Canal Sabedoria Infinita

06 fevereiro 2026

EUA dizem que governo de Cuba “está nas últimas”: “Deveriam ser cautelosos”

A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, rejeitou os pedidos do presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, para que negociações entre Cuba e Estados Unidos ocorram em pé de igualdade.

“Penso que, tendo em vista o fato de que o governo cubano está nas últimas e seu país, à beira do colapso, eles deveriam ser cautelosos em suas declarações dirigidas ao presidente dos Estados Unidos”, afirmou Leavitt em entrevista coletiva nesta quinta-feira (5).

Segundo a porta-voz, Cuba e Estados Unidos já estão com conversas em andamento, nos termos impostos por Washington.

Mais cedo, Díaz-Canel disse que Cuba está disposta a dialogar com os EUA, desde que sem condicionantes restritivas ao país caribenho.

“[Dialogamos] em posição de igualdade, de respeito à nossa soberania, à nossa independência, à nossa autodeterminação. Sem abordar questões que entendamos como ingerência em nossos assuntos”, declarou o presidente a jornalistas na capital Havana.

Cuba enfrenta desde janeiro um bloqueio imposto pelos EUA que impede a ilha de importar petróleo de outros países.

O petróleo — majoritariamente importado — é a principal matriz energética da ilha caribenha. Sem ele, Cuba vem passando por apagões, escassez em postos e altas nos preços de alimentos.

O bloqueio direto a Cuba começou dias após os EUA derrubarem Nicolás Maduro do governo da Venezuela, no início de janeiro. O país sul-americano, que agora tem suas exportações de petróleo tuteladas por Washington, era o principal fornecedor da commoditie para os cubanos.

Primeiro, os americanos proibiram exportações de petróleo da Venezuela para Cuba. Depois, passaram a ameaçar com tarifas países que continuassem a enviar combustível para a ilha.

Em linha que o vem sendo feito sobre a Venezuela, o presidente dos EUA, Donald Trump, justifica este aumento da pressão americana sobre a ilha como uma reação às relações políticas e militares do Partido Comunista de Cuba com a China e, especialmente, a Rússia.

Em entrevista à CNN na quarta-feira (4), o vice-ministro das Relações Exteriores de Cuba, Carlos Fernández de Cossío, disse que uma mudança de regime no país não está em discussão pelo lado cubano.

“Cuba não representa nenhuma ameaça aos Estados Unidos. Não é agressiva contra os Estados Unidos. Não é hostil. Não abriga terroristas, nem os patrocina. Não há bases militares estrangeiras em Cuba, ao contrário do que se diz – com exceção de uma, em Guantánamo, uma base americana”, declarou.

Domo de Ouro: Saiba o que é o sistema de defesa que Trump quer construir na Groenlândia

* Com informações da Reuters e da CNN



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WhatsApp prepara mudanças de privacidade para jovens no Brasil

O WhatsApp liberou nesta quarta-feira (4) uma nova atualização de teste para Android por meio do Google Play Beta Program, elevando o aplicativo à versão 2.26.5.1. A atualização ainda não traz recursos visíveis para os usuários, mas indica que a plataforma trabalha em mudanças nas configurações de privacidade para usuários mais jovens no Brasil, com o objetivo de se alinhar à legislação nacional.

Segundo informações identificadas na versão beta, o aplicativo prepara ajustes automáticos em opções sensíveis de privacidade para crianças e adolescentes, atendendo a exigências de leis brasileiras de proteção digital, aprovadas no ECA Digital. As mudanças ainda estão em desenvolvimento e devem ser liberadas apenas em uma atualização futura, quando estiverem prontas para uso geral.

Essas adaptações fazem parte de um conjunto mais amplo de iniciativas do WhatsApp para reforçar a segurança de menores. Em versões anteriores de teste, a empresa já havia sinalizado a criação de contas secundárias, vinculadas a responsáveis, com funcionalidades limitadas e maior supervisão, sem acesso ao conteúdo das mensagens.

whatsapp
WhatsApp trabalha em versão de testes do aplicativo mensageiro que cumpra as normas do ECA Digital brasileiro (Imagem: Alex Photo Stock / Shutterstock.com)

Ajustes automáticos de privacidade para jovens no Brasil

A principal novidade em desenvolvimento envolve a atualização automática de configurações de privacidade para usuários jovens no Brasil. De acordo com o que foi observado na versão 2.26.5.1, o WhatsApp pretende modificar essas opções assim que a legislação entrar em vigor, garantindo conformidade sem exigir ações manuais dos usuários.

