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01 maio 2026

Corinthians x Peñarol: assista aos melhores momentos da Libertadores

O Corinthians derrotou o Peñarol por 2 a 0 na noite desta quinta-feira (1º), na Neo Química Arena, em São Paulo, pela terceira rodada da fase de grupos da Copa Libertadores da América 2026.

A partida, válida pelo Grupo E da competição, foi dirigida pelo árbitro chileno Cristian Garay e contou com o comando técnico de Fernando Diniz pelo lado alvinegro e Diego Aguirre à frente dos uruguaios.

O Corinthians abriu o placar aos 11 minutos do primeiro tempo, quando Rodrigo Garro cobrou falta levantada na área e Gustavo Henrique, de cabeça, encostou para o fundo da rede, sem chances para o goleiro Washington Aguerre.

A equipe paulista seguiu pressionando e ampliou aos 25 minutos, ainda na primeira etapa. Yuri Alberto penetrou pela esquerda e cruzou rasteiro para Jesse Lingard, que, com liberdade, estufou as redes de primeira para fechar o placar de 2 a 0 antes do intervalo.

O Peñarol tentou reagir logo no início do segundo tempo, com Matías Arezo exigindo uma defesa de Hugo Souza aos dois minutos da etapa complementar, mas não conseguiu furar o bloqueio corinthiano.

Com o resultado, o Corinthians chegou a 9 pontos na fase de grupos, com três vitórias em três jogos e sem nenhum gol sofrido na competição — saldo que o coloca entre os líderes isolados do torneio, ao lado do Independiente Rivadavia, também com 9 pontos.

O aproveitamento perfeito do Timão no Grupo E coloca a equipe em posição privilegiada para avançar à próxima fase, tendo somado seis gols marcados e nenhum sofrido nas três rodadas disputadas.

O Peñarol, por sua vez, permanece na lanterna do Grupo E com apenas 1 ponto em três partidas, resultado de um empate e duas derrotas, com 2 gols marcados e 5 sofridos, situação que compromete seriamente as aspirações dos uruguaios de classificação na Libertadores.

Assista aos melhores momentos:

 

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Cientistas descobrem oxigênio sendo produzido no fundo do mar sem luz solar

Uma descoberta surpreendente revelou que o oxigênio no fundo do mar é produzido sem a necessidade de luz solar ou fotossíntese. Cientistas identificaram nódulos polimetálicos que funcionam como baterias naturais, gerando eletricidade suficiente para quebrar moléculas de água. Esse fenômeno inédito desafia os conhecimentos biológicos e redefine nossa compreensão sobre a origem da vida na Terra.

Como ocorre a produção de oxigênio no fundo do mar sem luz?

De acordo com um estudo publicado pela Nature, pesquisadores observaram que nódulos minerais localizados na Zona Clarion-Clipperton, no Oceano Pacífico, liberam oxigênio de forma constante. Esse processo, batizado de “oxigênio negro”, ocorre a mais de 4 mil metros de profundidade, onde a luz solar jamais alcança a superfície terrestre.

A equipe liderada pelo professor Andrew Sweetman inicialmente acreditou que os sensores estivessem com defeito, tamanha era a improbabilidade do achado. No entanto, testes laboratoriais confirmaram que esses nódulos possuem uma carga elétrica de até 1,5 volts, o que é suficiente para realizar a eletrólise da água do mar.

📍 2013: Observação Inicial: O professor Andrew Sweetman detecta pela primeira vez níveis anômalos de oxigênio no solo oceânico escuro.

🧪 Validação em Laboratório: Experimentos rigorosos descartam interferência biológica e confirmam a origem geoelétrica do gás.

🌍 Publicação do Estudo: A comunidade científica internacional aceita a descoberta das “pedras elétricas” como uma nova fonte de vida.

Qual é o papel das chamadas “baterias geológicas” no oceano?

Esses nódulos polimetálicos são compostos por misturas de metais como cobalto, níquel, cobre e manganês, que se acumulam ao longo de milhões de anos. A disposição desses materiais permite que eles atuem como uma bateria galvânica, criando um fluxo de elétrons capaz de sustentar a vida em ambientes extremos.

A descoberta sugere que a vida aeróbica na Terra pode ter começado de uma forma diferente do que imaginávamos anteriormente. Se o oxigênio pode ser gerado sem sol, as zonas abissais podem ser muito mais autossuficientes do que a ciência supunha até o presente momento em suas teorias tradicionais.

  • Acúmulo mineral de metais estratégicos para a indústria moderna.
  • Capacidade de gerar eletricidade natural através da química geológica.
  • Independência total da energia solar para produção de gás vital.
  • Suporte direto a microrganismos que habitam o solo oceânico profundo.
Cientistas descobrem oxigênio sendo produzido no fundo do mar sem luz solar
Metais estratégicos nas baterias geológicas sustentam a vida em ecossistemas abissais extremos – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)

Por que o oxigênio no fundo do mar muda o que sabemos sobre a vida?

Até então, a ciência acreditava que quase todo o oxigênio da Terra era subproduto da fotossíntese realizada por plantas e algas. Este novo dado indica que o leito oceânico pode ter sido o berço de processos químicos que permitiram o surgimento de seres que respiram antes mesmo da luz solar se tornar o motor principal.

Além do impacto biológico, essa revelação traz um alerta importante para a indústria de mineração submarina, que visa extrair esses nódulos para baterias de veículos. Remover essas pedras pode significar o fim de um suprimento vital de ar para ecossistemas inteiros que ainda sequer foram totalmente catalogados pela humanidade.

Característica Oxigênio Fotossintético Oxigênio Negro
Mecanismo Conversão de luz solar Eletrólise geoelétrica
Ambiente Superfície e zonas iluminadas Profundezas abissais escuras

Quais são os riscos da mineração para esse ecossistema?

O interesse comercial nos metais contidos nos nódulos é altíssimo, visto que são essenciais para a transição energética global em curso. No entanto, a exploração desenfreada pode destruir “usinas” naturais que levaram milhões de anos para se formar e que agora sabemos serem essenciais para a oxigenação profunda.

Organizações ambientais e cientistas pedem uma moratória na mineração em águas profundas até que as consequências ecológicas sejam plenamente compreendidas. A interrupção desse fluxo de oxigênio poderia causar um colapso em cadeias alimentares que funcionam em um equilíbrio extremamente delicado e milenar.

O que essa descoberta significa para a busca por vida extraterrestre?

Se o oxigênio pode ser gerado sem luz em planetas como a Terra, as chances de encontrar vida em luas geladas de Júpiter ou Saturno aumentam. Oceanos subterrâneos em outros mundos podem possuir processos geoelétricos semelhantes que sustentam organismos complexos no breu absoluto das profundezas espaciais.

O paradigma da “Zona Habitável” baseada apenas na distância de uma estrela está sendo questionado diante dessas evidências químicas. A geologia de um planeta pode ser tão importante para a manutenção da vida quanto a luz que ele recebe, abrindo novas portas para a exploração astrobiológica futura.

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