Para quem não sabe, crossover é um conceito narrativo em que personagens, cenários ou elementos de diferentes obras se encontram dentro de uma mesma história. Um exemplo é o filme de animação de 1987 que promove o encontro de “Os Jetsons” e “Os Flintstones“.
Esse recurso permite que universos distintos, que normalmente não interagiriam, se encontrem, criando situações inéditas, inusitadas e atraentes para os fãs.
No cinema, há alguns filmes interessantes que apresentaram crossovers de personagens super conhecidos. A seguir, listamos 8 filmes com crossovers disponíveis para assistir nos serviços de streaming.
8 filmes com crossover de personagens famosos e onde assisti-los online
Sadako vs. Kayako (2016) / Crédito: PKDN Films (divulgação)
Este filme japonês reúne duas franquias de terror do país que fizeram sucesso internacional: “O Chamado” e “O Grito”.
O título original é “Sadako vs. Kayako”, referindo-se às duas entidades símbolo de cada franquia.
Na trama, após assistirem a uma fita amaldiçoada, duas jovens passam a ser perseguidas por Sadako (conhecida no Brasil como Samara) e buscam ajuda para quebrar a maldição. O plano acaba envolvendo a casa de Kayako, onde as duas entidades se enfrentam.
Onde assistir:
Mercado Play (grátis);
NetMovies (grátis);
Pluto TV (grátis);
Looke.
Pânico no Lago: Projeto Anaconda (2015)
Lake Placid vs. Anaconda (2015) / Crédito: Destination Films, UFO International (divulgação)
Este filme de terror une as franquias “Anaconda” e “Pânico no Lago”, mostrando crocodilos e cobras gigantes matando humanos e se enfrentando.
Na trama, após cientistas cruzarem o sangue de um crocodilo gigante com o de uma anaconda para criar um soro, as criaturas escapam e passam a atacar a todos.
Onde assistir:Telecine.
Freddy vs. Jason (2003)
Freddy vs. Jason (2013) / Crédito: New Line Cinema (divulgação)
Um crossover entre as duas franquias de slasher mais conhecidas do cinema, “Freddy vs. Jason” reúne os icônicos antagonistas de “A Hora do Pesadelo” e “Sexta-Feira 13” em um embate épico.
Na trama, os moradores de Springwood tentam impedir os pesadelos com Freddy Krueger ao suprimir os sonhos. Enfraquecido, Freddy decide ressuscitar Jason Voorhees para espalhar medo e recuperar seus poderes.
Porém, o plano sai do controle quando Jason percebe que está sendo usado. O elenco conta com Monica Keena, Kelly Rowland e Robert Englund.
Onde assistir:HBO Max.
Alien vs. Predador (2004)
Alien vs. Predator (2004) / Crédito: 20th Century Fox (divulgação)
O crossover entre os personagens Alien e Predador surgiu em uma revista em quadrinhos de 1989. Depois disso, também foram lançados alguns jogos de videogame a partir dos anos 90 que uniam as duas franquias de filmes.
Contudo, uma reunião dos dois em um filme aconteceu pela primeira vez em 2004, sob a direção de Paul W. S. Anderson. Na trama, os Yautja (Predador) têm uma antiga tradição de caçar os Xenomorphs (Alien). No entanto, cientistas humanos acabam envolvidos na disputa ao explorarem uma pirâmide na Antártida. O longa ganhou uma sequência em 2007.
Godzilla vs. Kong (2021) / Crédito: Warner Bros. Pictures, Toho-Towa (divulgação)
Este é o quarto filme da franquia MonsterVerse, que construiu o encontro entre esses dois titãs após filmes solo de cada um.
Na trama, Kong é retirado da Ilha da Caveira por uma organização para encontrar uma fonte de energia na misteriosa Terra Oca. No entanto, a sua jornada desperta a fúria de Godzilla.
O elenco traz nomes como Alexander Skarsgård, Millie Bobby Brown e Rebecca Hall. A direção é de Adam Wingard.
Onde assistir:
Netflix;
HBO Max.
Uma Cilada para Roger Rabbit (1988)
Who Framed Roger Rabbit (1988) / Crédito: Buena Vista Pictures Distribution (divulgação)
Além de impressionar com sua mistura de animação e live-action, “Uma Cilada para Roger Rabbit” apresenta crossovers com vários dos personagens mais famosos dos desenhos animados.
Entre alguns deles estão Pernalonga e os Looney Tunes, Mickey Mouse e seus amigos, Pica-Pau e Droopy.
Dirigido por Robert Zemeckis, o filme é ambientado em um mundo onde desenhos e humanos coexistem. Na trama, um detetive particular (Bob Hoskins), que odeia os desenhos animados, deve ajudar o coelho Roger, acusado de assassinato.
Onde assistir:Disney+.
Batman vs As Tartarugas Ninjas (2019)
Batman vs. Teenage Mutant Ninja Turtles (2019) / Crédito: Warner Bros. Home Entertainment (divulgação)
Como o título indica, este filme animado reúne o Homem-Morcego com Michelangelo, Rafael, Donatello e Leonardo.
Na trama, Batman se une às Tartarugas Ninja para enfrentar Destruidor e Ra’s al Ghul, que planejam espalhar um mutagênico sobre Gotham e transformar seus habitantes em monstros.
