O banco Bradesco informou nesta quarta-feira (15) que, em consórcio com Itaú, vem adquirindo carteiras de empréstimos concedidos pelo Banco de Brasília a estados e municípios, segundo comunicado ao mercado que responde a questionamentos da CVM (Comissão de Valores Mobiliários).
“O Bradesco esclarece que, em consórcio com o Itaú Unibanco S.A., com participação equivalente a 50% para cada, vem adquirindo carteiras de empréstimos concedidos pelo BRB a Estados e municípios, todavia, em valor menor que o montante mencionado na referida notícia”, disse a instituição em nota.
O questionamento da CVM faz referência à reportagem publicada pelo Correio Braziliense que afirma que “o Bradesco e o Itaú teriam negociado com o BRB Banco de Brasília a aquisição de R$ 1 bilhão em carteiras de empréstimos concedidos a Estados e municípios com aval da União”.
Além do Bradesco, o Itaú Unibanco também foi questionado pela CVM sobre a notícia.
O Itaú Unibanco confirmou nesta quarta que uma de suas subsidiárias se comprometeu a comprar alguns ativos do Banco de Brasília, segundo comunicado ao mercado que responde a questionamentos da Comissão de Valores Mobiliários.
“O Itaú Unibanco Holding […] esclarece que uma de suas subsidiárias celebrou instrumento por meio do qual se comprometeu a adquirir, mediante o cumprimento de determinadas condições, certos ativos do Banco de Brasília”, afirmou o maior banco privado do país.
“Os valores envolvidos na referida transação são imateriais para a companhia”, acrescentou a instituição ao justificar ausência de publicação de fato relevante.
No comunicado, o Itaú Unibanco não deu detalhes sobre o acordo com o BRB.
Vendedores da Amazon, responsáveis por mais de 60% dos produtos comercializados na plataforma, enfrentam um cenário cada vez mais desafiador, marcado por pressões econômicas e mudanças recentes nas políticas da empresa que, segundo eles, tornam o negócio mais difícil de sustentar.
O contexto já era adverso devido às altas tarifas de importação impostas pelo governo de Donald Trump, que geraram um ano de dificuldades, além do aumento nos custos de energia decorrente da recente guerra com o Irã. Esse cenário tem forçado comerciantes a escolher entre repassar preços aos consumidores, já pressionados, ou absorver prejuízos.
Nesse ambiente, a Amazon implementou novas políticas que, de acordo com vendedores, ampliam a pressão financeira. Nas últimas semanas, a empresa alterou a forma de pagamento dos ganhos dos vendedores e a cobrança por seus serviços de publicidade. Além disso, anunciou a criação de uma sobretaxa de 3,5% relacionada ao combustível, com o objetivo de compensar o aumento dos custos de petróleo.
Para alguns vendedores, essas mudanças representam mais uma tentativa da empresa de pressionar suas operações. “Estamos ficando sem margem de manobra”, afirmou Michael Patrón, que administra um negócio de oito dígitos na Amazon e costuma criticar as políticas da companhia em sua conta no X. “Acho que é por isso que está ficando cada vez mais frustrante.”
Resposta à Amazon
Como resposta, Patrón e centenas de grandes vendedores organizaram um boicote de 24 horas à plataforma de anúncios da Amazon;
A iniciativa foi liderada pela comunidade Million Dollar Sellers, que reúne mais de 700 membros e gera cerca de US$ 14 bilhões (R$ 69,9 bilhões) em receita;
“Os vendedores reclamam há anos, mas desta vez a sensação é diferente”, disse Eugene Khayman, cofundador do grupo, em publicação no X. “O motivo é simples: não se trata mais apenas de irritação. Trata-se de extração de dinheiro”;
A Amazon, por sua vez, afirma que as mudanças afetam apenas uma pequena parcela dos vendedores e que alinha esses comerciantes a práticas já adotadas pela maioria;
Segundo a porta-voz Ashley Vanicek, falando à CNBC, a empresa também introduziu a sobretaxa de combustível para recuperar parcialmente custos elevados por conta da alta nos preços do petróleo e da logística.
O marketplace de terceiros da Amazon, criado em 2000, tornou-se um dos pilares da estratégia de varejo da companhia, abrigando milhões de vendedores — de pequenos negócios domésticos a grandes marcas.
A receita proveniente de serviços a vendedores, que inclui comissões, logística, publicidade e suporte ao cliente, cresceu mais de 400% desde 2017. No quarto trimestre mais recente, esse segmento avançou 11% em relação ao ano anterior, atingindo US$ 52,8 bilhões (R$ 263,6 bilhões), cerca de 42% das vendas totais da empresa no período.
