O ator Timothée Chalamet, 29, afirmou que não tinha nada a declarar sobre o relacionamento com a empresária Kylie Jenner, 28. Em meio a rumores de que o romance entre os dois pode ter chegado ao fim, o astro, que estampa a capa da edição de dezembro da Vogue, foi questionado sobre a relação com a estrela de reality show, mas se recusou a responder.
Segundo a publicação, Timothée “não quis falar sobre o relacionamento com a namorada” e limitou-se a dizer: “Não tenho nada a declarar.”
Evitando o assunto, o galã relatou que está vivendo uma nova fase na vida. Ele contou que a irmã acabou de ser mãe, e que a colega de elenco em “Duna”, Zendaya, ficou noiva de Tom Holland. Ao refletir sobre o futuro, Timothée afirmou que a paternidade pode estar em seus planos.
Timothée e Kylie foram vistos juntos pela primeira vez em janeiro de 2023, após se conhecerem em um desfile da marca Jean Paul Gaultier, em Paris. Pouco tempos depois, o casal confirmou o relacionamento durante um show da cantora Beyoncé.
Desde então, os dois se tornaram um dos casais mais comentados de Hollywood, com aparições em premiações, jogos de basquete e viagens para o sul da França.
Nos últimos meses, porém, aumentaram as especulações sobre um possível término, já que eles não são vistos juntos há semanas.
Enquanto o artista passou boa parte do ano gravando “Duna: Parte Três” na Hungria, a proprietária da Kylie Cosmetics permaneceu em Los Angeles com seus filhos, frutos de seu antigo relacionamento com Travis Scott.
Mesmo após mais de dois anos de namoro, o ator nunca apareceu no reality “The Kardashians”, não acompanhou Kylie no Met Gala e nem fez declarações públicas de amor em datas especiais, como no aniversário da estrela.
Muito além dos doramas, o público brasileiro tem se encantado também com as novelas turcas, e muitas dessas estão disponíveis no catálogo do Globoplay. Entre dramas familiares e enredos de romance de tirar o fôlego, essas produções são dignas de maratona.
Pensando nisso, selecionamos seis novelas que não podem ficar de fora da sua lista nessa categoria tão única vinda da Turquia. Prepare a pipoca e já escolha a sua favorita. Confira!
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1- Terra amarga
Terra Amarga série turca no Globoplay/Imagem Divulgação Globoplay
Entre as novelas turcas disponíveis no Globoplay, “Terra amarga” é uma das mais interessantes. Isso porque, ela traz para o público uma narrativa intensa e cheia de reviravoltas. Ambientada nos anos 1970, a trama mistura romance, drama e suspense, acompanhando Züleyha e Yılmaz em sua luta por amor e liberdade.
Ao se refugiarem na fazenda dos Yaman, os protagonistas enfrentam desafios que vão muito além da fuga inicial. A história se desenrola em meio a disputas de poder, paixões proibidas e segredos que ameaçam destruir tudo o que construíram. É uma produção marcada por cenários deslumbrantes, personagens complexos e uma carga emocional que prende o espectador do início ao fim.
2- Mãe (Anne)
Série Mãe, um sucesso de novela turca/Imagem Divulgação Globoplay
Uma série cheia de acolhimento e amor, mostra como é possível ressignificar a palavra mãe, quando ela é preenchida por outra pessoa. Isso porque o enredo conta a história de uma professora incrivelmente protetora, Zeynep (Cansu Dere), que simplesmente muda sua vida por completo para ajudar uma aluna, Melek (Beren Gökyıldız).
Contudo, apesar da sensibilidade, a história também envolve maus tratos a crianças, então esteja preparado para cenas intensas. Afinal, a saga de Melek é recheada de contratempos, lágrimas, mas muita superação.
3- Ramo: Entre o Amor e o Poder
Casal protagonista da série Ramo:Entre o Amor e o Poder/Imagem Divulgação Globoplay
Agora se você curte uma pegada que envolve romance policial, “Ramo: Entre o Amor e o Poder” é uma boa pedida. Ambientada na cidade de Adana, a trama acompanha Ramo, um homem determinado e líder de uma gangue de contrabando de combustível. Subordinado ao poderoso Cengiz, que comanda a região com mão de ferro, Ramo decide se rebelar ao ver sua família sendo humilhada e maltratada.
Movido por um forte senso de justiça, ele elabora um plano para derrubar Cengiz e assumir o controle da organização criminosa. Contudo, no meio dessa guerra de poder, Ramo reencontra seu amor de infância, Sibel, filha de Cengiz, e se vê dividido entre o desejo de vingança e os sentimentos que ainda nutre por ela.