Onde assistir:HBO Max.
Diretamente de Lugar Nenhum: Scooby-Doo! Encontra Coragem o Cão Covarde (2021)
Straight Outta Nowhere: Scooby-Doo! Meets Courage the Cowardly Dog (2021) / Crédito: Warner Bros. Home Entertainment (divulgação)
Os dois cachorros mais icônicos dos desenhos animados se encontram em “Diretamente de Lugar Nenhum: Scooby-Doo! Encontra Coragem, o Cão Covarde”.
Na trama, Scooby-Doo e sua turma chegam à cidade de Lugar Nenhum e se unem a Coragem para investigar ataques de cigarras gigantes.
Gustavo Gómez, zagueiro do Palmeiras, iniciou uma confusão generalizada durante o amistoso entre Estados Unidos e Paraguai na noite deste sábado (15), na Filadélfia.
Nos acréscimos do segundo tempo, Gómez quis cobrar um lateral rápido, mas Alex Freeman não permitiu e ambos acabaram se envolvendo numa briga.
Gustavo Gómez entrou numa confusão SURREAL no amistoso entre EUA x Paraguai.
Grande parte das duas delegações se envolveram na confusão à beira do campo, que inclusive teve troca de socos. No entanto, sem o recurso do VAR, não houve punições mais severas.
Sobre a partida
Os Estados Unidos venceram o Paraguai por 2 a 1 na noite deste sábado (15), em amistoso internacional disputado no Subaru Park, na Filadélfia. Giovanni Reyna e Floarin Balogun marcaram para os norte-americanos, enquanto Alex Arce descontou.
A partida foi movimentada desde o início. Aos quatro minutos, quando os donos da casa pressionavam, Maximilian Arfsten cruzou da direita para Reyna, na pequena área, só tocar de cabeça para o fundo das redes.
O Paraguai buscou o empate com o centroavante Arce. Miguel Almirón recebeu em velocidade na ponta esquerda e cruzou para o atacante marcar seu primeiro gol pela Albirroja.
Já no segundo tempo, Reyna recebeu pela esquerda, tocou para trás e, após desvio da zaga, a bola ficou livre para Balogun recolocar os estadunidenses na frente.
Em duelo atrasado pela 13ª rodada do Brasileirão, o Santos derrotou o Palmeiras por 1 a 0 neste sábado (15), na Vila Belmiro, e deixou a zona de rebaixamento da competição.
O gol da importante vitória do Peixe foi marcado pelo argentino Benjamín Rollheiser, aos 46 minutos da etapa final. Agora, o time alvinegro alcançou a marca de 36 pontos e pulou para a 16ª posição, colocando o Vitória no Z4.
Na briga pelo título do Brasileirão, o Verdão voltará aos gramados na próxima quarta-feira (19), às 15h (de Brasília), quando visita o Atlético-MG na Arena MRV, em Belo Horizonte. O Santos, por sua vez, entra em campo dentro de casa na mesma data, mas às 21h30, contra o Mirassol.
O clássico
Logo aos dois minutos de jogo, o Palmeiras teve a primeira chegada com o meia Maurício, que bateu fraco para fácil defesa do goleiro Gabriel Brazão. O Santos respondeu aos 13 minutos, quando o lateral Igor Vinícius invadiu a área, tentou o cruzamento rasteiro e o goleiro Carlos Miguel impediu o passe.
Já aos 20, Igor achou lindo passe para o ponta Álvaro Barreal, que saiu de frente com Carlos Miguel e viu o arqueiro do clube alviverde crescer para fazer grande defesa. Ele brilhou novamente aos 31 minutos, em finalização do ponta Guilherme que desviou no meio do caminho.
Na reta final da primeira etapa, o craque Neymar tabelou, invadiu a área e chutou em cima do lateral Jefté, quase abrindo o placar para o Peixe. Logo depois, o próprio Neymar bateu escanteio na área, o volante Zé Rafael desviou na primeira trave e o lateral Khellven salvou o Palmeiras em cima da linha.
No segundo tempo, o Verdão teve uma oportunidade clara logo no primeiro ataque, onde o jovem atacante Luighi não conseguiu finalizar dentro da área e a bola ficou com o Brazão.
Pouco depois, em contra-ataque rápido, o meia Raphael Veiga abriu para o próprio Luighi, que cortou a marcação e chutou forte para grande defesa de Brazão. O Santos chegou com perigo aos 11 minutos. Neymar foi até a linha de fundo e cruzou rasteiro, mas a bola passou por todo mundo e foi para fora.
Quando parecia que o clássico se encaminharia para o 0 a 0, o Peixe balançou as redes aos 46 minutos da etapa final. O lateral Escobar cruzou na área, o ponta Robinho Júnior ajeitou de cabeça e o meia Benjamín Rollheiser bateu cruzado para sacramentar a vitória dos donos da casa na Vila Belmiro.
No universo das séries de TV, a figura do showrunner é central. Ele é o produtor-executivo responsável por manter a coerência artística e criativa de uma produção. Seu trabalho engloba a escrita dos roteiros até a finalização dos episódios.
Nos últimos anos, poucos nomes se destacaram tanto nesse papel quanto Taylor Sheridan, roteirista, diretor, ator e showrunner americano que redefiniu o gênero faroeste e os dramas policiais na televisão.