Aperto de caixa
Diversos vendedores afirmaram que pretendem aumentar preços como consequência da sobretaxa temporária de combustível, prevista para entrar em vigor em 17 de abril. No entanto, as demais mudanças podem ter impacto ainda mais profundo ao comprometer o fluxo de caixa.
Segundo Khayman, isso pode impedir comerciantes de pagar salários ou fornecedores, levando-os a contrair dívidas. Ele destacou que muitos vendedores são pequenas operações familiares e dependem de benefícios financeiros associados aos gastos com publicidade.
“A maioria dos vendedores são equipes formadas por marido e mulher, um funcionário e um assistente”, disse. “Então, você está recebendo uma grande quantia de dinheiro de volta com isso, e eles estão tirando essa possibilidade de você.”
De acordo com ele, muitos vendedores menores “vivem dos pontos do cartão de crédito” obtidos com gastos em anúncios na plataforma.
Recentemente, a Amazon anunciou que passaria a descontar automaticamente os custos de publicidade diretamente dos ganhos de alguns vendedores, em vez de permitir o pagamento por cartão de crédito. Caso os ganhos não cubram os custos, a empresa poderá cobrar um método de pagamento alternativo. Como forma de transição, foi oferecido um crédito de US$ 2,5 mil (R$ 12,4 mil) para anúncios.
A empresa afirmou que a medida visa melhorar a gestão de fluxo de caixa dos vendedores, mas comerciantes dizem que o efeito pode ser o oposto. Após críticas, a Amazon anunciou que adiaria essa mudança para 1º de agosto de 2026.
“Com base no feedback que recebemos, estamos adiando essa mudança para 1º de agosto de 2026, a fim de dar a esse grupo de anunciantes mais tempo para se preparar”, informou a companhia.
Vendedores da Amazon resolveram fazer boicote – Imagem: Gargantiopa/Shutterstock
Outra alteração relevante foi implementada em meados de março, quando a Amazon passou a reter os ganhos de vendas por mais tempo para alguns vendedores nos Estados Unidos. Agora, os pagamentos são liberados sete dias após a entrega do produto, e não mais após o envio.
Para vendedores, a combinação dessas mudanças aumenta a pressão financeira. “Somado aos atrasos nos pagamentos, isso cria uma grave crise de fluxo de caixa”, escreveu Adam Runquist, fundador da Heist Labs, em publicação no LinkedIn. “Existe um ponto de ruptura com o aumento das taxas e as pressões sobre o fluxo de caixa — e a Amazon pode estar prestes a descobri-lo.”
Um vendedor que atua há mais de duas décadas na plataforma afirmou que a nova política pode comprometer seriamente sua operação. “A Amazon já retirou todo o seu dinheiro”, disse, sob condição de anonimato. “O que sobrar, é o nosso dinheiro, e não vamos recebê-lo. Pelo contrário, vai ser adiado.”
A Amazon afirma que a maioria dos vendedores já utiliza um sistema de pagamento com prazo de sete dias desde 2016 e que aqueles que ainda não estavam nesse modelo receberam aviso prévio de seis meses. Segundo a empresa, a política permite que consumidores recebam produtos, realizem devoluções e registrem reclamações.
Pressão sobre taxas da Amazon
O boicote ocorre em meio a um escrutínio crescente sobre os custos para vender na plataforma. De acordo com a empresa de pesquisa Marketplace Pulse, a fatia média da Amazon em cada venda ultrapassou 50% pela primeira vez em 2022.
As taxas cobradas dos vendedores também fazem parte de um processo antitruste movido pela Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos em setembro de 2023, com julgamento previsto para 2027. A ação acusa a Amazon de adotar práticas anticompetitivas para manter sua dominância no comércio eletrônico e prejudicar vendedores.
A empresa contesta as acusações e afirma que suas práticas favorecem a concorrência. Também critica a análise da Marketplace Pulse, dizendo que ela mistura taxas obrigatórias com custos de serviços opcionais.
“Estamos empenhados em apoiar o sucesso dos nossos parceiros de vendas em nossa loja e continuar a ajudá-los a alcançar vendas recordes ano após ano”, afirmou Vanicek. “Investimos fortemente em ferramentas, serviços e programas poderosos para impulsionar o crescimento dos seus negócios a um custo normalmente inferior ao das alternativas.”
Para Charles Chakkalo, vendedor há 15 anos na plataforma, as mudanças recentes reduzem drasticamente o fluxo de caixa. “Acho que isso é simplesmente a Amazon tentando recuperar as taxas de processamento que paga à operadora do cartão de crédito”, afirmou.
Ele acrescenta que vendedores menores podem não suportar as novas condições. “E se os vendedores menores não conseguirem arcar com esse tipo de taxa, que assim seja. Há vários outros vendedores que tentarão se estabelecer na plataforma.”
