Se “Pecadores” te emocionou, você tem algo em comum com um de seus protagonistas, Michael B. Jordan.
Em entrevista à W, o ator revelou que interpretar os gêmeos idênticos Elijah “Smoke” Moore e Elias “Stack” Moore o deixou bastante emotivo. “Eu chorei durante ‘Pecadores'”, disse ele à publicação. “Também chorei durante as filmagens.”
E não são apenas seus próprios projetos que o emocionam, já que Michael também admitiu que o filme “Armageddon” o afeta todas as vezes. “Eu chorei muito assistindo Armageddon”, disse ele. “Também tive um momento muito emotivo assistindo à última temporada do anime ‘My Hero Academi’a, quando Bakugo, um personagem desde a primeira temporada, tem este momento emocionante em que finalmente é reconhecido por um de seus mentores e ídolos. Foi lindo.”
Jordan, que mantém uma longa parceria com o roteirista e diretor de “Pecadores”, Ryan Coogler, conquistou aclamação da crítica e indicações a prêmios graças à sua impecável performance como gêmeos.
Sua colega de elenco Wunmi Mosaku, que interpreta Annie, a esposa afastada de Smoke, disse à W que “nunca ficou confusa” com Jordan interpretando dois personagens diferentes. “Eu conseguia identificar se ele era Smoke ou Stack mesmo de costas. Tínhamos esse tipo de magnetismo quando ele era Smoke”, disse ela. “E quando ele era Stack, ficávamos em lados opostos da sala. Era seu ritmo, sua energia, seu espírito, seu rosto. Stack tem covinhas, e Smoke não.”
O acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia pode ser aprovado mesmo com a oposição declarada do presidente da França, Emmanuel Macron. Segundo análise do especialista em assuntos internacionais da CNN, Lourival Sant’Anna, a tendência é que o acordo avance, principalmente devido ao provável apoio da primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni.
De acordo com o analista, para que o acordo seja rejeitado, seria necessário que países representando 35% da população europeia se posicionassem contra. Com a provável adesão da Itália ao acordo, esse percentual não será alcançado pela oposição, garantindo os 65% necessários para aprovação.
Estratégia europeia para viabilizar o acordo
A Comissão Europeia adotou medidas importantes para superar resistências, principalmente do setor agrícola europeu. “Entre as principais iniciativas está a antecipação dos subsídios para agricultores europeus, de forma defensiva, garantindo que não serão prejudicados pelo aumento das importações de produtos agrícolas do Mercosul”, explica Lourival.
Outro ponto crucial foi o fortalecimento das salvaguardas comerciais. A proposta inicial estabelecia que o acordo poderia ser suspenso se as exportações de produtos agrícolas do Mercosul para a União Europeia aumentassem em média 10% ao longo de três anos. Esse percentual foi reduzido para 5%, oferecendo maior proteção ao setor agrícola europeu.
A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, tem negociado de forma estratégica e sinalizou que apoiará o acordo desde que estas medidas protetivas sejam efetivamente implementadas, especialmente os subsídios do Programa Europeu de Subsídios Agrícolas e as salvaguardas comerciais. Com esse apoio italiano, França e Polônia, que lideram a resistência ao acordo, devem ficar em posição minoritária no bloco europeu.
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O cantor e ator Joe Keery, 33, conquistou o 1º lugar do Top 50 Global do Spotify desbancando o longo reinado de Taylor Swift, 36. Keery se tornou conhecido por seu papel de Steve Harrington em “Stranger Things”.
Ele conseguiu assumir o primeiro lugar do ranking da plataforma com a faixa viral “End of Beginning” de seu projeto musical Djo, que conquistou as redes sociais no ano passado. Com o encerramento da série, os fãs da produção aumentaram ainda mais as reproduções conseguindo tirar o topo da loirinha – que estava há 78 dias consecutivos com “The Fate Of Ophelia”.
O single também subiu no “Top músicas – Mundo”, que faz um relatório semanal das mais tocadas, ocupando o terceiro lugar, abaixo de Taylor Swift e “Golden” de “Guerreiras do K-Pop”. O sucesso do encerramento de série da Netflix também impulsionou um pico de reproduções de duas canções de Prince, usadas no capítulo final da produção.
Às 7h da manhã, a terra começou a tremer. De repente, o petróleo jorrou do poço em uma erupção colossal que atingiu 60 metros de altura e espirrou nos moradores apavorados de La Rosa.
