estrangeiro quando estavam iniciando.
O que dizem as partes
O Journal tentou contato com os executivos da Manus, com a Benchmark e com a Manus, mas não obteve resposta. O Olhar Digital contactou Manus e Meta e aguarda um posicionamento oficial.
A Microsoft deixará de ter acesso exclusivo às tecnologias de inteligência artificial da OpenAI. Um novo acordo entre as empresas estabelece que a dona do ChatGPT terá liberdade para oferecer seus modelos para rivais como Amazon e Google.
A decisão foi recebida com cautela pelos investidores, já que pode sinalizar que a big tech está abrindo mão de uma vantagem estratégica importante na corrida de IA.
Para Arthur Igreja, especialista em Tecnologia e Inovação, a reformulação no acordo representa muito mais do que uma nova etapa na relação entre as empresas. Segundo ele, o movimento indica um cenário mais aberto e competitivo no mercado de inteligência artificial, com a dona da OpenAI ampliando sua atuação para além de um único ecossistema. Confira a análise!
O Irã, por meio de mediadores paquistaneses, apresentou aos Estados Unidos uma nova proposta para a reabertura do Estreito de Ormuz e encerrar a guerra. Já as negociações sobre o pragrana nuclear iraniano foram adiadas para uma etapa posterior, informou a agência Axios no domingo (26), citando um funcionário americano e duas fontes com conhecimento do assunto.
O presidente dos EUA, Donald Trump disse no domingo que o Irã poderia telefonar se quisesse negociar o fim da guerra que já dura dois meses e enfatizou que o país jamais poderá ter uma arma nuclear, após Teerã afirmar que o governo americano deveria remover os obstáculos a um acordo, incluindo o bloqueio aos portos iranianos.
As esperanças de retomada dos esforços de paz diminuíram no sábado (25), quando Trump cancelou a visita de seus enviados, Steve Witkoff e Jared Kushner, a Islamabad, no Paquistão. O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, viajou entre o Paquistão e Omã, países mediadores, no domingo, antes de seguir para a Rússia, onde deve se encontrar com o presidente Vladimir Putin.
Os preços do petróleo subiram, o dólar teve uma leve alta e os futuros das ações americanas recuaram no início do pregão asiático desta segunda-feira (27), após o impasse nas negociações de paz, que deixou o transporte marítimo no Golfo bloqueado.
“Se eles quiserem conversar, podem vir até nós ou podem nos ligar. Sabe, temos um telefone. Temos linhas seguras e confiáveis”, disse Trump ao programa “The Sunday Briefing” da Fox News.
“Eles sabem o que precisa constar no acordo. É muito simples: eles não podem ter armas nucleares, caso contrário não há motivo para se reunirem”, disse Trump.
O Irã há muito exige que Washington reconheça seu direito de enriquecer urânio, algo que Teerã afirma buscar apenas para fins pacíficos, mas que as potências ocidentais dizem ter como objetivo a construção de armas nucleares.
Embora um cessar-fogo tenha interrompido os combates em grande escala no conflito, que começou com ataques conjuntos dos EUA e de Israel contra o Irã em 28 de fevereiro, nenhum acordo foi alcançado sobre os termos para encerrar uma guerra que matou milhares de pessoas, elevou os preços do petróleo, alimentou a inflação e obscureceu as perspectivas de crescimento global.
O professor de Relações Internacionais da UFRJ Fernando Brancoli avaliou que o recente incidente envolvendo tiros durante um jantar com a presença de Donald Trump revela preocupantes falhas no esquema de segurança, apesar da rápida resposta do serviço secreto americano.
Durante entrevista ao CNN Prime Time, Brancoli destacou que “a capacidade de um indivíduo chegar com uma arma desse calibre a metros de autoridade já é um indício muito claro de uma falha e de um problema”. O especialista explicou que, embora defensores do processo de segurança argumentem que a resposta foi rápida e eficiente, o fato do atirador ter conseguido se aproximar tanto já representa uma grave vulnerabilidade.
Contexto da violência política nos EUA
O episódio ocorre em um momento de crescente polarização nos Estados Unidos. Segundo Brancoli, o ex-presidente Barack Obama manifestou preocupação nas redes sociais afirmando que “isso está começando a ficar comum demais”. O professor observou que, embora os EUA tenham histórico de ataque contra presidentes, ao longo dos últimos 20 anos não havia “essa quantidade de atentados, de processos violentos contra autoridades”.
