Seis pessoas da mesma família morreram em um grave acidente de trânsito na madrugada desta terça-feira (30), na rodovia PR-170, em Rolândia, no norte do Paraná. A colisão envolveu um automóvel e um caminhão.
As vítimas foram identificadas como o casal Alexandre Cordeiro e Adriana da Silva Souza Cordeiro, ambos de 37 anos, o filho Miguel de Souza Cordeiro, de 10 anos, e o sobrinho Elano Gabriel de Oliveira, de 14 anos. Também morreram dois bebês gêmeos, filhos do casal, de apenas 10 meses. Os nomes das crianças não foram divulgados.
Segundo a Polícia Civil do Paraná (PCPR), todas as vítimas que estavam no carro morreram ainda no local do acidente. O motorista do caminhão foi socorrido e permanece internado em estado grave.
Um segundo ocupante do veículo de carga teve ferimentos leves, recebeu alta hospitalar e deverá ser ouvido durante a investigação.
A PCPR instaurou um procedimento para apurar as circunstâncias da colisão. Equipes de perícia estiveram no local para a realização de exames técnicos que irão subsidiar o inquérito.
De acordo com a polícia, a apuração será baseada principalmente nos laudos periciais, já que as imagens obtidas até o momento não são suficientes para definir eventuais responsabilidades.
A Sony pode adiar o lançamento do PlayStation 6 além de 2027 por causa da escassez global de memória RAM. A informação consta em um novo relatório publicado pelo site Insider Gaming, que aponta discussões internas na indústria de jogos sobre o impacto da falta de componentes no cronograma da próxima geração de consoles.
Segundo o artigo, o problema está diretamente ligado ao aumento da demanda por memória impulsionado pelo avanço da inteligência artificial (IA), que tem pressionado a cadeia de suprimentos e encarecido o custo de RAM em escala global. Esse cenário já afeta diferentes segmentos da indústria de tecnologia e pode chegar também aos consoles.
Escassez de memória RAM no mercado global pode atrasar a chegada do PlayStation 6 (Imagem: Eduardo Y / Shutterstock.com)
Escassez de RAM pressiona planos da Sony
De acordo com o Insider Gaming, empresas do setor estariam avaliando a possibilidade de postergar lançamentos de novos consoles para evitar prejuízos financeiros. No caso da Sony, a discussão envolve manter ou não a janela de lançamento atualmente planejada para o PS6.
Vazamentos anteriores indicavam que a empresa trabalhava com um lançamento em novembro de 2027. No entanto, a escassez de memória RAM coloca esse prazo em risco, já que o custo dos componentes essenciais segue em alta.
Reinado do PS5 como o principal console da Sony pode durar mais (Imagem: Wachiwit/iStock)
Impacto da inteligência artificial no mercado de hardware
O relatório lembra que fabricantes de notebooks e smartphones já começaram a repassar os aumentos de custos aos consumidores. O crescimento acelerado do uso de IA elevou a procura por memória, reduzindo a oferta disponível para outros setores.
Com isso, empresas de tecnologia têm alertado para novos reajustes de preços, já que não há sinais de que a demanda por RAM diminua no curto prazo. A expectativa, segundo o texto, é de que a escassez continue ao longo do próximo ano e possivelmente além.
IA vem fazendo com que mais recursos e hardware sejam utilizados para suprir a demanda cada vez maior (Imagem: Caureem/Shutterstock)
Para a Sony, manter o lançamento do PlayStation 6 em 2027 implicaria escolhas difíceis. Uma alternativa seria repassar o aumento de custos ao consumidor, o que poderia afetar as vendas do console. Outra opção seria absorver os gastos adicionais, reduzindo margens de lucro.
A terceira possibilidade, agora discutida internamente, seria adiar o lançamento do PS6, apostando que a oferta de RAM aumente nos próximos anos e que os preços se estabilizem. Essa estratégia permitiria lançar o console em um cenário de custos mais previsíveis, segundo o relatório.
Todos já passamos pela frustração de tentar criar uma conta e o site exigir uma combinação impossível de letras maiúsculas, números e símbolos que você, com certeza, vai esquecer em cinco minutos. Pois saiba que essa “ginástica mental” pode ser menos eficaz do que uma simples frase longa para a segurança da sua conta.
No mundo da cibersegurança, a maré está virando: especialistas agora defendem que o comprimento da senha é muito mais importante do que a sua complexidade.