A primeira configuração afetada será o “Visto por último”. Caso esteja definido como “Todos”, o aplicativo passará automaticamente para “Meus contatos”. Com isso, pessoas que não estejam na lista de contatos não poderão mais visualizar quando o menor esteve online pela última vez, mesmo que já tenham trocado mensagens anteriormente. Os usuários impactados receberão uma notificação direta informando sobre a mudança.

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Limitação de acesso a informações do perfil

Outra alteração planejada envolve o campo “Sobre” do perfil. Quando essa opção estiver configurada como visível para “Todos”, o WhatsApp fará a alteração automática para “Meus contatos”. A medida busca restringir o acesso de desconhecidos a informações pessoais que jovens costumam compartilhar, como disponibilidade ou localização.

Além disso, o WhatsApp também pretende tornar mais restrita a visibilidade de links de perfis em redes sociais, como Facebook e Instagram. Se essa opção estiver aberta para qualquer pessoa, ela será ajustada para permitir o acesso apenas a contatos aprovados, reduzindo o risco de abordagens externas.

Ícones dos aplicativos do Facebook, Instagram, WhatsApp e Messenger, redes sociais da Meta, em tela inicial de um iPhone colocado sobre teclado de notebook
O WhatsApp também pretende tornar a visibilidade de perfis em redes sociais mais restrita (Imagem: miss.cabul / Shutterstock.com)

O recurso que permite ao WhatsApp se alinhar à legislação brasileira ainda não está disponível para testes, mas segue em desenvolvimento e deve ser ativado em uma atualização futura.

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05 fevereiro 2026

Condenado por homicídio, goleiro Bruno vai ao Maracanã torcer pelo Flamengo

Condenado pelo homicídio triplamente qualificado de Eliza Samudio, o goleiro Bruno esteve no Maracanã, na noite desta quarta-feira (4), para torcer pelo Flamengo na partida contra o Internacional.

A partida terminou empatada por 1 a 1, com direito a vaias de parte dos torcedores presentes.

O próprio ex-jogador rubro-negro publicou fotos em sua conta no Instagram, com a legenda “que saudades eu tava desse lugar”. Veja as fotos abaixo:

Condenação e prisão de Bruno

Bruno foi condenado a 22 anos e um mês por homicídio, ocultação de cadáver, sequestro e cárcere privado de Eliza, com quem gerou Bruninho Samudio, hoje goleiro das categorias de base do Botafogo.

O crime foi cometido quando Bruno ainda atuava pelo Flamengo. Preso em 2013, três anos depois do homicídio, ele foi para o regime semi-aberto em 2018 e está em liberdade condicional desde janeiro de 2023.

Desde que deixou a prisão, ele tenta retomar a carreira, hoje aos 41 anos, mas não consegue. Seu último clube foi o Capixaba Sport Clube, do Espírito Santo, de onde foi demitido há cerca de uma semana.

Paquetá se torna contratação mais cara da história do futebol brasileiro

(Publicado por Luccas Oliveira)



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OpenAI pode fornecer IA para Alexa em negociação bilionária com a Amazon

A OpenAI pode se tornar uma das fornecedoras de tecnologia por trás da Alexa, assistente digital da Amazon, como parte de negociações mais amplas que incluem um possível investimento bilionário da empresa de comércio eletrônico na desenvolvedora de modelos de inteligência artificial (IA). As discussões ainda estão em andamento e não foram finalizadas.

Uma fonte familiarizada com o assunto, que pediu anonimato por se tratar de tratativas confidenciais, relatou ao CNBC que a Amazon avalia investir até US$ 50 bilhões na OpenAI. A eventual colaboração envolveria não apenas a Alexa, mas também outros projetos internos da companhia. Em contrapartida, a OpenAI poderia utilizar chips de IA e capacidade de computação da Amazon como parte do acordo.

Negociações envolvem Alexa e outros projetos da Amazon

Atualmente, a Amazon já utiliza diferentes modelos de IA em seus produtos. A empresa lançou no ano passado uma versão reformulada da Alexa, criada há 11 anos, com o objetivo de competir com chatbots como o ChatGPT, da própria OpenAI, e o Gemini, do Google. O novo serviço, chamado Alexa+, foi descrito pela Amazon como “agnóstico de modelos”, o que significa que pode recorrer a modelos de diferentes fornecedores, conforme a tarefa.

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Amazon lançou no ano passado uma versão reformulada da Alexa, o Alexa+ (Imagem: Koshiro K / Shutterstock.com)

Muitos dos comandos mais complexos da Alexa+ são hoje processados pelo Claude, modelo desenvolvido pela Anthropic. A Amazon mantém uma relação próxima com a startup e já investiu US$ 8 bilhões na empresa, considerada uma das principais concorrentes da OpenAI.

