O início de 2026 traz para as telonas o aguardado suspense “A Empregada”, com Amanda Seyfried e Sydney Sweeney, e o longa protagonizado por Timothée Chalamet, “Marty Supreme”. Em janeiro de 2026, também chega ao cinema o brasileiro “Agentes Muito Especiais”, com história original de Paulo Gustavo, e do sul-coreano escolhido para o Oscar, “A Única Saída”.
Quais as principais estreias no cinema em janeiro de 2026?
A empregada
Com participação das atrizes Amanda Seyfried e Sydney Sweeney, o filme mostra a história de Millie, uma jovem passando por dificuldades que encontra uma chance de recomeço como empregada de um casal rico, Nina e Andrew. Mas descobre que o segredo dos patrões são mais perigosos do que os seus.
Data de estreia no cinema: 1 de janeiro de 2026.
2. Agentes Muito Especiais
Filme Agentes Muito Especiais. Imagem: Divulgação/Downtown
Jeff e Jhonny tem o sonho de entrar para a polícia do Rio de Janeiro, mas sofrem chacota por serem gays. Durante um treinamento, eles recebem a missão de se infiltrar na em um uma penitenciária para desmantelar a perigosa quadrilha “Bando da Onça”. Em meio à missão, a dupla terá a chance de provar que pode ser respeitados agentes da lei. O filme conta com ideia original do comediante Paulo Gustavo.
Data de estreia no cinema: 8 de janeiro de 2026.
O Primata
Filme O Primata. Imagem: Divulgação/Paramount
De volta para casa da faculdade, Lucy encontra seu chimpanzé de estimação, Ben. Mas um acesso de raiva do macaco transforma férias tropicais com velhos amigos em uma história de sobrevivência.
Ambientado no mundo dos anos 50 do tênis de mesa, Marty Supreme acompanha o jovem Marty Mauer, interpretado por Timothée Chalamet, que sonha em se tornar um grande tenista de mesa. O filme é inspirado pelo em uma lenda real do pingue-pongue.
O filme foi escolhido como representante da Coreia do Sul no Oscar e conta a história de um homem que, após ser demitido de onde trabalhou por 25 anos, vê como solução para conseguir uma vaga de emprego eliminar toda a concorrência.
O sorteio da Mega da Virada de 2025, com prêmio de R$ 1 bilhão e que deveria ser realizado às 22h desta quarta-feira (31) pelas Loterias Caixa, está atrasado.
Por volta das 22h30, a transmissão oficiou do sorteio comunicou que, “em razão do enorme sucesso de vendas” de bilhetes — com direito a recorde de apostas —, o sorteio “acontecerá em breve”, sem precisar um horário.
Mais cedo, a Caixa comunicou que sorteios previstos às 17h (da Quina, Lotofácil, +Milionária, Dupla Sena, Lotomania e Super Sete) estavam atrasados devido a “problemas operacionais”. Até o momento, eles também não foram realizados.
O prêmio principal da Mega da Virada de 2025 é o maior da história da loteria e não acumula, assim como nas demais edições especiais das Loterias Caixa.
Conforme a Caixa Econômica Federal, as chances para ganhar na Mega da Virada são de um em 50 milhões para o mínimo de 6 números jogados (R$ 7).
Apostas com 7 números (R$ 42,00) são de cerca de uma chance em 7,1 milhões. Já os jogos com 8 (R$ 168) são de um em 1,7 milhão; e com 9 números (R$ 504), as chances saem da casa do milhão e passam a ser uma em 595,9 mil.
A Mega da Virada é o principal sorteio especial das Loterias Caixa e encerra o ano com a maior premiação do calendário oficial. Em 2025, o concurso 2955 promete o maior valor da história, com R$ 1 bilhão.
O prêmio não acumula e será distribuído no próprio dia 31 de dezembro. Por ser um evento de grande interesse público, a Caixa já confirmou o horário e o canal de transmissão para quem deseja acompanhar o sorteio ao vivo.
(Imagem: Leonidas Santana / Shutterstock.com)
Este artigo explica como assistir ao sorteio especial da Mega da Virada 2025, detalha o cronograma divulgado pela Caixa e destaca informações úteis para quem pretende acompanhar o resultado diretamente de casa.
Como assistir ao sorteio especial da Mega da Virada?
Canal do YouTube da Caixa
A principal forma de acompanhar o sorteio da Mega da Virada 2025 é pelo canal oficial da Caixa no YouTube. A transmissão ocorre ao vivo e apresenta todas as etapas do sorteio, desde os procedimentos de conferência até a revelação das seis dezenas. O canal oficial é: https://www.youtube.com/canalcaixa
O sorteio está agendado para 31 de dezembro de 2025, às 22h, no horário de Brasília. Em anos anteriores, o horário tradicional era às 20h, mas a edição de 2025 terá início mais tarde, conforme confirmado pela Caixa.