O poço de petróleo mais produtivo do planeta acabara de ser descoberto. Com ele, a transformação da Venezuela em uma superpotência petrolífera começara — para o bem ou para o mal.
Já se sabia que a Venezuela possuía petróleo bruto — exploradores espanhóis do século 15 observaram povos indígenas usando petróleo para fazer fogo e asfalto para remendar suas canoas.
Mas a riqueza petrolífera da Venezuela era disputada até que companhias petrolíferas estrangeiras passaram a se interessar seriamente pela região durante a Primeira Guerra Mundial, quando o combustível era muito procurado e as nações ocidentais começaram a temer a escassez de suprimentos.
Exploradores da Venezuelan Oil Concessions (VOC), afiliada local da Royal Dutch Shell, passaram grande parte da década de 1910 explorando a região com sucesso moderado.
Mas em 31 de julho de 1922, eles tomaram uma decisão de grande importância: a VOC decidiu perfurar mais fundo o poço Los Barrosos-2, um poço de petróleo na Bacia de Maracaibo que haviam perfurado quatro anos antes, mas que já haviam abandonado, de acordo com Orlando Méndez, historiador dos campos petrolíferos venezuelanos e membro da Associação Americana de Geólogos de Petróleo.
A VOC continuaria perfurandi o poço Los Barrosos-2 por meses. Na segunda semana de dezembro, a perfuradora atingiu uma profundidade de 442 metros e encontrou areias betuminosas.
Petróleo e gás começaram a jorrar e, em 14 de dezembro, a terra tremeu, o jorro começou a sair do solo e o gás não pôde ser contido por mais de uma semana.
Foi um grande desastre ecológico. Mas colocou a Venezuela em uma trajetória de um século de riqueza impressionante, crises significativas e turbulência política.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que um dos principais objetivos da recente operação militar na Venezuela é colocar o setor petrolífero do país sob controle americano e dar às empresas petrolíferas americanas a capacidade de se reestruturarem no país.
“As companhias petrolíferas vão entrar e reconstruir o sistema”, declarou Trump na noite de domingo (4).
“Foi o maior roubo da história dos Estados Unidos. Ninguém jamais roubou nossa propriedade como eles fizeram. Levaram nosso petróleo. Levaram a infraestrutura, que agora está apodrecida e deteriorada, e as companhias petrolíferas vão entrar e reconstruí-la”, acrescentou.
Se isso acontecer, será caro, complexo e potencialmente perigoso.
“Será um longo caminho, considerando um declínio de décadas sob os regimes de Chávez e Maduro, bem como o fato de que o histórico dos EUA em mudanças de regime não é de sucesso inequívoco”, disse Helima Croft, chefe de estratégia global de commodities da RBC Capital Markets.
Isso está de acordo com as estimativas da Petróleos de Venezuela, SA, mais conhecida como PDVSA, a estatal petrolífera venezuelana. A PDVSA reconhece que os oleodutos não são modernizados há 50 anos e que o custo para atualizar a infraestrutura e retornar aos níveis máximos de produção seria de US$ 58 bilhões.
Outra complicação: a PDVSA é controlada pelos militares há décadas, e a economia da Venezuela depende exclusivamente do seu sucesso. Trump reconheceu que as forças armadas americanas podem precisar manter uma presença militar de longo prazo no país para garantir a segurança da infraestrutura petrolífera venezuelana.
Nas últimas semanas, funcionários do governo Trump entraram em contato com empresas petrolíferas americanas para avaliar o interesse em retomar as operações na Venezuela, mas as empresas de energia se mostraram relutantes em se comprometer, especialmente devido às grandes dúvidas sobre a estabilidade futura do país, segundo duas fontes familiarizadas com as negociações.
Por ora, o governo Trump afirma estar trabalhando com Delcy Rodríguez, que foi vice-presidente e ministra da Energia de Maduro, para ajudar os Estados Unidos a administrar o país – apesar de o movimento de oposição venezuelano ter informado o governo Trump diversas vezes sobre os planos de privatizar a indústria petrolífera caso assumisse o controle do governo, acrescentaram as fontes.
“É impossível simplesmente trazer empresas americanas para a Venezuela sem um acordo com o governo”, afirmou Homayoun Falakshai, analista-chefe de pesquisa de petróleo bruto da Kpler.