Em entrevista recente à CNBC, Daniel Rausch, principal executivo responsável pela Alexa na Amazon, afirmou que a maior parte do tráfego da assistente é direcionada aos modelos próprios da empresa, chamados Nova. Ele destacou ainda que a Amazon utiliza mais de 70 modelos diferentes e mantém parcerias com a Anthropic e outros provedores hospedados no serviço Bedrock.

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Interesses estratégicos da OpenAI e relações no setor

As conversas sobre investimento envolvem diretamente Andy Jassy, CEO da Amazon, e Sam Altman, CEO da OpenAI. Apesar do avanço das negociações, a Amazon recusou comentar oficialmente o assunto. O site The Information foi o primeiro a divulgar a possível parceria.

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Conversas entre Amazon e a dona do ChatGPT estariam sendo conduzidas diretamente pelos CEOs das empresas (Imagem: Koshiro K / Shutterstock.com)

A OpenAI já mantém acordos com outras empresas de tecnologia. Um exemplo é a colaboração com a Apple no assistente Siri. No mês passado, a Apple também fechou um acordo com o Google para utilizar modelos do Gemini em uma versão atualizada do Siri prevista para este ano.

Segundo uma fonte próxima à estratégia da OpenAI, trabalhar com a Amazon é visto como mais alinhado à expansão da empresa no mercado corporativo do que a parceria com a Apple, que poderia competir com os novos dispositivos da OpenAI. No ano passado, a empresa reforçou sua aposta em hardware ao adquirir a startup de dispositivos de IA io, fundada por Jony Ive, por cerca de US$ 6,4 bilhões.

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04 fevereiro 2026

Otan planeja ação militar no Ártico em meio à disputa pela Groenlândia

A Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) iniciou o planejamento militar para uma missão “Arctic Sentry” nesta terça-feira (3) em um contexto de tensões entre os EUA e seus aliados europeus sobre a Groenlândia.

“Estão em curso os preparativos para uma atividade de vigilância reforçada da NATO, denominada Arctic Sentry”, afirmou o Coronel Martin O’Donnell, porta-voz do Quartel-General Supremo das Forças Aliadas na Europa.

As repetidas declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, de que deseja anexar a ilha autônoma, desencadearam uma disputa com a Dinamarca sobre o território ultramarino e geraram tensões com a Otan.

O presidente americano alega que aliados europeus não protegeram adequadamente o território contra a interferência da Rússia e da China.

Publicação da Casa Branca, possivelmente feita por IA, mostra Donald Trump com um pinguim segurando a bandeira dos Estados Unidos em direção a uma bandeira da Groenlândia
Publicação da Casa Branca, possivelmente feita por IA, mostra Donald Trump com um pinguim segurando a bandeira dos Estados Unidos em direção a uma bandeira da Groenlândia • Casa Branca/X

Após se encontrar com Trump em Davos, em janeiro, o secretário-geral da Otan, Mark Rutte, disse que discutiram como os aliados poderiam trabalhar coletivamente para garantir a segurança no Ártico, incluindo não apenas a Groenlândia, mas também as sete nações da aliança com territórios no Ártico.

O ministro da Defesa dinamarquês, Troels Lund Poulsen, disse que o planejamento militar para a missão na ilha autônoma é gratificante. 

“É crucial que trabalhemos em conjunto com nossos aliados da OTAN para aumentar a segurança no Ártico e no Atlântico Norte”, disse ele na plataforma de mídia social X.

Não ficou imediatamente claro se os ministros da Defesa da aliança discutirão o assunto em sua reunião de 12 de fevereiro em Bruxelas.

Segundo as regras da aliança, o Comandante Supremo Aliado da OTAN na Europa, General americano Alexus Grynkewich, tem autoridade para planejar e executar “atividades de vigilância reforçada” sem precisar de aprovação unânime dos aliados.

Entenda a crise na Groenlândia

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reforçou as ameaças sobre anexar a Groenlândia, uma ilha ártica semiautônoma controlada pela Dinamarca.

Ele argumenta que o território é fundamental para a estratégia militar americana, já que fica na rota mais curta da Europa para a América do Norte, o que a tornaria vital para um sistema de alerta de mísseis balísticos dos EUA.

Os Estados Unidos querem instalar radares na ilha para monitorar as águas entre a Groenlândia, a Islândia e o Reino Unido, utilizadas por navios da marinha russa e submarinos nucleares.

Mas as ameaças do líder americano têm afetado diretamente a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), aliança militar entre países que tanto os EUA quanto a Dinamarca fazem parte.