A transmissão costuma começar minutos antes, permitindo que o público acompanhe os preparativos e a auditoria realizada antes da extração das bolas.
Acessibilidade
Relatório mostra tendências dos brasileiros em 2025 na plataforma (Imagem: Thrive Studios ID/Shutterstock)
O canal do YouTube se consolidou como o meio mais acessível para acompanhar o sorteio, já que permite assistir pelo celular, computador, smart TV ou qualquer dispositivo conectado. Após o evento, a gravação permanece disponível para quem quiser rever os números ou conferir novamente o procedimento.
Mega da Virada: principais dúvidas respondidas
Qual a chance de ganhar com jogo simples e com bolão?
Com um jogo simples de 6 números, a chance de acertar as 6 dezenas é 1 em 50.063.860. Já uma aposta com 20 dezenas, a probabilidade é de 1 em 1.292. Quanto mais números você jogar, maior a chance de levar o prêmio principal.
É possível aumentar as chances de ganhar na Mega da Virada?
Tecnicamente sim: marcando mais dezenas você aumenta suas chances de acertar a sena. Mas atenção: para cobrir todas as combinações possíveis (todas as 50.063.860 combinações), o custo seria proibitivo: cerca de R$ 300 milhões.
Quais foram todos os resultados da Mega da Virada até hoje?
Mega da Virada 2024: 01 – 17 – 19 – 29 – 50 – 57
Mega da Virada 2023: 21 – 24 – 33 – 41 – 48 – 56
Mega da Virada 2022: 04 – 05 – 10 – 34 – 58 – 59
Mega da Virada 2021: 12 – 15 – 23 – 32 – 33 – 46
Mega da Virada 2020: 17 – 20 – 22 – 35 – 41 – 42
Mega da Virada 2019: 03 – 35 – 38 – 40 – 57 – 58
Mega da Virada 2018: 05 – 10 – 12 – 18 – 25 – 33
Mega da Virada 2017: 03 – 06 – 10 – 17 – 34 – 37
Mega da Virada 2016: 05 – 11 – 22 – 24 – 51 – 53
Mega da Virada 2015: 02 – 18 – 31 – 42 – 51 – 56
Mega da Virada 2014: 01 – 05 – 11 – 16 – 20 – 56
Mega da Virada 2013: 20 – 30 – 36 – 38 – 47 – 53
Mega da Virada 2012: 14 – 32 – 33 – 36 – 41 – 52
Mega da Virada 2011: 03 – 04 – 29 – 36 – 45 – 55
Mega da Virada 2010: 02 – 10 – 34 – 37 – 43 – 50
Mega da Virada 2009: 10 – 27 – 40 – 46 – 49 – 58
Mega-Sena Especial de Final de Ano 2008: 01 – 11 – 26 – 51 – 59 – 60
Quais números mais foram sorteados na Mega da Virada? E quais nunca foram sorteados?
Os números mais sorteados até agora incluem:
10 → 5 vezes
33 → 4 vezes
5 → 4 vezes
1 → 3 vezes
17, 20, 34, 41, 56 e 58 → 3 vezes
Os números que nunca saíram na Mega da Virada são: 07, 08, 09, 13, 28, 39, 44 e 54.
Quantas pessoas já ganharam na Mega da Virada?
Veja um consolidado de quantas apostas já ganharam na Mega da Virada ao longo dos anos e qual foi o prêmio:
Mega da Virada 2024 (concurso 2810): 8 apostas ganhadoras, R$ 79.435.770,67.
Mega da Virada 2023 (concurso 2670): 5 apostas ganhadoras, R$ 117.778.204,25.
Mega da Virada 2022 (concurso 2550): 5 apostas ganhadoras, R$ 108.393.993,26.
Mega da Virada 2021 (concurso 2440): 2 apostas ganhadoras, R$ 189.062.363,74.
Mega da Virada 2020 (concurso 2330): 2 apostas ganhadoras, R$ 162.625.108,22.
Mega da Virada 2019 (concurso 2220): 4 apostas ganhadoras, R$ 76.053.459,66.
Mega da Virada 2018 (concurso 2110): 52 apostas ganhadoras, R$ 5.818.007,36.
Mega da Virada 2017 (concurso 2000): 17 apostas ganhadoras, R$ 18.042.279,04.
Mega da Virada 2016 (concurso 1890): 6 apostas ganhadoras, R$ 36.824.758,22.
Mega da Virada 2015 (concurso 1775): 6 apostas ganhadoras, R$ 41.088.919,05.
Mega da Virada 2014 (concurso 1665): 4 apostas ganhadoras, R$ 65.823.888,16.
Mega da Virada 2013 (concurso 1560): 4 apostas ganhadoras, R$ 56.169.465,02.
Mega da Virada 2012 (concurso 1455): 3 apostas ganhadoras, R$ 81.594.699,72.
Mega da Virada 2011 (concurso 1350): 5 apostas ganhadoras, R$ 35.523.497,52.