Embora a Amazon frequentemente destaque histórias de sucesso e trate os vendedores como parceiros — com média de cerca de US$ 290 mil (R$ 1,4 milhão) em vendas anuais para comerciantes independentes em 2024 —, Chakkalo avalia que a relação tem se tornado menos colaborativa.
“É, mais uma vez, uma afronta. Um lembrete de que, ‘ei, acorde, isso não é da sua conta’”, disse. “Este é o seu assunto, sujeito ao meu reinado.”
O Banco Mundial poderia mobilizar cerca de US$ 80 bilhões a US$ 100 bilhões em financiamento para os países duramente atingidos pela guerra no Oriente Médio em cerca de 15 meses, disse o presidente do banco multilateral de desenvolvimento, Ajay Banga, na terça-feira (14).
Isso incluiria de US$ 20 bilhões a US$ 25 bilhões que os países poderiam utilizar por meio de uma janela de resposta a crises que lhes permitisse utilizar até 10% do financiamento aprovado nos programas existentes, enquanto outros US$ 30 bilhões a US$ 40 bilhões poderiam ser provenientes da reutilização de programas existentes, disse Banga.
Se a guerra continuasse além disso, o banco teria que recorrer ao seu balanço patrimonial e à margem de manobra para encontrar financiamento adicional para alcançar os US$ 80 bilhões a US$ 100 bilhões, disse ele em um evento organizado pelo Comitê de Bretton Woods.
Um grave acidente na madrugada de domingo (12) resultou na morte de um motociclista de 25 anos na rodovia MGC-356, na altura do bairro Belvedere, Região Centro-Sul de Belo Horizonte.
A colisão envolveu uma caminhonete e uma motocicleta, que transportava um passageiro de 16 anos. O condutor da moto, identificado como Danilo Pereira Marinho, morreu ainda no local. O adolescente ficou gravemente ferido e foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) ao Hospital João XXIII.
O motorista da caminhonete foi detido sob suspeita de embriaguez. Segundo a Polícia Militar, ele apresentava sinais como hálito etílico e dificuldade para se equilibrar, mas se recusou a fazer o teste do bafômetro. O suspeito foi identificado como Luis Henrique Rodrigues Pierazolli, empresário de 45 anos.
Em depoimento à polícia, obtido pela Itatiaia nesta segunda-feira (13), o condutor afirmou que havia consumido bebida alcoólica antes de dirigir. Ele relatou que ingeriu dois chopes em um restaurante e, em seguida, uma garrafa de cerveja em outro local, antes de pegar o carro.
O homem disse que dirigia pela via quando foi surpreendido pela motocicleta à sua direita e que tentou frear, mas não conseguiu evitar a colisão. Após o impacto, ele afirmou ter acionado o socorro e permanecido no local.
Outros dois ocupantes da caminhonete optaram por não prestar depoimento sobre o caso. A ocorrência foi registrada e será investigada para esclarecer as circunstâncias do acidente.
De acordo com o boletim de ocorrência registrado pela Polícia Militar (PMMG), o empresário apresentava sinais visíveis de embriaguez, como hálito etílico e andar cambaleante, e se recusou a fazer o teste do bafômetro.
O motorista foi autuado pelo crime de homicídio culposo na direção de veículo automotor, qualificado pela influência de álcool ou substância psicoativa, e encaminhado ao sistema prisional. A CNN Brasil tenta contato com a defesa. O espaço segue aberto.
Veja os destaques do Olhar Digital News desta segunda-feira:
Meta deve superar Google como maior empresa de publicidade digital no mundo
A Meta está prestes a alcançar um marco histórico ao superar o Google como a maior empresa de publicidade digital do mundo. Esta seria a primeira vez que a dona do Instagram e Facebook lideraria este mercado.
Golpe no iCloud ameaça excluir fotos de usuários da Apple
O The Guardian revelou um novo golpe que utiliza e-mails fraudulentos que simulam notificações oficiais do iCloud, afirmando que o espaço de armazenamento terminou ou que a conta foi bloqueada, ameaçando a exclusão imediata de fotos e vídeos caso um “upgrade” não seja pago.
Artemis 2: quanto custou a missão à Lua?
A missão Artemis 2 fez história ao levar quatro astronautas mais longe da Terra do que qualquer ser humano já esteve. Mas, enquanto o mundo celebrava o feito, uma pergunta incômoda voltou à tona: quanto custa tudo isso – e vale a pena? Confira!
Meta cria “clone” de IA de Mark Zuckerberg, diz jornal
A Meta está desenvolvendo um personagem de inteligência artificial baseado em Mark Zuckerberg, treinado a partir dos maneirismos, do tom de voz e de declarações públicas do CEO. A informação foi publicada pelo Financial Times.