“Se os EUA optarem por atacar militarmente outro país da Otan, então tudo para, incluindo a própria aliança militar e, consequentemente, a segurança que foi estabelecida desde o fim da Segunda Guerra Mundial”, disse a primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen.

Enquanto Trump não descarta o uso de força para conquistar a Groenlândia, alguns países europeus enviaram um pequeno número de militares para a ilha para participar de exercícios conjuntos com a Dinamarca.



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Disney confirma mudança no comando após anos de transição

A Walt Disney Company anunciou nesta terça-feira (3) a escolha de Josh D’Amaro, de 54 anos, como novo CEO, encerrando um período de incerteza sobre a sucessão no comando da empresa. O executivo assumirá o cargo durante a assembleia anual de acionistas, em 18 de março, substituindo Bob Iger, de 74 anos, que liderou a companhia por diferentes mandatos e esteve à frente de aquisições como Pixar, Marvel, Lucasfilm e 21st Century Fox.

A decisão ocorre em um momento de mudanças aceleradas no setor de mídia, marcado pela consolidação de empresas e pelo avanço de ferramentas de inteligência artificial (IA). Além da nomeação de D’Amaro, a Disney também anunciou que Dana Walden, atual co-chefe de entretenimento, passará a ocupar os cargos de chief content officer e presidente, ampliando sua atuação na área criativa e de conteúdo.

Josh D’Amaro é o novo CEO da Walt Disney Company (Imagem: Disney / Divulgação)

Transição e peso da divisão de parques

D’Amaro é um veterano de quase três décadas na companhia e, até agora, comandava a unidade de experiências, que inclui parques temáticos e cruzeiros. Essa divisão se tornou o principal motor financeiro da empresa após a pandemia, com crescimento de vendas contínuo desde 2021.

No último ano fiscal, o setor registrou lucro operacional recorde de quase US$ 10 bilhões, respondendo por aproximadamente 60% dos ganhos totais da Disney. O executivo também lidera a expansão da empresa no Oriente Médio, com um projeto de parque temático em Abu Dhabi, que será o primeiro grande empreendimento do tipo da companhia em quase uma década.

A sucessão foi supervisionada por James Gorman, veterano do Morgan Stanley, nomeado presidente do conselho em 2024 para conduzir a busca por um novo CEO. Segundo ele, D’Amaro demonstrou “uma forte visão para o futuro da empresa e um profundo entendimento do espírito criativo que torna a Disney única”.

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Desafios na indústria e pressões externas

Apesar dos resultados nos parques, a companhia enfrenta desafios. A queda no número de visitantes internacionais nos Estados Unidos foi citada como um fator de pressão sobre o negócio, contribuindo para uma queda de mais de 7% nas ações da Disney em um pregão recente, mesmo com vendas e lucros acima das expectativas.

No setor de entretenimento, o novo CEO assume às vésperas do vencimento dos principais contratos sindicais de roteiristas e atores, em maio e junho, o que pode levar a uma nova rodada de negociações trabalhistas. Em 2023, disputas envolvendo o uso de IA generativa resultaram em greves que causaram cerca de US$ 6 bilhões em perdas na produção de Hollywood.

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Disney chegou em acordo para permitir que a OpenAI utilize personagens de grandes franquias no Sora (Imagem: Blossom Stock Studio / Shutterstock.com)

A Disney também está sob atenção após permitir que a OpenAI utilize personagens de franquias como Star Wars, Pixar e Marvel no gerador de vídeos Sora, além de um investimento de US$ 1 bilhão na startup. No campo político, a empresa lidou recentemente com pressões do governo dos Estados Unidos relacionadas a programas e licenças de emissoras afiliadas à ABC.

O pacote de remuneração de D’Amaro inclui salário-base anual de US$ 2,5 milhões e um incentivo de longo prazo com valor-alvo de US$ 26,3 milhões por ano fiscal.

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03 fevereiro 2026

Bombeiros combatem incêndio sem precedentes na Patagônia, na Argentina

A Argentina uniu bombeiros de diversas regiões para controlar incêndios florestais na província de Chubut, no sul da Patagônia, nesta segunda-feira (2).

A ação complementou os esforços das brigadas de bombeiros no último final de semana. Mais cedo, cerca de 20 aeronaves operavam na área, juntamente com 450 profissionais que lutam contra fortes ventos e altas temperaturas.

Segundo a agência de notícias Reuters, mais de 50 mil hectares foram destruídos até agora.