Mega da Virada 2010 (concurso 1245): 4 apostas ganhadoras, R$ 48.598.800,01.
Mega da Virada 2009 (concurso 1140): 2 apostas ganhadoras, R$ 72.450.747,46.
Mega-Sena Especial de Final de Ano 2008 (concurso 1035): nenhum vencedor para a faixa de prêmio principal.
Como jogar na Mega da Virada?
A Mega da Virada funciona como um concurso especial da Mega-Sena, mas o modo de jogar é o mesmo. Para apostar, você escolhe de 6 a 20 dezenas entre os números de 01 a 60. A aposta simples (6 números) é a mais barata (R$ 6) e também a que oferece a menor probabilidade de acerto.
As apostas podem ser feitas nas lotéricas, no site da Caixa ou no aplicativo Loterias Caixa, até o horário de encerramento no dia 31 de dezembro.
Até que horas você pode apostar?
Você pode fazer sua aposta até às 20h do dia 31 de dezembro de 2025 presencialmente ou de forma online.
Seis pessoas da mesma família morreram em um grave acidente de trânsito na madrugada desta terça-feira (30), na rodovia PR-170, em Rolândia, no norte do Paraná. A colisão envolveu um automóvel e um caminhão.
As vítimas foram identificadas como o casal Alexandre Cordeiro e Adriana da Silva Souza Cordeiro, ambos de 37 anos, o filho Miguel de Souza Cordeiro, de 10 anos, e o sobrinho Elano Gabriel de Oliveira, de 14 anos. Também morreram dois bebês gêmeos, filhos do casal, de apenas 10 meses. Os nomes das crianças não foram divulgados.
Segundo a Polícia Civil do Paraná (PCPR), todas as vítimas que estavam no carro morreram ainda no local do acidente. O motorista do caminhão foi socorrido e permanece internado em estado grave.
Um segundo ocupante do veículo de carga teve ferimentos leves, recebeu alta hospitalar e deverá ser ouvido durante a investigação.
A PCPR instaurou um procedimento para apurar as circunstâncias da colisão. Equipes de perícia estiveram no local para a realização de exames técnicos que irão subsidiar o inquérito.
De acordo com a polícia, a apuração será baseada principalmente nos laudos periciais, já que as imagens obtidas até o momento não são suficientes para definir eventuais responsabilidades.
A Sony pode adiar o lançamento do PlayStation 6 além de 2027 por causa da escassez global de memória RAM. A informação consta em um novo relatório publicado pelo site Insider Gaming, que aponta discussões internas na indústria de jogos sobre o impacto da falta de componentes no cronograma da próxima geração de consoles.
Segundo o artigo, o problema está diretamente ligado ao aumento da demanda por memória impulsionado pelo avanço da inteligência artificial (IA), que tem pressionado a cadeia de suprimentos e encarecido o custo de RAM em escala global. Esse cenário já afeta diferentes segmentos da indústria de tecnologia e pode chegar também aos consoles.
Escassez de memória RAM no mercado global pode atrasar a chegada do PlayStation 6 (Imagem: Eduardo Y / Shutterstock.com)
Escassez de RAM pressiona planos da Sony
De acordo com o Insider Gaming, empresas do setor estariam avaliando a possibilidade de postergar lançamentos de novos consoles para evitar prejuízos financeiros. No caso da Sony, a discussão envolve manter ou não a janela de lançamento atualmente planejada para o PS6.
Vazamentos anteriores indicavam que a empresa trabalhava com um lançamento em novembro de 2027. No entanto, a escassez de memória RAM coloca esse prazo em risco, já que o custo dos componentes essenciais segue em alta.
Reinado do PS5 como o principal console da Sony pode durar mais (Imagem: Wachiwit/iStock)
Impacto da inteligência artificial no mercado de hardware
O relatório lembra que fabricantes de notebooks e smartphones já começaram a repassar os aumentos de custos aos consumidores. O crescimento acelerado do uso de IA elevou a procura por memória, reduzindo a oferta disponível para outros setores.
Com isso, empresas de tecnologia têm alertado para novos reajustes de preços, já que não há sinais de que a demanda por RAM diminua no curto prazo. A expectativa, segundo o texto, é de que a escassez continue ao longo do próximo ano e possivelmente além.
IA vem fazendo com que mais recursos e hardware sejam utilizados para suprir a demanda cada vez maior (Imagem: Caureem/Shutterstock)
Para a Sony, manter o lançamento do PlayStation 6 em 2027 implicaria escolhas difíceis. Uma alternativa seria repassar o aumento de custos ao consumidor, o que poderia afetar as vendas do console. Outra opção seria absorver os gastos adicionais, reduzindo margens de lucro.
A terceira possibilidade, agora discutida internamente, seria adiar o lançamento do PS6, apostando que a oferta de RAM aumente nos próximos anos e que os preços se estabilizem. Essa estratégia permitiria lançar o console em um cenário de custos mais previsíveis, segundo o relatório.