Ele ganhou notoriedade ao escrever os roteiros dos filmes “Sicario” (2015) e “Hell or High Water” (2016), e se consolidou como um dos principais nomes da televisão ao criar a saga Yellowstone, um dos maiores sucessos recentes da Paramount.
A seguir, conheça as principais séries e filmes de Taylor Sheridan, disponíveis em diferentes plataformas de streaming.
Gosta de faroeste e história policial? Conheça as séries e filmes de Taylor Sheridan
Sheridan construiu uma grande saga em torno de “Yellowstone”, expandindo a narrativa para várias gerações e explorando as origens da família Dutton.
Yellowstone
Yellowstone via Paramount/reprodução
A série que deu origem a todo o universo criado por Taylor Sheridan acompanha John Dutton (interpretado pelo astro Kevin Costner), o patriarca de uma poderosa família de fazendeiros que luta para proteger suas terras das pressões do governo, de empresários e de grupos nativos.
Com paisagens deslumbrantes do oeste americano e uma trama repleta de intrigas políticas, rivalidades e dramas familiares, “Yellowstone” é o ponto de partida ideal para mergulhar no faroeste moderno.
Onde assistir:
Paramount+;
Netflix.
1883
Imagem: PrimeVideo/Reprodução
Prelúdio de “Yellowstone”, a série mostra os antepassados dos Dutton em uma perigosa jornada rumo ao Oeste americano após a Guerra Civil. Eles deixam Tennessee, eles enfrentam desafios até se estabelecerem em Montana, onde nascerá o Rancho Yellowstone.
A série conta com um elenco de peso, como Tim McGraw, Faith Hill e Sam Elliott.
Outra prequela de “Yellowstone”, a série acompanha a família Dutton em meio às dificuldades do pós-Primeira Guerra Mundial, enfrentando seca, pragas, a Lei Seca e o início da Grande Depressão.
O elenco conta com grandes atores, com Helen Mirren, Harrison Ford nos papéis principais. Além deles completam o elenco Brandon Sklenar, Julia Schlaepfer e Timothy Dalton.
Inicialmente planejada como um spin-off de “1883”, a série acabou se tornando uma produção independente, fora do universo “Yellowstone”.
A trama acompanha Bass Reeves (David Oyelowo), o primeiro delegado negro a atuar a oeste do rio Mississippi. Enfrentando o racismo e a violência do Velho Oeste, ele tenta impor a justiça em terras sem lei. Com supervisão de Taylor Sheridan, a série equilibra ação e drama histórico.
Além do faroeste, Taylor Sheridan também é reconhecido por criar dramas urbanos e séries de ação que exploram a corrupção, o poder e a violência institucional.
O Dono de Kingstown
O Dono de Kingstown / Crédito: Paramount+ (divulgação)
Ambientada na cidade fictícia de Kingstown, Michigan, onde o encarceramento é o principal negócio, a trama acompanha a família McLusky, mediadora entre gangues, prisioneiros, guardas e policiais.
Jeremy Renner interpreta Michael “Mike” McLusky, que assume o papel de “prefeito” após a morte do irmão. Ex-detento e conhecedor do sistema prisional, ele tenta manter o equilíbrio em um ambiente marcado por corrupção, brutalidade e desespero.
Onde assistir: Paramount+.
Tulsa King
Imagem: Paramount/Reprodução
Nesta série, Sylvester Stallone vive Dwight “O General” Manfredi, um mafioso recém-libertado da prisão que tenta reconstruir sua vida em Tulsa, Oklahoma.
Sem aliados na região, ele forma uma equipe improvável, incluindo um jovem taxista e o dono de uma loja de cannabis.
Misturando ação, humor e drama, “Tulsa King” mostra a tentativa de Dwight de reconstruir seu império e sua vida em um mundo que mudou completamente.
Inspirada em operações reais da CIA, “Special Ops: Lioness” é uma série de suspense e espionagem criada por Taylor Sheridan.
A trama acompanha uma agente disfarçada infiltrada em um grupo terrorista, enquanto enfrenta dilemas éticos e emocionais em meio à Guerra ao Terror.
A produção conta com atores famosos. Destaque para Zoe Saldaña, Nicole Kidman e Morgan Freeman.
Onde assistir:
Paramount+;
Netflix.
Filmes de Taylor Sheridan
Além de dominar a televisão, Taylor Sheridan também se destacou como roteirista e até diretor de filmes, sempre trabalhando com os gêneros de drama, suspense policial e histórias sobre crimes.
Sicario: Terra de Ninguém (2015)
Sicario (2015) / Crédito: Lionsgate (divulgação)
Com direção de Denis Villeneuve e roteiro de Sheridan, o filme acompanha uma agente do FBI (Emily Blunt) envolvida em uma operação secreta na fronteira EUA–México. Indicado a três Oscars, marcou a estreia de Sheridan como roteirista.
Onde assistir: LionsGate.
Sicario: Dia do Soldado (2018)
Sequência escrita por Sheridan e com direção de Stefano Sollima, foca em uma operação para provocar uma guerra entre cartéis mexicanos. A trama amplia o universo do primeiro filme, explorando ainda mais o cinismo e a brutalidade do conflito.