Frases longas são mais seguras que senhas com símbolos?
A segurança de uma senha não depende apenas de quão “estranha” ela parece, mas sim do número total de combinações possíveis que um computador precisa testar para adivinhá-la. É o que chamamos de entropia.
Homem mexendo no laptop com símbolo de cadeado, gerada por IA (Imagem: Reprodução/Freepik)
Geralmente, as pessoas preferem usar senhas curtas e trocar as letras por símbolos (como trocar o “a” por “@”). O problema é que os softwares de “força bruta”, usados por hackers para testar milhões de combinações por segundo, já conhecem esses truques.
Vamos comparar dois exemplos clássicos de como o tempo de quebra varia drasticamente:
A senha “complexa” curta: Pa$$w0rd (8 caracteres). Embora use símbolos e números, um computador moderno pode quebrá-la em poucos minutos ou até segundos, dependendo do poder de processamento.
A frase longa simples: casa-batata-azul-ventilador (25 caracteres). Mesmo sem usar nenhum símbolo “especial”, a quantidade de combinações para uma sequência deste tamanho é tão vasta que levaria centenas de anos para ser decifrada por máquinas atuais.
O uso de senhas fortes e da autenticação de dois fatores (2FA) adiciona uma camada extra de proteção contra invasões e golpes (Imagem: Renata Mendes via Dall-E 3 / Olhar Digital)
Para garantir que seus dados fiquem longe de mãos erradas, você não precisa de uma senha que pareça um código alienígena. Basta seguir algumas diretrizes práticas fundamentadas por especialistas em proteção de dados:
A regra dos 12: Use senhas ou frases com, no mínimo, 12 caracteres. Quanto mais longa, exponencialmente mais difícil ela se torna para os hackers.
Use separadores: Se o sistema permitir, utilize espaços ou hifens. Isso ajuda na memorização e adiciona uma camada de complexidade sem esforço.
Não recicle: Nunca use a mesma frase para o seu banco e para a sua rede social. Se um site for invadido, todas as suas outras contas estarão em risco.
Aposte em gerenciadores: Ferramentas como o Bitwarden ou o 1Password podem gerar e armazenar frases seguras para você, eliminando a necessidade de decorar dezenas de códigos. Você pode até usar geradores aleatórios confiáveis para criar suas frases iniciais.
A regra da escada de segurança
Para ajudar a visualizar onde você se encontra, criamos este guia rápido de níveis de proteção:
Nível 1 (Fraca): 12345678 ou senhabrasil.
Status: Quebrada instantaneamente por qualquer software básico.
Nível 2 (Média): Brasil@2024.
Status: Quebrada em minutos através de ataques de dicionário (que testam palavras comuns e datas).
Nível 3 (Forte): B7#r@$1L!.
Status: Muito difícil de decorar e, apesar de parecer robusta, ainda pode ser vulnerável em alguns dias de processamento intenso.
Nível 4 (Invencível): meu-carro-e-azul-e-velho.
Status:Fácil de decorar e levaria milênios para ser quebrada. É o padrão mais elevado da segurança atual.
A conclusão é simples: da próxima vez que precisar trocar sua senha, não tente ser “criativo” com símbolos confusos. Seja extenso. No fim das contas, na segurança digital, o tamanho realmente importa.
A lógica tradicional das redes sociais, baseada no tamanho da base de seguidores, vem perdendo relevância à medida que feeds algorítmicos passam a controlar o que cada usuário vê. Para criadores de conteúdo, isso significa lidar com um cenário em que publicar algo não garante alcance nem mesmo entre quem já apertou o botão “seguir”.
Executivos da chamada economia dos criadores ouvidos pelo TechCrunch avaliam que essa virada ficou mais evidente ao longo de 2025, quando os algoritmos passaram a ditar quase totalmente a distribuição de conteúdo.
Segundo eles, a mudança tem forçado influenciadores, streamers e produtores independentes a buscar novas formas de manter a relação com o público, em um ambiente marcado tanto pela desconfiança em relação à IA quanto pela proliferação de conteúdos repetitivos.
Não adianta mais apenas conquistar seguidores para fazer sucesso nas redes sociais, é preciso conquistar algoritmos (Imagem: Nattakorn_Maneerat / Shutterstock.com)
Seguidores deixam de ser o principal ativo
Para Amber Venz Box, CEO da LTK, empresa que conecta criadores a marcas por meio de marketing de afiliados, o peso do número de seguidores caiu drasticamente. Em entrevista ao TechCrunch, ela afirmou que 2025 marcou o momento em que os algoritmos assumiram o controle total da distribuição, tornando o tamanho da audiência um fator secundário.