OpenAI diz que Microsoft limita atuação e reforça aliança com Amazon
A OpenAI passou a destacar sua parceria com a Amazon como um dos principais vetores de crescimento no mercado corporativo. Ao mesmo tempo, a empresa reconhece limitações em sua relação com a Microsoft. As declarações constam em um memorando interno enviado por Denise Dresser, chefe de receita da empresa.
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Se você está em busca de um bom controle para jogar no celular, no PC ou na Smart TV, chegou ao lugar certo. Reunimos 5 ofertas de Controles e Joysticks que valem a atenção — desde opções mais acessíveis até modelos com tecnologia avançada. Confira e escolha o que melhor se encaixa no seu setup.
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O gamepad da beplace traz design ergonômico, suporte para smartphone integrado, conexão Bluetooth e recarga via USB. Compatível com Android e iOS, é uma opção bem completa para quem joga bastante no celular e quer mais conforto nas sessões longas.
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O 8Bitdo Ultimate 2C trouxe recursos que costumam aparecer apenas em controles de alto custo: polling rate de 1000Hz, joysticks e gatilhos com efeito Hall — o que aumenta a precisão e a durabilidade —, além de bumpers L4/R4 remapeáveis. Com fio e compatível com Windows PC e Android, é voltado para quem leva os jogos a sério.
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Automatizar a casa ficou muito mais fácil — e mais barato. Separamos 5 ofertas de tomadas inteligentes que permitem controlar eletrodomésticos pelo celular, monitorar o consumo de energia e ainda integrar tudo com assistentes de voz como Alexa e Google Assistant. Confira as opções e escolha a que melhor se encaixa na sua rotina.
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TP-Link Tapo P110 — Monitoramento de Consumo e Compatibilidade Ampla
Um dos modelos mais completos da lista. A Tapo P110 da TP-Link trouxe monitoramento de consumo de energia em tempo real, bivolt automático e suporte a Alexa, Google Assistant e SmartThings. Com capacidade de até 2400W e proteção contra sobrecarga, é uma boa pedida para quem quer controle e segurança ao mesmo tempo.
A versão reforçada do Smart Plug da Positivo chegou com capacidade de 16A e 1600W, seguindo a norma NBR 14136. É bivolt e conta com configuração rápida via aplicativo. Ideal para aparelhos com maior consumo energético, como fornos elétricos e máquinas de lavar. Também é compatível com a Alexa.
A Pazie apostou em um modelo bivolt com monitoramento de consumo de energia integrado. O controle é feito pelo aplicativo Smart Life ou Tuya, e há compatibilidade com Alexa e Google Home. Uma opção interessante para quem quer acompanhar de perto quanto cada aparelho consome na conta de luz.
Tomada Inteligente Linha A Premium — Monitor de Consumo e App Tuya
A Linha A Premium fecha a seleção com um modelo bivolt que também traz monitoramento de consumo energético. O gerenciamento é feito pelo aplicativo Tuya Smart Life, com suporte a Alexa e Google Home. O design compacto facilita a instalação sem bloquear outras tomadas próximas.
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O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, disse que os negociadores iranianos se recusaram a aceitar os termos propostos pelos EUA para um acordo.
“Já estamos nisso há 21 horas e tivemos várias discussões substanciais com os iranianos. Essa é a boa notícia”, disse Vance em uma coletiva de imprensa em Islamabad, no Paquistão.
Segundo ele, os americanos foram “bastante flexíveis” na proposta.
“O presidente nos disse: ‘Vocês precisam vir aqui de boa-fé e fazer o possível para chegar a um acordo’. Fizemos isso e, infelizmente, não conseguimos avançar”, disse o vice-presidente.
Vance sugeriu que o principal ponto de discórdia foi a recusa do Irã em abandonar o programa nuclear.
“Partimos daqui com uma proposta muito simples, um acordo que é nossa oferta final e melhor... veremos se os iranianos a aceitarão”, afirmou.
O vice-presidente agora volta aos Estados Unidos.
Capacidade do Irã
O ex-negociador do Departamento de Estado para o Oriente Médio, Aaron David Miller, disse que os iranianos “têm mais cartas na manga do que os americanos”.
“Eles claramente não têm pressa em fazer concessões”, disse Miller à CNN, sugerindo que o Irã parecia estar operando em um ritmo mais lento do que os EUA.
“Parece que eles ainda possuem urânio altamente enriquecido. Eles demonstraram que transformaram a geografia em arma, controlam e agora administram o Estreito de Ormuz. O regime sobreviveu.”
Miller afirmou acreditar que o Irã preferiria arriscar uma nova onda de ataques militares dos EUA e de Israel a sair das negociações de mãos vazias.