“Uma vez feito isso (e pode levar meses, no mínimo), as empresas americanas terão uma presença mais forte e enviarão a maior parte de sua produção de volta para a Costa do Golfo dos EUA, que tem grande demanda por petróleo bruto ácido”.
Se tudo correr bem — e isso é uma grande incógnita — a indústria petrolífera americana poderá restabelecer seu parceiro mais importante, com quem negocia há mais de um século. Mas, como Trump apontou, essa parceria nem sempre foi fácil.
Importância estratégica da Venezuela
Em 1929, a Venezuela havia se transformado completamente de uma exportadora agrícola em uma economia baseada no petróleo. Mais de 100 empresas petrolíferas estrangeiras operavam no país, que se tornou o segundo maior produtor de petróleo do mundo, atrás dos Estados Unidos, de acordo com o Conselho de Relações Exteriores.
A liderança da Venezuela na época, o general Juan Vicente Gómez, acolheu bem a entrada de empresas. Mas o governo e o povo da Venezuela não estavam colhendo os frutos da atuação das maiores corporações do mundo — Standard Oil, Shell e Gulf — que efetivamente dominaram a economia do país.
Gómez morreu em 1935 e seus sucessores buscaram reformas. A Venezuela aprovou a Lei dos Hidrocarbonetos de 1943, que obrigava as companhias petrolíferas estrangeiras a entregar metade doa lucros com o petróleo, conforme informações do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais.
Era um preço que as companhias petrolíferas estavam dispostas a pagar. Isso porque a Venezuela detinha a vantagem.
Para começar, a Venezuela era rica em petróleo, possuindo reservas gigantescas de 303 bilhões de barris de petróleo bruto — cerca de um quinto das reservas globais, segundo a Administração de Informação Energética dos EUA (EIA).
Mas, mais importante ainda, seu petróleo bruto pesado e ácido era extraordinariamente barato, próximo aos Estados Unidos e capaz de ser refinado em derivados essenciais para a indústria americana, incluindo asfalto, óleo combustível e diesel. O petróleo bruto leve e doce do Texas era bom para a produção de gasolina — e só.
Democracia e controle estatal
Os Estados Unidos consideraram ter recebido um golpe de sorte em 1958, quando a Venezuela se tornou uma democracia — e um aliado importante dos Estados Unidos.
O país democrático e rico em petróleo tornou-se um contrapeso à Cuba comunista. Em 1963, o presidente John F. Kennedy chamou o presidente venezuelano Rómulo Betancourt de “o melhor amigo da América” na América do Sul.
Mas a Venezuela tornou-se membro fundador da OPEP em 1960, juntamente com o Irã, Iraque, Kuwait e Arábia Saudita, o que lhe conferiu maior influência nos assuntos globais e mais poder sobre as empresas que operavam em seu território.
Naquele ano, a Venezuela criou a estatal Corporação Venezuelana de Petróleo e elevou o custo de se fazer negócios no país para 65% dos lucros das empresas. Mesmo assim, a Venezuela continuou sendo a maior e mais importante fonte de petróleo dos Estados Unidos.
Na década de 1970, as refinarias americanas foram construídas especificamente para processar o petróleo venezuelano, segundo Phil Flynn, analista sênior de mercado do Price Futures Group.
Em 1976, o presidente Carlos Andrés Pérez criou a PDVSA para administrar a indústria petrolífera do país. A PDVSA estabeleceu parcerias com empresas petrolíferas estrangeiras a um custo elevado — uma participação de 60% nas joint ventures.
Dada a importância estratégica da relação com a Venezuela, os Estados Unidos não reagiram de forma significativa à efetiva nacionalização dos ativos petrolíferos venezuelanos. O fato de a PDVSA ter pago US$ 1 bilhão às empresas petrolíferas americanas pela participação também contribuiu para essa situação.
Mas a Venezuela entrou em crise na década de 1980, quando os preços do petróleo despencaram. O país também se endividou seriamente ao comprar metade da refinaria americana Citgo em 1986 (e o restante em 1990).
Pérez implementou medidas de austeridade que se mostraram extremamente impopulares — e que, em última análise, levaram à ascensão de Hugo Chávez.
Chávez, Maduro e o declínio
Chávez assumiu o poder em 1999 e transformou a Venezuela em um Estado socialista.
Em 2007, ele confiscou e nacionalizou os ativos de empresas petrolíferas estrangeiras, incluindo a ExxonMobil e a ConocoPhillips, expulsando-as do país.