Esse diagnóstico não é novo. Jack Conte, CEO do Patreon, já vinha alertando para o problema há anos. A diferença é que agora o impacto se espalhou por toda a indústria, atingindo desde influenciadores de redes sociais até streamers e podcasters. O desafio é maior para negócios que dependem diretamente da confiança do público, como é o caso da LTK, cujo modelo exige que seguidores confiem nas recomendações feitas pelos criadores.
Apesar desse cenário, um estudo encomendado pela empresa à Northwestern University trouxe um dado inesperado: a confiança nos criadores cresceu 21% em um ano. Para Box, a explicação está na reação do público ao conteúdo gerado por inteligência artificial, que teria levado consumidores a valorizar experiências humanas e relatos considerados autênticos.
Apesar do cenário, a confiança do público nos criadores na verdade cresceu (Imagem: Virrage Images / Shutterstock.com)
Mais investimento em influenciadores, menos controle
De acordo com o mesmo levantamento, 97% dos diretores de marketing pretendem ampliar seus orçamentos para marketing de influência. Ainda assim, manter um vínculo direto com a audiência segue sendo um desafio. Criadores ligados à LTK apostam que o ceticismo em relação à IA pode estimular relações mais diretas, como comunidades pagas ou plataformas menos dependentes de algoritmos.
Já para streamers, videopodcasters e produtores de vídeos curtos, a estratégia se aproxima mais de técnicas de crescimento acelerado. Sean Atkins, CEO da Dhar Mann Studios, resume o dilema ao questionar como divulgar conteúdo em um ambiente dominado por algoritmos e fragmentação da atenção, onde a confiança recai cada vez mais sobre indivíduos específicos.
Conteúdo está cada vez mais fragmentado nas redes sociais (Imagem: chainarong06/Shutterstock)
“Exércitos” de clipes e alcance algorítmico
Uma das táticas que vêm ganhando espaço envolve o uso de clippers, geralmente adolescentes recrutados via Discord para editar trechos curtos de transmissões e publicá-los em massa nas plataformas. Eric Wei, cofundador da Karat Financial, afirma que grandes nomes do streaming já utilizam esse método há algum tempo, explorando o fato de que o algoritmo pode impulsionar um vídeo independentemente do histórico da conta que o publicou.
Segundo Wei, esse modelo tende a crescer justamente porque até criadores muito populares têm dificuldade de alcançar diretamente seus fãs. Para os clippers, há também um incentivo financeiro, já que os ganhos estão atrelados ao número de visualizações.
Glenn Ginsburg, presidente da QYOU Media, compara o fenômeno à evolução das contas de memes, agora transformadas em uma corrida para distribuir o mesmo conteúdo de forma ampla e competitiva. Ainda assim, nem todos veem a prática com o mesmo entusiasmo. Reed Duchscher, CEO da agência Night e ex-empresário de MrBeast, reconhece a importância do clipping para aumentar a visibilidade, mas destaca limitações de escala e custos operacionais.
O crescimento desse tipo de estratégia também alimenta a discussão sobre o excesso de conteúdo de baixa qualidade, o chamado “slop”, termo que ganhou destaque a ponto de ser escolhido como palavra do ano pelo dicionário Merriam-Webster. Box aponta que mais de 94% das pessoas consideram que as redes sociais deixaram de ser realmente sociais, e mais da metade tem migrado parte do tempo para comunidades de nicho, como Strava, LinkedIn e Substack.
Nesse contexto, Duchscher avalia que criadores com propostas mais específicas tendem a se sair melhor do que grandes nomes de alcance massivo. Segundo ele, os algoritmos estão cada vez mais eficientes em entregar conteúdo segmentado, o que dificulta que um único criador domine múltiplos nichos ao mesmo tempo.
A CIA (Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos) realizou um ataque com drone contra uma instalação portuária no litoral da Venezuela no início de dezembro, disseram à CNN fontes familiarizadas com o assunto. Este teria sido o primeiro ataque dos EUA contra um alvo em território venezuelano.