4- Hercai: Amor e Vingança
Novela Hercai/Imagem Divulgação Globoplay
Uma coisa é certa, entre todas as listas de séries turcas para assistir no Globoplay, “Hercai: Amor e Vingança” não pode faltar. Isso porque a trama é um turbilhão de emoções, com uma história intensa de amor, vingança e redenção. O enredo gira em torno de Miran Aslanbey, um homem criado para vingar a morte de seus pais, e Reyyan Şadoğlu, uma jovem que vive sob o domínio rígido de sua família.
Miran se aproxima de Reyyan com um plano de vingança, mas acaba se apaixonando de verdade, dando início a uma relação marcada por conflitos, segredos e reviravoltas emocionantes. Ao longo da série, os protagonistas enfrentam os fantasmas do passado e as intrigas entre duas famílias poderosas, enquanto lutam para manter vivo um amor que desafia tudo e todos.
5- Maraslı: O Protetor
Novela Turca/Imagem Divulgação Globoplay
Agora, se você gosta de muitos plots twist, “Marasli: O Protetor” te entrega tudo isso e mais um pouco. A história gira em torno de Celal, um ex-soldado das Forças Especiais que decide abandonar a vida militar para cuidar de sua filha, após um evento traumático que muda sua trajetória.
Trabalhando como dono de uma livraria em Istambul, ele leva uma vida aparentemente tranquila, até cruzar o caminho de Mahur, uma fotógrafa determinada que se envolve em uma perigosa conspiração.
Quando Mahur é alvo de um atentado, Celal entra em ação para protegê-la, revelando suas habilidades e seu passado misterioso. Sobretudo, é a partir desse momento que os dois se veem ligados por uma rede de segredos, ameaças e sentimentos que crescem em meio ao caos.
6- Dolunay (Lua de Mel)
Série turca Dolunay/Imagem Divulgação Globoplay
Para finalizar, uma dica de série turca de comédia e drama para assistir no Globoplay, “Dolunay” (“Lua de Mel”). A trama acompanha a história de Nazlı, uma jovem chef determinada a abrir seu próprio restaurante, e Ferit, um empresário bem-sucedido e reservado.
O destino dos dois se cruza quando Nazlı começa a trabalhar como cozinheira na casa de Ferit, sem saber que ele é o homem por trás de uma série de eventos que vão transformar sua vida.
À medida que convivem diariamente, os dois desenvolvem uma relação cheia de tensão, afeto e descobertas. Ferit, acostumado ao controle e à solidão, se vê desafiado pela espontaneidade e coragem de Nazlı. Já ela precisa lidar com os segredos que cercam o passado do empresário e as consequências de se envolver emocionalmente com alguém tão diferente. É emoção que não tem fim!
Crystal Palace e Brighton medem forças neste domingo (9), às 11h (de Brasília), em partida válida pela 11ª rodada da Premier League. O duelo coloca frente a frente duas equipes que ocupam posições intermediárias na tabela do campeonato inglês.
A partida será realizada no Selhurst Park, em Londres, e terá transmissão ao vivo pelo Disney+ Premium, além do tempo real do CNN Esportes. O Crystal Palace, comandado pelo técnico Oliver Glasner, recebe o Brighton de Fabian Hurzeler em um confronto que promete ser equilibrado.
O Crystal Palace ocupa a 9ª posição com 16 pontos, tendo conquistado quatro vitórias, quatro empates e duas derrotas, além de marcar 14 gols e sofrer nove.
Já o Brighton está em 10º lugar com 15 pontos, apresentando campanha de quatro vitórias, três empates e três derrotas, com 17 gols marcados e 15 sofridos. O confronto acontece em um momento em que ambas as equipes buscam se aproximar do G-6 do campeonato, que está a apenas dois pontos de distância.
Onde assistir Crystal Palace x Brighton & Hove Albion
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O medo pode assumir diversas formas, de demônios, fantasmas, aliens e vampiros até ameaças bem mais reais como serial killers, a necessidade de sobrevivência ou o caos de realidades distópicas. Sons estranhos, batimentos acelerados e uma boa dose de tensão no ar completam o universo dos jogos de horror.
A diversão assustadora pode ser vivida em uma jornada sozinho ou em uma aventura compartilhada entre amigos. Selecionamos dez games, entre opções gratuitas e pagas, para prometem arrepiar até os jogadores mais destemidos.
Duas pessoas jogando videogame (Imagem: freepik/Freepik)
Terror em companhia: 10 jogos assustadores para jogar com seus amigos em casa
The Outlast Trials
Desenvolvido pela Red Barrels, o jogo de terror tem perspectiva em primeira pessoa e permite até quatro jogadores. Ambientado durante a Guerra Fria, “The Outlast Trials” coloca o player como “reagentes”, ou seja cobaias, de experimentos sombrios da corporação Murkoff.