Os incêndios florestais são comuns na Patagônia durante os meses de verão, mas desta vez o fogo atingiu o Parque Nacional Los Alerces, Patrimônio Mundial da Unesco famoso por suas árvores que podem viver mais de 3.600 anos, tornando-a a segunda espécie de árvore mais longa do mundo.

Protestos em Buenos Aires

Organizações políticas e ambientais marcharam até o Ministério da Segurança da Argentina na sexta-feira (30) para exigir que o governo tome medidas mais eficazes diante da emergência dos incêndios.

Manifestantes criticaram as medidas de austeridade do presidente argentino Javier Milei, que reduziram significativamente os recursos destinados à ajuda humanitária.

O governo argentino declarou estado de emergência para quatro províncias atingidas pelo fogo na Patagônia.

Milhares marcham em Buenos Aires enquanto o governo formaliza estado de emergência devido aos incêndios florestais recordes na Patagônia. • REUTERS

A parlamentar da oposição, Lucia Campora, criticou a medida, afirmando que ela não oferece nenhum auxílio econômico para os 3 mil moradores mobilizados e observou que o orçamento para o combate a incêndios foi subutilizado no ano passado e enfrenta uma redução de 78% para o próximo ano. 

Laura Bastia, da Rede Universitária para a Crise Climática, afirmou que o decreto chegou tarde demais, depois que o governo cortou o financiamento climático sistematicamente os mecanismos de prevenção de incêndios. 

Segundo o Serviço de Monitoramento da Atmosfera Copernicus da União Europeia, os incêndios na província de Chubut atingiram níveis sem precedentes em janeiro de 2026, queimando pelo menos 45 mil hectares, com dados de emissões mostrando a atividade de incêndios mais intensa em duas décadas.



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Vazamento em teste final da Artemis 2 pode atrasar o lançamento?

A NASA realiza na noite desta segunda-feira o “ensaio geral molhado” missão Artemis 2, que simula procedimentos completos de abastecimento do foguete Space Launch System (SLS). O teste deve ser concluído por volta das 23h (horário de Brasília), mas já apresentou problemas em suas etapas iniciais.

Os controladores da missão tiveram que interromper duas vezes o fluxo de hidrogênio líquido para o estágio central do foguete devido a vazamentos detectados.

As equipes técnicas conseguiram identificar e resolver os problemas em um tempo relativamente curto, retomando o abastecimento com sucesso e completando o carregamento dos tanques.

O problema, entretanto, coloca dúvidas no cronograma da missão antes mesmo do teste ser concluído. A janela de lançamento da Artemis 2 começa já no dia 8, mas o prazo é bem aperto e tudo precisa ocorrer conforme o esperado que a missão consiga aproveitar a primeira oportunidade disponível (lembrando que os dias 6 e 7 já foram descartados).

A NASA abastece seu foguete Artemis 2, que levará o homem à Lua, durante um teste crucial antes do lançamento, em 2 de fevereiro de 2026. (Crédito da imagem: NASA)

Cronograma é curto e frio dificulta a situação

Nos últimos dias, engenheiros e gerentes de voo acompanharam de perto as condições meteorológicas no Centro Espacial Kennedy, na Flórida. A região enfrenta temperaturas mais baixas que o normal, ventos fortes e influência de uma rara massa de ar frio de origem ártica, o que exige cuidados extras com os equipamentos.

Caso não seja possível lançar o foguete na primeira janela (entre 8 e 11 de fevereiro), existem dias adicionais em março e abril para o voo, tudo isso para que a segurança seja a prioridade no lançamento.

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Enquanto isso, a tripulação da missão Artemis 2 segue em quarentena em Houston, no Texas. A NASA avalia o momento adequado para o deslocamento dos astronautas até a Flórida, respeitando protocolos de saúde e segurança.

A tripulação da missão Artemis 2: Victor Glover (que vai se tornar a primeira pessoa negra a chegar à órbita da Lua), Christina Kech (a primeira mulher) e Reid Wiseman (os três, da NASA), além de Jeremy Hansen, astronauta da Agência Espacial Canadense. Crédito: NASA

Artemis 2, entenda a missão

A missão Artemis 2 será o primeiro voo tripulado do novo programa de exploração lunar da NASA, um passo essencial para levar astronautas de volta à superfície da Lua pela primeira vez desde 1972 – algo previsto para acontecer futuramente, com a Artemis 3.

Composta por quatro membros, a tripulação da Artemis 2 vai sobrevoar a Lua a bordo da cápsula Orion, com o objetivo de testar sistemas e garantir que toda a infraestrutura humana e tecnológica esteja pronta para as próximas fases do programa. Integram a Artemis 2 os astronautas Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch (todos da NASA) e Jeremy Hansen (da Agência Espacial Canadense). Saiba mais sobre eles aqui.