Onde assistir: Amazon Prime Video.
A Qualquer Custo (2016)
Um faroeste moderno em que dois irmãos (Chris Pine e Ben Foster) assaltam bancos para salvar a fazenda da família, enquanto um xerife (Jeff Bridges) tenta capturá-los. Sheridan recebeu indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original.
Onde assistir: Adrenalina Pura.
Terra Selvagem (2017)
Com direação e roteiro de Sheridan, o thriller acompanha um caçador (Jeremy Renner) e uma agente do FBI (Elizabeth Olsen) investigando o assassinato de uma jovem indígena em uma reserva nevada. O filme mistura mistério policial, crítica social e tensão psicológica.
Onde assistir: Adrenalina Pura.
Sem Remorso (2021)
Without Remorse (2021) / Crédito: Amazon Studios (divulgação)
Baseado na obra de Tom Clancy, o longa estrelado por Michael B. Jordan mostra um agente da marinha em busca de vingança após o assassinato de sua esposa. Sheridan coescreveu o roteiro, trazendo seu estilo realista e violento para o universo de espionagem.
Onde assistir: Amazon Prime Video.
Aqueles Que Me Desejam a Morte (2021)
Com direção de Sheridan, o filme acompanha uma bombeira florestal (Angelina Jolie) tentando proteger um garoto perseguido por assassinos em meio a incêndios florestais. Uma mistura de thriller de sobrevivência e drama emocional, com ritmo ágil e cenários intensos.
Com maioria da Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) para aceitar a denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República) contra Eduardo Bolsonaro (PL-SP), parlamentares repercutiram a decisão nas redes sociais.
Governistas comemoraram através do X, antigo Twitter, a acusação. Enquanto isso, oposicionistas mandaram mensagens de “apoio” a Eduardo.
O deputado foi acusado de articular sanções ao Brasil e autoridades brasileiras nos Estados Unidos. O objetivo seria interferir no julgamento do pai, Jair Bolsonaro (PL), condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por liderar uma tentativa de golpe de Estado.
O deputado e líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (PT-RJ), definiu como uma “vitória importante para a democracia” a formação de maioria para receber a denúncia contra Eduardo Bolsonaro, no STF.
Segundo o parlamentar, a acusação é “consequência direta” da representação realizada por ele em maio deste ano, com denúncias a “coação no curso do processo, as pressões internacionais, o lobby por sanções e o ataque às instituições brasileiras”.
Vitória importante para a democracia! O STF acaba de formar maioria para receber a denúncia da PGR contra Eduardo Bolsonaro no Inq. 4995. É consequência direta da representação que apresentei em maio, denunciando a coação no curso do processo, as pressões internacionais, o lobby… pic.twitter.com/ccJ6WqzaBV
Deputado federal licenciado e ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSOL-SP), afirmou que “aqui se faz, aqui se paga”, ao se referir à denúncia. “Não vai demorar muito pra ter reencontro familiar na Papuda!”, declarou, ainda, em referência ao presídio em que Bolsonaro pode cumprir pena.
Aqui se faz, aqui se paga! A primeira turma do STF acaba de formar maioria para tornar Eduardo Bolsonaro réu por coação no caso do Tarifaço. Não vai demorar muito pra ter reencontro familiar na Papuda!
“Eduardo Bolsonaro, por meio do tarifaço aplicado pelos EUA contra o Brasil, tentou impedir a condenação de seu pai Jair Bolsonaro. E ele fracassou”, disse a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP).
O STF acaba de formar maioria para tornar o parasita Eduardo Bolsonaro RÉU na Justiça pelo crime de coação no curso do processo.
Eduardo Bolsonaro, por meio do tarifaço aplicado pelos EUA contra o Brasil, tentou impedir a condenação de seu pai Jair Bolsonaro. E ele fracassou.
O deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) lamentou a formação de maioria para aceitar a denúncia contra Eduardo. Segundo ele, o que está acontecendo com o parlamentar é “inaceitável” e beira o “abuso”.
“Todos sabem que o objetivo final atingir Bolsonaro”, declarou.
O que estão fazendo com o deputado @BolsonaroSP é inaceitável, pra não dizer criminoso! Um ataque que beira o abuso e que todos sabem que o objetivo final atingir Bolsonaro. Uma perseguição sem precedentes mascarada de “justiça”. Quem entende minimamente de política já percebeu a…
O deputado federal e líder da oposição na Câmara, Zucco (PL-RS), disse que Eduardo Bolsonaro é “vítima de uma perseguição implacável”.
Todo o meu apoio ao @BolsonaroSP. Assim como seu pai, Jair Bolsonaro, ele é vítima de uma perseguição implacável contra quem não se curva ao sistema e defende a liberdade. Nós não vamos desistir do Brasil. A oposição e os brasileiros de bem estão contigo! Pra cima!
“É inaceitável a perseguição declarada a” Eduardo, afirmou o deputado federal Marco Feliciano (PL-SP). O parlamentar ainda desejou “força” à família Bolsonaro.