Já reparou que algumas fotos saem com o céu “estourado” e outras ficam perfeitas? O segredo está em uma função que quase todo mundo tem no bolso, mas poucos sabem usar do jeito certo para salvar seus registros. Entender o HDR no celular é o primeiro passo para transformar imagens comuns em fotografias de alto nível com apenas um toque na tela do seu aparelho.
Como funciona a tecnologia de HDR no celular?
O High Dynamic Range (HDR) é um processo que captura múltiplas imagens com diferentes exposições para criar um resultado equilibrado, conforme explica este estudo realizado pelo Google Research. Ao unir as partes mais claras e as mais escuras de uma cena, o software consegue preservar detalhes que seriam perdidos em uma captura convencional única.
Essa técnica é especialmente útil em ambientes de alto contraste, como paisagens ao pôr do sol ou interiores com janelas muito iluminadas. No smartphone, o processamento ocorre quase instantaneamente, entregando uma foto rica em texturas, cores vibrantes e uma iluminação que se aproxima muito mais da visão humana real.
📸 Captura Múltipla: O celular registra várias fotos rápidas com diferentes níveis de exposição.
🤖 Processamento por IA: Algoritmos inteligentes identificam as melhores áreas de luz e sombra em cada quadro.
🖼️ Fusão de Dados: O sistema combina os pixels para gerar uma imagem final com alcance dinâmico estendido.
Quando você deve ativar o HDR no celular?
Saber o momento exato de usar esse recurso pode salvar um clique que, de outra forma, ficaria escuro ou excessivamente brilhante. A regra geral é ativar o recurso sempre que houver uma grande diferença de iluminação entre o objeto principal e o fundo, garantindo que nenhum detalhe seja ignorado pelo sensor.
No entanto, é importante lembrar que fotos em movimento podem não se dar bem com essa tecnologia, já que a fusão de quadros pode causar borrões. Use o HDR no celular em cenas estáticas para garantir que a nitidez e o contraste permaneçam em níveis ideais, resultando em fotos dignas de redes sociais.
Cenários de paisagens com céu muito claro e solo em sombra.
Retratos sob luz solar direta para suavizar sombras fortes no rosto.
Ambientes internos com forte entrada de luz natural por janelas ou portas.
Arquitetura urbana com muitos reflexos em vidros e metais.
O recurso salva cliques em cenários de alto contraste e iluminação muito desigual. – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)
Quais são as vantagens de usar o HDR em fotos urbanas?
Em ambientes urbanos, as superfícies metálicas e de vidro criam desafios constantes para os sensores pequenos dos dispositivos móveis. O recurso atua equilibrando esses reflexos intensos, permitindo que a textura do asfalto e as nuances das fachadas dos prédios sejam capturadas com total fidelidade e clareza.
Além do equilíbrio de luz, essa função ajuda a saturar as cores de forma natural, sem que a imagem pareça excessivamente processada ou artificial. O resultado é um registro que se aproxima muito mais do que o olho humano enxerga no mundo real, facilitando qualquer edição posterior que o usuário deseje realizar.
Recurso
Modo Comum (SDR)
Modo HDR
Céu/Nuvens
Geralmente “estourado” (branco)
Detalhado com tons de azul
Sombras
Pretas e sem detalhes
Claras e com texturas visíveis
Fidelidade
Contraste exagerado
Equilíbrio natural de tons
O processamento por IA melhora a qualidade final da imagem?
Atualmente, os smartphones modernos não dependem apenas de múltiplas exposições, mas também de redes neurais que compreendem o conteúdo da cena. Essa inteligência artificial consegue identificar rostos, vegetação e o céu para aplicar o efeito de forma seletiva e inteligente em cada parte da fotografia.
Isso significa que a tecnologia evoluiu para um patamar onde o ruído digital é drasticamente reduzido, mesmo em condições onde a luz é escassa. O hardware e o software trabalham em conjunto para que a fotografia móvel atinja resultados impressionantes sem que o usuário precise de conhecimentos técnicos avançados.
Como evitar erros comuns ao fotografar com HDR ativado?
Um erro frequente entre os usuários é tentar usar o recurso em fotos de esportes ou crianças correndo, o que gera o indesejado efeito “fantasma”. Outro ponto crucial é a estabilidade; embora o software ajude a alinhar os quadros, manter o aparelho firme durante o clique garante uma fusão muito mais limpa e nítida.
Por fim, verifique se o modo automático está ativado nas configurações da sua câmera, pois os dispositivos atuais são excelentes em decidir quando o recurso é necessário. Compreender essas pequenas limitações permite que você use a ferramenta apenas quando ela realmente agrega valor estético ao seu trabalho fotográfico.
Irmã gêmea de Milena, participante do BBB 26, Mile Moreira usou as redes sociais nesta sexta-feira (10) para negar rumores envolvendo a sister. A parente rebateu internautas que apontaram uma suposta crise familiar depois do encontro entre a competidora do programa da Globo e a mãe, Neide Moreira, na dinâmica da Prova do Anjo.