O ataque ocorreu em um cais remoto que o governo de Donald Trump acreditava ser utilizado pela organização criminosa Tren de Aragua para armazenar drogas e transferi-las para embarcações, com objetivo de posteriormente enviá-las ao exterior, segundo fontes.
Ninguém estava presente nas instalações no momento do ataque, portanto, não houve vítimas, ainda conforme as fontes. As Forças de Operações Especiais dos EUA forneceram apoio de inteligência para a operação.
Uma das fontes ouvidas pela CNN classificou o ataque como bem-sucedida por destruir o cais e os barcos que lá estavam, mas também descreveu a ação como sendo, em grande parte, meramente simbólica, já que a instalação se trata apenas de uma de muitas utilizadas pelo narcotráfico visando o mercado internacional.
Procurada pela CNN, a CIA não quis comentar oficialmente sobre o ataque. A CNN também procurou a Casa Branca, o Comando de Operações Especiais dos EUA e os ministérios das Comunicações e das Relações Exteriores da Venezuela e aguarda posicionamentos.
O economista-chefe da Lev Asset, Jason Vieira, expressou preocupação com a insegurança jurídica gerada pela forma como o STF (Supremo Tribunal Federal) está conduzindo o caso do Banco Master. Em entrevista ao CNN Prime Time, Vieira destacou que esta é a primeira vez que o país vê uma intervenção do TCU (Tribunal de Contas da União) em um banco, o que considera fora do escopo de atuação do órgão.
Vieira criticou vários aspectos do processo, incluindo a maneira como o caso chegou ao STF, o sigilo imposto ao processo e o que ele descreve como uma “sensação de coação do próprio Banco Central”, instituição que considera técnica e independente, formada por profissionais de alto nível acadêmico.
“O Brasil já não é famoso por dar segurança jurídica, ou seja, nem o passado no Brasil é considerado concreto”, afirmou o economista, lembrando que decisões com efeito retroativo já afetaram investidores no país. Ele alertou que essa situação tende a afastar ainda mais os investidores estrangeiros, especialmente em ano eleitoral, quando a volatilidade dos ativos tende a aumentar.
Problemas do Banco Master eram conhecidos pelo mercado
Sobre o Banco Master especificamente, o economista comparou a situação a “uma crônica de uma morte anunciada”, referindo-se à obra de Gabriel García Márquez. Segundo ele, o mercado financeiro já estava ciente dos problemas da instituição, que oferecia títulos de crédito com valores acima do praticado pelo mercado.
Vieira relatou que muitos investidores aplicavam valores próximos ao limite do FGC (Fundo Garantidor de Crédito) justamente por precaução. “Colocavam 100 mil, 150 mil, 180 mil, nunca para que o resultado final sempre chegasse muito próximo da tranche do FGC. Ou seja, as pessoas mais ou menos sabiam que aquilo ali ia acontecer”, explicou.
O economista enfatizou que não há risco sistêmico para os bancos médios, pois o problema é específico de uma instituição e não do sistema financeiro como um todo. “O Banco Central, como regulador, agiu da maneira correta, no momento correto”, avaliou, destacando que a intervenção visou evitar que o problema se tornasse sistêmico.
Impacto no Fundo Garantidor de Crédito
Jason Vieira também manifestou preocupação com o impacto da liquidação do Banco Master no FGC (Fundo Garantidor de Crédito), que é constituído por aportes de todas as instituições financeiras nacionais. “O aporte desse recurso, obviamente, está sendo dilapidado agora por conta exatamente do que está acontecendo com o Banco Master”, observou.
Para o futuro, o economista prevê que o FGC deverá implementar instrumentos de controle mais severos e manter-se mais atento ao sistema financeiro, especialmente quando instituições oferecem rendimentos muito acima da inflação e da mediana do mercado com garantias consideradas frágeis.
“O que nós esperamos é que o que acontece com o Banco Master continue acontecendo no sentido jurídico. A intervenção é tudo que aconteça. Se houver uma reversão, por exemplo, a pedido do ministro Dias Toffoli, coisa parecida, aí a questão da insegurança jurídica que afasta o investidor estrangeiro e que dificulta o crédito no Brasil, isso pode ficar cada vez pior”, concluiu.
Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.
O mundo dos games proporciona fenômenos bem interessantes. Como é comum que uma obra de sucesso seja adaptada para outras mídias, existem muitos videogames baseados em filmes, desenhos e animes. No entanto, esse sucesso varia bastante de lugar para lugar.