É inaceitável a perseguição declarada ao deputado @BolsonaroSP. Nem ele, nem seu pai, nosso capitão @jairbolsonaro merecem o tratamento que estão tendo pela justiça brasileira. Qualquer cidadão com um mínimo de noção política já fez a leitura: QUEREM A QUALQUER CUSTO INVIABILIZAR…
O ministro relator, Alexandre de Moraes, disse em voto que a PGR descreveu detalhadamente as condutas de Eduardo, trazendo provas suficientes de que o deputado buscou criar caos social por meio de suas ações nos EUA.
“Há relevantes indícios de que as condutas de Eduardo Nantes Bolsonaro tinham como objetivo a criação de um ambiente institucional e social de instabilidade, com aplicação de crescentes sanções a autoridades brasileiras e prejuízos econômicos ao Brasil, como modo de coagir os Ministros do Supremo Tribunal Federal a decidir favoravelmente ao réu Jair Messias Bolsonaro na AP 2.668/DF [processo da tentativa de golpe], em total desrespeito ao devido processo legal”, afirma Moraes.
Segundo a PGR, os denunciados usaram de “ameaças de violentas sanções e a efetiva aplicação de algumas delas” para coagir os ministros do Supremo.
No processo, a defesa de Eduardo foi feita pela DPU (Defensoria Pública da União), já que a Justiça não conseguiu fazer sua notificação. Ele foi avisado por edital, mesmo assim não apresentou defesa própria.
Veja os destaques do Olhar Digital News desta sexta-feira:
Em breve, Brasil vai elevar idade para uso de redes sociais e chatbots
O governo federal vai aumentar a idade mínima recomendada para o acesso de crianças e adolescentes às redes sociais e chatbots de inteligência artificial. A mudança, que passa a valer em março de 2026, faz parte da implementação do ECA Digital, lei sancionada em setembro de 2024, e será acompanhada de um novo Guia de Classificação Indicativa do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).
Não é só o Sol: estrela próxima é flagrada lançando jato de plasma para o espaço
O Sol não é a única estrela em fúria na vizinhança! Um artigo publicado na revista Nature relata a primeira observação de uma estrela relativamente próxima lançando ao espaço o fluxo de plasma conhecido como ejeção de massa coronal, fenômeno semelhante ao liberado pelas explosões que ocorrem no Sol.
Astronautas chineses que estavam “presos” no espaço voltam para a Terra
Depois de passarem um tempinho a mais do que o previsto no espaço, os três astronautas chineses que ficaram “presos” na estação Tiangong voltaram à Terra. Membros da missão Shenzhou-20, o trio enfrentou problemas ao tentar retornar na quarta-feira passada. A cápsula que faria o transporte sofreu alguns impactos antes do desacoplamento da estação Tiangong, possivelmente causados por fragmentos de lixo espacial.
Robô muda de forma e desafia qualquer terreno
Conheça o robô D1, um robô quadrúpede modulado e com uma característica única: a capacidade de mudar a própria forma. A novidade é da Direct Drive Technology, uma empresa de robótica de Hong Kong.
O Olhar Digital News vai ao ar de segunda a sexta-feira nas nossas redes sociais!
A nova série da HBO Max, “Ângela Diniz: Assassinada e Condenada“, conta a história de Ângela Diniz, uma mulher que, por conta da liberdade e autonomia, desafiou os padrões impostos às mulheres e foi brutalmente punida por isso.
Seu último relacionamento terminou em tragédia quando foi assassinada com quatro tiros à queima-roupa pelo namorado Doca Street. Marjorie Estiano interpreta Ângela, enquanto Emilio Dantas é o companheiro.
A lei que protegeu Doca é categorizada como “legítima defesa da honra”, que foi alterada há quatro anos. A alteração foi realizada para não permitir brechas, já que o assassino de Ângela teve a pena reduzida em dois anos — ao todo ele cumpriu 15 anos.
A alegação feita no primeiro julgamento, dizia que as atitudes de Ângela feriam a honra e a reputação de Doca. Em outro julgamento, em 1981, a pena foi alterada para 15 anos de reclusão.
Apenas em 2021, o STF (Supremo Tribunal Federal) julgou a utilização destas teses em casos de feminicídio e agressão contra a mulher, e as considerou inconstitucional, tendo reafirmado a mudança em 2023.
“A sociedade ainda hoje é machista, sexista, misógina e mata mulheres apenas porque elas querem ser donas de suas vidas”, disse a ministra Cármen Lúcia na época.
Talvez você já tenha ouvido falar de Petra, uma das várias cidades perdidas e lendárias do mundo. Localizada na região do deserto da Jordânia, a 1,5 mil metros de altitude, ela é singular, pois suas edificações foram talhadas na rocha avermelhada.
Logo na entrada, após o desfiladeiro Siq, podemos ver a fachada monumental de Al Khazna (Tesouro). Hoje abandonada, a cidade, apesar de estar em uma das regiões mais inóspitas do mundo, foi cheia de vida por séculos, depois, abandonada e perdida e, então, encontrada novamente.
Petra era a capital do povo nabateu, que viveu por lá há cerca de dois mil anos e que acabou perdendo-a para os romanos, império que a anexou ao seu vasto território por volta de 106 d.C., sendo ponto estratégico no comércio realizado entre as regiões do sul da Arábia (atuais Iêmen e Omâ), África, Índia e a região greco-romana.