O desafio aqui é resistir ao cenário sombrio e sobreviver a câmaras de terror psicológico. O game está disponível para PC, PlayStation e Xbox e seu preço varia de acordo com a plataforma, custando em média R$ 110.
The Outlast Trials. Imagem: Reprodução/Steam
Killer Klowns from Outer Space: The Game
Produzido pela IllFonic, esse game reúne alguns dos maiores terrores: palhaços alienígenas em uma distopia e entrega o equilíbrio perfeito entre o horror e o humor. O visual único é inspirado em um filme homônimo dos anos 1980 e o jogo foi desenvolvido para multijogadores com três palhaços alienígenas contra sete humanos em uma cidade colorida e mortal.
O objetivo aqui é escapar vivo e evitar o Klownpocalipse. “Killer Klowns from Outer Space: The Game” está disponível para PC, PlayStation e Xbox. O jogo é pago e seu preço varia de acordo com a plataforma, custando em média R$ 110.
Killer Klowns from Outer Space: The Game. Imagem: Reprodução/Steam
Sons Of The Forest
Criado pela Endnight Games, esse jogo leva o player ao limite da sobrevivência em uma ilha remota. A história começa com a busca por um bilionário desaparecido e logo evolui para cenários extremos, inclusive com o jogador cercado por tribos canibais.
Envolvente e assustador, “Sons of The Forest” exige estratégia. O game é em primeira pessoa e permite modo cooperativo para até oito jogadores. Seja sozinho ou com os amigos, a cada som na floresta você vai encontrar um novo perigo. O jogo é compatível com PC e custa cerca de R$ 90 no Steam.
Sons Of The Forest. Imagem: Reprodução/Steam
The Texas Chain Saw Massacre
Baseado no filme “O Massacre da Serra Elétrica” de 1974, o jogo da Sumo Digital lança o player dentro de um pesadelo com direito ao som da serra elétrica, corredores claustrofóbicos e aquele ritmo de perseguição constante.
O jogador deve escolher o seu papel, seja como um dos três membros da família Sawyer ou ser uma das quatro vítimas tentando escapar. O “The Texas Chain Saw Massacre” tem perspectiva em terceira pessoa e está disponível para PC, PlayStation e Xbox. O game é pago e seu preço varia de acordo com a plataforma, custando em média R$ 60.
The Texas Chain Saw Massacre. Imagem: Reprodução/Steam
Lethal Company
Desenvolvido pela Zeekerss, o jogo se passa em uma instalação abandonada no espaço e mistura desespero e a exploração do espaço. O jogador deve explorar estruturas abandonadas, coletar itens e tentar sobreviver a monstros implacáveis.
“Lethal Company” tem perspectiva em primeira pessoa e as partidas cooperativas permitem até quatro jogadores. Assustador na medida certa, o game está disponível apenas para PC e custa cerca de R$ 35 na Steam.
Lethal Company. Imagem: Reprodução/Steam
Resident Evil 3
Parte de uma das franquias mais conhecidas e aclamadas da Capcom, no “Resident Evil 3”, a agente Jill Valentine tenta escapar da cidade tomada por zumbis após um surto do T-Vírus, ao mesmo tempo em que é caçada pelo mutante projetado Umbrella, o Nemesis.
Ao longo do jogo, é preciso andar e se proteger pelas ruas infestadas de zumbis de Raccoon City. O game está disponível para PC, PlayStation e Xbox custando, em média, R$ 160.
Resident Evil 3. Imagem: Reprodução/PlayStation Store
Phasmophobia
Criado pela Kinetic Games, esse jogo em primeira pessoa coloca o player na posição de um investigador paranormal. O jogo integra o gênero de horror cooperativo e permite até 4 jogadores.
Aqui a regra é sobreviver ao jogo e aos sustos. O game envolve entrar em casas e manicômios assombrados para identificar o tipo de fantasma que habita o espaço e conta com aparições imprevisíveis. “Phasmophobia” está disponível para PC, PlayStation e Xbox. O jogo custa em média R$ 60.
Phasmophobia. Imagem: Reprodução/Steam
Dead by Daylight
O clássico da Behaviour Interactive permite ao jogador assumir perspectivas diferentes. O player pode ter a perspectiva em terceira pessoa como sobrevivente ou em primeira pessoa como assassino. “Dead by Daylight” combina perseguição, trilha sonora tensa e cenários que parecem saído de um filme de terror.
O jogo gira no modo um contra quatro, ou seja, um jogador assume o papel de assassino e os outros quatro players como sobreviventes. O game inclui personagens licenciados de outras famosas franquias do terror como “Halloween”, “Silent Hill”, “Resident Evil” e outros. Disponível para PC, PlayStation, Xbox e Switch. O preço varia de acordo com a plataforma, custando em média R$ 70.