No Japão, isso ganha um contorno específico. Como o país tem uma indústria muito forte de jogos, quadrinhos e animações, adaptações entre essas mídias são comuns no mercado interno. Algumas delas, porém, acabam sendo lançadas fora do Japão e ganham visibilidade internacional.
Esse processo pode fazer com que jogos baseados em animes pouco conhecidos se tornem mais populares do que a própria obra original. Pensando nisso, a seguir listamos oito jogos de anime que ficaram mais famosos do que a série que lhes deu origem.
8 jogos de anime que são mais famosos que a série original
Jungle no Ōja Tar-chan: Sekai Manyū Dai Kakutō no Maki
Jungle no Ōja Tar-chan: Sekai Manyū Dai Kakutō no Maki / Crédito: Bandai (divulgação)
Plataformas: Super Nintendo
Paródia de Tarzan, o obscuro anime de comédia e ação “Jungle King Tar-chan” é baseado no mangá de mesmo nome, publicado na Weekly Shōnen Jump.
A história acompanha as aventuras de Tar-chan, um lutador extremamente forte que foi criado na savana africana por um chimpanzé. Tar-chan vive protegendo sua esposa e seus amigos animais de diversas ameaças.
Apesar de o anime ser pouco conhecido, o jogo baseado na série, “Jungle no Ōja Tar-chan: Sekai Manyū Dai Kakutō no Maki”, lançado para Super Nintendo, acabou se tornando relativamente mais popular.
O game é uma plataforma 2D side-scrolling com muita ação, na qual você controla Tar-chan.
O anime Papuwa é completamente desconhecido pelos brasileiros, porém muita gente já deve ter jogado “Nankoku Shōnen Papuwa-kun” no Super Nintendo.
O desenho acompanhava Papuwa, um garoto de força extraordinária que vive em uma ilha repleta de animais falantes e uma trama ligada a pedras sobrenaturais. Já o jogo é um plataforma de ação 2D sidescrolling, bem elogiado e de jogabilidade simples. Contudo, em vez de Papuwa, o jogador controla outro personagem, Shintaro.
Uma curiosidade é que o mangá de Papuwa é escrito e ilustrado por Ami Shibata, a mesma criadora de Bucky, obra que teve anime exibido no Brasil e fez sucesso na época.
Tag Team Match: M.U.S.C.L.E.
Tag Team Match: M.U.S.C.L.E. / Crédito: Tose, Bandai (divulgação)
Plataformas: Nintendinho (NES)
O mangá e o anime “Kinnikuman” são extremamente influentes e bem-sucedidos, considerados clássicos no Japão. No entanto, a obra não conseguiu repetir o mesmo êxito internacionalmente e, aqui no Brasil, é bem desconhecida.
Contudo, quem é das antigas pode ter jogado o jogo de luta “Tag Team Match: M.U.S.C.L.E.” no Nintendinho, que trazia personagens como Kinnikuman, Ramenman, Terryman e Robin Mask.
Uma obra de comédia pastelão que depois incorpora a ação shonen, “Kinnikuman” acompanha o personagem-título, um herói fanfarrão e cômico que participa de torneios de luta livre.
Mamono Hunter Yōko: Dai 7 no Keishō
Mamono Hunter Yōko: Dai 7 no Keishō / Crédito: Klon, Masaya (divulgação)
Plataformas: Mega Drive
Pouquíssima gente conhece o anime “Devil Hunter Yohko”, que acompanha uma adolescente caçadora de demônios.
Todavia, o game de plataforma sidescrolling “Mamono Hunter Yōko: Dai 7 no Keishō” é muito mais conhecido. Lançado para Mega Drive, os jogadores controlam a protagonista Yohko, que empunha uma espada.
Baseado na série de mangá homônima publicada na Monthly Shōnen Jump, o anime de ação e luta “Zenki” não foi exibido no Brasil, por isso é bem obscuro por aqui.
Na história, o demônio Zenki foi selado séculos atrás pelo Bodhisattva Ozunu Enno. Sua descendente, Chiaki Enno, consegue libertá-lo, mas ele retorna como uma criança malcriada. Para que assuma novamente sua poderosa forma adulta e enfrente monstros gerados pelas sementes da deusa Karuma, Chiaki utiliza um bracelete mágico.
No entanto, curiosamente, o jogo “Kishin Douji Zenki – Battle Raiden” para Super Nintendo é bem conhecido aqui no Brasil, infinitamente mais do que o anime.