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02 fevereiro 2026

Fluminense vence Botafogo e garante classificação antecipada no Carioca

O Fluminense venceu o Botafogo por 1 a 0 na noite deste domingo (1°), no Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro. A partida foi válida pela quinta rodada do Campeonato Carioca.

O duelo foi marcado por forte chuva, que afetou diretamente no desempenho das equipes. O temporal na capital fluminense chegou a interromper o jogo no primeiro tempo.

 

Como fica

Os dois clubes chegaram ao confronto como líderes de seus respectivos grupos no Carioca, com campanhas idênticas — nove pontos, com três vitórias e uma derrota.

Após o duelo, o Botafogo permanece na liderança do Grupo B, mas viu a sua distância para o vice-líder, Boavista, diminuir para dois pontos. A equipe empatou com o Sampaio Corrêa na rodada por 1 a 1.

Já o Fluminense garantiu a classificação para o mata-mata da competição. Com 12 pontos somados, o Flu não pode mais ser alcançado pelo Sampaio Corrêa-RJ, quinto colocado do Grupo A que soma sete pontos.

Na última rodada da primeira fase, o Botafogo visita o Vasco, no domingo (8), às 18h30 (de Brasília). No mesmo dia, o Fluminense recebe o Maricá, às 20h.

Partida interrompida nos primeiros minutos

Antes mesmo do início do jogo, já era possível perceber a formação de muitas poças no gramado sintético do estádio do Botafogo. Mesmo assim, o árbitro Wagner do Nascimento Magalhães resolveu autorizar o começo da partida.

Porém, a bola não rolou por muito tempo. Aos 10 minutos do primeiro tempo, o juíz interrompeu o confronto com o placar em 0 a 0.

Após aproximadamente 11 minutos de paralização, o árbitro instruiu que o jogo fosse retomado. A chuva diminuiu a sua intensidade e as poças foram removidas em um trabalho conjunto dos gândulas do estádio, que utilizaram rodos para remover a água parada que cobria as grandes áreas defendidas pelos dois goleiros.

1° tempo de poucas oportunidades

O gramado pesado afetou diretamente no futebol praticado pelas duas equipes, que possuem como característica o jogo pelo chão de muitas trocas de passes.

O Botafogo finalizou apenas duas vezes à meta defendida por Fábio, que não fez nenhuma defesa no tempo. Já Leo Linck até sujou o uniforme, mas os chutes do Fluminense pouco assustaram o goleiro botafoguense.

Gol do Fluminense

O gol do jogo saiu aos 23 minutos do segundo tempo. Em bonita trama coletiva do Tricolor, a bola chegou a Lucho Acosta que achou belo passe por baixo para John Kennedy sair na cara do gol e tirar do goleiro para balançar as redes.

Carioca: entenda a diferença entre Taça Guanabara e Taça Rio



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01 fevereiro 2026

“Pior espécie”, diz Babu sobre argumentos externos contra Ana Paula no BBB

Babu Santana se envolveu em uma discussão generalizada com os rivais do BBB 26. O ator acusou participantes de usarem argumentos que não lhes pertencem e externos ao entrarem em brigas.

“Foi o que me fez me aproximar da Ana Paula. Trazer o que ela faz lá fora para atiçar coisas num país polarizado… trazer coisas lá de fora do que ela faz, eu acho isso es***** do nível master”, dispara o ator ao rebater Brigido.

“Ela é irritante, ela é preguiçosa, agora julgar o caráter de uma pessoa em uma semana, isso eu acho leviano. Julgar o caráter e na hora que tem o embate, não vai para o embate. Isso eu acho leviano em um grau da pior espécie. Isso me fez me aproximar da Ana Paula. E o que me fez fechar com ela foi o jeito dela”, conclui o ator.

Aline Patriarca, do BBB 25, é exonerada da Polícia Militar



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31 janeiro 2026

Escolhido de Trump ao Fed enfrentará desafio no Senado americano

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou o economista Kevin Warsh como novo presidente do Federal Reserve. Mas, para assumir o cargo, Warsh terá uma jornada difícil pelo Senado.

Primeiro, Warsh precisa ser aprovado pelo Comitê Bancário do Senado para, posteriormente, passar pelo plenário da Casa Alta do Congresso americano. No entanto, senadores já explicitaram que irão bloquear qualquer avanço da indicação de Trump.

Os congressistas cobram o fim da investigação criminal contra o atual presidente do Fed, Jerome Powell, sobre supostas irregularidades na reforma do prédio da instituição, para que a nomeação de Warsh passe por qualquer votação.