“Me parece que a gente está num momento de polarização tão explícita que indivíduos, como o caso desse atirador, professor de escola, em alguma medida se sentem autorizados a tomar uma medida, um ato tão violento e bizarro”, analisou Brancoli. O especialista ainda destacou que o fácil acesso a armamentos nos Estados Unidos agrava a situação, tornando improvável uma solução a curto ou médio prazo.
Diferentemente do atentado anterior sofrido por Trump, quando foi atingido na orelha e quase morto, este incidente foi controlado mais rapidamente. Brancoli mencionou que Trump tem sido acusado pela oposição democrata de usar politicamente esses eventos, especialmente após uma semana complicada para o republicano, com falhas nas negociações de cessar-fogo com o Irã.
O professor também comentou sobre projetos arquitetônicos de Trump, como a construção de um grande centro de eventos ao lado da Casa Branca, que seria mais alto que a própria residência presidencial, refletindo o desejo do ex-presidente de deixar marcas arquitetônicas duradouras em Washington.
Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.
O Ford Capri elétrico ganhou destaque após sua apresentação recente. Além disso, o modelo chamou atenção pelo visual moderno e pela proposta ousada. Portanto, ele já é apontado como um dos carros mais marcantes da marca. Bora entender o que está por trás desse sucesso?
Por que o novo Ford mais bonito está chamando tanta atenção?
O Ford Capri elétrico repercutiu após análises da imprensa especializada. Segundo um estudo publicado na ScienceDirect, o design de um produto influencia diretamente a percepção de valor e atratividade do público. Além disso, modelos com identidade visual forte tendem a gerar maior conexão emocional com os consumidores.
Portanto, o impacto não vem apenas do visual em si. O Ford Capri elétrico combina referências clássicas com soluções modernas, o que reforça essa percepção positiva. Contudo, o design diferenciado continua sendo o principal fator que desperta curiosidade e interesse imediato.
🚗 Apresentação: Ford Capri elétrico chega com proposta moderna.
✨ Destaque: Linhas esportivas e identidade visual renovada.
🏆 Reconhecimento: Considerado um dos mais bonitos da marca.
O que faz o design do Ford Capri elétrico se destacar?
O Ford Capri elétrico aposta em um visual limpo e bem resolvido. Além disso, suas proporções equilibradas reforçam a sensação de movimento mesmo com o carro parado. Portanto, o conjunto transmite modernidade sem abrir mão da identidade da marca.
Contudo, o design não é apenas questão estética. Cada detalhe contribui para eficiência e desempenho. Assim, o modelo consegue unir aparência marcante com funcionalidade real.
Linhas esportivas e proporções equilibradas garantem o destaque visual do novo modelo – Ford / Divulgação
Quais tecnologias estão presentes no novo Ford mais bonito?
O Ford Capri elétrico acompanha as tendências mais recentes do setor automotivo. Além disso, o modelo oferece recursos de assistência ao motorista e conectividade integrada. Portanto, a experiência ao volante se torna mais prática e segura.
Contudo, o destaque também está na motorização elétrica. Assim, o carro se alinha com a busca por soluções mais sustentáveis e eficientes.
Aspecto
Destaque
Benefício
Visual
Linhas modernas
Presença marcante
Tecnologia
Sistemas inteligentes
Mais segurança
Motorização
Elétrica
Eficiência energética
O Ford Capri elétrico pode influenciar os próximos lançamentos da marca?
O Ford Capri elétrico representa uma mudança importante no posicionamento da marca. Além disso, ele mostra uma aposta clara em design mais ousado e tecnologia avançada. Portanto, é natural que influencie os próximos modelos.
Contudo, o impacto dependerá da recepção do público. Assim, se a aceitação for positiva, o modelo pode servir como base para uma nova fase da Ford.
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Parece que a Exeed resolveu dar uma segunda chance ao Brasil. A marca do Grupo Chery anunciou que vai entrar em 23 novos mercados este ano; o Brasil é um deles.
Há alguns anos, a Exeed já planejava entrar no país, mas os planos esfriaram. O anúncio foi feito durante uma coletiva no Salão do Automóvel de Pequim, na China.
A marca de luxo da Chery será mais uma do grupo, que já atua com a própria Chery, Jetour, Omoda, Jaecoo e Lepas.
A ideia da marca é atuar como a Stellantis no Brasil, que tem diversas marcas no guarda-chuva da Chery.