Na postagem do Instagram, Mile e Neide aparecem dando risada dos comentários maldosos sobre o encontro entre a competidora e a mãe dentro do confinamento. “O pau que rola na internet é que minha mãe ficou triste com a reação da Milena (risos). Será?”, escreveu a familiar na foto.
Mile também comentou sobre a escolha de uma luminária na prova, que Milena conseguiu reconhecer sem muito esforço. “Nós duas descascando de tanto rir da reação da diva por termos escolhido a luminária que ela queria jogar fora (risos)”, explicou.
Apoio de aliados e rivais
Apesar dos comentários negativos sobre o encontro, o momento rendeu muita emoção dentro do BBB 26. Os participantes conseguiram assistir à interação entre Milena e a mãe por meio do telão que fica na sala. Ana Paula Renault e as rivais Jordana e Gabriela foram algumas das participantes que acompanharam o momento e vibraram pela mineira.
Mile Moreira e Neide Moreira negaram rumores de crise com Milena do BBB 26 • Reprodução/Instagram
Veja os destaques do Olhar Digital News desta sexta-feira:
Apollo: como foi a primeira era da corrida espacial
Estamos na era da Artemis, mas bem antes do atual programa lunar ganhar força, o programa Apollo, da NASA, transformou ficção científica em realidade entre 1962 e 1972 ao levar 12 astronautas para caminhar na Lua. Com 11 missões tripuladas e seis pousos bem-sucedidos, a iniciativa marcou a vantagem dos Estados Unidos na corrida espacial contra a União Soviética durante a Guerra Fria.
Artemis 1: o caótico lançamento inaugural da volta à Lua
Se hoje estamos falando da Artemis 2 é graças aos resultados de uma missão anterior. A Artemis 1 marcou a estreia do programa lunar da NASA e funcionou como um ensaio geral para o retorno dos humanos ao entorno da Lua. Mas a trajetória dessa missão foi longa e cheia de desafios. Confira!
Artemis 2 e os limites do corpo humano fora da Terra
Muito mais do que representar a volta da humanidade à órbita da Lua, a Artemis 2 marca uma importante junção entre astronomia e medicina. Afinal, o corpo humano não evoluiu para ir ao espaço. E a chegada da tripulação da Artemis 2 de volta à Terra não significa o fim dos trabalhos: todos os projetos científicos realizados a bordo da cápsula Orion começarão a ser analisado com o retorno.
Artemis 2: o que virá depois da missão da NASA?
A NASA adiou recentemente o retorno de astronautas à Lua: o primeiro pouso tripulado, antes previsto para a Artemis 3, deve ocorrer apenas na Artemis 4. A mudança reflete uma reformulação mais ampla do programa, motivada principalmente por atrasos em tecnologias críticas.
Artemis: o fim de uma era na corrida espacial – e o começo de outra
O que vem depois da Artemis 2? Daqui em diante, as empresas privadas – como SpaceX, de Elon Musk, e Blue Origin, de Jeff Bezos – terão um papel fundamental no setor.
O Olhar Digital News vai ao ar de segunda a sexta-feira nas nossas redes sociais!
A guerra com o Irã abalou Wall Street, elevando o custo das hipotecas, bem como dos empréstimos para compra de automóveis e dos cartões de crédito, tornando o dia a dia mais caro para os americanos.
As taxas de hipotecas subiram por cinco semanas consecutivas após o início da guerra, mas caíram ligeiramente nesta semana para 6,37% na média das hipotecas fixas de 30 anos, de acordo com a Freddie Mac.
Há apenas algumas semanas, os empréstimos eram bem mais baratos. No final de fevereiro, apenas dois dias antes de os Estados Unidos e Israel iniciarem ataques conjuntos ao Irã, a taxa média de hipotecas fixas de 30 anos caiu para 5,98%, ficando abaixo de 6% pela primeira vez em mais de três anos.
Diferentes taxas de empréstimos ao consumidor seguem diferentes indicadores. Alguns empréstimos, por exemplo, acompanham os títulos do Tesouro dos EUA; esses rendimentos estão em alta agora, à medida que os investidores se preocupam com a inflação.
Outros empréstimos estão atrelados à taxa de juros definida pelo Federal Reserve. O Fed tem mantido as taxas inalteradas recentemente, postura que provavelmente se manterá caso o aumento dos custos da energia reacenda a inflação.
As taxas de hipotecas tendem a acompanhar o rendimento dos títulos do Tesouro dos EUA a 10 anos, que subiu ao longo do último mês à medida que os investidores passaram a levar em conta o aumento dos preços do petróleo, os receios em relação à inflação e a possibilidade de um aumento dos gastos públicos para financiar a guerra. Os rendimentos sobem quando os preços dos títulos caem.