Dead by Daylight. Imagem: Reprodução/PlayStation Store
Dying Light
O cenário clássico de terror: uma cidade infestada de zumbis e pessoas tentando sobreviver. O jogo de ação e sobrevivência da Techland, altera a mecânica de dia e noite, enquanto há luz do sol o clima é de “relativa segurança”, contudo, com o pavor domina o ambiente quando a luz some.
“Dying Light” é um jogo em perspectiva de primeira pessoa e permite até quatro jogadores. A crescente tensão cria um ambiente de terror e o cenário de devastação é complementado com a ação dos personagens, que podem saltar e escalar em movimentos rápidos característicos do parkour.
O jogo está disponível para PC, PlayStation, Xbox e seu preço varia de acordo com a plataforma, custando em média R$ 100.
Dying Light. Imagem: Reprodução/Steam
Left 4 Dead
Desenvolvido pela Valve, criadora de “Counter-Strike” e “Half-Life”, o jogo cooperativo de ação e terror é um clássico. Com perspectiva em primeira pessoa, o game permite até quatro jogadores em uma luta desesperada pela sobrevivência contra zumbis e monstros mutantes.
Com foco total em trabalho em equipe e estratégia, “Left 4 Dead” é um dos jogos mais influentes do gênero. Ambientado logo após o apocalipse zumbi, o game oferece quatro campanhas com cinco grandes mapas cada, nos quais os jogadores enfrentam infectados em metrópoles abandonadas em busca da sobrevivência. Disponível para PC e Xbox 360, o jogo custa em média R$ 40.
Tottenham e Manchester United se enfrentam neste sábado (8), às 9h30 (de Brasília), em confronto válido pela 11ª rodada da Premier League. A partida coloca frente a frente duas equipes que buscam se aproximar do G4 do Campeonato Inglês.
O duelo será realizado no Tottenham Hotspur Stadium, em Londres, e terá transmissão ao vivo pelo Disney+ Premium, além do tempo real do CNN Esportes. Os Spurs, comandados por Thomas Frank, enfrentam o Manchester United de Ruben Amorim em um confronto que promete movimentar a parte de cima da tabela.
As duas equipes chegam para o confronto empatadas com 17 pontos, ocupando a 6ª e 8ª posições respectivamente.
O Tottenham leva vantagem no saldo de gols (9 contra 1) e busca se aproximar do líder Arsenal, que soma 25 pontos. Ambas as equipes apresentam campanhas idênticas no campeonato, com cinco vitórias, dois empates e três derrotas, mas os Spurs demonstram maior solidez defensiva, tendo sofrido apenas 8 gols contra 16 do United.
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O ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), manifestou-se contrário à importação de soluções estrangeiras para o combate ao crime organizado no Brasil, especificamente em relação ao Projeto de Lei Antiterrorismo. Em entrevista exclusiva à CNN, o decano do STF defendeu a autonomia brasileira no enfrentamento de questões de segurança.
Mendes ressaltou que a própria Constituição brasileira já estabelece uma definição clara de terrorismo, caracterizando-o como uma ação política que compromete as atividades estatais. “A Constituição define o que é terrorismo, pressupondo que haja uma ação política que comprometa a ação dos Estados”, explicou.
Críticas ao projeto
O magistrado expressou preocupação com as possíveis implicações do PL Antiterrorismo, sugerindo que a proposta poderia abrir precedentes indesejados. “É visível que isso está dentro do contexto político de autorizar eventualmente governos estrangeiros de tomarem medidas no Brasil, não é disso que precisa”, alertou.
Em sua análise, Mendes enfatizou a capacidade nacional de resolver suas próprias questões de segurança. “Nós temos força suficiente, inteligência suficiente, meios suficientes para resolver as questões e temos capacidade de fazê-lo”, afirmou, descartando a necessidade de importar soluções de outros países para o enfrentamento do crime organizado.
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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que a Casa deve definir até sexta-feira (7) o rito de tramitação do projeto de combate às facções apresentado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), além de outras propostas que tratam do mesmo assunto.
“Até a próxima sexta-feira (7), nós anunciaremos ao Brasil qual será a nossa decisão acerca do PL (Projeto de Lei) apresentado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública sobre o combate às facções criminosas, bem como dois projetos, um de autoria do deputado Danilo Forte e outro de autoria do senador Stevenson, que tratam da equiparação dos crimes das facções criminosas ao terrorismo”, afirmou Hugo.
Segundo o presidente da Câmara, o objetivo é começar a discutir as pautas da segurança pública já na próxima semana.
Outros dois projetos também estão sob análise do presidente da casa. Ambos, um do deputado Danilo Forte (União-CE) e outro do senador Styvenson Valentim (PSDB-RN), querem classificar os crimes cometidos por facções criminosas como terrorismo, o que aumenta as penas e endurece as regras de investigação e prisão.