Entre 2023 e 2024, quando a marca estudava o Brasil, três carros estavam em estudo para o nosso mercado: RX, um SUV híbrido plug-in; o sedã E03 e o SUV E0Y.
Exeed chega ao Brasil em 2026 • Divulgação
A empresa, entretanto, ainda não confirmou quais serão os primeiros carros a estrear no mercado nacional.
Hoje, o RX segue no portfólio da Exeed e tem cerca de 605 cv e mais de 1.300 km de autonomia combinada. O 0-100 km/h é de 4,9 segundos.
*Rodrigo Barros viajou a convite da Omoda Jaecoo para o Salão Internacional do Automóvel de Pequim
O Departamento de Estado dos Estados Unidos ordenou um alerta diplomático global sobre supostos esforços generalizados de empresas chinesas, incluindo a startup de inteligência artificial (IA) DeepSeek, para roubar propriedade intelectual de laboratórios estadunidenses de IA, segundo documento diplomático obtido pela Reuters.
O documento afirma que seu propósito é “alertar sobre os riscos de utilizar modelos de IA destilados de modelos proprietários dos EUA e estabelecer as bases para possível acompanhamento e contato do governo americano”.
Processo de destilação e acusações
A destilação é o processo de treinar modelos menores de IA usando saídas de modelos maiores e mais caros como parte de um esforço para reduzir os custos de treinamento de uma nova ferramenta poderosa de IA. A DeepSeek, startup chinesa cujo modelo de baixo custo surpreendeu o mundo no ano passado, lançou na sexta-feira uma prévia de um novo modelo altamente antecipado, adaptado para a tecnologia de chips Huawei, destacando a crescente autonomia da China no setor.
O cabo também mencionou as empresas chinesas de IA Moonshot AI e MiniMax. O Departamento de Estado, a DeepSeek e a Embaixada Chinesa em Washington não responderam imediatamente aos pedidos de comentário.
DeepSeek, que deixou o mundo da IA de queixo caído, estaria envolvida na atividade – Imagem: Mojahid Mottakin/Shutterstock
Resposta Chinesa e Contexto Diplomático
Esta semana, a Casa Branca fez acusações similares, que a Embaixada Chinesa em Washington chamou de “alegações infundadas”, acrescentando que Pequim “atribui grande importância à proteção dos direitos de propriedade intelectual”.
O cabo, datado de sexta-feira e enviado a postos diplomáticos e consulares ao redor do mundo, instrui funcionários diplomáticos a falar com suas contrapartes estrangeiras sobre “preocupações com a extração e destilação de modelos de IA dos EUA por adversários”.
“Um pedido e uma mensagem de protesto separados foram enviados a Pequim para serem discutidos com a China”, afirma o documento. Ele, que não foi reportado anteriormente, sinaliza que a administração Trump está levando a sério as crescentes preocupações sobre a destilação chinesa de modelos estadunidenses de IA.
“Modelos de IA desenvolvidos a partir de campanhas de destilação sub-reptícias e não autorizadas permitem que atores estrangeiros lancem produtos que parecem ter desempenho comparável em benchmarks selecionados por uma fração do custo, mas não replicam o desempenho completo do sistema original”, disse o documento, acrescentando que as campanhas também “deliberadamente removem protocolos de segurança dos modelos resultantes e desfazem mecanismos que garantem que esses modelos de IA sejam ideologicamente neutros e busquem a verdade”.
Advertências anteriores da OpenAI
A OpenAI alertou legisladores estadunidenses que a DeepSeek estava mirando a fabricante do ChatGPT e as principais empresas de IA do país para replicar modelos e usá-los para seu próprio treinamento, reportou a Reuters em fevereiro.
O memorando e o documento de acompanhamento, divulgados apenas semanas antes de o presidente estadunidense Donald Trump visitar o presidente chinês Xi Jinping em Pequim, prometem elevar as tensões em uma guerra tecnológica de longa data entre as superpotências rivais, que havia sido diminuída por uma distensão negociada em outubro passado.
Em meio à pressão da alta dos combustíveis e ao calendário eleitoral, o governo federal avança em medidas para tentar conter o impacto dos preços dos combustíveis em decorrências da guerra no Oriente Médio, incluindo agora a gasolina, e reduzir efeitos negativos sobre o poder aquisitivo das famílias brasileiras.