Petra era a capital do povo nabateu, que viveram lá há cerca de dois mil anos (Imagem: Projecturk/Shutterstock)
Como Petra foi construída
Petra foi financiada com os impostos de até 25% cobrados sobre as mercadorias importadas;
Até a água tomada pelos camelos dos viajantes era cobrada;
Os nabateus traziam especiarias, incenso, seda e outras mercadorias valiosas;
Estima-se que Petra abrigou, em seu ápice, entre 20 mil e 30 mil habitantes;
Boa parte de sua arquitetura está talhada nas rochas, onde as fachadas de túmulos, templos e estruturas cerimoniais se encontram, em parte, até hoje.
No começo, citamos o Tesouro, cujo nome em árabe é Al Khazna. Ela é uma das principais edificações de Petra, mas, até hoje, arqueólogos e pesquisadores debatem sobre qual seria sua real função.
Imagina-se que o local seja um túmulo real, templo ou tesouraria, pois não possui grandes câmaras mortuárias. Uma das teorias diz que o espaço era um mausoléu dedicado ao rei Aretas IV (9 a.C. – 40 d.C.), um dos principais monarcas da história da cidade.
A técnica utilizada para esculpir Petra necessitava de planejamento preciso e domínio técnico, algo que também vemos em outras culturas, como a romana e a egípcia.
Segundo Zeyad Al-Salameen, arqueólogo da Universidade Mohamed Bin Zayed de Humanidades em Abu Dhabi (Emirados Árabes), em entrevista ao National Geographic, boa parte das instalações preservadas da cidade perdida são túmulos, indo de simples câmaras a grandes e suntuosas fachadas, como a do Tesouro.
As maravilhosas construções esculpidas nas rochas possuíam tons de cor variando entre laranja, vermelho e rosa, sendo, até hoje, algo de tirar o fôlego. Segundo uma lenda, a rainha do Egito Cleópatra teria pedido a seu então marido, César, imperador de Roma, que lhe desse Petra de presente como prova de amor.
A infraestrutura de Petra era sofisticada, permitindo que a cidade prosperasse. O sistema hidráulico dela foi dominado pelos nabateus, assim como vemos em outras culturas da época. Lembre-se: a região da cidade perdida é árida. Agora, pense: nessa situação, eles conseguiram desenvolver um sistema de captação de água bastante eficaz. Ele canalizava fontes externas e era composto por condutos nas rochas, reservatórios, cisternas e represas.
E se engana quem pensa que o calor foi páreo para esse povo. Eles fizeram túneis subterrâneos para evitar o aquecimento da água e até criaram represas que impediam que enchentes sazonais destruíssem as passagens pelo Siq. Eles conseguiam captar gota a gota e, no entorno, como ao norte, em Beidha, cultivavam árvores e alimentos em terraços agrícolas que evitavam a erosão.
Por lá, há evidências de que eles cultivavam vinhedos, oliveiras e cereais, como trigo e cevada. Além disso, alguns papiros contém registros de compra e venda, indicando práticas agrícolas.
Acima, no monte Umm al-Biyara, existiu uma grande cidadela que, provavelmente, era uma área administrativa ou palaciana de Petra. “Eles praticamente não deixaram registros escritos próprios”, diz Megan Perry, professora de antropologia na East Carolina University (EUA) e especialista na história de Petra, ao National Geographic.
Desfiladeiro Siq abriga a cidade perdida (Imagem: Richie Chan/Shutterstock)
Achados
Os arqueólogos continuam desenterrando a história de Petra. Lá, encontraram, em 2024, uma tumba de dois mil anos, localizada sob o Tesouro. Nela, havia 12 esqueletos.
Além disso, foram encontrados fragmentos de cerâmica e um dos esqueletos segurava o que parecia ser um cálice cerâmico. Os sedimentos onde houve o achado foram datados de entre o século I a.C. e o início do século II d.C., apontou Tim Kinnaird, pesquisador da Escola de Ciências da Terra e Ambientais da Universidade de St. Andrews (Escócia).
Não se sabe ao certo a identidade das 12 pessoas. A descoberta aconteceu enquanto Richard Bates, geofísico da Universidade de St. Andrews, fazia um trabalho de sensoriamento remoto.
O professor do Centro de Pesquisa em Arqueologia e Patrimônio da Universidade Livre de Bruxelas (Bélgica) Laurent Tholbecq explica que, há cerca de 20 anos, duas tumbas similares foram encontradas na região.
Para Perry, o achado de 2024 foi supervalorizado, pois uma tumba escavada em 2003, junto a outras encontradas na cidade perdida, continham muito mais indivíduos.
A vida dos nabateus era encarada como algo breve: “Eles encaravam a vida como uma curta jornada.”, diz Al-Salameen. Alguns historiadores acreditam que esse povo passou a ser formado no século IV a.C. a partir de tribos árabes que começaram a perceber que era melhor vender suas mercadorias aos viajantes do que saqueá-los.
Sua língua era o aramaico e inscrições funerárias encontradas na região explicam quem podia ser sepultado em cada túmulo. Havia, ainda, listas de punições e maldições contra quem as violasse. Outras traziam eram usadas como uma espécie de livro de visitas para viajantes, podendo conter um nome e uma súplica a divindades.