Hugo Motta ainda precisa decidir qual desses textos será adotado ou se haverá uma unificação de trechos das três propostas.
A confirmação do parlamentar a respeito da agenda da Câmara ocorreu na noite desta quarta-feira (5), durante o I Fórum de Buenos Aires, na Argentina, congresso de direito organizado pela instituição do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes, o IDP (Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa).
O Supremo Tribunal Federal (STF) publicou, nesta quarta-feira (5), o acórdão do julgamento que ampliou as hipóteses de responsabilização das plataformas digitais por publicações de usuários consideradas criminosas ou ofensivas. A decisão, tomada em junho, alterou pontos do Marco Civil da Internet e foi concluída com placar de oito votos a três.
O documento, com 1.323 páginas, foi publicado 132 dias após o fim do julgamento e reúne os votos dos ministros, os fundamentos e as teses aprovadas pela Corte. A partir da publicação, as partes envolvidas podem recorrer da decisão.
Placar foi de 8×3 pela mudança (Imagem: Gustavo Moreno/STF)
Demora do STF para publicar o acórdão
A demora na divulgação do acórdão gerava insegurança jurídica em outros tribunais;
O Superior Tribunal de Justiça (STJ), por exemplo, afirmou, em setembro, que era prudenteaguardar a publicação antes de aplicar as teses, “para garantir a segurança jurídica em vista de possíveis modificações da tese vinculante ou modulações de efeitos decorrentes de embargos de declaração”;
Segundo levantamento, a média de publicação de acórdãos em casos de repercussão geral no STF entre 2020 e 2025 é de 56,7 dias;
O julgamento tratou do artigo 19 do Marco Civil da Internet, que estabelece que plataformas só podem ser responsabilizadas civilmente se descumprirem decisão judicial de retirada de conteúdo;
O Supremo considerou o dispositivo parcialmente inconstitucional, restringindo sua aplicação apenas a crimes contra a honra (calúnia, difamação e injúria). Para outros tipos de crimes, passa a valer o artigo 21, que determina a retirada de conteúdo após notificação extrajudicial.
A Corte também decidiu que as plataformas poderão ser responsabilizadas independentemente de notificação ou ordem judicial em casos de anúncio ou impulsionamento pago de conteúdo ilícito, ou quando mantiverem perfis automatizados (robôs). Foi ainda determinado que as empresas adotem o chamado “dever de cuidado” para excluir proativamente postagens com “crimes graves“.
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Plataformas poderão ser responsabilizadas independentemente de notificação ou ordem judicial em casos de anúncio ou impulsionamento pago de conteúdo ilícito, ou quando mantiverem perfis automatizados (robôs) (Imagem: Mamun_Sheikh/Shutterstock)
Crimes listados como graves
Atos antidemocráticos;
Terrorismo e seus atos preparatórios;
Induzimento, instigação ou auxílio a suicídio e automutilação;
Incitação à discriminação por raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, sexualidade ou identidade de gênero;
Crimes contra a mulher;
Crimes sexuais contra vulneráveis;
Pornografia infantil;
Crimes contra crianças e adolescentes;
Tráfico de pessoas.
De acordo com a decisão, as plataformas só serão punidas se houver uma grande quantidade de publicações criminosas e elas não adotarem medidas para contê-las. Caso sejam notificadas sobre conteúdo pontual e não o retirem, poderão ser responsabilizadas civilmente.
Os ministros também determinaram que as empresas devem criar mecanismos de autorregulação, incluindo sistemas de notificação, devido processo, relatórios anuais de transparência e canais de atendimento específicos.
As companhias que atuam no Brasil deverão manter sede e representante legal no país. Os marketplaces serão regidos pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC) e serviços de mensageria, como o WhatsApp, continuarão sujeitos ao artigo 19, mas apenas no que diz respeito a comunicações interpessoais.
O acórdão também faz um apelo ao Congresso Nacional para elaborar nova legislação que corrija as deficiências da atual quanto à proteção de direitos fundamentais, apontando um “estado de omissão parcial” da norma vigente.
Decisão da Corte é investigada por órgão estadunidense (Imagem: xtock/Shutterstock)
A decisão do STF é alvo de uma investigação conduzida pelo Escritório Comercial da Casa Branca (USTR, na sigla em inglês), no âmbito da seção 301, que pode resultar em novas sanções comerciais dos Estados Unidos ao Brasil. Há temor de que a medida afete a recente reaproximação entre os dois países.
Votaram pela ampliação da responsabilização os ministros Dias Toffoli e Luiz Fux, relatores dos processos, acompanhados por Luís Roberto Barroso, Flávio Dino, Cristiano Zanin, Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes e Cármen Lúcia. Foram vencidos André Mendonça, Edson Fachin e Nunes Marques.