A iniciativa mais recente prevê a possibilidade de aliviar custos dos combustíveis em momentos de forte alta do petróleo no mercado internacional.
O governo trata a medida como preventiva e avalia que o país não deve absorver integralmente os efeitos da guerra. A alta dos combustíveis é uma das principais preocupações do presidenteLuiz Inácio Lula da Silva (PT), ao lado do aumento do endividamento das famílias, que segue em níveis elevados.
O movimento ocorre em um contexto mais amplo de preocupação com a inflação e o custo de vida, temas sensíveis em anos eleitorais. A alta dos combustíveis é vista como um dos principais fatores de pressão, tanto pelo impacto direto no bolso do consumidor quanto pelos efeitos indiretos sobre toda a cadeia de preços.
Nesta quinta-feira (23), a equipe econômica anunciou um projeto de lei complementar que permite usar o aumento na arrecadação com o petróleo para reduzir o preço dos combustíveis enquanto durar o conflito. O texto já foi protocolado na Câmara sob a autoria do líder do governo na Casa, deputado Paulo Pimenta (PT-RS).
Na prática, a proposta autoriza a redução parcial na alíquota de tributos, como a Cide e o PIS/Cofins, sobre gasolina, diesel, etanol e biodiesel quando for constatado um aumento extraordinário da receita decorrente da alta nas cotações do petróleo. As reduções seriam equivalentes ao valor adicional arrecadado e poderiam ser implementadas por decreto presidencial.
A queda parcial nos tributos, portanto, não será imediata. Também não há definição exata sobre quanto cada tributo seria reduzido nem sobre o impacto final no preço ao consumidor.
A equipe econômica afirma que a proposta mantém a neutralidade fiscal, sem comprometer a meta de superávit de 0,25% do PIB. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defende que a medida segue a responsabilidade fiscal e, ao mesmo tempo, pode ajudar a amortecer os efeitos da guerra sobre a população.
Segundo Durigan, trata-se de medida temporária e monitorada continuamente pela equipe econômica, com o compromisso de preservar o equilíbrio fiscal. Inicialmente, o governo trabalha com um prazo de cerca de dois meses, embora a duração do conflito internacional ainda seja incerta.
A proposta se soma a outras iniciativas já anunciadas, como subvenções para óleo diesel, gás de cozinha e querosene de aviação, além de linhas de crédito para companhias aéreas brasileiras.
O novo ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães, afirmou que a cúpula do Congresso está alinhada com a proposta, e o governo deve atuar para aprovar um regime de urgência ao texto a fim de acelerar sua tramitação.
Na semana passada, Guimarães chegou a defender o endividamento do país para “salvar” o que chamou de economia popular, em uma posição que difere da linha adotada pela equipe econômica.
Paralelamente, a equipe econômica já enviou ao presidente Lula o despacho final de uma nova etapa do programa de renegociação de dívidas. A expectativa é que o anúncio seja feito até a semana que vem.
A União Europeia aprovou uma nova regulamentação que promete revolucionar a indústria de dispositivos móveis nos próximos anos. A obrigatoriedade de baterias substituíveis em smartphones visa facilitar o reparo por parte dos próprios consumidores. Essa mudança histórica busca reduzir o lixo eletrônico e aumentar consideravelmente a vida útil dos aparelhos de todos os usuários.
Como funcionará a transição para as baterias substituíveis em smartphones?
De acordo com o Regulamento (UE) 2023/1542 da União Europeia, os fabricantes terão um prazo de adaptação para redesenhar seus produtos. A medida foca na sustentabilidade e no fortalecimento do direito ao reparo, permitindo que qualquer pessoa troque a peça sem ferramentas profissionais.
Os smartphones atuais são selados, o que exige ferramentas complexas e calor para qualquer manutenção interna básica. Com a nova regra, o acesso ao componente interno deve ser simples e intuitivo para o usuário comum, permitindo a substituição em poucos segundos ou minutos.
📅 2024 – 2026: As empresas de tecnologia começam a redesenhar o hardware para facilitar o acesso manual.
🏗️ 2027: Todos os novos modelos vendidos na Europa devem possuir baterias facilmente removíveis.
♻️ 2030: Meta de reciclagem de lítio e cobalto atinge níveis máximos de eficiência na indústria.
Quais são os principais benefícios para o consumidor final?
A principal vantagem reside na economia financeira direta, já que o usuário não precisará descartar um aparelho funcional apenas por desgaste químico da fonte de energia. O custo de uma peça nova comprada avulsa é infinitamente menor do que o valor de um smartphone inédito no mercado.