Os parlamentares também desejam que a Casa Branca desista de tentar demitir a diretora do Fed, Lisa Cook – algo barrado temporariamente pela Suprema Corte. Eles criticam as movimentações por considerá-las como tentativas de intervenção política de Trump na política monetária do país.

“Nenhum republicano que diga se importar com a independência do Fed deveria concordar em seguir com a nomeação até que Trump large a caça contra o atual presidente do Federal Reserve e a diretora, Lisa Cook”, disse a senadora de Massachusetts, Elizabeth Warren.

O líder democrata no Senado dos Estados Unidos, Chuck Schumer, disse que os republicanos não deveriam aprovar a indicação do presidente Donald Trump para chair do Federal Reserve, se as ações do Departamento de Justiça contra Jerome Powell não forem retiradas.

O discurso de Warren e de Schumer encontrou ressonância na oposição. O senador republicano Thom Tillis, que é um voto-chave na Comissão Bancária, reforçou que seguirá barrando a medida “enquanto o inquérito do Departamento de Justiça contra Powell não seja resolvido de forma total e transparente.”

Tillis reconheceu, no entanto, que Warsh é “um indicado qualificado e com um grande conhecimento de política monetária.”

Trump, como resposta, chamou o senador de “obstrutor”.

“Se ele não aprovar a nomeação, vamos ter que esperar até que alguém apareça e aprove, certo?”, disse Trump no Salão Oval. O presidente americano, ao mesmo tempo, defendeu sua indicação, dizendo que Warsh “é coisa de cinema, elenco central.”

Além disso, negou ter perguntado para o possível futuro presidente do Fed se ele iria reduzir a taxa de juros – mas disse ter confiança em uma queda. “Eu não quero fazer essa pergunta a ele. Eu acho inapropriado, possivelmente. Provavelmente seria permitido, mas eu quero deixar as coisas agradáveis e puras. Mas certamente ele quer cortar os juros”, disse.

Warsh é ex-diretor do Fed, teve passagem por grandes bancos do país, foi assessor especial de política econômica do presidente George W. Bush, além de professor-assistente em uma universidade americana.

Ele já tinha sido cotado para assumir a Secretaria do Tesouro no segundo mandato de Trump, cargo que terminou nas mãos de Scott Bessent. Warsh é favorável à redução nas taxas de juros, apontando para ganhos de produtividade no país, especialmente com a inteligência artificial.

O indicado de Trump defende uma reforma no Federal Reserve, por considerá-lo muito dependente de dados antigos para orientar decisões de política monetária, mas afirma que o banco siga independente.

Um dos temores é que o substituto de Powell sofra grande influência de Trump para mudar os juros, em um ataque claro à instituição.

Agora, Warsh terá o desafio de provar para os mercados e para o resto do mundo que é independente de Donald Trump.



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EUA não são mais paradigma da estabilidade que tentaram ser, diz economista

Em entrevista ao jornal WW, da CNN Brasil, o economista Rodrigo Zeidan, professor da New York University Shanghai e da Fundação Dom Cabral, destacou a mudança no papel dos Estados Unidos no cenário global, afirmando que os “EUA não são mais o paradigma da estabilidade que tentaram ser um dia” 

Ele criticou a postura adotada pelo Ocidente em relação à China, que, segundo ele, reflete uma visão simplista e um risco para o futuro das relações internacionais. 

“A Europa viu que a ideia de tratar a China como a grande inimiga, que os Estados Unidos impuseram e passaram goela abaixo nos últimos anos, não faz muito sentido”, afirmou Zeidan.  

Para o economista, o Ocidente, ao seguir essa narrativa, pode estar prejudicando suas próprias oportunidades, especialmente no que diz respeito ao comércio com a China, um dos maiores mercados do mundo. 

Zeidan também observou o pragmatismo da China nas relações internacionais. “Se o Ocidente tratar a China como inimigo, a China vai responder como inimigo; se tratar como adversário, vai responder como adversário; se tratar como parceiro, vai responder como parceiro”, explicou.  

Segundo o economista, esse comportamento reflete a disposição da China em se ajustar às circunstâncias, dependendo de como é tratada. 

O professor levantou ainda um ponto importante sobre as empresas ocidentais e suas relações com a China. Recordando um momento durante um evento no Instituto de Pesquisa do Ministério da Defesa, em Roma, Zeidan se lembra de ter sido questionado por um aluno de doutorado sobre o quão rápido as empresas italianas deveriam sair da China. 