O senador Alessandro Vieira (MDB-SE), relator da CPI do Crime Organizado, criticou, em entrevista ao WW, a postura do presidente Lula (PT) em relação à megaoperação policial realizada no Rio de Janeiro. Segundo Vieira, foi infeliz a decisão de criminalizar a ação dos policiais sem ter dados que comprovem qualquer ilegalidade.
O senador destacou que a operação foi extremamente violenta por se tratar de uma área de confronto difícil. “Todos os envolvidos na operação seguramente sabiam que o resultado seria nessa linha porque foi uma escolha de uma ação de confronto”, explicou.
Motivação da operação
Vieira ressaltou que é necessário que o governo do Rio de Janeiro e os técnicos das secretarias informem quais são os próximos passos, uma vez que o confronto em si não pode ser o único objetivo da ação.
De acordo com Vieira, todo o cálculo na discussão de segurança pública é exclusivamente político-eleitoral. Ele apontou que tradicionalmente a direita demonstra maior preocupação com segurança pública, enquanto a esquerda concentra-se mais em questões de redução de desigualdade.
“Criminalizar antecipadamente a polícia é tão equivocado quanto a sina que qualquer um que está na comunidade é criminoso”, afirmou o senador, que considerou a manifestação de Lula compatível com a visão tradicional da esquerda sobre o tema.
Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.
Na sexta-feira (31), as lentes de um poderoso telescópio instalado no alto de uma montanha nos EUA flagraram um retorno muito esperado pela comunidade astronômica e pelo público em geral. O cometa interestelar 3I/ATLAS deu novamente as caras em plena noite de Halloween, após semanas mergulhado no brilho do Sol e invisível para a Terra.
O registro foi feito por Qicheng Zhang, astrônomo do Observatório Lowell, que opera o Telescópio Discovery, instalado a mais de 2.300 metros de altitude, na cadeia montanhosa de Happy Jack, no norte do Arizona. Tudo indica que esta imagem representa o primeiro retrato óptico do cometa após sua passagem pelo ponto mais próximo do Sol – o chamado periélio.
O 3I/ATLAS é o ponto branco brilhante no centro da imagem, enquanto o ponto acima dele é uma estrela que aparece distorcida devido ao movimento do cometa. Crédito: Qicheng Zhang/Observatório Lowell
Telescópios pequenos podem observar o 3I/ATLAS
Zhang notou depois que o cometa também podia ser visto com equipamentos bem menores. Em seu blog Cometary, ele publicou uma foto feita com um pequeno telescópio e informou que astrônomos amadores do Hemisfério Norte já poderiam tentar observá-lo.
“Tudo o que é preciso é um céu limpo e um horizonte leste baixo”, explicou o pesquisador ao site Live Science. Segundo ele, o cometa aparecerá como uma pequena mancha no céu, mas deve ficar mais visível a cada dia.
Descoberto em julho, o 3I/ATLAS é apenas o terceiro objeto interestelar já detectado passando pelo Sistema Solar – ou seja, que veio de fora dele. Os cálculos mostram que o cometa viaja a mais de 210 mil km/h em uma trajetória praticamente retilínea. Isso indica que ele está apenas “de passagem” e não ficará preso pela gravidade do Sol, como os cometas comuns.
Imagem do cometa 3I/ATLAS em 1° de novembro de 2025, obtida com um telescópio de 152 mm. O cometa é o ponto predominantemente desfocado no centro, visível contra o fundo ruidoso do céu. Crédito: Qicheng Zhang/Observatório Lowell
Visitante interestelar mudou de cor
Ao longo das últimas semanas de outubro, o objeto ficou invisível para a Terra ao passar atrás do Sol. Ele atingiu o periélio dia 29, quando chegou a cerca de 210 milhões de quilômetros de distância da estrela. Nesse período, sondas solares continuaram monitorando sua trajetória para que os cientistas não perdessem informações sobre o raro visitante.
Conforme noticiado pelo Olhar Digital, Zhang e um colega coletaram dados momentos antes do periélio em um estudo relatado em um artigo disponível para revisão de pares no servidor arXiv apontando que o cometa havia ficado mais brilhante e apresentava uma coloração azulada incomum.
Essa tonalidade indica a liberação de gases à medida que o gelo do cometa evapora com o calor solar. O pesquisador acredita que o aumento de brilho pode continuar, mas mais observações serão necessárias para confirmar.
As imagens mostram o cometa 3I/ATLAS observado por diferentes instrumentos espaciais. À esquerda, ele é comparado a uma estrela próxima; à direita, aparece sob vários filtros. Todas as imagens estão alinhadas com o norte para cima, e as setas indicam sua velocidade e direção em relação ao Sol. Crédito: Zhang, Q. & Battams, K.