Além disso, a autonomia do usuário aumenta, permitindo que baterias extras sejam carregadas e trocadas rapidamente durante viagens ou longos períodos longe de tomadas. Confira abaixo os pontos positivos essenciais que essa mudança estrutural trará para o seu cotidiano tecnológico.
Maior longevidade: Aparelhos duram 5 anos ou mais com o desempenho original da bateria.
Redução de custos: Eliminação de taxas de serviço em assistências técnicas especializadas.
Menor impacto ambiental: Redução drástica do descarte incorreto de dispositivos eletrônicos.
Independência: O usuário tem total controle sobre a manutenção básica do seu próprio bem.
Fabricantes terão prazo até 2027 para adaptar hardware e permitir troca manual – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)
A medida de baterias substituíveis em smartphones afeta marcas globais?
Embora a lei seja restrita ao território europeu, o impacto será global, pois as fabricantes dificilmente manterão linhas de produção totalmente distintas para diferentes mercados. Gigantes como Apple e Samsung precisarão adaptar o design interno de seus principais modelos globais.
A padronização facilita a logística e garante que o padrão de qualidade europeu se torne a norma mundial para a indústria tecnológica. Veja a comparação direta entre o modelo de fabricação atual e o futuro regulamentado na tabela detalhada a seguir.
Característica
Modelo Atual (Selado)
Modelo 2027 (Removível)
Manutenção
Requer técnico especializado
Realizada pelo proprietário
Resistência à água
Alta (Certificação IP68)
Novas tecnologias de vedação
Vida Útil
Limitada pela bateria (2-3 anos)
Estendida pelo reparo fácil
O que muda no design dos aparelhos modernos?
Para garantir que os dispositivos voltem a ter tampas removíveis sem perder a resistência à água e poeira, os engenheiros enfrentarão desafios técnicos significativos. O objetivo central é manter a estética slim e premium que os consumidores atuais tanto apreciam nos aparelhos topo de linha.
Espera-se que novas tecnologias de vedação emborrachada e encaixes modulares inovadores surjam para atender às exigências legais sem comprometer a durabilidade. O design deixará de ser focado apenas na aparência externa para priorizar a funcionalidade de acesso interno.
Como a sustentabilidade impulsiona esta nova legislação?
O volume de lixo eletrônico gerado anualmente atinge níveis alarmantes, e a dificuldade de reciclagem de componentes colados é um dos maiores entraves para a economia circular. A lei obriga uma taxa mínima de recuperação de materiais valiosos como o lítio e o cobalto.
Ao incentivar o reparo em vez da substituição total do produto, a Europa lidera um movimento que prioriza o meio ambiente sobre o consumo desenfreado. Essa visão estratégica força a indústria a ser mais responsável com os recursos finitos do planeta Terra.
Em novo bate-papo na noite da final do BBB 26, nesta terça-feira (21), Marcelo e BrenoCorã admitiram ter dado continuidade à relação que teve início no programa.
A dupla protagonizou o primeiro beijo da temporada durante a festa de estreia do programa, na qual a cantora Anitta foi a atração principal. Marcelo reafirmou que eles ainda estão vivendo um período “sem rótulos”, já que a relação teve início oficial há apenas dez dias.
“Marcelinho é meu presente da casa. A gente era parceiro lá dentro e estamos nos relacionando aqui fora. Independente de rótulos, a gente está junto”, revelou o biólogo, sem esconder o sorriso ao falar do parceiro.
Ao ser eliminado, Marcelo já tinha deixado em aberto a possibilidade de retomar o relacionamento aqui fora. A dupla chegou a se reencontrar após a eliminação de Breno, semanas depois, em um restaurante na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Desde então, não havia mais novidade sobre um possível namoro.
Durante o café da manhã com Ana Maria Braga, Breno lamentou a perda do parceiro, em quem deu o primeiro beijo do reality. “Quando ele saiu, me senti sozinho. A saída dele influenciou muito minha forma de jogar dali em diante”, confessou.
“A gente está se conhecendo. Lá dentro da casa é tudo muito diferente, muito intenso. Com uma semana já está amando a pessoa. Breno é uma pessoa que quero levar para minha vida, independentemente do rótulo. A gente se apoia. Quando estamos tristes, ligamos um para o outro”, compartilhou o médico.