Com essas informações, os pesquisadores definem os nabateus como politeístas. Entre seus deuses, estavam Dushara (o principal; masculino e associado a Zeus) e Allat (deusa ligada à fertilidade, que, posteriormente, passou a ser representada como Afrodite).
Originalmente, esses deuses eram representados de forma abstrata (geometricamente) em blocos de pedra denominados bétilos. Com o passar do tempo, eles começaram a criar representações antropomórficas e humanas, inclusive sob a influência greco-romana, além da indiana.
Contudo, os nabateus não eram conhecidos somente por suas especiarias e habilidades. Eles juntaram, ao seu estilo, a arquitetura helenística, com frontões, colunas coríntias e motivos florais nas fachadas esculpidas nas rochas.
Eles também faziam cerâmica fina, conhecida como “Nabatean Fine“. Eles são vasos delgados, meio avermelhados e alguns foram levados à Roma como especiaria de exportação.
Escavações realizadas na região também apontaram que os nabateus tinham uma dieta com frutas, grãos, carnes e peixes advindos do Mar Morto. Também existiam vestígios de banquetes funerários, contendo ossos de animais, o que pode indicar que a comida também tinha papel cerimonial. “Temos muitas evidências de banquetes nabateus”, conta Perry.
Nabateus eram (muito) bons na técnica adotada para construir a cidade (Imagem: Vadim_N/Shutterstock)
Quando falamos da orientação política dos nabateus, eles eram orientados a um sistema sem sucessão hereditária, até que a dinastia real foi implementada em 168 a.C., com o primeiro rei da história de Petra, Aretas I. Chegaram a travar várias guerras contra os judeus, que ficavam na margem oposta do Mar Morto.
Já Obodas I (96 a.C. – 86 a.C.) foi bem-sucedido nas conquistas. Ele obteve parte da Síria, onde batizou uma cidade e a deificou. Aretas III (86 a.C. – 62 a.C.), seu sucessor, foi um dos primeiros nabateus a ter contato com a cultura helênica durante a ocupação de Damasco (Síria), adotando o título de Philhellene, o amante dos gregos.
Um dos mais poderosos reis de Petra foi Aretas IV, que citamos há alguns parágrafos, cujas construções foram monumentais. Existia, ainda, um conselho, chamado Gerúsia (que também esteve presente em outras culturas, como a dos espartanos). Ele participava das decisões administrativas com o rei.
Após Aretas III, a cultura nabateusa se confunde com a dos romanos, que foram tanto aliados, como inimigos. Um exemplo foi durante o reinado de Cleópatra no Egito, quando, em 31 a.C., o imperador nabateu Malichos Iqueimou os navios da rainha egípcia, que estavam tentando cruzar o Mediterrâneo — eles estavam em fuga. Esse ato pôs fim à batalha de Actium, na qual o imperador romano Marco Antônio (83 a.C. – 30 a.C.) foi vencido por Otávio e fez com que Cleópatra se suicidasse.
Quanto ao sistema familiar, organização, relação com divindades, como ganhavam a vida e demais costumes, é algo ainda incerto e alvo de pesquisas e investigações. Até hoje, as informações que existem sobre o povo nabateu vieram de documentos comerciais em papiro e pelas estruturas que permanecem de pé.
As pesquisas genéticas realizadas nos esqueletos encontrados na região mostram origens mistas: árabes, levantinos e, inclusive, povos do Cáucaso. Isso é de se imaginar, pois os moradores de Petra viveram no caminho das rotas comerciais. Ainda assim, “há centenas de perguntas ainda sem resposta“, pontua Al-Salameen.
Os nabateus também tinham um grande trunfo: sabiam montar em camelos, o que lhes dava vantagem ante a seus adversários, que só sabiam montar em cavalos.
Segundo o Aventuras na História, no século III a.C., o então rei da Macedônia, Dóson, tentou tomar a cidade. Os gregos tentaram realizar o feito montando em cavalos, mas não obtiveram sucesso, pois os nabateus e os camelos já estavam adaptados à vida no deserto jordaniano. Vale lembrar que esses animais podem ficar até sete dias sem água, podendo ficar ainda mais, caso permaneçam inativos.
Declínio e fim
A sorte dos nabateus começou a mudar em 20 d.C., quando o grego Hipalo achou um caminho via mar para o Oriente, acabando com o monopólio do povo de Petra na chamada Rota do Incenso.
Essa crise econômica que assolou a cidade coincidiu com disputas entre judeus e romanos, precipitando sua decadência. “No fim do século I d.C,. o reinado dos nabateus era a única peça que faltava no quebra-cabeça romano do Oriente Médio”, afirma Jane Taylor em seu livro “Petra and the Lost Kingdom of the Nabataeans” (“Petra e o reino perdido dos nabateus”, em tradução livre).
Os romanos anexaram Petra a seu território em 106 d.C., fazendo com que o idioma aramaico fosse substituído pelo latim e pelo grego (dos bizantinos).
Mas o efetivo “início do fim” de Petra se deu com um terremoto em 363 d.C. Ele destruiu boa parte dos espaços da cidade, inclusive, o sofisticado sistema hidráulico. Em 551 d.C., outro tremor de terra agravou as infraestruturas locais, especialmente o sistema de captação de água.