Todos já passamos pela frustração de tentar criar uma conta e o site exigir uma combinação impossível de letras maiúsculas, números e símbolos que você, com certeza, vai esquecer em cinco minutos. Pois saiba que essa “ginástica mental” pode ser menos eficaz do que uma simples frase longa para a segurança da sua conta.
No mundo da cibersegurança, a maré está virando: especialistas agora defendem que o comprimento da senha é muito mais importante do que a sua complexidade.
Frases longas são mais seguras que senhas com símbolos?
A segurança de uma senha não depende apenas de quão “estranha” ela parece, mas sim do número total de combinações possíveis que um computador precisa testar para adivinhá-la. É o que chamamos de entropia.
Homem mexendo no laptop com símbolo de cadeado, gerada por IA (Imagem: Reprodução/Freepik)
Geralmente, as pessoas preferem usar senhas curtas e trocar as letras por símbolos (como trocar o “a” por “@”). O problema é que os softwares de “força bruta”, usados por hackers para testar milhões de combinações por segundo, já conhecem esses truques.
Vamos comparar dois exemplos clássicos de como o tempo de quebra varia drasticamente:
A senha “complexa” curta: Pa$$w0rd (8 caracteres). Embora use símbolos e números, um computador moderno pode quebrá-la em poucos minutos ou até segundos, dependendo do poder de processamento.
A frase longa simples: casa-batata-azul-ventilador (25 caracteres). Mesmo sem usar nenhum símbolo “especial”, a quantidade de combinações para uma sequência deste tamanho é tão vasta que levaria centenas de anos para ser decifrada por máquinas atuais.
O uso de senhas fortes e da autenticação de dois fatores (2FA) adiciona uma camada extra de proteção contra invasões e golpes (Imagem: Renata Mendes via Dall-E 3 / Olhar Digital)
Para garantir que seus dados fiquem longe de mãos erradas, você não precisa de uma senha que pareça um código alienígena. Basta seguir algumas diretrizes práticas fundamentadas por especialistas em proteção de dados:
A regra dos 12: Use senhas ou frases com, no mínimo, 12 caracteres. Quanto mais longa, exponencialmente mais difícil ela se torna para os hackers.
Use separadores: Se o sistema permitir, utilize espaços ou hifens. Isso ajuda na memorização e adiciona uma camada de complexidade sem esforço.
Não recicle: Nunca use a mesma frase para o seu banco e para a sua rede social. Se um site for invadido, todas as suas outras contas estarão em risco.
Aposte em gerenciadores: Ferramentas como o Bitwarden ou o 1Password podem gerar e armazenar frases seguras para você, eliminando a necessidade de decorar dezenas de códigos. Você pode até usar geradores aleatórios confiáveis para criar suas frases iniciais.
A regra da escada de segurança
Para ajudar a visualizar onde você se encontra, criamos este guia rápido de níveis de proteção:
Nível 1 (Fraca): 12345678 ou senhabrasil.
Status: Quebrada instantaneamente por qualquer software básico.
Nível 2 (Média): Brasil@2024.
Status: Quebrada em minutos através de ataques de dicionário (que testam palavras comuns e datas).
Nível 3 (Forte): B7#r@$1L!.
Status: Muito difícil de decorar e, apesar de parecer robusta, ainda pode ser vulnerável em alguns dias de processamento intenso.
Nível 4 (Invencível): meu-carro-e-azul-e-velho.
Status:Fácil de decorar e levaria milênios para ser quebrada. É o padrão mais elevado da segurança atual.
A conclusão é simples: da próxima vez que precisar trocar sua senha, não tente ser “criativo” com símbolos confusos. Seja extenso. No fim das contas, na segurança digital, o tamanho realmente importa.
A lógica tradicional das redes sociais, baseada no tamanho da base de seguidores, vem perdendo relevância à medida que feeds algorítmicos passam a controlar o que cada usuário vê. Para criadores de conteúdo, isso significa lidar com um cenário em que publicar algo não garante alcance nem mesmo entre quem já apertou o botão “seguir”.
Executivos da chamada economia dos criadores ouvidos pelo TechCrunch avaliam que essa virada ficou mais evidente ao longo de 2025, quando os algoritmos passaram a ditar quase totalmente a distribuição de conteúdo.
Segundo eles, a mudança tem forçado influenciadores, streamers e produtores independentes a buscar novas formas de manter a relação com o público, em um ambiente marcado tanto pela desconfiança em relação à IA quanto pela proliferação de conteúdos repetitivos.
Não adianta mais apenas conquistar seguidores para fazer sucesso nas redes sociais, é preciso conquistar algoritmos (Imagem: Nattakorn_Maneerat / Shutterstock.com)
Seguidores deixam de ser o principal ativo
Para Amber Venz Box, CEO da LTK, empresa que conecta criadores a marcas por meio de marketing de afiliados, o peso do número de seguidores caiu drasticamente. Em entrevista ao TechCrunch, ela afirmou que 2025 marcou o momento em que os algoritmos assumiram o controle total da distribuição, tornando o tamanho da audiência um fator secundário.