“Eu parei, olhei para o aluno e falei: ‘eu pensei que as empresas italianas gostassem de dinheiro. Sair do segundo maior mercado do mundo porque vocês estão comprando a ideia americana de que a China é o grande novo inimigo do mundo, talvez seja um pouco perigoso para o país’”, recordou. 

Rodrigo Zeidan ainda destacou que essa abordagem unilateral em relação à China não é apenas errada, mas perigosa. Ele aponta que a própria postura dos Estados Unidos nos últimos anos tem mostrado uma instabilidade crescente, o que torna ainda mais relevante o reequipamento das relações internacionais, especialmente com uma China cada vez mais central no comércio e na política global. 

“Os Estados Unidos não são mais o modelo da estabilidade que foram no passado e, agora, estão reativando laços com parceiros que não deveriam ter cortado, simplesmente por acreditar nessa cantilena bem simplista”, concluiu Zeidan. 



source https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/eua-nao-sao-mais-paradigma-da-estabilidade-que-tentaram-ser-diz-economista/

Blue Origin pausa turismo espacial para focar em missões lunares

A Blue Origin, empresa aeroespacial fundada por Jeff Bezos, anunciou na sexta-feira (30) que vai suspender os voos do foguete New Shepard por pelo menos dois anos. A decisão tem como objetivo redirecionar recursos para contratos com a NASA ligados às próximas missões do programa Artemis, que pretende levar astronautas de volta à Lua.

O anúncio vem após o voo mais recente do New Shepard, realizado na semana passada, com seis passageiros a bordo. Até então, a empresa mantinha a operação regular do veículo suborbital, que desde 2021 levou turistas e celebridades ao limite do espaço. Agora, a prioridade passa a ser o desenvolvimento de sistemas de pouso lunar humano, considerados estratégicos dentro do cronograma da agência espacial americana.

Lua no crepúsculo espacial
Blue Origin vai direcionar recursos para a exploração lunar, pausando os voos de turismo espacial (Imagem: Divulgação/NASA)

New Shepard e o histórico de voos suborbitais

O New Shepard é um foguete reutilizável de pequeno porte que não entra em órbita. Em cada missão, uma cápsula no topo do veículo ultrapassa a altitude de 62 milhas (100 km), frequentemente apontada como o limite do espaço, antes de retornar ao solo com o auxílio de paraquedas. O propulsor, por sua vez, faz um pouso controlado em uma plataforma usando suas aletas e o motor principal.

Desde o primeiro voo tripulado, em 2021, que contou com a presença de Jeff Bezos entre os quatro passageiros, o foguete realizou 38 lançamentos a partir da base da empresa no oeste do Texas. Entre os viajantes estiveram nomes como William Shatner, Michael Strahan e Katy Perry, além de figuras históricas da era inicial da exploração espacial, como Wally Funk e Edward Dwight.

De acordo com a empresa, o sistema já levou 98 passageiros acima da linha de Kármán, alguns deles em mais de uma viagem. O New Shepard também transportou mais de 200 cargas científicas e de pesquisa de estudantes, universidades, organizações e da própria NASA. Apesar da pausa, a Blue Origin afirma que existe uma fila de clientes com reservas para os próximos anos.

Foco nos contratos da NASA e no programa Artemis

Fundada em 2000, a Blue Origin mantém um contrato de US$ 3,4 bilhões com a NASA para desenvolver módulos de pouso que vão integrar o programa Artemis. Inicialmente, o primeiro veículo da empresa seria utilizado na missão Artemis V, prevista para a década de 2030. No entanto, atrasos enfrentados pela SpaceX, responsável pelos sistemas das missões Artemis III e IV, levaram a NASA a pedir que as duas companhias avaliem caminhos para acelerar o desenvolvimento.

Imagem da NASA mostrando Neil A. Armstrong na Lua.
Programa Artemis visa o retorno de humanos à Lua (Imagem: Reprodução/NASA /Neil A. Armstrong)

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Em entrevista nesta semana, o administrador da agência, Jared Isaacman, afirmou que os dois projetos de aceleração seguem em paralelo. O presidente dos EUA, Donald Trump, estabeleceu como meta que a missão Artemis III seja lançada até o fim de 2028.

A receita obtida com o turismo suborbital do New Shepard é considerada pequena diante do valor do contrato lunar. A Blue Origin nunca divulgou oficialmente o preço das passagens. Além disso, o foguete também serviu como base para tecnologias usadas no maior veículo da empresa, o New Glenn, cujo propulsor foi recuperado com sucesso em uma balsa flutuante no ano passado, após o lançamento de uma missão científica da NASA em direção a Marte.

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