O rendimento dos títulos do Tesouro dos EUA de 10 anos subiu de menos de 4% no final de fevereiro para até 4,48% em março, antes de ser negociado em torno de 4,3% nesta semana. Esse rendimento é uma das taxas de juros mais significativas para a economia, influenciando fortemente as taxas de hipotecas e uma série de outros custos de empréstimos para os americanos comuns, bem como para as empresas e o governo dos EUA.
“Os investidores estão agora a lidar com a probabilidade de uma guerra prolongada com o Irã e o que isso significaria para a economia”, disse Jeffrey Roach, economista-chefe da LPL Financial. “Quanto mais tempo o abastecimento global de petróleo ficar restrito, mais provável será que as pressões inflacionárias aumentem.”
Veja como a guerra está fazendo com que os americanos paguem mais pelo crédito:
Taxas de hipotecas
Mesmo com a queda nas taxas de hipotecas nesta semana, um comprador típico que fixou uma taxa há apenas algumas semanas economizaria dezenas de milhares de dólares ao longo da duração do empréstimo, em comparação com alguém que contrai uma hipoteca hoje.
Considere uma casa de US$ 500.000. Supondo um adiantamento de 20%, um comprador que fechou uma hipoteca fixa de 30 anos em fevereiro, quando a taxa média de hipoteca era de 5,98%, pagaria cerca de US$ 28.700 por ano em principal e juros.
Com a taxa média de hipoteca desta semana em 6,37%, o pagamento anual desse mesmo empréstimo seria de US$ 29.931. Embora isso possa não parecer muito, a diferença nos pagamentos anuais acaba somando: ao longo da vigência do empréstimo de 30 anos, o comprador de hoje pagaria mais de US$ 36.000 a mais do que um comprador em fevereiro.
“Os mutuários não vão gostar disso”, disse Larry White, professor de economia da NYU Stern. “Isso acrescenta um valor nada desprezível à prestação mensal da hipoteca.”
Mas, apesar do aumento das taxas nas últimas semanas, as taxas de hipotecas ainda estão mais baixas do que nesta mesma época no ano passado, quando a taxa média fixa de hipotecas de 30 anos era de 6,62%.
Empréstimos para compra de automóveis
O aumento dos rendimentos dos títulos do Tesouro pode afetar outras taxas de empréstimo, como as dos empréstimos para compra de automóveis, já que a taxa de juros de um empréstimo para compra de automóvel de cinco anos tende a acompanhar os rendimentos dos títulos de curto prazo.
As taxas de rendimento dos títulos do Tesouro de cinco e dois anos dispararam em março e estão oscilando nos níveis mais altos desde agosto.
As taxas médias dos financiamentos de automóveis a cinco anos praticamente não se alteraram durante a guerra, de acordo com dados do Bankrate, mas taxas de rendimento dos títulos mais altas por mais tempo poderiam manter as taxas de financiamento de automóveis elevadas, após terem subido nos últimos anos.
“Provavelmente estamos diante de uma estabilização”, disse Stephen Kates, analista financeiro do Bankrate.
“A maior questão para as taxas de empréstimo, e isso vale para as hipotecas, que obviamente subiram substancialmente, é a duração desse conflito”, disse Kates. “Por quanto tempo isso vai durar e a incerteza que traz terão um impacto maior nas taxas de empréstimo do que qualquer outra coisa.”
A taxa média dos empréstimos para compra de automóveis a cinco anos gira em torno de 7%, segundo o Bankrate. Para um mutuário que contrai um empréstimo de US$ 30.000 a cinco anos a uma taxa de 7%, isso se traduz em prestações mensais de aproximadamente US$ 594.
Esse custo mais elevado surge num momento em que os americanos também enfrentam preços mais altos da gasolina. E os preços dos carros também subiram.
“O financiamento de empréstimos para compra de automóveis ficará mais caro por mais tempo e, portanto, a acessibilidade de um carro novo (que já é bastante caro em termos históricos) ficará ainda mais difícil”, disse Derek Stimel, professor associado de economia na Universidade da Califórnia em Davis, em um e-mail.
Cartões de crédito
Muitas taxas de juros na economia, como as taxas de cartões de crédito, tendem a acompanhar a taxa de juros de referência do Fed. As taxas dos cartões de crédito também incluem uma margem (geralmente) elevada.
As taxas dos cartões de crédito dispararam em 2022 e 2023, e a taxa média anual permanece acima de 19%.
As taxas dos cartões de crédito permaneceram elevadas, apesar de o Fed ter reduzido as taxas de juros algumas vezes ao longo de 2024 e 2025. A guerra com o Irã não impulsionou diretamente essas taxas para cima, mas é improvável que elas caiam tão cedo.