O título é um plataforma side-scrolling, no qual o jogador controla o protagonista nas formas Chibi e Deus Demônio, pulando e atacando os inimigos.
Ghost Sweeper Mikami: Joreishi wa Nice Body
Ghost Sweeper Mikami: Joreishi wa Nice Body / Crédito: Banalex (divulgação
Plataformas: Super Nintendo
Outro anime que não foi exibido oficialmente no Brasil, “Ghost Sweeper Mikami” é uma série de comédia e ação baseada no mangá homônimo publicado na Shonen Sunday. A obra segue as aventuras de Reiko Mikami, uma exorcista profissional um tanto mercenária.
No Brasil, o anime é bem desconhecido, mas o jogo para Super Nintendo “Ghost Sweeper Mikami: Joreishi wa Nice Body” muita gente por aqui conhece e já jogou. O game é um plataforma lateral no qual você controla Mikami, que pula e ataca com seu báculo mágico.
Magical Taruruto-kun
Magical Taruruto-kun / Crédito: Game Freak, Sega (divulgação)
Plataformas: Mega Drive
Baseado no mangá publicado na Weekly Shōnen Jump, o anime “Magical Taruruto-kun” é uma comédia que quase ninguém conhece no Brasil.
A obra segue Honmaru Edojo, um garoto excluído e azarado que enfrenta bullying diário na escola e tenta conquistar a inteligente Iyona Kawai. Contudo, sua vida muda ao conhecer o pequeno e poderoso mago “Taruruto”.
O anime ganhou algumas adaptações para games, mas a mais conhecida é “Magical Taruruto-kun” para Mega Drive, uma plataforma desenvolvida pela Game Freak, a mesma da série “Pokémon”.
O jogo é uma plataforma 2D de rolagem lateral com visuais vibrantes. O jogador controla “Taruruto”, que usa sua caneta mágica para tornar objetos sencientes e jogá-los nos inimigos.
Hameln no Violin Hiki
Hameln no Violin Hiki / Crédito: Enix (divulgação)
Plataformas: Super Nintendo
Embora tenha sido lançado apenas no Japão pela Enix, “Hameln no Violin Hiki” é um jogo relativamente conhecido dentro da biblioteca do Super Nintendo.
O game é um plataforma 2D com jogabilidade criativa e foco em humor. O jogador controla Hamel, que usa um violino como arma.
Um elemento central da jogabilidade é a personagem que o acompanha, a garota Flute, que pode ser arremessada por Hamel e também veste diversas fantasias inusitadas ao longo do jogo para ajudar na progressão das fases.
Aqui no Brasil, o jogo é bem mais conhecido que o mangá, mais voltado para a comédia, e o anime, que é uma adaptação bem diferente, mais séria e sombria.
Neste domingo (28), Crystal Palace x Tottenham se enfrentam pela 18ª rodada da Premier League 2025/26. A bola rola às 13h30 (horário de Brasília) no Selhurst Park, em Londres (Inglaterra).
Onde assistir Crystal Palace x Tottenham na Premier League?
O duelo entre Crystal Palace e Tottenham terá transmissão na TV por assinatura, pela ESPN, e pelo streaming Disney+.
Prováveis escalações
Crystal Palace: Dean Henderson; Marc Guéhi, Lacroix, Jefferson Lerma; Tyrick Mitchell, Adam Wharton, Will Hughes, Nathaniel Clyne; Yéremy Pino, Nketiah; Mateta.
Técnico: Olivier Glasner.
Tottenham: Vicario; Pedro Porro, Kevin Danso, Van de Ven, Djed Spence; Bentancur, Archie Gray; Kudus, Bergvall, Kolo Muani; Richarlison.
Técnico: Thomas Frank.
Arbitragem:
Árbitro: Jarred Gillett.
Assistentes: Mark Scholes e Scott Ledger.
VAR: James Bell.
As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.
O Crystal Palace chega ao duelo na oitava posição, com 26 pontos. Mas sofre com o desfalque Ismaïla Sarr, que está jogando a Copa das Nações Africanas por Senegal.
Já o Tottenham vem tendo uma temporada decepcionante, se encontra na décima quarta posição com apenas 22 pontos, distante do objetivo inicial que era as competições europeias. Desfalques importantes para a equipe são o zagueiro Romero, suspenso; Maddison e Kulusevski, lesionados, e Pepe Matar Sarr, jogando a Copa da Nações Africanas por Senegal.