Esse diagnóstico não é novo. Jack Conte, CEO do Patreon, já vinha alertando para o problema há anos. A diferença é que agora o impacto se espalhou por toda a indústria, atingindo desde influenciadores de redes sociais até streamers e podcasters. O desafio é maior para negócios que dependem diretamente da confiança do público, como é o caso da LTK, cujo modelo exige que seguidores confiem nas recomendações feitas pelos criadores.
Apesar desse cenário, um estudo encomendado pela empresa à Northwestern University trouxe um dado inesperado: a confiança nos criadores cresceu 21% em um ano. Para Box, a explicação está na reação do público ao conteúdo gerado por inteligência artificial, que teria levado consumidores a valorizar experiências humanas e relatos considerados autênticos.
Apesar do cenário, a confiança do público nos criadores na verdade cresceu (Imagem: Virrage Images / Shutterstock.com)
Mais investimento em influenciadores, menos controle
De acordo com o mesmo levantamento, 97% dos diretores de marketing pretendem ampliar seus orçamentos para marketing de influência. Ainda assim, manter um vínculo direto com a audiência segue sendo um desafio. Criadores ligados à LTK apostam que o ceticismo em relação à IA pode estimular relações mais diretas, como comunidades pagas ou plataformas menos dependentes de algoritmos.
Já para streamers, videopodcasters e produtores de vídeos curtos, a estratégia se aproxima mais de técnicas de crescimento acelerado. Sean Atkins, CEO da Dhar Mann Studios, resume o dilema ao questionar como divulgar conteúdo em um ambiente dominado por algoritmos e fragmentação da atenção, onde a confiança recai cada vez mais sobre indivíduos específicos.
Conteúdo está cada vez mais fragmentado nas redes sociais (Imagem: chainarong06/Shutterstock)
“Exércitos” de clipes e alcance algorítmico
Uma das táticas que vêm ganhando espaço envolve o uso de clippers, geralmente adolescentes recrutados via Discord para editar trechos curtos de transmissões e publicá-los em massa nas plataformas. Eric Wei, cofundador da Karat Financial, afirma que grandes nomes do streaming já utilizam esse método há algum tempo, explorando o fato de que o algoritmo pode impulsionar um vídeo independentemente do histórico da conta que o publicou.
Segundo Wei, esse modelo tende a crescer justamente porque até criadores muito populares têm dificuldade de alcançar diretamente seus fãs. Para os clippers, há também um incentivo financeiro, já que os ganhos estão atrelados ao número de visualizações.
Glenn Ginsburg, presidente da QYOU Media, compara o fenômeno à evolução das contas de memes, agora transformadas em uma corrida para distribuir o mesmo conteúdo de forma ampla e competitiva. Ainda assim, nem todos veem a prática com o mesmo entusiasmo. Reed Duchscher, CEO da agência Night e ex-empresário de MrBeast, reconhece a importância do clipping para aumentar a visibilidade, mas destaca limitações de escala e custos operacionais.
O crescimento desse tipo de estratégia também alimenta a discussão sobre o excesso de conteúdo de baixa qualidade, o chamado “slop”, termo que ganhou destaque a ponto de ser escolhido como palavra do ano pelo dicionário Merriam-Webster. Box aponta que mais de 94% das pessoas consideram que as redes sociais deixaram de ser realmente sociais, e mais da metade tem migrado parte do tempo para comunidades de nicho, como Strava, LinkedIn e Substack.
Nesse contexto, Duchscher avalia que criadores com propostas mais específicas tendem a se sair melhor do que grandes nomes de alcance massivo. Segundo ele, os algoritmos estão cada vez mais eficientes em entregar conteúdo segmentado, o que dificulta que um único criador domine múltiplos nichos ao mesmo tempo.
A CIA (Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos) realizou um ataque com drone contra uma instalação portuária no litoral da Venezuela no início de dezembro, disseram à CNN fontes familiarizadas com o assunto. Este teria sido o primeiro ataque dos EUA contra um alvo em território venezuelano.
O ataque ocorreu em um cais remoto que o governo de Donald Trump acreditava ser utilizado pela organização criminosa Tren de Aragua para armazenar drogas e transferi-las para embarcações, com objetivo de posteriormente enviá-las ao exterior, segundo fontes.
Ninguém estava presente nas instalações no momento do ataque, portanto, não houve vítimas, ainda conforme as fontes. As Forças de Operações Especiais dos EUA forneceram apoio de inteligência para a operação.
Uma das fontes ouvidas pela CNN classificou o ataque como bem-sucedida por destruir o cais e os barcos que lá estavam, mas também descreveu a ação como sendo, em grande parte, meramente simbólica, já que a instalação se trata apenas de uma de muitas utilizadas pelo narcotráfico visando o mercado internacional.