Os operadores reduziram as expectativas de que o Fed reduza as taxas de juros este ano, com os mercados agora prevendo que o banco central manterá as taxas estáveis nos próximos meses.
“Se o Fed mantiver as taxas onde estão e não as reduzir, as taxas dos cartões de crédito permanecerão elevadas, tornando mais difícil arcar com compras rotineiras, como mantimentos ou outros gastos que acabam no saldo do cartão de crédito”, disse Stimel.
A física de partículas acaba de alcançar um marco histórico com a descoberta do topônio realizada pelos pesquisadores do CERN. Essa união fugaz entre quarks top e antiquarks top desafia as fronteiras do que compreendemos sobre a matéria subatômica. O anúncio confirma uma teoria de décadas sobre interações fundamentais no Grande Colisor de Hádrons.
Como ocorreu a descoberta do topônio nos laboratórios do CERN?
Segundo um estudo publicado por pesquisadores no CERN, a detecção foi possível graças à análise minuciosa de colisões de altíssima energia. Os cientistas observaram assinaturas específicas que indicam a formação dessa “molécula” composta por um quark e seu antiquark correspondente no núcleo das colisões.
A observação é considerada um feito tecnológico sem precedentes, exigindo precisão extrema nos detectores ATLAS e CMS. O fenômeno ocorre em uma escala de tempo tão ínfima que muitos acreditavam ser impossível capturar tal interação antes que as partículas decaíssem em subprodutos menores.
🔬 Colisão de Prótons: Feixes de alta energia colidem no LHC gerando quarks top.
💫 Formação do Topônio: O quark e o antiquark se unem brevemente antes do decaimento.
📊 Análise de Dados: Algoritmos avançados confirmam a ressonância da nova estrutura quântica.
Por que o topônio era considerado uma partícula impossível?
A instabilidade extrema do quark top é o principal motivo pelo qual essa união era vista com ceticismo pela comunidade científica global. Por ser a partícula elementar mais pesada do Modelo Padrão, o quark top decai quase instantaneamente, dificultando qualquer tipo de ligação estável com outras partículas.
Para que o topônio exista, a força que une o quark ao antiquark deve agir mais rápido do que o próprio processo de decaimento natural da matéria. A confirmação experimental prova que a natureza permite esse “abraço” quântico, mesmo que ele dure apenas uma fração de segundo no vácuo dos aceleradores.
Massa elevada do quark top dificulta a estabilidade.
Tempo de vida extremamente curto (escala de yoctossegundos).
Necessidade de energias de colisão em níveis recordes.
Dificuldade técnica de isolar ruídos estatísticos no detector.
Análise de colisões de altíssima energia permitiu observar assinaturas específicas da nova estrutura quântica. – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)
Qual é a importância real da descoberta do topônio para a ciência moderna?
Esta descoberta abre uma nova janela para o estudo da cromodinâmica quântica, a teoria que descreve a força forte entre os constituintes do átomo. Entender como esses pares se comportam ajuda a refinar as previsões sobre a estabilidade do próprio vácuo e a evolução do universo primitivo.
Além disso, o topônio serve como um laboratório natural para testar extensões do Modelo Padrão que poderiam explicar mistérios como a matéria escura. Os dados coletados agora serão fundamentais para as próximas décadas de pesquisa em física de altas energias e novas tecnologias de detecção.
Propriedade
Detalhe Técnico
Composição
Par Quark Top e Antiquark Top
Vida Útil
Aproximadamente 10^-24 segundos
Local da Detecção
Grande Colisor de Hádrons (CERN)
Como os cientistas conseguiram medir algo tão breve?
A técnica utilizada envolveu a medição da correlação de spin entre as partículas resultantes do decaimento acelerado do sistema. Como o topônio não tem tempo de se desintegrar em jatos de glúons antes de decair, ele preserva informações quânticas vitais sobre seu estado de formação inicial.
Os pesquisadores utilizaram modelos computacionais de inteligência artificial para filtrar bilhões de eventos de colisão e encontrar o sinal estatístico correto. O resultado final representa uma vitória da engenharia de dados aplicada à física experimental de maior complexidade do planeta atualmente.
O que muda no Modelo Padrão após esta confirmação?
A confirmação não derruba o Modelo Padrão atual, mas sim o valida em um nível de detalhe que antes era considerado puramente teórico. Ela demonstra que nossas equações sobre a força forte e a massa das partículas estão operando corretamente dentro dos limites observados no laboratório.
No futuro, essa descoberta permitirá buscas mais precisas por novas partículas exóticas que interajam diretamente com o setor do quark top. É o início de uma nova era onde fenômenos antes descritos como “impossíveis” se tornam a base para entender a origem de tudo no cosmos.
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