Zhang destacou que o Telescópio Discovery é um dos poucos grandes instrumentos capazes de observar tão perto do horizonte. Segundo ele, essa condição foi essencial para capturar o cometa logo após o periélio. O astrônomo conseguiu fazer a foto quando o 3I/ATLAS estava a apenas 16 graus do Sol, pouco acima do horizonte, aproveitando o momento exato em que o céu ainda estava escuro o suficiente.
Para se preparar, Zhang costuma usar um telescópio menor – com lente de 15 cm – para testar as condições do céu e ajustar o tempo de exposição antes das observações oficiais. Segundo ele, embora possam existir outros registros feitos por radiotelescópios ou por instrumentos menores, a imagem capturada parece ser a primeira foto óptica do cometa após o periélio.
Cometa atinge posição mais favorável semana que vem, diz especialista
Os próximos meses serão decisivos para entender melhor a composição e o comportamento do 3I/ATLAS. À medida que o cometa se afasta do Sol, o calor diminui e sua atividade começa a mudar. Isso permitirá aos cientistas observar o quanto de gás e poeira ele ainda libera, e assim obter pistas sobre sua origem e idade.
Apesar de algumas teorias mais fantasiosas sugerirem que o objeto poderia ser uma espaçonave alienígena, os cientistas são praticamente unânimes em reforçar que não há qualquer evidência disso e que o 3I/ATLAS é um cometa natural, vindo de um sistema estelar desconhecido da Via Láctea.
Estudos apontam que o “forasteiro” pode ser até três bilhões de anos mais velho que o Sistema Solar. A longa exposição à radiação cósmica teria formado uma crosta espessa e escurecida em sua superfície, dificultando a análise de seus materiais originais. Mesmo assim, cada nova observação deve ajudar a desvendar mais sobre a história desse mensageiro interestelar.
“O cometa está se afastando rapidamente do Sol”, explicou Zhang. “Em cerca de uma semana, ele estará em uma posição melhor, a 25 ou 30 graus do Sol, e mais telescópios ao redor do mundo poderão observá-lo.”
Com o 3I/ATLAS visível novamente, astrônomos ao redor do mundo se preparam para observações que devem revelar mais sobre a composição e o comportamento do cometa interestelar.
Foi finalizada, na noite desta segunda-feira (3), a fase de grupos da Kings League Brazil. Os classificados ao mata-mata estão definidos, assim como os primeiros eliminados.
A Loud SC, líder do Grupo A, garantiu vaga direta na semifinal. Isso porque na disputa entre times de cada chave, os representantes do Grupo A venceram por 3 a 2.
Os eliminados na fase de grupos são Real Elite FC, Fluxo FC e Capim FC. Sendo assim, os três jogos já estão definidos.
As quartas de final da Kings League Brazil serão disputadas na próxima segunda-feira (10), em Guarulhos.
Autoridades do governo Donald Trump teriam sido as responsáveis pelo ato do presidente dos Estados Unidos de barrar uma iniciativa da Nvidia para exportar chips avançados de inteligência artificial (IA) à China, após avaliarem que a medida representaria um risco à segurança nacional.
A decisão teria sido tomada pouco antes de uma reunião entre o presidente dos EUA e o líder chinês, Xi Jinping, realizada em 30 de outubro em Busan (Coreia do Sul), segundo fontes do governo atual e anterior que conversaram com o The Wall Street Journal.
Por que e quem impediu o “ok” de Trump à Nvidia e China?
Donald Trump havia considerado discutir com Xi o pedido do CEO da Nvidia, Jensen Huang, para liberar as vendas dos chips Blackwell, nova geração de processadores de IA da empresa;
A autorização representaria uma mudança significativa na política dos EUA, ao permitir que a China, principal rival geopolítico do país, tivesse acesso à tecnologia de ponta;
Huang, que mantém contato frequente com Trump, vinha fazendo intensa pressão para manter o acesso ao mercado chinês;
Entretanto, autoridades de alto escalão, incluindo o secretário de Estado, Marco Rubio, argumentaram que as exportações fortaleceriam os centros de dados de IA chineses e poderiam prejudicar os interesses estratégicos estadunidenses;
Também se opuseram ao pedido o representante de Comércio dos EUA, Jamieson Greer, e o secretário de Comércio, Howard Lutnick, responsáveis por negociações comerciais com Pequim;
Diante da oposição quase unânime de seus conselheiros, Trump decidiu não abordar o tema dos chips durante o encontro com Xi;
A decisão foi considerada uma vitória para Rubio e outros assessores sobre Huang, líder da empresa mais valiosa do mundo;
As exportações dos chips Blackwell poderiam render dezenas de bilhões de dólares à Nvidia e consolidar sua influência sobre as empresas chinesas de IA.