O governo Chávez assumiu o controle direto da PDVSA e, na prática, usou os lucros da empresa como um caixa eletrônico para os militares, levando trabalhadores qualificados a deixarem o país. A infraestrutura petrolífera da Venezuela entrou em colapso.
Maduro assumiu o controle do país em 2013, após a morte de Chávez. Os preços do petróleo despencaram novamente um ano depois, mergulhando a Venezuela em uma calamidade econômica, com hiperinflação e emigração em massa.
As sanções internacionais contra o governo venezuelano também contribuíram para o declínio da indústria petrolífera do país, segundo a EIA.
O governo dos EUA impôs sanções à Venezuela desde 2005, e o primeiro mandato de Trump, em 2019, bloqueou efetivamente todas as exportações de petróleo bruto da PDVSA para os Estados Unidos.
Em 2022, o presidente da época, Joe Biden, concedeu à Chevron uma licença para operar na Venezuela como parte de um esforço para reduzir os preços da gasolina — licença que Trump revogou em março, mas posteriormente reemitiu sob a condição de que nenhum lucro fosse destinado ao governo Maduro.
A deterioração da infraestrutura da Venezuela e a falta de recursos para a PDVSA impediram que as empresas petrolíferas do país produzissem toda a capacidade que possuem de petróleo bruto .
Hoje, a Venezuela produz pouco mais de 1 milhão de barris de petróleo por dia — apenas cerca de 0,8% da produção global de petróleo bruto. Isso representa menos da metade da produção anterior à tomada de poder por Maduro em 2013 e menos de um terço dos 3,5 milhões de barris produzidos antes da ascensão de Chávez ao poder.
*Kylie Atwood, da CNN, contribuiu com esta reportagem
As plantas de folhas coloridas parecem ter saído direto de uma tela de pintura. Tons de rosa, roxo, verde limão e vermelho surgem em desenhos únicos, capazes de transformar qualquer ambiente e ainda trazer aquela sensação boa de contato com a natureza, mesmo dentro de casa.
Como essas plantas atuam no ambiente e no bem-estar emocional?
Pesquisas publicadas em bases como PubMed e na MDPI (Sustainability / Environmental Psychology) mostram que a presença de plantas em ambientes internos está associada à redução do estresse, melhora do humor e aumento da sensação de conforto emocional. Esses estudos analisaram pessoas em casas e escritórios e observaram respostas psicológicas mais positivas em espaços com plantas.
Investigações conduzidas pela Royal Horticultural Society (RHS Science) em parceria com a University of Reading também indicam que plantas ornamentais contribuem para maior bem-estar mental e percepção de qualidade de vida, especialmente em áreas urbanas. Segundo os pesquisadores, o contato visual com folhas, cores e formas naturais ajuda o cérebro a relaxar e a recuperar o foco no dia a dia.
Plantas de folhas coloridas transformam ambientes e estimulam bem-estar emocional – (Imagem gerada por inteligência artificial-ChatGPT/Olhar Digital)
Por que folhas coloridas chamam tanto a atenção e fazem bem para a mente?
O visual dessas plantas foge do verde tradicional e estimula o cérebro de forma diferente. Cores variadas ativam áreas ligadas à criatividade, ao relaxamento e à sensação de bem-estar, algo muito associado a ambientes naturais mais ricos visualmente.
Além disso, cuidar de plantas ornamentais ajuda a desacelerar. O simples ato de observar padrões naturais, como folhas que parecem pintadas à mão, já é associado à redução do estresse e à melhora do humor no dia a dia.
Como plantas ornamentais coloridas melhoram o dia a dia em casa ou no trabalho?
Em ambientes internos, essas plantas funcionam quase como um “respiro visual”. Elas quebram a monotonia, deixam o espaço mais acolhedor e ajudam a criar uma atmosfera mais leve, seja no home office ou na sala.
Em espaços urbanos, como apartamentos, elas reforçam a conexão com a natureza. Isso contribui para sensação de conforto, maior satisfação com o ambiente e até mais motivação para as tarefas diárias.
Quanto custa cuidar e quais plantas coloridas valem a pena?
Antes de escolher, vale entender custo, manutenção e nível de cuidado. Isso evita frustração e ajuda a manter a experiência prazerosa desde o início.