Procurada pela CNN, a CIA não quis comentar oficialmente sobre o ataque. A CNN também procurou a Casa Branca, o Comando de Operações Especiais dos EUA e os ministérios das Comunicações e das Relações Exteriores da Venezuela e aguarda posicionamentos.
O economista-chefe da Lev Asset, Jason Vieira, expressou preocupação com a insegurança jurídica gerada pela forma como o STF (Supremo Tribunal Federal) está conduzindo o caso do Banco Master. Em entrevista ao CNN Prime Time, Vieira destacou que esta é a primeira vez que o país vê uma intervenção do TCU (Tribunal de Contas da União) em um banco, o que considera fora do escopo de atuação do órgão.
Vieira criticou vários aspectos do processo, incluindo a maneira como o caso chegou ao STF, o sigilo imposto ao processo e o que ele descreve como uma “sensação de coação do próprio Banco Central”, instituição que considera técnica e independente, formada por profissionais de alto nível acadêmico.
“O Brasil já não é famoso por dar segurança jurídica, ou seja, nem o passado no Brasil é considerado concreto”, afirmou o economista, lembrando que decisões com efeito retroativo já afetaram investidores no país. Ele alertou que essa situação tende a afastar ainda mais os investidores estrangeiros, especialmente em ano eleitoral, quando a volatilidade dos ativos tende a aumentar.
Problemas do Banco Master eram conhecidos pelo mercado
Sobre o Banco Master especificamente, o economista comparou a situação a “uma crônica de uma morte anunciada”, referindo-se à obra de Gabriel García Márquez. Segundo ele, o mercado financeiro já estava ciente dos problemas da instituição, que oferecia títulos de crédito com valores acima do praticado pelo mercado.
Vieira relatou que muitos investidores aplicavam valores próximos ao limite do FGC (Fundo Garantidor de Crédito) justamente por precaução. “Colocavam 100 mil, 150 mil, 180 mil, nunca para que o resultado final sempre chegasse muito próximo da tranche do FGC. Ou seja, as pessoas mais ou menos sabiam que aquilo ali ia acontecer”, explicou.
O economista enfatizou que não há risco sistêmico para os bancos médios, pois o problema é específico de uma instituição e não do sistema financeiro como um todo. “O Banco Central, como regulador, agiu da maneira correta, no momento correto”, avaliou, destacando que a intervenção visou evitar que o problema se tornasse sistêmico.
Impacto no Fundo Garantidor de Crédito
Jason Vieira também manifestou preocupação com o impacto da liquidação do Banco Master no FGC (Fundo Garantidor de Crédito), que é constituído por aportes de todas as instituições financeiras nacionais. “O aporte desse recurso, obviamente, está sendo dilapidado agora por conta exatamente do que está acontecendo com o Banco Master”, observou.
Para o futuro, o economista prevê que o FGC deverá implementar instrumentos de controle mais severos e manter-se mais atento ao sistema financeiro, especialmente quando instituições oferecem rendimentos muito acima da inflação e da mediana do mercado com garantias consideradas frágeis.
“O que nós esperamos é que o que acontece com o Banco Master continue acontecendo no sentido jurídico. A intervenção é tudo que aconteça. Se houver uma reversão, por exemplo, a pedido do ministro Dias Toffoli, coisa parecida, aí a questão da insegurança jurídica que afasta o investidor estrangeiro e que dificulta o crédito no Brasil, isso pode ficar cada vez pior”, concluiu.
Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.
O mundo dos games proporciona fenômenos bem interessantes. Como é comum que uma obra de sucesso seja adaptada para outras mídias, existem muitos videogames baseados em filmes, desenhos e animes. No entanto, esse sucesso varia bastante de lugar para lugar.
No Japão, isso ganha um contorno específico. Como o país tem uma indústria muito forte de jogos, quadrinhos e animações, adaptações entre essas mídias são comuns no mercado interno. Algumas delas, porém, acabam sendo lançadas fora do Japão e ganham visibilidade internacional.
Esse processo pode fazer com que jogos baseados em animes pouco conhecidos se tornem mais populares do que a própria obra original. Pensando nisso, a seguir listamos oito jogos de anime que ficaram mais famosos do que a série que lhes deu origem.
8 jogos de anime que são mais famosos que a série original
Jungle no Ōja Tar-chan: Sekai Manyū Dai Kakutō no Maki
Jungle no Ōja Tar-chan: Sekai Manyū Dai Kakutō no Maki / Crédito: Bandai (divulgação)
Plataformas: Super Nintendo
Paródia de Tarzan, o obscuro anime de comédia e ação “Jungle King Tar-chan” é baseado no mangá de mesmo nome, publicado na Weekly Shōnen Jump.
A história acompanha as aventuras de Tar-chan, um lutador extremamente forte que foi criado na savana africana por um chimpanzé. Tar-chan vive protegendo sua esposa e seus amigos animais de diversas ameaças.