Os bancos têm registrado algumas das maiores valorizações no mercado brasileiro até este momento, com três instituições na lista das cinco empresas do Ibovespa que mais valorizaram no ano, segundo levantamento da consultoria Elos Ayta.
A análise considera a variação no valor absoluto das empresas, não a variação das ações em si.
“Enquanto o preço reflete melhor a rentabilidade percentual ao acionista, o valor de mercado evidencia o volume de riqueza criado ou destruído ao longo do período analisado”, indica Einar Rivero, CEO da Elos Ayta e responsável pelo levantamento.
“Os dados reforçam que, ao longo de 2025, a criação, ou destruição, de valor na bolsa brasileira foi tudo menos homogênea. Mais do que acompanhar índices, o comportamento do valor de mercado expõe, em números absolutos, como diferentes modelos de negócio, estruturas de capital e percepções de risco foram precificados pelos investidores ao longo do ano”, explica.
O BTG Pactual lidera o ranking, registrando alta de R$ 155,3 bilhões em valor de mercado. Atrás dele seguem o Itaú Unibanco, com avanço de R$ 132,7 bilhões; e a mineradora Vale, com aumento de R$ 79,2 bilhões. Bradesco aparece em quarto na lista, com R$ 66,5 bilhões.
“Mais do que acompanhar o sobe e desce das cotações, o valor de mercado traduz, em cifras absolutas, a percepção do mercado sobre cada empresa ao longo do tempo”, afirma Rivero.
Na outra ponta, a Petrobras registrou a maior perda do ano, caindo R$ 85,7 bilhões em valor de mercado. Junto ao Banco do Brasil, com queda de R$ 13,2 bilhões, as estatais representam uma desvalorização maior que a soma das outras oito empresas da lista de maiores quedas do ano.
Outro ponto que a consultoria destaca é a assimetria dentro de alguns setores.
“Três segmentos aparecem simultaneamente entre as maiores altas e as maiores quedas do ano, evidenciando como empresas de um mesmo setor podem seguir trajetórias bastante distintas ao longo do ciclo de mercado”, pontua Rivero, apontando água e saneamento, energia e serviços médico-hospitalares entre os variantes.
Um terremoto de magnitude 5,8 atingiu a região próxima à costa norte do Peru neste sábado (27), informou o Centro Alemão de Pesquisa em Geociências (GFZ).
O abalo sísmico ocorreu a uma profundidade de 10 km, informou o GFZ.
A Direção de Hidrografia e Navegação da Marinha do Peru anunciou em seu X, antigo Twitter, que foi descartada a possibilidade de tsunami na costa peruana.
Lançado no dia 5 de junho de 2025, o console Nintendo Switch 2 já conta com um catálogo de peso, reunindo jogos que se destacam não apenas pelo apelo comercial, mas também pela excelência técnica, narrativa e de jogabilidade. Com base nas notas atribuídas pela crítica internacional no site Metacritic, é possível traçar um panorama dos títulos mais bem avaliados disponíveis para o console.
A lista a seguir reúne os dez jogos que lideram esse ranking, trazendo informações essenciais como sinopse, data de lançamento para o Nintendo Switch 2, desenvolvedora e a respectiva pontuação obtida no agregador.
Os games listados a seguir também foram lançados em 2025 e estão fazendo muito sucesso no console. Confira quais são os títulos que mais se destacaram este ano.
1. The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom
The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom (Imagem: Divulgação/Nintendo)
Aclamada continuação de “Breath of the Wild”, esta aventura leva Link a explorar não apenas Hyrule, mas também suas ilhas flutuantes nos céus e vastas áreas subterrâneas, oferecendo liberdade criativa e mecânicas inovadoras como construção e fusão de objetos. A versão para Switch 2 traz melhorias gráficas e desempenho refinado.
Personagem principal do game (Imagem: Nintendo/Divulgação)
Este marco dos jogos de mundo aberto redefine o gênero ao colocar o jogador no controle de Link em uma vasta Hyrule repleta de desafios, enigmas e liberdade de exploração. A edição para Switch 2 eleva a experiência com melhorias técnicas e visuais.
Continuação do premiado roguelike de ação, Hades II põe os jogadores na pele de Melinoë, filha de Hades, em uma jornada repleta de combate rápido, narrativa envolvente e sistemas de progressão que incentivam múltiplas replays.