Trump não deixou chip Blackwell serem adquiridos pela China junto a Nvidia (Imagem: Joey Sussman/Shutterstock)
Chip Blackwell não foi liberado, mas um menos potente pode ser
Atualmente, a Nvidia aguarda autorização do governo estadunidense para comercializar uma versão menos potente do chip Blackwell no mercado chinês.
O modelo, segundo a empresa, é o mais avançado já desenvolvido: servidores equipados com a GPU B200 seriam três vezes mais poderosos que os baseados no chip anterior H100 para o treinamento de modelos de IA e até 15 vezes mais eficientes em tarefas de inferência.
“O presidente Trump ouve uma variedade de opiniões em questões de política, incluindo de grandes líderes empresariais”, afirmou o porta-voz da Casa Branca, Kush Desai. “O histórico encontro do presidente Trump com o presidente Xi demonstra, no entanto, que o único fator que orienta suas decisões é o melhor interesse do povo estadunidense.”
Em um evento da Nvidia em Washington (EUA), antes da reunião, Huang ressaltou a importância da China para o setor de IA, estimando que o país abriga cerca de metade dos pesquisadores da área no mundo.
O executivo afirmou temer que os EUA percam definitivamente esse mercado. “Eu realmente espero que o presidente Trump nos ajude a encontrar uma solução”, disse. “Neste momento, estamos em uma posição desconfortável.”
A viagem de Trump à Ásia foi vista como decisiva para o futuro dos negócios da Nvidia na China. Durante meses, o ex-presidente indicou que poderia autorizar a exportação de uma versão menos potente do chip Blackwell, mas, após a cúpula com Xi, mudou de posição.
Jinping se reuniu com Trump na semana passada; nenhum deles falou da Nvidia (Imagem: Kaliva/Shutterstock)
Em entrevista ao programa “60 Minutes”, da CBS, Trump afirmou que os EUA deixariam a China negociar com a Nvidia, mas não com os chips mais avançados. A jornalistas, declarou: “Nós não damos esse chip a outras pessoas”, sem esclarecer se se referia à versão de maior desempenho ou ao modelo adaptado para o mercado chinês.
O encontro entre Trump e Xi terminou sem grandes acordos, embora tenha resultado em uma redução de tarifas estadunidenses sobre produtos chineses e na retomada de compras de soja dos EUA por Pequim. As medidas reduziram tensões e abriram espaço para que ambos os países reforcem a autossuficiência em setores estratégicos, como semicondutores e minerais raros.
Para a China, o desfecho foi um revés, pois Xi buscava obter uma flexibilização na proibição de exportação de chips. Embora o objetivo de longo prazo de Pequim seja atingir independência tecnológica, o acesso imediato a processadores avançados é considerado vital para acelerar esse processo.
A Nvidia precisa de permissão formal do governo estadunidense para vender seus chips mais poderosos à China, restrição vigente desde 2022. O governo Trump tem se mostrado disposto a negociar as condições de exportação, gerando incerteza no setor.
Huang deve continuar pressionando por autorização para comercializar o Blackwell na China, especialmente antes da próxima visita de Trump ao país, prevista para abril. Em Washington, o executivo afirmou que o presidente costuma telefonar-lhe tarde da noite e que se tornou um de seus empresários favoritos.
Como seria o chip mais “fraco” da Nvidia?
A versão do chip Blackwell voltada à China ainda não teve suas especificações divulgadas. Em agosto, Trump havia dito que poderia aprovar um modelo com capacidade reduzida entre 30% e 50%, o que levaria de dois a três meses para ser desenvolvido pela empresa.
Mesmo que o novo chip seja autorizado, há dúvidas sobre sua viabilidade. Em agosto, a Casa Branca reverteu uma proibição de exportação de um chip mais antigo da Nvidia, desde que a empresa repassasse 15% da receita obtida na China ao governo estadunidense — um acordo que juristas classificaram como um imposto de exportação inconstitucional.
Chips Blackwell mais fracos poderiam ser liberados pelo governo dos EUA (Imagem: Mijansk786/Shutterstock)
Pouco depois, autoridades chinesas instruíram empresas locais a não comprarem o chip. A Nvidia não registrou vendas desse modelo H20 desde abril, perdendo bilhões de dólares em receitas.
O lobby da empresa também enfrentou resistência no Congresso e em grupos de análise política. Antes da reunião Trump-Xi, parlamentares divulgaram um vídeo em que Huang dizia, em entrevista à CNN, não achar relevante quem venceria a corrida da IA.
O Comitê da Câmara sobre a China chamou a declaração de “perigosamente ingênua” e comparou a disputa tecnológica à Guerra Fria: “É como argumentar que não faria diferença se os soviéticos tivessem superado os EUA na corrida pela bomba nuclear”, escreveu o comitê no X.