Apesar de o anime ser pouco conhecido, o jogo baseado na série, “Jungle no Ōja Tar-chan: Sekai Manyū Dai Kakutō no Maki”, lançado para Super Nintendo, acabou se tornando relativamente mais popular.
O game é uma plataforma 2D side-scrolling com muita ação, na qual você controla Tar-chan.
O anime Papuwa é completamente desconhecido pelos brasileiros, porém muita gente já deve ter jogado “Nankoku Shōnen Papuwa-kun” no Super Nintendo.
O desenho acompanhava Papuwa, um garoto de força extraordinária que vive em uma ilha repleta de animais falantes e uma trama ligada a pedras sobrenaturais. Já o jogo é um plataforma de ação 2D sidescrolling, bem elogiado e de jogabilidade simples. Contudo, em vez de Papuwa, o jogador controla outro personagem, Shintaro.
Uma curiosidade é que o mangá de Papuwa é escrito e ilustrado por Ami Shibata, a mesma criadora de Bucky, obra que teve anime exibido no Brasil e fez sucesso na época.
Tag Team Match: M.U.S.C.L.E.
Tag Team Match: M.U.S.C.L.E. / Crédito: Tose, Bandai (divulgação)
Plataformas: Nintendinho (NES)
O mangá e o anime “Kinnikuman” são extremamente influentes e bem-sucedidos, considerados clássicos no Japão. No entanto, a obra não conseguiu repetir o mesmo êxito internacionalmente e, aqui no Brasil, é bem desconhecida.
Contudo, quem é das antigas pode ter jogado o jogo de luta “Tag Team Match: M.U.S.C.L.E.” no Nintendinho, que trazia personagens como Kinnikuman, Ramenman, Terryman e Robin Mask.
Uma obra de comédia pastelão que depois incorpora a ação shonen, “Kinnikuman” acompanha o personagem-título, um herói fanfarrão e cômico que participa de torneios de luta livre.
Mamono Hunter Yōko: Dai 7 no Keishō
Mamono Hunter Yōko: Dai 7 no Keishō / Crédito: Klon, Masaya (divulgação)
Plataformas: Mega Drive
Pouquíssima gente conhece o anime “Devil Hunter Yohko”, que acompanha uma adolescente caçadora de demônios.
Todavia, o game de plataforma sidescrolling “Mamono Hunter Yōko: Dai 7 no Keishō” é muito mais conhecido. Lançado para Mega Drive, os jogadores controlam a protagonista Yohko, que empunha uma espada.
Baseado na série de mangá homônima publicada na Monthly Shōnen Jump, o anime de ação e luta “Zenki” não foi exibido no Brasil, por isso é bem obscuro por aqui.
Na história, o demônio Zenki foi selado séculos atrás pelo Bodhisattva Ozunu Enno. Sua descendente, Chiaki Enno, consegue libertá-lo, mas ele retorna como uma criança malcriada. Para que assuma novamente sua poderosa forma adulta e enfrente monstros gerados pelas sementes da deusa Karuma, Chiaki utiliza um bracelete mágico.
No entanto, curiosamente, o jogo “Kishin Douji Zenki – Battle Raiden” para Super Nintendo é bem conhecido aqui no Brasil, infinitamente mais do que o anime.
O título é um plataforma side-scrolling, no qual o jogador controla o protagonista nas formas Chibi e Deus Demônio, pulando e atacando os inimigos.
Ghost Sweeper Mikami: Joreishi wa Nice Body
Ghost Sweeper Mikami: Joreishi wa Nice Body / Crédito: Banalex (divulgação
Plataformas: Super Nintendo
Outro anime que não foi exibido oficialmente no Brasil, “Ghost Sweeper Mikami” é uma série de comédia e ação baseada no mangá homônimo publicado na Shonen Sunday. A obra segue as aventuras de Reiko Mikami, uma exorcista profissional um tanto mercenária.
No Brasil, o anime é bem desconhecido, mas o jogo para Super Nintendo “Ghost Sweeper Mikami: Joreishi wa Nice Body” muita gente por aqui conhece e já jogou. O game é um plataforma lateral no qual você controla Mikami, que pula e ataca com seu báculo mágico.
Magical Taruruto-kun
Magical Taruruto-kun / Crédito: Game Freak, Sega (divulgação)
Plataformas: Mega Drive
Baseado no mangá publicado na Weekly Shōnen Jump, o anime “Magical Taruruto-kun” é uma comédia que quase ninguém conhece no Brasil.
A obra segue Honmaru Edojo, um garoto excluído e azarado que enfrenta bullying diário na escola e tenta conquistar a inteligente Iyona Kawai. Contudo, sua vida muda ao conhecer o pequeno e poderoso mago “Taruruto”.
O anime ganhou algumas adaptações para games, mas a mais conhecida é “Magical Taruruto-kun” para Mega Drive, uma plataforma desenvolvida pela Game Freak, a mesma da série “Pokémon”.