Plantas Ornamentais
🍃
Caládio
💰 Custo: Baixo
🛠️ Cuidado: Médio
🌱 Iniciantes: Sim
🌿
Coleus
💰 Custo: Baixo
🛠️ Cuidado: Fácil
🌱 Iniciantes: Sim
🍀
Maranta
💰 Custo: Médio
🛠️ Cuidado: Médio
🌱 Iniciantes: Sim
🌺
Begônia Rex
💰 Custo: Médio
🛠️ Cuidado: Médio
🌱 Intermediário
🌸
Fitônia
💰 Custo: Baixo
🛠️ Cuidado: Fácil
🌱 Iniciantes: Sim
Essas espécies são populares justamente por combinarem beleza marcante com manutenção acessível.
Folhas em tons vibrantes funcionam como um respiro visual dentro de casa – (Imagem gerada por inteligência artificial-ChatGPT/Olhar Digital)
As folhas coloridas são tendência no futuro do bem-estar verde?
A jardinagem moderna valoriza cada vez mais o conceito de biofilia, que integra natureza aos ambientes urbanos. Plantas com folhas coloridas entram forte nessa tendência por unirem estética, saúde mental e conexão emocional.
Elas também aparecem em projetos de jardinagem terapêutica, usados para reduzir ansiedade, estimular atenção plena e tornar os espaços mais humanos, mesmo em meio à correria das cidades. Cuidar de plantas que parecem obras de arte naturais é mais do que decorar a casa. É um convite diário ao autocuidado, ao contato com a natureza e a uma vida mais leve, colorida e consciente.
Nesta segunda (5), Ana Castela, 22, fez uma participação no show de Zé Felipe, 27, que se apresentava no Navio Ana Castela. O momento marcou o reencontro público do casal desde que anunciaram o fim da relação no final de dezembro do ano passado.
Ela subiu ao palco enquanto o músico cantava a parceria “Sua Boca Mente”, o cumprimentou e brincou ao negar que teria voltado com o filho de Leonardo. Porém, o momento chamou atenção do público nas redes sociais, que apontaram que ela estaria evitando contato visual mesmo no palco. “Ana Castela evitando qualquer contato visual com o Zé Felipe o que será que rolou?”, comentou um internauta.
Outros apontaram que antes mesmo do fim da música, Ana Castela deixou o palco e o cantor “não teria entendido nada”. “Esse término de Ana Castela e Zé Felipe foi tudo menos amigável. Ela saindo e entregando o microfone e ele não entendendo nada, isso aí não estava no script”, apontou outra usuária.
O cineasta Kleber Mendonça Filhorecebeu oprêmio de Melhor Filme Estrangeiro por “O Agente Secreto” do Critics Choice Awards de 2026 no tapete vermelho — antes do início da cerimônia.
Outras categorias também ficaram de fora do evento, como Série Internacional, Filme de Comédia e Série de Animação, além de prêmios técnicos como Melhor Fotografia, Direção de Arte, Som e mais.
Isso acontece porque a premiação tem um tempo estabelecido de transmissão e devido à quantidade de categorias não há tempo para todos no palco, portanto, opta por revelar alguns vencedores antes e apenas citar durante a cerimônia.
Quem escolhe os vencedores no Critics Choice Awards?
Anualmente, a CCA, considerada a maior associação de críticos dos Estados Unidos e do Canadá, é responsável por organizar a premiação, representando especialistas da mídia e jornalistas de entretenimento.
Conforme explica o site oficial, é necessário algumas habilidades específicas para ingressar na associação, incluindo que todos sejam “críticos de cinema ou jornalistas de TV, cuja cobertura de uma ampla gama de filmes em exibição nos cinemas ou na transmissão, esteja disponível regularmente para um público amplo”.
Hoje, segundo Joey Berlin, CEO da CCA, os prêmios são determinados por 576 membros. Há outros 100 membros não votantes. “É um grupo notavelmente diverso e inclusivo que se qualifica para votar ao atingir um grande público regularmente com sua cobertura de novos filmes e/ou televisão”, disse em entrevista à revista Variety.
“Em suma, é um grupo de importantes críticos de cinema e televisão e repórteres de entretenimento — pessoas cujo trabalho é acompanhar uma onda contínua de novos programas e filmes e ajudar o público a encontrar as coisas boas”, acrescentou.
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Kleber Mendonça Filho comparece ao Critics Choice Awards 2026 • Frazer Harrison/Getty Images