Isso fez com que a população passasse a deixar a cidade gradativamente, indo morar em assentamentos próximos às nascentes, até que ela virou uma cidade fantasma. Al-Salameen explica que esse [terremotos] “foi um dos motivos para o abandono geral da cidade”.
Em maio deste ano, Petra enfrentou outro fenômeno climático (com vítimas fatais). Uma enchente repentina atingiu o sul da Jordânia, chegando à antiga cidade. No momento do acontecido, centenas de turistas a visitavam e precisaram ser evacuados. Na região toda, foram cerca de 1,8 mil. Contudo, os corpos de duas pessoas — mãe e filho belgas — foram encontrados durante as buscas. Abaixo, veja um breve vídeo da enchente:
Redescoberta
Petra foi redescoberta em 1812 pelo aventureiro suíço Johann Burckhart. Para chegar até lá, ele precisou se disfarçar de peregrino muçulmano para que um guia beduíno o levasse à região.
Além disso, segundo a DW, para convencer o guia, ele afirmou que sacrificaria uma cabra no túmulo de Aaron, que fica a quatro quilômetros de Petra. Seus relatos foram publicados pela Assosiação Africana Britânica, em inglês, entre 1819 e 1831.
Até então, ela estava perdida e até se pensava que era uma lenda. “Após a Idade Média, não houve mais registro sobre Petra, envolta em uma névoa de mistérios. A população local escondia a região, porque acreditava que ali havia um tesouro“, explica a arqueóloga Martha Sharp Joukowsky.
No século em que foi redescoberta (século XIX), tudo que tínhamos sobre a cidade perdida eram relatos antigos, que, até hoje, não são compovadamente sobre Petra.
Mais de 100 anos após a redescoberta da cidade, Thomas Edward Lawrence (o famoso Lawrence da Arábia) apontou em seu livro “Os Sete Pilares da Sabedoria” que “Petra é o lugar mais magnífico do mundo“. As explorações arqueológicas das belas ruínas da região começaram na década de 1920 e permanecem até hoje.
Em 1985, foi reconhecida como Patrimônio Mundial da UNESCO e, em 1989, estreou nos cinemas em “Indiana Jones e a Última Cruzada“. No longa, foi lá que o Santo Graal foi encontrado.
Contudo, boa parte da cidade está esperando para ser explorada e redescoberta. Isso porque as áreas residenciais, estruturas administrativas e parte das vias estão soterradas. Até o momento, a área central de Petra teve apenas 2% escavado. Mas, nesse pequeno percentual, já existem 800 construções encontradas.
“Se você quiser visitar Petra, não conseguirá conhecê-la em um único dia“, afirma Al-Salameen, natural da região e que passou boa parte de sua juventude explorando-a. “Você verá uma cidade viva diante de si”, prossegue.
Apenas 2% da região central da cidade foi escavado, mas cerca de 800 edificações já foram encontradas (Imagem: volkova natalia/Shutterstock)
O que são cidades perdidas
“O termo ‘cidade perdida’ costuma designar locais com um número significativo de construções feitas com materiais não perecíveis, cuja localização permaneceu desconhecida por longos períodos para os pesquisadores”, explica o professor doutor Ângelo Alves Corrêa, do curso de Arqueologia da Universidade Federal do Piauí (UFPI) ao Olhar Digital.
O abandono dessas cidades resultou tanto de fatores climáticos, como secas, quanto sociais, como conflitos, migrações e reorganizações territoriais. Em alguns casos, mudanças ideológicas também influenciaram, com populações questionando a autoridade de nobres ou reis e buscando formas de vida mais autônomas. Esses processos graduais levaram ao esquecimento de antigas cidades, muitas vezes cobertas pela vegetação ou soterradas.
Corrêa explica que a ideia de “cidade perdida” ganhou força nos séculos XIX e XX, em meio ao avanço do colonialismo europeu, do imperialismo e do surgimento da arqueologia como disciplina científica.
Esse imaginário foi alimentado por narrativas de exploração e descoberta, muitas vezes romantizadas, que ignoravam o fato de que esses locais nunca estiveram realmente perdidos. “As populações locais sempre souberam de sua existência, utilizando-os como áreas de cultivo, pastagem ou como fonte de materiais para construção”.
O atacante Deyverson alcançou uma marca histórica na Arena MRV nesta quarta-feira (12). O jogador do Fortaleza marcou três vezes no empate em 3 a 3 com o Atlético-MG, pela 16ª rodada do Brasileirão, e se tornou o terceiro maior artilheiro da história do estádio.
Agora, o camisa 18 do Leão do Pici chegou aos nove gols na Casa do Galo e ultrapassou o lateral-esquerdo Guilherme Arana, atleta do time mineiro.
O primeiro gol de Deyverson no confronto veio logo no começo do segundo tempo, com o centroavante antecipando a defesa atleticana para marcar o primeiro da equipe comandada por Martín Palermo. Ele ampliou aos 21 minutos, de pênalti, diminuindo o placar para 3 a 2.
Já nos acréscimos, o atacante do Fortaleza marcou pela terceira vez. Após cruzamento, Deyverson desviou para as redes e deixou tudo igual em Belo Horizonte.
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é desaprovado por 50,9% dos brasileiros e aprovado por 45,9%, segundo o levantamento divulgado pelo instituto Paraná Pesquisas nesta terça-feira (11).