O jogo é uma plataforma 2D de rolagem lateral com visuais vibrantes. O jogador controla “Taruruto”, que usa sua caneta mágica para tornar objetos sencientes e jogá-los nos inimigos.
Hameln no Violin Hiki
Hameln no Violin Hiki / Crédito: Enix (divulgação)
Plataformas: Super Nintendo
Embora tenha sido lançado apenas no Japão pela Enix, “Hameln no Violin Hiki” é um jogo relativamente conhecido dentro da biblioteca do Super Nintendo.
O game é um plataforma 2D com jogabilidade criativa e foco em humor. O jogador controla Hamel, que usa um violino como arma.
Um elemento central da jogabilidade é a personagem que o acompanha, a garota Flute, que pode ser arremessada por Hamel e também veste diversas fantasias inusitadas ao longo do jogo para ajudar na progressão das fases.
Aqui no Brasil, o jogo é bem mais conhecido que o mangá, mais voltado para a comédia, e o anime, que é uma adaptação bem diferente, mais séria e sombria.
Neste domingo (28), Crystal Palace x Tottenham se enfrentam pela 18ª rodada da Premier League 2025/26. A bola rola às 13h30 (horário de Brasília) no Selhurst Park, em Londres (Inglaterra).
Onde assistir Crystal Palace x Tottenham na Premier League?
O duelo entre Crystal Palace e Tottenham terá transmissão na TV por assinatura, pela ESPN, e pelo streaming Disney+.
Prováveis escalações
Crystal Palace: Dean Henderson; Marc Guéhi, Lacroix, Jefferson Lerma; Tyrick Mitchell, Adam Wharton, Will Hughes, Nathaniel Clyne; Yéremy Pino, Nketiah; Mateta.
Técnico: Olivier Glasner.
Tottenham: Vicario; Pedro Porro, Kevin Danso, Van de Ven, Djed Spence; Bentancur, Archie Gray; Kudus, Bergvall, Kolo Muani; Richarlison.
Técnico: Thomas Frank.
Arbitragem:
Árbitro: Jarred Gillett.
Assistentes: Mark Scholes e Scott Ledger.
VAR: James Bell.
As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.
O Crystal Palace chega ao duelo na oitava posição, com 26 pontos. Mas sofre com o desfalque Ismaïla Sarr, que está jogando a Copa das Nações Africanas por Senegal.
Já o Tottenham vem tendo uma temporada decepcionante, se encontra na décima quarta posição com apenas 22 pontos, distante do objetivo inicial que era as competições europeias. Desfalques importantes para a equipe são o zagueiro Romero, suspenso; Maddison e Kulusevski, lesionados, e Pepe Matar Sarr, jogando a Copa da Nações Africanas por Senegal.
Os bancos têm registrado algumas das maiores valorizações no mercado brasileiro até este momento, com três instituições na lista das cinco empresas do Ibovespa que mais valorizaram no ano, segundo levantamento da consultoria Elos Ayta.
A análise considera a variação no valor absoluto das empresas, não a variação das ações em si.
“Enquanto o preço reflete melhor a rentabilidade percentual ao acionista, o valor de mercado evidencia o volume de riqueza criado ou destruído ao longo do período analisado”, indica Einar Rivero, CEO da Elos Ayta e responsável pelo levantamento.
“Os dados reforçam que, ao longo de 2025, a criação, ou destruição, de valor na bolsa brasileira foi tudo menos homogênea. Mais do que acompanhar índices, o comportamento do valor de mercado expõe, em números absolutos, como diferentes modelos de negócio, estruturas de capital e percepções de risco foram precificados pelos investidores ao longo do ano”, explica.
O BTG Pactual lidera o ranking, registrando alta de R$ 155,3 bilhões em valor de mercado. Atrás dele seguem o Itaú Unibanco, com avanço de R$ 132,7 bilhões; e a mineradora Vale, com aumento de R$ 79,2 bilhões. Bradesco aparece em quarto na lista, com R$ 66,5 bilhões.
“Mais do que acompanhar o sobe e desce das cotações, o valor de mercado traduz, em cifras absolutas, a percepção do mercado sobre cada empresa ao longo do tempo”, afirma Rivero.
Na outra ponta, a Petrobras registrou a maior perda do ano, caindo R$ 85,7 bilhões em valor de mercado. Junto ao Banco do Brasil, com queda de R$ 13,2 bilhões, as estatais representam uma desvalorização maior que a soma das outras oito empresas da lista de maiores quedas do ano.
Outro ponto que a consultoria destaca é a assimetria dentro de alguns setores.
“Três segmentos aparecem simultaneamente entre as maiores altas e as maiores quedas do ano, evidenciando como empresas de um mesmo setor podem seguir trajetórias bastante distintas ao longo do ciclo de mercado”, pontua Rivero, apontando água e saneamento, energia e serviços médico-hospitalares entre os variantes.