Hollow Knight: Silksong (Imagem: Team Cherry / Divulgação)
Sequência aguardada do aclamado metroidvania, Silksong coloca Hornet em um novo reino repleto de criaturas perigosas e segredos a desvendar. A versão Switch 2 oferece apresentação e desempenho adequados ao novo hardware.
Personagens Donkey Kong e Pauline (Imagem: Divulgação/Nintendo)
Uma reinvenção da franquia Donkey Kong em plataforma 3D, combinando ação e exploração com mecânicas de destruição e cooperação. O título destaca-se por seu design de fases e apelo tanto para fãs antigos quanto para novos jogadores.
Cena de combate em Trails in the Sky 1st Chapter (Imagem: Nihon Falcom/Divulgação)
Remake de um clássico RPG japonês, este título revitaliza o primeiro capítulo da saga The Legend of Heroes com gráficos 3D atualizados, combate por turnos e narrativa rica em personagens e eventos.
Cena do jogo Split Fiction com as duas protagonistas (Imagem: Divulgação/Hazelight Studios)
Ação e aventura cooperativa que mistura mundos de ficção científica e fantasia. Jogadores exploram cenários criativos como escritores presos em suas próprias histórias, enfrentando desafios que exigem cooperação e estratégia.
Capa do jogo Street Fighter 6 (Imagem: Divulgação/Capcom)
A mais recente entrada na icônica série de jogos de luta da Capcom. Com modos de jogo variados, um elenco diversificado de lutadores e sistemas de combate acessíveis e profundos, Street Fighter 6 mantém-se como um dos principais títulos competitivos.
Coleção conta com os três títulos da franquia (Imagem: Divulgação/Nintendo)
Coletânea que reúne os três títulos da série Atelier Ryza, com conteúdo adicional, novos personagens e melhorias visuais. O pacote oferece uma experiência extensa de JRPG com elementos de criação de itens e batalhas em turnos.
10. FINAL FANTASY TACTICS – The Ivalice Chronicles
Capa oficial do game na Nintendo (Imagem: Divulgação/Nintendo)
Nova edição de um clássico do gênero tático, combinando elementos estratégicos e narrativa profunda. Esta versão inclui melhorias de interface, diálogos dublados e ajustes modernos que facilitam a experiência no Nintendo Switch 2.
O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) relatou, nesta sexta-feira (26), que seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), fez uma breve caminhada no hospital DF Star, em Brasília, para reduzir o risco de trombose após realizar uma cirurgia de hérnia inguinal.
“Hoje, 26/12/2025, meu pai realizou breve caminhada, conforme orientação médica, com o objetivo de reduzir o risco de trombose. Ontem, ainda antes de entrar em cirurgia, recebeu suplementação de ferro em razão de seu quadro de anemia já diagnosticado”, disse Carlos.
Ainda segundo o filho “02” de Bolsonaro, a ausência de acompanhamento médico e pessoal pode levar ao surgimento de novas hérnias, sendo necessário o controle rigoroso de alimentação e de rotina diária.
“É de conhecimento público que ele não possui mais parede abdominal funcional, em decorrência da facada sofrida e das oito cirurgias realizadas desde a tentativa de assassinato”, prosseguiu.
Carlos prossegue dizendo que Bolsonaro não conseguiria fazer exercícios dentro da Superintendência da PF (Polícia Federal) onde está preso.
“Sua condição clínica tende a se agravar, como ficou evidente neste último episódio. As hérnias surgem porque a tela implantada não suporta a expansão abdominal, podendo causar aderências internas graves, potencialmente fatais, se não tratadas com rapidez com o surgimento de aderências intestinais.”
Hoje, 26/12/2025, meu pai realizou breve caminhada, conforme orientação médica, com o objetivo de reduzir o risco de trombose. Ontem, ainda antes de entrar em cirurgia, recebeu suplementação de ferro em razão de seu quadro de anemia já diagnosticado.
O informe médico ainda diz que foram realizados “ajustes das medicações para soluço e para doença do refluxo gastro-esofágico”.
Os médicos também analisam submeter o ex-presidente a novo procedimento para cessar com soluços, com anestésico para bloqueio do nervo frênico. Segundo o cardiologista Brasil Caiado, a equipe deve decidir se fará o procedimento na segunda-feira (29).